#Coroa #Incesto #Teen #Virgem

Papai descobriu o meu segredo e descontou no meu cuzinho

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marizinha

Meu nome é Maria, tenho dezoito anos, e há seis meses paguei minha primeira parcela da faculdade com dinheiro que ganhei mostrando meu corpo na internet. Não era nada demais — fotos ousadas, vídeos solo, algumas brincadeiras com brinquedos. Eu era boa nisso. Tinha corpo de novinha, cintura fina, bunda empinada e um rosto inocente que os homens adoravam ver sendo "destruído" na tela.

Meu pai, Antônio, nunca desconfiou. Ele era viúvo, trabalhava o dia todo como encanador, e eu sempre fui a filha "quietinha" que estudava e ficava no computador. Até aquele sábado.

Eu estava gravando. Tinha montado um estúdio improvisado no sótão da nossa casa — iluminação, tripé, um lençol branco de fundo. Estava de quatro, de lingerie vermelha, com um plug anal pequeno enfiado na bunda, gemendo para a câmera enquanto me masturbava.

— Toma, papai... — gemi, seguindo o roteiro de um cliente específico que pagava extra por falas incestuosas. — Mete nessa sua filha, pai. Rasga essa buceta...

A porta do sótão se abriu.

O tempo parou. Ali estava Antônio, com a ferramenta na mão, vindo consertar uma torneira que eu tinha dito que estava vazando — mentira que contei para ter a casa vazia. Seus olhos percorreram a cena: eu, de quatro, a mão na buceta, o plug brilhando na bunda, a câmera filmando tudo.

— Pai! — gritei, tentando me cobrir, mas ele já tinha visto tudo.

Ele não disse nada. Apenas fechou a porta. Desceu as escadas. E eu fiquei ali, morta de vergonha, tremendo.

Ele não falou comigo durante dois dias. O silêncio na casa era insuportável, pesado, carregado de eletricidade. Eu tentava evitá-lo, comendo fora, saindo cedo, voltando tarde. Na terceira noite, ele me esperava na sala.

— Senta — ele ordenou, apontando para o sofá.

Obedeci, de uniforme escolar ainda, as mãos trêmulas.

— Quanto tempo? — ele perguntou, a voz baixa, controlada.

— Seis meses — sussurrei.

— E o dinheiro?

— Pago a faculdade. Ajudo nas contas. Não... não é sujo, pai. É trabalho.

— Trabalho? — ele riu, um som seco, sem humor. — Você tem dezoito anos, Maria. Minha filha. E está se prostituindo na internet.

— Não é prostituição! — levantei a voz, sentindo lágrimas de raiva. — Eu não durmo com ninguém. É só... conteúdo. E eu não vou parar. Não vou. Você não manda na minha vida.

Ele me encarou por um longo momento. Seus olhos — olhos castanhos iguais aos meus — escureceram. Ele se levantou, imponente, corpulento, a camisa suada de trabalho esticada sobre o peito musculoso.

— Não vai parar? — ele repetiu, aproximando-se.

— Não — firmei o queixo, desafiando-o.

Ele agarrou meu braço e me puxou para cima. Eu gritei, surpresa, mas ele já me empurrava em direção às escadas.

— Então você precisa de uma lição — ele rosnou. — Sobre o que é sexo de verdade. Sobre o que você está brincando lá em cima.

— Pai, o que você está fazendo? — perguntei, tentando me soltar, mas sua força era avassaladora.

Ele me levou ao meu quarto e me jogou na cama. Trancou a porta. Ficou me encarando enquanto eu tentava me sentar, o coração batendo descompassado.

— Tira a saia — ele ordenou.

— O quê?

— Tira. A. Saia. — cada palavra era um golpe. — Você quer ser uma putinha na internet? Então vai aprender a ser uma putinha de verdade. Tira.

Minhas mãos tremiam, mas algo em seu tom — autoritário, absoluto — me fez obedecer. Puxei a saia do uniforme, ficando apenas de blusa e calcinha branca.

— De quatro — ele comandou.

— Pai, por favor...

— DE QUATRO!

Obedeci, virando-me, apoiando-me nos cotovelos, sentindo a vergonha queimar minha pele. Ele se aproximou da cama. Ouvi o som do cinto sendo desfeito, do zíper abrindo.

— Você brinca com brinquedos — ele disse, a voz atrás de mim. — Com plugues. Finge ser fodida. Mas nunca sentiu uma pica de verdade no seu cuzinho, não é?

Engoli seco. Não. Eu nunca tinha ido além de brinquedos pequenos.

— Pai, eu nunca...

— Eu sei — ele interrompeu. — E hoje seu pai vai tirar essa virgindade anal que você finge ter. Vou te mostrar o que é ser usada de verdade. Vai doer. E você vai aguentar, porque é isso que você queria, não é? Ser tratada como uma vadia?

Senti as mãos dele nas minhas nádegas, abrindo, expondo meu cuzinho apertado. Ele cuspiu, uma, duas vezes, e esfregou o saliva na minha entrada. Eu estremeci, sentindo o toque áspero, real, nada como meus dedos ou brinquedos.

— Vai doer, filha — ele avisou, e senti a cabeça de seu pau, quente, grossa, pulsante, pressionando contra mim.

Quando ele empurrou, eu gritei. De verdade. Não gemido de câmera, não teatro. Foi dor avassaladora, ardente, ele era enorme, muito maior que qualquer plugue que eu tinha usado. Ele não foi gentil. Empurrou com força, ignorando minhas lágrimas, até que a cabeça entrasse.

— Aperta, sua putinha — ele rosnou, agarrando minha cintura. — Aperta essa bunda no pau do seu pai.

— Pai, para, por favor, está doendo...

— É pra doer — ele grunhiu, e empurrou mais, entrando centímetro por centímetro, me rasgando, me abrindo. — É assim que você aprende. É assim que uma vadia de verdade é tratada.

Quando ele estava completamente dentro, eu estava chorando, o rosto no travesseiro, as unhas cravando nos lençóis. Mas ele não se moveu. Apenas ficou ali, encaixado em mim, dominando.

— Agora você é minha — ele disse, a voz grossa. — Minha putinha. Minha cadela. E se você quer continuar com essa porra de internet, vai continuar do meu jeito. Comigo no comando. Comigo te fodendo antes de qualquer gravação. Me entendeu?

— Entendi — soluçei.

— Diga que é minha putinha.

— Sou sua putinha, pai.

— Diga que esse cuzinho é meu.

— É seu, pai. Só seu.

Ele começou a mover-se. Devagar, arrastando-se dentro de mim, cada movimento uma mistura de dor e prazer doentio. Eu gemia, ofegante, sentindo meu corpo ceder, abrir, aceitar.

— Vai se acostumar — ele prometeu, acelerando o ritmo, as mãos agarrando meus cabelos e puxando minha cabeça para trás. — Vai virar minha putinha particular. E quando você for gravar seus vídeos, vai estar cheia do gozo do seu pai. Vai sentir minha marca em você.

— Sim, pai — gemi, e para minha surpresa, minha mão tinha ido parar no meu clitóris, massageando em círculos.

— Olha isso — ele riu, percebendo. — A putinha gosta. Gosta de ser fodida pelo pai. Sua pervertida. Sua vadia imunda.

— Gosto — admiti, a vergonha se misturando ao tesão. — Fode mais forte, pai. Me usa.

Ele riu, um som rouco, e acelerou. Começou a meter de verdade, com força brutal, cada estocada me jogando para frente na cama, fazendo meus seios balançarem. O som de pele batendo em pele ecoava no quarto, misturado aos meus gemidos e aos grunhidos dele.

— Toma, sua puta! — ele gritava. — Toma essa pica no cuzinho! Toma a lição que você pediu!

— Tô tomando! — gritei, sentindo o orgasmo se aproximar de forma avassaladora. — Goza em mim, pai! Enche essa bunda de porra!

Ele cravou até o fundo e explodiu, jorrando líquido quente e denso dentro de mim, em ondas pulsantes. Senti cada jato, cada contração, enquanto eu mesma gozava, apertando-o, gemendo como nunca tinha gemido.

Quando ele saiu, senti a porra escorrendo, quente, e desabei na cama, ofegante, destruída, transformada.

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