#Bissexual #Gay

Jogo perigoso - Parte 16

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Lopedrinhofm

Naquele dia, percebemos o quanto significava para Nathy ser mãe, e de alguma forma, mesmo que se fosse meu ou se fosse de Gui, eles não se importavam.
No dia seguinte, fomos visitar uma nova casa e gostamos... eram duas casas grandes no mesmo quintal, fechamos negócio e Gui novamente arcou com o financiamento, eu e ele dividiríamos as parcelas, estavamos felizes, mas como nada é fácil com Gui, nossa felicidade foi interrompida quando Giovana ligou pra ele:
- Oi, Gi!
- Gui...
Giovana estava chorando do outro lado da linha.
- Gi, você tá chorando?
- Gui, você não vai acreditar!
- O que?
- A Isa...
- Fala de uma vez!
- A Isa e o Otávio, eles, eles estão aqui na casa dela
- Mas... como?
- Eu não sei Gui, eu só to com raiva... posso ir pra sua casa?
- Eu não to em casa... mas eu passo aí pra te pegar.
- Tá, vem logo.
Nathy: Como que a Isa já saiu da cadeia?
Gui: Eu não sei... mas vou ligar pro delegado
Nathy: Não é muito invasivo?
Gui: Que se foda se for.
Gui ligou, e o delegado atendeu.
Gui: Doutor? Como que a Isa e o Otávio já estão soltos?
Delegado: Habeas corpus... o advogado deles alegaram que a prisão preventiva não foi fundamentada de maneira adequada, o juiz concedeu liberdade provisória, mas o processo continua.
Gui: Puta que pariu!
Delegado: É a justiça que nós temos... e tem mais uma coisa
Gui: Dá pra piorar?
Delegado: O Vinicius também recebeu a soltura.
Gui ficou em silêncio por alguns segundos antes de agradecer pelas informações e desligar.
Nathy: Gui? Você não vai atrás do Vini, né?
Gui: Não... não vou. Só vou... só vou buscar a Gi, vamos comigo?
Nathy: Sim, vamos
Seguimos para a casa de Gi, quando paramos em frente, Nathy disse:
- Liga pra Gi, não vai lá!
Gui abaixou a cabeça obedecendo e começou a ligar, mas o portão se abriu... era Isa, ao ver o carro do Gui ela abaixou a cabeça, e veio em nossa direção, ela deu a volta no carro indo pro vidro do motorista e disse:
- Oi...
Gui: Oi...
Nathy: Você ainda consegue vir falar com a gente depois de tudo que você fez?
Isa: Eu sei que vocês não vão acreditar, mas eu estou arrependida. E talvez não seja muito, mas eu quero te pedir perdão, Gui.
Nathy: Espera aí que eu vou dar o perdão na sua cara.
Gui: Você não vai a lugar algum, Natália!
Guilherme olhou nos olhos de Isa, e friamente disse:
- Eu tive o desprazer de te chamar de irmã...
Isa: Gui, eu...
Guilherme: Não precisa falar mais nada. Eu te perdoo Isa, e sabe por que? Porque eu não sou igual a você, eu não sou uma pessoa que consegue mentir olhando nos olhos, igual a você que foi dissimulada por anos... você saiu, mas sua consciência vai ser sua eterna prisão!
Isa: Eu espero que um dia, você me perdoe de coração
Gui: Segue sua vida... seja feliz, só finge que eu morri, que eu não existo mais pra você
Isa saiu devagar de perto do carro, enquanto Otávio saia do portão, Gui o olhou o seguindo com os olhos, Otávio ignorava o carro, nós ficamos todos em silêncio, sentindo o ódio nos consumir.
Otávio e Isa caminhavam pela rua sem olhar pra trás, Gui suspirou e ligou novamente pra Gi, ela saiu assustada, entrou no carro dizendo:
- O Otávio e a Isa viram vocês?
Gui: Sim... viram.
Gi: Falaram com vocês
Nathy: A Isa sim... o Otávio não.
Gi: Ficou um clima tão ruim com ela aqui
Nathy: Você sabe que vai ter que conviver com ela, né?
Gi: Sei... só quero sair um pouco daqui senão eu vou surtar
Gui dirigiu por umas 3 ruas e enquanto conversávamos ele freou bruscamente, demos um tranco pra frente, ele abriu a porta do motorista e nós não entendíamos nada, até vê-lo pegando Vinicius pelo pescoço e o prensando contra um muro.
Nós descemos desesperados.
Nathy: Gui, solta ele!
Gui: Olha na minha cara, seu filho da puta! Você teve coragem de atirar em mim! Eu cansei de você cruzando meu caminho.
Vini: Gui, me solta... tá me... sufocando
Nathy: Gui, solta, pelo amor de Deus! Deixa isso quieto
Gui: Cala a boca, Natália! Cala a boca!
Nathy deu um passo pra trás assustada, Gui apertava ainda mais, Vini não tinha reação, ele olhava nos olhos de Vinicius, as veias do braço estavam saltadas, Gui nem se quer piscava.
Gui: Olha pra mim, caralho! Era pra eu estar embaixo da terra agora por sua causa... eu perdoei a Isa, perdoei o Fabiano, mas eu jurei que te mataria se eu te encontrasse
Vini se debatia contra o muro, estando nas pontas dos pés, ele já estava sem ar, Gui apertou um pouco mais e disse:
- Mas sabe por que eu não vou te matar?
Ele soltou Vini de uma vez que caiu na calçada cuspindo e puxando o ar.
Gui: Eu não vou te matar, porque eu não sou um Caim igual a você!
Nathy: Gui... não o momento de falar pra ele
Vini: Falar o que?
Gui: Que infelizmente, somos irmãos!
Vini: Que? Tá maluco?
Nathy: Ele tá falando a verdade...
Vini: Eu não tenho irmão! Eu sou filho único, o que você quer com isso?
Gui: Eu não quero nada, absolutamente nada! Só quero que você viva com isso na sua mente, você atirou em seu irmão.
Gui entrou no carro, todos entramos, ele começou a andar e então Natália gritou:
- Você é idiota? Pra que fazer uma porra dessa? Se o Vini estivesse armado?
Gui dirigia calado e ela continuou já chorando:
- Caralho Gui! Para de ser irresponsável! Você não considera o quanto a gente sofreu e ainda estamos sofrendo com isso! Puta que pariu, tem uma gestante aqui e você agindo impulsivamente! Você viu como gritou comigo na rua? Você não tem o direito de falar comigo daquele jeito! Euuu fiquei naquela porra de hospital chorando dias por você estar desacordado, eu fiquei do seu lado enquanto você não falava! Eu te dei comida na boca! Pra você gritar comigo como se eu fosse a porra de uma vadia!
Gui: Eu perdi a cabeça, tá?! Me subiu uma raiva muito grande quando eu vi o Vini, me desculpa ter gritado com você.
Seguimos com os dois em silêncio no carro, o clima estava horrível, ninguém comentava mais sobre o que aconteceu, eles foram pro apartamento deles e Vivi e eu pro nosso, o dia passou assim, nesse clima péssimo.
No dia seguinte, Nathy naturalmente nos convidou pra almoçar, fomos pro apartamento dela e conversávamos sobre a nova mudança, até Vivi perguntar:
- Você e o Gui... estão bem?
Nathy: Sim... conversamos muito ontem, eu o entendi, ele me entendeu, nos resolvemos.
Vivi: E a Gi?
Nathy: Ela foi embora hoje de manhã, ela sabe que vai ter que conviver com a Isa
Vivi: É... não tem como fugir dela morando no mesmo quintal
Nathy: Gui, vem cá?
Gui se aproximou de nós para conversar e Nathy disse:
- Nós temos que acertar umas coisas com vocês
Vivi: Como assim?
Nathy: Nós conseguimos vender a casa que morávamos
Vivi: Que boa notícia
Gui: E nós queremos fazer umas coisas... pra gente
Eu: O que?
Gui: Primeiro que... com o dinheiro da casa aqui, dá pra quase quitar a nova casa, eu vou dar tudo pra corretora e vamos ter só umas 7 ou 8 parcelas
Eu: Não, minha parte eu te pago
Gui: Não precisa... não quero
Eu: Mas faço questão
Gui: Não... não vou aceitar. É algo que nasceu no meu coração e no da Nathy
Nathy: Então... vocês vão ter um bebê e... a gente tava conversando, e decidimos dar o Pálio pra vocês
Vivi: Mas o Lucas não tem nem habilitação
Gui: Agora ele se vira... porque carro ele tem, não é muita coisa, mas eu perdi minha família, ou melhor, o que eu acreditei ser minha família, e vocês são pra mim uma família agora... e eu quero cuidar de vocês
Vivi: O Gui... é por isso que eu te amo!
Gui: Eu também te amo Vivi.
Nathy: Amanhã já estará tudo certo com a documentação e vamos pegar as chaves, quando vocês querem se mudar?
Vivi: A gente pode se mudar qualquer dia...
Gui: Então vamos amanhã... quanto antes desocuparmos aqui, mais rápido entra o dinheiro da venda daqui pra corretora
Eu: Aí você pode ficar então com o dinheiro dos dois apartamentos, já que vai pagar a casa
Gui: Não... eu vou ficar com o do meu, você fica com o seu, se esse dinheiro vai entrar agora, vai ser em boa hora, aproveita que não é toda vez que pegamos uma bolada assim e compra tudo já pro bebê
Vivi: Ainda é cedo... não sabemos nem o sexo
Nathy: Mas compra as coisas neutras, não tudo obviamente, mas é bom ter a casa com cheirinho de neném
Vivi: Sim, vamos ver isso.
Gui: Então eu vou falar com uma equipe de mudanças, e se tudo der certo, amanhã de manhã eles desmontam o que precisa, e a tarde mudamos
Eu: Não é melhor fazermos isso com calma?
Gui: Não... eu quero sair dessa cidade o quanto antes
Eu: Certo, certo, faremos isso.
Nathy: Gui...
Gui: Oi?
Nathy: O Vini... tá te ligando.
Gui pegou o celular, olhou para a ligação por alguns segundos e atendeu:
- Fala!
Vini: Gui... podemos conversar?
Gui: Já estamos conversando
Vini: Eu questionei minha mãe com essa história de você ser meu irmão e... é verdade!
Gui: Claro que é, meu pai nunca mentiria pra mim.
Vini: Você já sabe de toda história?
Gui: Não... só sei que somos irmãos, mas não sei como fui parar em outra família.
Vini: Podemos nos ver?
Gui: Não, não podemos... fala por ligação mesmo!
Vini: Minha mãe disse... quero dizer, nossa mãe disse, que quando engravidou de você, o pai era envolvido com coisas erradas, com muita gente perigosa, ele se envolveu numa dívida alta e... falaram que iriam matar nossa família se ele não pagasse, por isso ela te deu para essa outra família, para te proteger, a ideia era que você ficasse um tempo com eles até as coisas se acertarem por aqui, mas o pai não deixou te pegar de volta e ameaçava a mãe que se te pegasse, te mataria
Gui: Esse tempo todo ela me via, me abraçava, eu visitava sua casa e ela me tratava bem... isso explica o carinho dela
Vini: Eu sei que você não confia pelo que aconteceu, mas se puder, passa aqui em casa algum dia, esse encontro significaria muito pra ela
Gui: Eu não estou preparado pra isso.
Vini: Eu entendo... e eu queria te pedir perdão, por ter tentado te matar
Gui: Pra mim é difícil de te perdoar, mas segue seu caminho
Vini: Gui, mesmo que a gente tenha se afastado, você sempre foi um irmão pra mim
Gui: Beleza, Vinicius, boa noite.
Vini: Boa noite.
Gui desligou a ligação e ficou calado.
Nathy: Você tá pensando em ir lá?
Gui: Talvez seja bom pra ela... ela deve ter sofrido, não deve ter sido fácil ter que abandonar um filho, eu não sei o que ela passou, por mim, eu não iria, mas talvez seja bom por ela
Nathy: Pensa com calma, eu não queria você lá... mas pensa
Gui: Vou pensar
Vivi: Então gente, o Lucas e eu vamos ir descansar, se der certo nos mudarmos amanhã, nos avisem?
Gui: Claro, aviso sim.
Nos despedimos e saímos, dormimos bem, e pela manhã vieram desmontar nossos móveis, Vivi e eu estavamos ansiosos por essa nova etapa, quando tudo estava organizado, Gui me chamou:
- Vamos ali comigo?
- Ali onde?
- Quero me despedir de algumas pessoas, de alguns lugares
- Credo, parece que vai morrer
- Não... não tão cedo. Mas não vou voltar mais em alguns lugares
- Vamos...
Me arrumei e desci com ele, Gui passou na casa de Pablo, de Vagner, e visitou alguns lugares que tinham algum significado pra ele, e então fomos na casa de Gi, ele se despediu dela a abraçando muito, foi emocionante, a Isa nos viu e apenas acenou com a cabeça, Gui a olhou sem encarar muito, mas também não a desprezou, ele se despediu com um abraço curto na mulher que a vida toda acreditou ser sua mãe, nós estavamos para entrar no carro quando Gui me olhou e disse:
- Eu vou falar com a Nádia
- A mãe do Vini? Quero dizer... a sua mãe?
- É... vamos lá, eu acho que o Vini não tá em casa agora
- Tomara que não esteja, não é seguro ficar entrando na casa dele depois de tudo que aconteceu
- Vamos...
Nós tocamos a campainha e uma senhora veio nos atender, ela andava de bengala, andava com dificuldades e a voz era baixa.
Gui: Oi... posso conversar com a senhora?
Dona Nádia: O Vinicius me disse que você já sabe a verdade, será que eu posso te dar um abraço?
Gui: Pode, pode sim!
Ela abraçou o Gui e chorou muito, eu pude ver ao fundo o momento em que Vinicius apareceu no corredor e ficou olhando de longe.
Dona Nádia: Seu pai era um homem ruim, eu não tive escolha, eu pensei em deixar ele e fugir com você, mas eu tive medo, não tive coragem de enfrentar ele, me perdoa, meu filho
Gui: Não se preocupe com isso, eu estou bem, estou vivo apesar de tudo, e a gente ainda pode ter esse momento pra que tudo se resolvesse, não é?
Dona Nádia: Eu tenho muito orgulho do homem que você se tornou!
Gui: Obrigado... agora eu preciso ir.
Dona Nádia: Você vai vir me visitar mais alguma vez?
Gui: Sim, um dia eu venho, prometo
Entramos no carro e Vini se aproximou devagar, eu não tinha um bom pressentimento, mas Gui o esperou, ele se aproximou do vidro do motorista e com os olhos marejados disse:
- Obrigado pelo que você fez, não é qualquer um que faria isso
Gui: Não precisa me agradecer, eu só fiz isso por ela
Vini: Fala pra Nathy que eu... que eu to pedindo perdão a ela também
Gui: Vini, ajeita sua vida, você vai ser pai, a Elen precisa de você, não se envolve com gente errada, tenta dar um futuro diferente do que você teve a seu filho
Vini: Pode deixar...
Gui: Se cuida.
Gui saiu com o carro e eu num momento idiota falei:
- Cara... se você é irmão do Vini...
- O que tem?
- Eu nunca vi o Vini tomar banho
- Oshe
- Será que ele é pirocudo também?
- Rapaz! Você só pode estar brincando pra perguntar uma merda dessa
- Você já viu a rola dele?
- Já... já tomamos banho algumas vezes
- E é grande?
- É grande, é grande sim, o meu é maior, mas não vou negar que o Vini tem uma pica bonita
- Fiquei curioso em ver
- Vai se foder, Lucas, controla sua carência
- Não to carente não
- Tá com falta de rola? A minha não te machucou o suficiente?
- Foi só uma curiosidade, eu não vou procurar ele pra isso
- Espero que não procure, o Vini não presta
- Pra onde vamos agora? Pra casa?
- Não... tem um último lugar que eu quero ir
- Onde?
- O ginásio
- Deve estar fechado a essas horas
- Eu conheço o zelador, relaxa
Chegamos, o ginásio completamente vazio, Gui pegou as chaves com o zelador, caminhou pelo campo em silêncio, olhou canto por canto, eu o abracei, e juntos caminhamos ao vestiário, ele olhou para todos os lados e eu disse:
- Vai sentir falta daqui?
- Não, não vou
- Você viveu aqui por anos...
- Eu vivi bem, a sensação daqui é de missão cumprida
- Então por que viemos aqui?
- Eu queria fazer algo que eu já deveria ter feito a muito tempo?
- O que?
Gui me pegou pela cintura e começou a me beijar, eu me entreguei a ele, nós tiramos as roupas com uma urgência de quem desejava isso a muito tempo.
Eu agachei e segurei a rola de Gui, comecei a chupá-lo com muita vontade, lambi suas bolas até a cabecinha, Gui me olhava diferente, ao invés de me olhar sério como sempre ele estava sorrindo, e isso deixava tudo mais gostoso, quando me levantei ele me beijou outra vez, e desceu beijando toda minha barriga até me abocanhar, Gui me chupava com a mesma vontade que eu tinha, eu comecei a foder a boquinha dele, e ele apenas aceitava, quando ele se ergueu, me segurou pela cintura e me levou até um banco, erguendo uma de minhas pernas e começando a me foder, ainda doía, mas eu deixei, Gui comia com calma, e dizia:
- Era isso que você queria, não era? Que eu te fodesse aqui após o jogo!
- Aaaai, Gui! Aiii, você não sabe o quanto eu queria te dar aqui
- Aaaa que cuzinho gostoso! Eu deveria ter te fodido antes
- Você não ia querer me foder na frente dos caras... aiiii
- Talvez, mas você sempre gostou de rola!
- Eu não... aaai que delicia
- Você acha que eu nunca vi você paquerando a pica do Zago? Hummm
- Aaaai, aiiii, para... a rola que eu mais olhava era a sua!
- Vai me falar que você não ficou com vontade de chupar aquela piroca preta?
- Fiquei, pior que fiquei! Aiii caralho, que delícia
Gui aumentava o ritmo me fodendo com força, estava gostoso demais, eu gemia alto, afinal, estavamos sozinhos.
Gui tirou o pau e se sentou dizendo:
- Vem cá, senta aqui na minha pica!
Eu guiei seu pau até a entrada do meu cuzinho e sentava nele com vontade, meu cu tinha virado praticamente uma bucetinha, eu o aguentava todo dentro de mim, e rebolava sem me preocupar em parecer um viadinho, Gui me segurava com aquelas mãos grandes e dizia o quanto estava gostoso, estavamos quase delirando de prazer até ouvirmos alguém dizer:
- Nossa! Que delícia.
Nos levantamos assustados, quando nos viramos vimos o Pablo.
Eu: Porra, Pablo, que susto!
Gui: O que você tá fazendo aqui?
Pablo: Eu fui na sua casa, você deixou cair seu cartão em casa, e a Nathy me disse que você estaria aqui
Gui: Ah, puts, eu sou muito desajeitado
Pablo: Como você tava aguentando tudo isso dentro de você, Lucas?
Gui me olhou e eu respondi:
- Deixei lacear, doeu no começo, mas to acostumando a dar pro Gui, você nunca sentiu uma pica no seu cuzinho, né?
Pablo: Sai fora...
Gui: É nosso último dia no ginásio, quer dar pra gente?
Pablo: Não Gui, sabe que eu não curto isso
Eu: Você mamou o Zago, o Fabiano, e até chupou minha rola! Bora Pablo, libera esse cuzinho pra gente!
Pablo: Isso é errado, eu não posso...
Gui e eu andamos em direção ao Pablo e o seguramos pelas mãos levando cada mão a nossos paus, ele segurou fechando os olhos, respirando pesado, aos poucos começou a punhetar com mais vontade, Gui tirou a calça dele, colocamos Pablo de quatro, enquanto Pablo me chupava o Gui lambia todo o cuzinho dele e enfiava o dedo indicador, Pablo gemia confortavelmente dizendo que só o dedo de Gui já estava lhe dando prazer, Gui olhou pra o cuzinho de Pablo e disse:
- Acho que ele já aguenta, vem foder ele, Lucas
Eu dei a volta e comecei a forçar a entrada do cuzinho de Pablo, estava apertado, mas muito gostoso, ele gemia gostoso dizendo:
- Nossa... aiii, que gostoso esse pau, Lucas!
Gui se afastou e ficou se punhetando me olhando comer o cuzinho do Pablo, eu metia cada vez mais forte, Pablo gemeu alto e disse:
- Aiiiii, se a Bianca descobrir isso ela vai ficar muito brava
Eu bati na bunda dele e respondi:
- Sua esposa não vai saber que eu comi seu cuzinho, relaxa!
Puxei o cabelo de Pablo e quando olhei pro lado Gui estava gozando na própria barriga, e então acabei gozando dentro do cuzinho de Pablo, uma gozada farta, gostosa.
Fomos os três pro chuveiro e riamos, por estarmos na mesma situação de quando jogávamos juntos.
Quando saímos do ginásio, Pablo foi pro embora, Gui e eu fomos pra casa, quando cheguei, Vivi não estava então eu disse:
- Acho que a Vivi está na sua casa.
Gui: Deve estar, vamos lá
Entramos, e não havia ninguém na sala ou cozinha, mas ouvimos a voz de Vivi:
- Aiiii que pauzão! Aaaaaa, eu vou gozar!

Comentários (9)

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  • Raposinhacarente: Tem muitos detalhes, o Vini solto, a Isa e o Otávio soltos, a mudança, o Lucas parece que não se decide se gosta mais da Vivi ou da Nathy, prevejo muitos problemas!

    Responder↴ • uid:1e34tbw0cby9
  • PA22: Pegou gosto por deixar o suspense no ar né, safado ? kkkkk Aposto que é o Vinícius ou a Nath usando cintaralho. Eu sinto que a relação dos 4 é mto conturbada, não conseguiram de fato achar um encaixe, sinto que isso vai dar muito problema, acho que esse conto vai terminar com troca de casais e eles se afastando, tenho essa sensação!

    Responder↴ • uid:2ql4b6xij
    • Lopedrinhofm: Kkkk você leu em outro site? Você acertou um detalhe da continuação. Sim, a relação deles não está alinhada, e isso vai desmoronar do nada.

      • uid:1e34tbw0cby9
    • Hebert: O ruim de ter visto a continuação é não poder falar pra eles que a Paula vai estragar o convivio dos quatros ksksksks

      • uid:1e34tbw0cby9
    • Raposinhacarente: Quem é Paula? Que site vcs estão lendo o conto?

      • uid:1e34tbw0cby9
    • Julinha: Estou me fazendo a mesma pergunta, quem é essa Paula? kkkkk geeeente! Eu to ansiooosa!

      • uid:1e34tbw0cby9
  • Julinha: Eu to de boca aberta! Cada atualização essa história ganha uma proporção absurda. Amei o Gui fodendo o Lucas, mais ainda o Lucas comendo o crentinho do Pablo

    Responder↴ • uid:1e34tbw0cby9
  • GabrielDotado: Gui e Vini são irmãos? PQP! Como você conseguiu superar os cunhados??? Como? Pedrinho, você é incrível. Tomara que seja o Felipe comendo a Vivi!

    Responder↴ • uid:1e34tbw0cby9
    • Lopedrinhofm: Não estou muito afim de colocar o Felipe, nesse conto... acho que está legal uma saga sem precisar de personagens antigos

      • uid:1e34tbw0cby9