O pai de minha enteada arrombou minha mulher
No curso de MBA conheci a Marcia, loirinha, 1,65m, cintura fininha, bumbum maravilhoso, seios de formatos lindos proporcionais ao corpo, olhos verdes de olhar cativante, inteligente, recatada e muito sensual. Todos os frequentadores do curso, tanto os casados quanto os solteiros cresceram o olho na colega. Aos poucos me aproximei dela e fiquei sabendo que ela tinha uma filha pequena a quem ela se dedicava de corpo e alma. Apesar da concorrência brutal, passamos a namorar e em muito pouco tempo passamos a namorar e nos casamos apaixonados. Na ocasião eu estava com trinta anos, ela com vinte e cinco e Suzi minha enteada com cinco anos. Nosso casamente corria as mil maravilhas, Silvia continuava a não falar palavrões, gozava gostoso e eventualmente, até rolava um anal, o que me fazia sentir o homem mais feliz do mundo. Aos poucos ela me contou que até nosso casamento, ela tinha deitado cinco vezes com um homem, Sergio, o pai da filha dela, tive o privilégio de ouvi-la contar todos os pormenores das cinco vezes, desde seu defloramento até o estupro que foi seu primeiro anal e o último ato do relacionamento dos dois. Aqueles relatos que pedi para ela repetir algumas vezes me excitava muito. Ouvindo-a passava o filme na minha cabeça que só parava quando eu a penetrava e gozava forte. Já com cinco anos de casados, enquanto jantávamos, Silvia atendeu o celular e percebi que a ligação a deixou "passada", coloquei a mão em seu ombro e senti o tremor em seu corpo e um estranho brilho em seu olhar, como se fosse um pecado, Silvia me falou que a ligação era do pai de sua filha que queria conhecer a menina. O encontro de pai e filha ficou marcada para o almoço da sexta feira. Naquela semana, o comportamento da minha esposa foi atípico, ela parecia uma colegial, na própria noite do telefonema, uma segunda feira, Silvia agarrou meu pau e fez nele uma chupeta com tanta vontade que acabou não me dando tempo para penetra-la, até que, durante a semana, percebendo a excitação de Silvia, abri o jogo, lhe autorizei a levar seu primeiro homem para cama novamente, desde que eu estivesse presente e que poderia ser em casa ou em um motel, ela com aquele jeitinho meigo de sempre e carinha de safada que eu não conhecia apenas me responder que em casa não. Naquela noite não dormi, com aqueles filmes que eu havia montado em minha imaginação passando pela minha cabeça, a partir do relato de Silvia, ela perdendo o cabaço com as pernas arreganhada na escadaria do prédio dela, a segunda foda na poltrona da sala da casa dos pais dela com o vestido levantado até a cintura, a terceira encostada no muro do quintal, a quarta em um beco mal iluminado e por fim a última em um motel de quinta categoria, onde Sergio travou as perdas de Marcia com os braços e penetrou sua buceta e antes de gozar arrombou seu cuzinho virgem em uma violenta empurrada, não me deixaram dormir. O almoço foi tenso, minha enteada tratou o pai com indiferença, já minha amada parecia uma criança, falando sem parar o tempo todo, levantei algumas vezes da mesa para que Silvia falar com Sergio sem minha interferência e já depois de deixarmos a menina na escola, perguntei olhando para o rosto de minha amada para onde ela queria ir, ela baixou os olhos envergonhada, a resposta estava a dada. Toquei em direção ao melhor motel da cidade , vendo pelo retrovisor a cara de satisfação do safado. Estacionei na garagem da suíte do motel e enquanto baixava o toldo Sergio começou a subir a escada, Silvia me esperou e subimos de mãos dadas, pude sentir o suor da mão de minha esposa na minha. Assim que entramos na suíte propriamente dita, o fdp tinha entrado no banheiro e logo saiu enrolado em uma toalha, Silvia como um robô entrou no banheiro e fiquei olhando para o comedor voltando a ver todas aquelas imagens que formei em minha mente. Silvia também saiu enrolada em toalha e eu entrei para também tomar meu banho. Quando saí do banheiro, vi minha esposinha com o corpo deitado para trás apoiada nos braços do comedor com os olhos fechados e o macho mamando em seus seios como um louco, meu pau não tinha como ficar mais duro, estava até doendo. Sergio "jogou" minha paixão na cama e fez exatamente como ela tinha descrito quando a estuprou, ainda em pé ao lado da cama, levantou as pernas da fêmea sobre seu tronco expondo completamente aquela bucetinha e suas coxas completamente molhadas pelo liquido que escorria de modo absurdo de sua rachinha e foi então que Sergio jogou longe sua toalha, tremi na base ao ver o tamanho daquela mangueira e entendi porque Silvia sempre que relatava as fodas com ele, falava da dor que sentia, até então eu imaginava que era por causa de sua virgindade e não por aquele pau de jumento que estava apontando para a menor rachinha que eu conhecia e ouvi o berro : "Aiii, hummm" E em um empurrão só a cabeçorra entrou e vi os olhos esbugalhados de minha esposa no exato instante que ela mordia os lábios, nossa a expressão de Silvia hora era de prazer, hora era de dor e o animal sem a menor piedade continuou forçando a entrada daquele paio onde mal cabia meu pauzinho tamanho padrão. Inacreditavelmente entrou até o talo. Cada nova entocada era um novo som deliciosamente erótico emitido por minha maravilhosa, tanto que mal levei a mão no pau e gozei forte vendo a cena mais gostosa que tinha assistido até então em toda minha vida. Não demorou, depois de poucas cabeçadas na porta do útero de Silvia, que eu imaginava ser deliciosa para minha esposa, ela teve uma verdadeira convulsão de prazer gemendo como uma puta. Sem perder a ereção máxima, ouvi gruído do comedor, o maldito estava gozando. Ele tirou aquela trolha de dentro da minha amada, jogou a camisinha no chão e deitou sobre ela. Silvia impediu a penetração e apontou para o criado mudo, corri e abri o envelope de camisinha com os dentes e dei na mão de Sergio que não discutiu, envelopou o mastro e meteu novamente na buceta que estava irremediavelmente arrombada. Não sei de quem foi a iniciativa, mas viraram os corpos e Silvia ficou por cima e sem deixar o cacete sair de dentro dela, ajoelhou, passando a quicar naquela piroca com uma louca, gozando forte em minutos, suando por todos os poros. O maldito puxou os cabelos dela enquanto ela ainda se recuperava da gozada, fazendo-a entender de que ela deveria voltar a quicar, ainda com os cabelos sendo puxado, ela mostrou que sabe tudo de cama e passou a fazer movimentos circulares com a cintura e em dado instante, já louca de tesão novamente, deitou sobre o macho, esticou as pernas e gritou para mim: "Vem corninho, mete no meu cu". Aquela não parecia ser a mulher que eu conhecia, ela estava completamente transtornada. Abrir suas nádegas gordinhas exibindo-me aquele cuzinho rosa e seu orifício apertadinho. Deitei sobre ela. Tendo aprendido com Sergio de que minha amada gostava mesmo de ser mal tratada, enfiei com força, ouvindo aquela voz tesuda e um palavrear que poucas putas usam : "Aii, caralho,.. Mete, Mete". Meti e fiz movimentos fortes sentindo em meu pau, através das paredes do ânus e da vagina da putinha o pau do caralhudo se movimentando do outro lado. Sergio uivou enquanto enchia a camisinha e minha mulher entrou em transe enquanto se debatia, eu enchi seu cuzinho de porra. Marcia pediu para eu sair de cima e antes de sair da cama me puxou pela mão. Fomos para o banheiro e lá ela me mostrou sua rachinha vermelha como eu nunca tinha visto antes e nos beijamos apaixonadamente.
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Comentários (2)
Bethy: Tinha que ter deixado ele echer a buceta dela de porra, engravidar ela mais uma vez, mas dessa vez o corno assumia
Responder↴ • uid:v0095qrd@Osmarluxuria: Amei esse conto!!!!! Adoro ler contos de corno , faz minha imaginação fluir longe , tenho um desejo incontrolável de ser corno , mas não tenho uma esposa chifradeira pra isso
Responder↴ • uid:1e73smisj2kg