Perdi a virgindade com 3 primos
Eu era magrinha, sim. Peito pequeno, quadril estreito, cara de quem não quebra um prato — e safada o suficiente para saber exatamente o efeito que isso causava. Gostava de provocar. Passava na frente dos homens da família com um shortinho curto, sentava de perna aberta, ria de qualquer coisa olhando por baixo dos cílios. Fazia por diversão. Ninguém me tocava, e eu ia colecionando os olhares como quem coleciona figurinha.
Aos dezoito, decidi que já estava na hora. E decidi também com quem: o Tiago, meu primo mais velho, vinte e cinco, ombros largos, aquela calma de homem que já sabe o que faz. Ele era o único que não se derretia na minha frente — e era justamente isso que me dava vontade.
Combinei sem combinar. Falei que queria conhecer o riacho no fundo do sítio da minha tia, e ele se ofereceu para me levar. Saímos de manhã, com uma toalha e uma garrafa de água. O caminho era de terra, mata dos dois lados, cheiro de mato molhado. Eu ia na frente, de shortinho, rebolando mais do que o necessário. Ele atrás, calado. Eu sabia que ele estava olhando.
No riacho, sentei numa pedra, molhei os pés, me estiquei. Puxei a blusa para cima fingindo calor, deixei a barriga de fora. Provocação em série.
— Você faz isso de propósito — disse ele, por fim.
— Faço o quê?
— Se exibe. Acha que eu não vejo.
Ri. E foi o riso que me entregou. Ele veio, me pegou pela cintura, me puxou de pé e me beijou. Um beijo de homem, sem pressa, a boca grande cobrindo a minha, a mão descendo pelas minhas costas até me agarrar a bunda por cima do short. Meu corpo inteiro acendeu de uma vez.
— É aqui que você quer? — perguntou, na minha orelha.
— É.
Ele me deitou na toalha estendida na grama, à beira da água. Tirou minha blusa, depois o short. Ficou olhando para mim de cima, e pela primeira vez vi o Tiago perder a calma. Ficou com fome. Desceu a boca pelos meus peitos, mordeu de leve, chupou, e eu já gemia sem vergonha nenhuma. A mão dele foi até o meio das minhas pernas e encontrou tudo molhado.
— Porra, Maria — ele riu. — Você tá ensopada.
— É de vontade.
Ele tirou a roupa. Vi o pau dele duro, grosso, e por um segundo deu um medo bom. Ficou de joelhos entre minhas pernas, passou a cabeça pelo meio, brincou. E foi aí que ele falou, quase de passagem:
— Sabe uma coisa? Eu e meus irmãos dividimos tudo.
— Tudo o quê?
— Tudo.
Ele apontou com o queixo para o outro lado do riacho. Só então eu vi: o Caio e o Breno, os dois primos mais novos, parados na margem, já sem camisa, assistindo como se aquilo fosse um combinado antigo. Deviam estar ali desde o começo.
— Vocês combinaram — acusei.
— Nós sempre combinamos — respondeu o Tiago, e me penetrou.
Foi devagar, mas foi fundo. Eu apertei os olhos, senti o corpo se abrindo para ele, e quando ele começou a se mexer, a água do riacho parecia bater no mesmo compasso. Os dois irmãos atravessaram, se aproximaram, e se ajoelharam um de cada lado. Ninguém pediu licença. Eu já tinha dito que sim antes mesmo de dizer.
O Caio veio para a minha boca. O Breno ficou do lado, se masturbando, esperando a vez.
— Abre, sua safada — disse o Caio, e encostou.
Abri. Ele empurrou e eu engoli, sentindo o Tiago batendo por baixo e o Caio preenchendo minha boca, e pela primeira vez na vida eu entendi o que era estar cheia. Fechei os olhos, me entreguei aos dois ritmos, e os primos começaram a falar.
— Olha ela, cara — ria o Breno. — Toda magrinha, cara de santa, e olha aí, com dois no corpo. Sua putinha.
— Provocava, né? — o Tiago apertou meu quadril. — Passava na frente da gente de shortinho achando que ninguém ia cobrar. Agora cobra, sua cachorra.
— Xinga mais — eu consegui dizer, com a boca cheia.
— Sua vagabunda — disse o Caio. — Isso, engole tudo, sua piranha.
O Tiago saiu de dentro de mim e chamou o Breno, dizendo para que ele levantasse. Breno me levantou e Caio deitou de costas na toalha, Breno me conduziu para que eu me sentasse em seu irmão deitado. Depois, tiago empurrou minhas costas paranque eu arqueasse, cuspiu na minha bunda e foi me rasgando por tras. Breno, o mais novo, assumiu a posicao do irmao e enterrou o pau na minha boca. Era minha primeira vez e meus sentidos estavam tomados de estímulos diferentes, dor no cuzinho e muito prazer na buceta e boca. Eu só gemia e deixava aqueles tres me usarem.
— Vadia desgraçada. Achou que esses buracos iam ficar sem uso pra sempre?— disse Thiago, acompanhando com um tapa.
— Agora tá completa, sua vadia — disse o Breno, segurando meus cabelos. — Buraco por buraco.
— Olha pra ela, Tiago — disse o Caio, se mexendo por baixo para entrar mais forte — Virou mulher de três de uma vez. E veio se achando a dona.
— Provoca agora, sua safada — ecoou o Tiago, batendo mais fundo. — Faz de novo aquele shortinho. Faz.
Eu não conseguia responder. Só gemia, só aguentava. Os ritmos se cruzaram, os tres entrando e saindo em tempos diferentes, e eu no meio, mole, sem comando nenhum, do jeito que eu nunca tinha imaginado. A água batia nas pedras, os mosquitos zumbiam, e a mata inteira parecia ouvir os nomes que eles me davam.
Gozei primeiro gritando de prazer, um orgasmo que me fez fechar tudo por dentro e tremer até as mãos. Depois gozei de novo, quando Tiago e Caio jorraram ao mesmo tempo em mim. O Breno gozou na minha boca logo em seguida, e eu engoli como quem aprendeu naquele instante.
Ficamos os quatro estirados na grama, sem fôlego. O sol tinha subido e a água continuava correndo, indiferente.
— Então — disse o Tiago, me olhando de lado, com um sorriso de canto. - Gostou de conhecer o Riacho?
Virei o rosto, ainda sentindo o corpo latejar por dentro.
— Adorei — respondi. — Espero voltar todo dia aqui.
Ele riu. O Caio riu. O Breno jogou água em mim.
E eu já estava pensando no próximo banho de riacho.
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Na semana que seguiu após um final de semana de transas deliciosas com minha irmã e minha prima, as coisas mudaram em casa. Bom, não havia mais o que esconder, pelo menos entre mim e Juju. Estávamos envolvidos e quase num namoro, transando sempre que possível e dormindo juntos. Minha irmã ainda se mantinha discreta, nos visitava a noite para participar, vez ou outra me pegava em casa sozinho pra algumas rapidinhas e apaixonada em me mamar.
Lá pela quinta-feira, todo mundo estava meio atarefado. Minha tia ia fazer uma viagem e só voltava na segunda, minha irmã e minha prima passariam o dia inteiro na faculdade num evento e minha mãe estava resolvendo coisas da empresa. Passei o dia quase todo sozinho e pensando em como minha vida tinha melhorado exponencialmente na última semana.
A noite, enquanto assistia filme no meu quarto, minha mãe entrou no meu quarto e disse que eu escolhesse algo pra gente comer. As meninas ainda iriam demorar um pouco e ela estava sem muita vontade de cozinhar.
Ela foi banhar e eu fiquei esperando nossa comida, pensando em propor a minha irmã que me desse o cuzinho mais tarde. Quando saiu do banho, minha mãe veio até mim, extremamente perfumada. Ela colocou um shortinho bem curto e uma regatinha leve.
É óbvio que eu já havia reparado na beleza dela, recém chegada aos 40 anos parecia ter envelhecido como um bom vinho. A vida de academia e cuidados, unida a algumas cirurgias pontuais, tinham ajudado a manter ela belíssima. Coxas torneadas, bumbum durinho, barriga seca e pele impecável, uma gostosa de fato. Lembrei na hora da cena dela se masturbando enquanto eu enrabava minha prima, meu pau reagiu imediatamente.
-Está chegando a comida? - perguntou.
- Está sim, mãe. Mais uns 15 minutos.
O silêncio se instaurou por alguns segundos, até ela quebrar o gelo.
- Sabe, acho que a gente precisa conversar, filho.
- Sobre o que mãe?
- Bom, você e sua prima dormem juntos agora, como se isso fosse normal. E eu sei que você e sua irmã aprontam também.
Fiquei em silêncio, sem saber o que dizer.
- Sabe, filho, vocês foram criados juntos, são família, isso não está certo.
- Eu entendo, mãe, de verdade. Mas, no final das contas, sou homem e elas mulheres, lindas por sinal. Eu queria não querer, mas não posso mentir e dizer que irei parar.
- Mas, filho, são suas parentes.
- E você minha mãe. Ainda assim, se masturbou nos assistindo. Então você entende, é dificil se controlar, manter a cabeça no lugar.
- Aquilo foi um erro...
Eu a cortei de imediato.
- Talvez. Mas foi gostoso. Pra mim, pra Juju e pra você.
Ela abaixou a cabeça.
-Mãe, o que fazemos, fazemos aqui. Não conto pra ninguém, não nos expomos por aí. Transamos e continuaremos transando, é uma delícia. Se é certo ou não, não posso dizer.
Me calei e ela também. Foram longos minutos até a comida chegar. Nos sentamos a mesa, ainda em silêncio e a comida parecia não descer bem, meu coração estava palpitando, o estômago embrulhando, era ruim a situação. Não por me sentir errado, mas pelo desentendimento com minha mãe.
Terminei de comer e fui para o meu quarto, deitei na cama e fiquei olhando para o teto, pensando no que fazer. Uns 5 minutos depois, minha mãe bateu à porta, se identificando e pedindo para entrar. Eu deixei
- Filho. Talvez eu deva pedir desculpas para você. Não pelo desentendimento, mas por não ter conseguido explicar o quanto errado é isso.
Essas falas me fizeram ficar mal, no começo achei que iriamos acertar as coisas, mas nos afastamos disso outra vez.
- Mãe, não vou mais debater sobre isso com a senhora. Tudo ficará como está. E digo mais, esses dias em que a tia estiver fora, vou dormir com Maria e Juju. E vou transar com elas quando e onde eu quiser.
- Que falta de respeito, garoto. Você acha que isso é uma brincadeira?
- Não, mãe, não acho. Mas sei o que quero e não vou me punir.
- Não é punição, é cuidado.
- Bobagem.
Eu me levantei e fui até sua direção. Cheguei bem perto e a agarrei pela cintura.
- Cuidado é saber atender os desejos de quem a gente ama.
- Me solta.
- Não vou. Deixa eu te perguntar: se eu colocar a mão no seu shortinho agora, em que estado estará sua buceta?
- Tá louco? Me respeita, eu sou sua mãe.
- E daí? Morreu de tesão me vendo foder a Juju, gozou nos assistindo. E agora, como está sua buceta?
Ela me empurrou e ficou me encarando firme, tentando me intimidar, de certa forma.
- Quer que eu fique longe da minha irmã e da minha prima? Vem aqui me dar o que elas me prometeram essa noite.
- Que nojo, filho. Como uma coisa dessa passa pela sua cabeça?
Abaixei as calças, deixando meu pau duro totalmente exposto. Fui me aproximando dela até o membro encostar. Ela ficou imóvel, suspirou quando eu a abracei.
- Tá aqui o seu filho. Ou melhor, o homem dessa casa. Eu sei que você quer e agora eu quero também.
Ela olhou nos meus olhos e engoliu seco, passou a língua nos labios e arrumou o corpo nos meus braços.
- Farei melhor. Vou treinar em você exatamente o que eu vou fazer com as outras duas. Abaixa e baba bem o pau do seu homem.
Inexplicavelmente, minha mãe fez o que eu mandei, se abaixou e abocanhou meu pau. Eu estava num estado de tesão tão intenso que tudo ao redor parecia escuro e eu só enxergava e ouvia ela ali me mamando.
Com o tempo, acho que minha mãe se acostumou e resolveu se entregar ao desejo. Puxava meu pau cada vez mais fundo na sua garganta, lambia com vontade ímpar e ia trabalhando bem. A experiência, no fim das contas, fazia toda diferença, ela era muito mais talentosa naquilo que Maria e Juju.
Depois de tudo bem melado, eu puxei para que ela ficasse de pé, beijei sua boca e fui a guiando até a cama. Ela caiu de costas, ja de pernas abertas, abaixei seu shortinho e tive a visão de sua linda e rosinha buceta, babando de vontade de mim. Tentado por aquela beleza, eu caí de boca, arrancando gemidos deliciosos dela.
- Hmmm... que delicia de língua... filho da puta... hmmm...
Ela ia rebolando de acordo com minha línguada, gemendo mais e mais. Poucos minutos depois, gozou, na minha boca. Achei impressionante, não tinha muito tempo daquilo, ela estava mesmo afim.
No tempo em que ela se recuperava, eu tirei a minha e a sua camisa, depois posicionei nossos quadris, pronto para a penetrar.
- Filho de uma puta mesmo. E eu vou foder ela agora.
Enterrei meu pau nela sem nenhum cuidado, sua buceta e meu pau, ambos bem babados, formaram um encaixe perfeito e imediato. Ela deu um gritinho, mas não reclamou, na verdade abriu um pouco mais as pernas para mim.
Comecei o vai e vem de forma cadenciada, mas firme. Assim como quando eu a chupei, seu quadril se mexia para ditar o ritmo, ela gemia gostoso a cada estocada, um convite tentador a ter mais.
Seus peitos balançavam atraindo minha boca, que tateava os mamilos com a língua, antes de longas chupadas. Que trepada gostosa.
Entre beijos e abraços apertados, ela ia se declarando, pedindo mais e mais, até eu perceber que ela ia gozar muito em breve.
Nesse momento, eu agarrei seu pescoço e tirei a força da metida, deixando-a rebolando no meu pau enterrado dentro de si.
- Tá pra gozar né?
- Sim, mete gostoso.
- Não.
- Vai, filho, por favor.
- Não.
- Porque?
- Quem vai ser a líder do meu harém?
- Tá maluco, garoto? Que porra de harém,
Me arrumei e dei duas metidas bem fortes, faltou ar para ela e o gemido veio quase como desespero.
- Tudo bem, filho. Vou ser eu. Eu vou ser a líder das suas putas. Do seu harém. Me fode, eu tô quase.
Eu tirei o pau de dentro dela e ela veio se aproximando querendo ele de volta.
- Nada disso. Minha puta chefe vai ser batizada com estilo. Fica de quatro e eu vou foder seu cuzinho.
Ela nem questionou, apenas virou para mim. Eu cuspi no meu pau e no buraquinho dela, massageei e pus um dedo. Ela gemeu e empinou mais. Enfiei na buceta pra melar bem e tirei diretamente para a bunda.
Minha mãe se enclinou para frente e ficou olhando pra mim por sobre os ombros. A cabeça entrou mais dificil do que com Juju, mas quando ela passou, minha mãe mesmo comecou a fazer força pra engolir o resto.
Com tudo dentro, eu comecei de leve, até sentir que ela tinha se acostumado e não levou muito tempo. Ela pos a mão na buceta e se masturbou com minha socada em sua bunda. Gemia feito uma cadela no cio, claramente sentindo dor, mas sem pedir pra parar nem por um segundo.
Mais uma vez pra minha surpresa, ela gozou rápido, claramente tinha uma pré disposição pra anal.
Tirei o pau da sua bunda e ela deitou um pouco, de bruços mesmo. Quando seu fôlego voltou, me aproximei por trás e soquei na sua bucetinha. Não dava pra meter tudo por conta da posição, mas aestava uma delicia mesmo assim.
Com a missão cumprida, não precisava mais me preocupar, relaxei e avisei que ia gozar nela. Minha mãe segurou nas nádegas e afastou para que eu pudesse ir mais fundo.
Duas estocadas depois e eu estava jorrando dentro da sua bucetinha. Quando tirei o pau, já após o orgasmo, fiquei uns bons minutos admirando minha porra escorrendo dela.
Ela se levantou meio atordoada, parecia sentir algum desconforto ou vergonha. Eu a puxei para mim e beijei sua boca. Ela retribuiu e ficamos um tempinho nessa pegação.
Ao final, ela foi se lavar e esperar as meninas para uma conversa entre elas. Eu banhei e me deitei à espera, da próxima que iria me aliviar.
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