Filho mimado: Aniversário molhado! Pt. 10 [fim temporada 2]
O aniversário do papai chegou com um sexo oral gostoso pela manhã, depois fomos a casa do tio Leandro e alguém inesperado apareceu... [Parte 10]
[eae, acho que nunca me apresentei antes, mas meu nome de fato é Pedro. essa história do Davi não é totalmente conto, porque eu realmente tenho experiência no incesto com parente de primeiro grau, e depois tento postar aqui meu primeiro relato de 4 anos atrás. valeu aê por quem curtiu e até a próxima]
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[Cap. final da temp. 2]
O domingo finalmente chegou, o dia parecia que teria o maior sol, e eu mal podia esperar para aproveitar o aniversário do papai com ele. Estávamos na cama ainda, porque mesmo sendo aniversário do papai, a gente não coloca alarme para tocar nos domingos, e como eu acordei primeiro, pensei seriamente em fazer nosso café da manhã de novo, só que eu estava com uma ideia melhor. Meu coroa tinha acordado de pau duro, me cutucando na virilha, e eu acabei descendo para debaixo do cobertor só para abocanhar sua piroca e começar a chupar gostoso.
“Mmhhm... mmhhhm...” porra, acho que fazia uns 20 minutos que eu estava lhe mamando, e como eu estava no abafado debaixo do cobertor, não pude saber se ele estava acordado, mas provavelmente sim, já que as vezes soltava uns gemidos quando eu tentava enfiar até as bolas na boca.
“Aahh... aah... ahh...”
“Mmhm... mmhhm...” o pênis do papai era uma delícia, eu devia começar a fazer mais boquete porque o gosto salgado de uma piroca de macho é sempre delicioso em plena manhã, ou qualquer horário. Chupar pica é um tesão.
Fiquei por mais alguns minutos, indo devagar enquanto prolongava a mamada, só para depois sentir o papai colocando a mão na minha cabeça e me incentivando a descer mais, até que eu parei com o nariz nos pentelhos da sua virilha e o papai começou a gozar forte no fundo, e eu arregalei os olhos com a pressão do seu suco de pica indo direto no estômago e ainda enchendo minha boca quando eu precisei me afastar pra respirar. E mano, era quentinho e pegajoso, e meu rosto ficou todo melado porque o papai deu os últimos jatos na minha cara, enquanto eu tossia.
“Bom dia... amor”
“B-Bom dia... pai--” mas eu tossi um pouco, e depois que juntei a porra melada no meu rosto e levei pra boca para engolir, eu percebi que continuava de pau duro. “O senhor está com fome?” mano, eu só fiquei com os joelhos ao lado do papai enquanto minha piroca dura latejava na sua cara, e mesmo que meu pau estivesse na frente do seu rosto, eu pude ver ele sorrindo, já lambendo os lábios.
“Papai ama beber seu leite matinal. Pode gozar tudo no fundo, meu amor” porra mano, o gostoso do meu pai só abriu a boca com os dedos, e eu já fui metendo, batendo com a cabeça da pica na parede da sua garganta.
Eu sabia que o papai tinha acabado de gozar, que por sinal ainda conseguia sentir o gosto e formato da sua piroca na minha garganta, e por causa dele está sensível e mole, eu não fui bruto metendo garganta abaixo, só fiquei batendo uma punheta com uma mão, enquanto metade da rola batia na sua garganta e ele fazia sons eróticos com a boca cheia e alargada.
“Ah sim... aqui vai seu leite, pai... aahh... estou q-quase-- porra!” puta que pariu, minhas bolas peludas e pesadas incharam só para começar a liberar porra e jorrar pela cabeça da minha pica.
“Mmmmhhhhmm!” papai ficou lá de boca aberta recebendo seu café da manhã quente e melado, enquanto eu sentia meu corpo tremendo e sentindo jorrar os últimos jatos de leite grosso contra sua garganta. O papai parecia tão cheio, com leite escorrendo pela boca, mas assim que eu terminei de gozar, ele recolheu meu leite pela sua boca e engoliu, assim como todo o resto.
Eu assistir o papai terminar de beber meu leite, enquanto eu ofegava procurando forças para me manter nele sem pesar muito. “F-Feliz aniversário velhote”
“O-Obrigado meu amor” mano, juro que foi a coisa mais linda e fofa desse mundo quando o papai me deu um beijinho na ponta do meu pênis ainda melado. Ele estava lá sorrindo pra mim, com carinho nos olhos enquanto dava outro beijo no meu pau, se divertindo quando eu sentir meu rosto esquentar.
“Ah pai... por que o senhor é tão fofo?! Até me sinto mal por está o tempo todo violentando sua bunda com meu pau”
“Você me acha fofo?” papai soltou um risinho, só para me agarrar na cintura. “Então devia ver pelos meus olhos, porque você está completamente perfeito sentado em mim assim”
“Tá bom pai, chega de ser carinhoso enquanto meu pênis ainda está perto da sua boca. Temos que nos levantar, daqui a pouco vamos comemorar seu aniversário, esqueceu?”
“Eu sei, Davi, mas justamente por ser meu aniversário, eu posso ficar mais tempo com você na cama”
Ah mano, depois que o papai começou a beijar meu pênis de novo, eu não sabia o que estava mais evidente: meu rosto esquentando, ou meu pau querendo ficar duro de novo. Claro que acabamos gozando juntos mais uma vez, sendo que agora demoramos bem mais, porque o papai simplesmente decidiu ser fofo comigo, fosse beijando meu corpo, falando que me ama, ou apertando meu pênis bem devagar enquanto me assistia reagindo aos seus toques.
“Você sempre será meu lindo garoto, Davi”
“Pai... assim eu fico sem jeito...”
“Eu sei amor, e é muito fofo” papai voltou a beijar meu pescoço, e eu sabia que ele estava se divertindo demais comigo, enquanto eu me sentia seu menino indefeso que precisava de atenção e amor. E o papai já me mimou tanto, que às vezes eu me sentia exatamente assim.
[...]
Puta que pariu, eu precisei colocar o celular do papai no silencioso porque meu irmão não parava de ligar. Mas assim que saímos de casa lá pras 9h10, chegamos em menos de 10min, e só foi tocar a campainha da casa do tio Leandro, que a porta abriu.
“Estava achando que não fossem mais aparecer” ele estava sem camisa, e sorriu após a surpresa que foi olhar do papai para mim, e quase no mesmo instante, se jogou no papai para abraçá-lo. “Feliz aniversário irmão! Senti muito sua falta”
“Não sabia que você vinha Samuel” eu vi o papai todo animado abraçando seu irmão, que era meu tio, e por um momento eu quase confundo os dois por serem muito parecidos, mesmo que meu pai seja mais velho que ele.
Assim que entramos e fechamos a porta, o tio me puxou para um abraço. “Com o que seu pai anda lhe alimentando, Davi? Tá bem mais musculoso que a última vez que nos vimos”
“O mesmo de sempre. Só um pouco de proteína a mais” eu acabei rindo, porque o papai riu, provavelmente lembrando de hoje cedo quando me alimentou com seu leite paterno. O tio Samuel pareceu um pouco confuso, mas só entrou na onda, e logo depois entramos, indo em direção aos fundos, onde provavelmente estariam todo o pessoal.
A casa do tio Leandro era bem grande mesmo, e mesmo que o papai insistisse em dizer que eles não eram ricos, apenas bem de vida, eu sempre me surpreendia com aquela piscina nos fundos. E puta que pariu, foda-se a piscina, eu devia está no paraíso quando avistei os homens ali, a maioria sem camisa, já molhados, outros próximos a churrasqueira. Todos entre 19 e 50 anos, apenas homens, de vários tons de pele, tamanhos, e porte físico diferente, mas todos gostosos a ponto de me fazer esquecer os amigos do papai parabenizando ele e o levando com eles para a mesa cheia de bebida, conversando alto pra caralho.
Acho que contei uns 6 homens, incluindo amigos e colegas de trabalho do papai, junto do meu tio Samuel, que parecia ter sido o único membro da família a vim junto do seu filho, que é meu primo.
Ok, todos da família moravam muito longe e mandaram mensagem pro papai logo cedo, mas acho que o papai iria gostar de vê-los. O meu primo se chama David Samuel, filho do tio Samuel, e embora seu nome seja parecido com o meu, a pronúncia era diferente, então ninguém nunca nos confundiu, mesmo sendo parecidos na aparência, porque porra, parece que o papai e o tio Samuel resolveram ter filhos no mesmo ano, porque o David também tinha minha idade que é 21.
Eu quase não ouvia a música tocando direito quando vi os meninos tentando me puxar pra água. Eram alguns amigos de sempre do grupinho do meu irmão e do Leo, mesmo que o Maciel e mais 1 garoto estivessem ali, outros 2 parecem não ter vindo. Então dos meninos, tinha eu, meu irmão, obviamente o Leo, o Maciel, outro garoto do grupinho, meu primo David, e meu amigo Felipe que sempre foi bem enturmado com o grupo do meu irmão. Todo eles estavam sem camisa, molhados por causa da piscina.
Mas ainda estava faltando alguém...
“Vamos lá Davi, tira essa roupa. O papai disse que daqui o pouco entra também” meu irmão chegou em mim depois de já ter abraçado e falado com o papai.
Vi os meninos jogando água na brincadeira, quando decidi tirar a camisa. Meu short era daqueles branco e finos, e lembrei que estava sem cueca por baixo. Puta merda, eu devia já está vestido com o short de banho que separei, mas esqueci no carro, junto do...
“Porra!” meu primo acabou me segurando e pulando comigo na piscina. Puta merda, mesmo com aquele sol queimando minha pele, senti um frio quando meu corpo todo molhou. “Você ainda me paga David!” falei na brincadeira indo atrás dele na água.
Cara, dali pra frente, foi só curtição.
[...]
Em mais ou menos 45min depois que chegamos, eu fiquei um pouco mais afastado com o Felipe no cantinho da piscina. Outros dois garotos tinham saído da piscina para comer carne, e ficou que o Leo, Levi e meu primo David estavam conversando um pouco mais pra lá enquanto nadavam.
“Seu primo é bem bonito. Toda a sua família é, na verdade”
“Quer que eu pergunte se ele está solteiro?” sorrir porque vi o Felipe corar. “Mas sim, ele é bem gatinho com toda essa pele morena e bronzeada, com olhos claros que faz toda garota querer beijá-lo”
“Não apenas garotas” Felipe disse com tentação, e vi que ele mal tirava os olhos do meu primo. “Mas você e seu irmão também têm olhos claros com a pele bronzeada. Se eu não soubesse que ele é seu primo, diria que é seu irmão”
“Você precisa ver meus outros primos então. Parece que tudo saiu do mesmo saco” falei na brincadeira, fazendo o Felipe sorrir. Foi quando lembrei que ele tinha um irmão mais velho, e por mais que eu quisesse saber porque seu irmão lhe manda foto apenas de cueca, eu me contive, porque tinha algo mais interessante acontecendo fora da piscina.
Vi o papai sendo incentivado pelo Marcos a tirar a roupa, e mesmo que eles estivessem se divertindo, sem camisa, aproveitando a comida, bebida e som, eu fiquei com vontade de abraçar o papai só pra sentir sua pele quente e suada na minha, já que ele ficou apenas de short batendo na altura da metade da coxa. Porra, o papai sabia como arrancar elogios de homens em relação ao seu corpo, porque não apenas seus amigos, mas o Felipe também elogiu.
“O professor Daniel é mesmo gostoso, né...” ele falou baixinho, mas acabei ouvindo.
“Tá bom, só não vá falar da bunda do meu pai, senão arrasto você pro fundo da piscina”
“Tranquilo” Felipe respondeu rindo do meu ciúmes, e foi quando voltei a prestar atenção no meu coroa.
Todos os outros já não prestavam tanta atenção nele quanto eu, e acho que eu deveria evitar encarar demais pro corpo suado e levemente peludo do meu pai, porque eu vi o Marcos cochichando algo pra ele, e foi quando os dois olharam diretamente para mim.
“Davi, acho que seu pai tá vindo aí...” mas o Felipe nem precisou falar, porque logo depois o papai veio e se agachou na beirada da piscina próximo onde eu estava.
“Trouxe isso para vocês” papai colocou um pratinho com carne ali próximo e eu vi o Felipe desviando sua atenção do papai só para agradecer sem jeito.
Cara, eu fiquei grato pelo Felipe desviar o olhar, porque assim que o papai se agachou, eu vi seu saco marcando no short que acabou subindo. Porra, se eu falasse que não sentir tesão, estaria mentindo. O papai piscou pra mim, antes de se levantar e voltar pra mesa com seus amigos. Eu vi a bunda dele visível no short cavado e por um momento fiquei tímido por ter flagrado não apenas meu primo olhando, mas meu tio Samuel também. Que porra, ter um pai gostoso assim era fogo.
Pouco depois meu irmão e primo chegaram até nós para pegar um pouco da carne de churrasco, e eu vi o Leo indo até seu pai junto dos outros.
“Desde quando o tio Daniel tem uma bunda tão grande?”
“Papai é bem focado na academia” era o Levi respondendo “Ele não curte ter o corpo muito musculoso, então treina só o necessário pra manter”
“Aposto que o papai ia amar treinar com ele. Ele bota pra foder no treino de perna também” o David falava com tanta naturalidade sobre a bunda dos nossos pais, que eu presumi que ele era daqueles que não tinha tabu pra falar de homem. Ou só era pervertido mesmo. “Ei Davi, chega mais, mano” meu primo chamou e eu nadei até seu lado, deixando o Levi e Felipe do outro.
“Que foi?” ele me puxou um pouco mais pro lado.
“O Levi e Leo me falaram que você e o tio Daniel... estão... cê sabe... juntos. É verdade?” ele estava com os cabelos ondulados e molhados jogados para trás, e percebi que ele só ficava mais charmoso assim.
“Sim, por quê?”
“Tipo, ele é seu pai, mano”
“E daí?”
“Sei lá, uma vez acabei focando na bunda do papai quando fomos tomar banho juntos, e mesmo que ele tenha uma bunda linda, eu não consegui sentir...”
“Tesão?”
“Isso... mas diz uma coisa... vocês fazem mesmo...”
“Sexo?”
“É. Foi mal, só estou nervoso tentando imaginar você e o tio Daniel... cê sabe..."
“Então não imagine” dei um soco no seu braço de leve na brincadeira, mas ele acabou desviando o olhar de mim, para o papai.
“Me diz mais uma coisa...”
“Sim?”
“Você é o ativo ou--" mas eu o interrompi enfiando um pedaço de carne na sua boca.
“Sem detalhes, primo. Apenas... relaxa e aproveita o dia” pisquei pra ele, comendo outro pedaço de carne, só para sair da piscina em seguida.
“Davi!” era o David de novo.
“Que foi agora?” coloquei as mãos na cintura esperando ele dizer o que era, mas ele pareceu atordoado olhando alguma coisa em mim.
“Não... não é nada” ele sorriu bobo e voltou a ficar com meu irmão e o Felipe.
Porra mano, eu estava todo molhado, mas mesmo assim fui até o papai que estava conversando com o tio Leandro próximo a churrasqueira, o Leo estava lá também, mas junto do seu pai.
“...e ele está mesmo interessado em pagar mais?” era o papai perguntando algo ao tio Leandro. “Ah, oi amor. Você está todo molhado” papai virou o rosto pra me beijar na bochecha, eu fiquei abraçado na sua cintura, e ele não se importou pelo meu corpo molhado.
“Sobre o que estão falando?” perguntei sentindo o corpo quentinho do papai, mas quando olhei pro tio Leandro e o Leo ao seu lado, eu vi os olhos deles descendo em mim, só para subirem de novo, ficando um pouco sem graça.
Eu estava para ver o que eles estavam encarando em mim, assim como David antes, mas o tio Leandro falou algo que eu fiquei interessado.
“Sobre a venda da casa daqui da frente. O dono está disposto a vender para vocês, em troca, vocês vendem a sua para ele”
Encarei o papai, e pela sua expressão, era sério. “Nós queremos uma casa menor, e ele uma maior. Isso não é ótimo, querido? E ainda ganharíamos um dinheiro extra--" mas o papai parou de falar, e mano, por que meu coroa também olhava para mim com aquela mesma expressão de espanto que todos os outros fizeram. “Filho, você está sem cueca?”
Puta que pariu, a porra do short! Eu queria enfiar minha cara embaixo da água e só sair por falta de ar! Que vergonha do cacete, eu havia esquecido desse detalhe, e pra piorar, ninguém havia dito nada quando sair da piscina! Eu simplesmente tentei esconder a virilha enquanto fingia abraçar o papai por trás, mas acho que a fricção da sua bunda no meu pau não ajudou.
Pedi desculpas baixinho ao tio Leandro e o Leo, mas eles só sorriram como se não tivesse problema.
“Pai...” falei baixinho “Onde está a chave do carro? Vou buscar meu calção de banho, esqueci no banco de trás”
Papai se moveu um pouco, e sentir sua bunda roçando no meu pau. “Acho que deixei no balcão da cozinha” papai falou, e eu já estava indo buscar, mas ele segurou minha mão “Ei amor, não tem problema. Somos todos amigos e família aqui”
Eu sei que só tinham homens e todos nós temos pênis também, mas eu não estava afim de tá mostrando meu pau pra qualquer um olhar. Meu corpo era apenas pro papai, e não sei porque ele também não se sentia incomodado com outros encarando sua bunda no short curto. Vai ver o fato de estarmos todos sem camisa, deixou ele mais a vontade sobre isso. Que porra mano, ter um pai que é professor e tem consciência de que nem tudo é vergonhoso, me deixava um pouco sem jeito.
Mesmo assim, eu beijei o papai na bochecha e falei que iria buscar meu calção no carro.
“Espera aí Davi, vou com você” era o Leo, me seguindo após também beijar seu pai na bochecha. A gente passou pelos meninos na piscina, e o Leo falou pro meu irmão que iria me acompanhar até o carro.
Na cozinha, eu e ele procuramos a chave.
“Tio Daniel tem razão, sabe, quase não dá pra ver seu ‘garoto’ aí no short. Só está um pouco marcado, só isso”
“O meu ‘garoto’? É assim que você chama o pênis do meu irmão quando estão juntos?” perguntei brincando, já achando a chave.
“Quer mesmo saber?”
“Não, acho que não quero não” respondi soltando um risinho, e foi quando chegamos na sala espaçosa, que o Leo pediu pra esperar.
“Ei Davi. Podemos conversar?” não sei porquê eu em específico, e não com o namorado dele, mas mesmo assim eu esperei. “Eu juro que tentei falar sobre isso com o Levi, mas é que... você parece melhor no assunto, e acho que iria entender... se eu falasse”
“Eu estou aqui agora, pode falar mano, sem pressão” eu vi que o Leo estava um pouco nervoso, e por um momento achei que ele tinha traído meu irmão, mas ele havia dito que era em algo que eu entenderia, e eu jamais trair o papai. Então só podia ser...
Dim-dom! Foi o som da campainha da casa tocando. Nós dois nos encaramos como se tentasse adivinhar quem seria uma hora dessa, e ainda num domingo. E foi quando fomos pra porta da frente juntos, abrimos após saber quem era, e lá estava ele...
“E aí Davi! Eu falei que vinha, não falei?!” o Pedro se jogou nos meus braços sem se importar com meu corpo úmido, e eu o abracei de volta, só para ele me soltar e ir cumprimentar o Leo, e eu acabei abraçando o tio Eric também.
“Onde está seu pai? Faz um bom tempo que não nos vemos, né” o tio Eric sorriu pra mim, e eu lembrei de quando viajamos juntos nas férias, porque porra, fazia alguns meses já.
O tio Eric, assim como o tio Leandro, não eram realmente meus tios igual o tio Samuel, é que seus filhos eram amigos tão próximos que acabaram se tornando família. Embora eu conhecesse o Pedro há muito mais tempo que o Leo, eu enxergava os dois como irmãos.
“Papai está lá nos fundos com o restante do pessoal. O que é isso?” vi que eles traziam algo, e parecia uma sacola de...
“Presente pro tio Daniel, claro. Eu e o papai compramos dois, o meu é um--"
“Filho, não fala, senão dá azar. E também é surpresa pro Daniel”
Eu tinha visto que eles estavam esperando por mim para ir lá pros fundos, mas eu falei que ia pegar algo no carro, e já voltava. O Pedro falou pro seu pai que iria ficar comigo e foi quando deu seu presente ao tio Eric para que entregasse ao meu pai, falando que já vinha falar com ele.
E assim ficou, o Pedro e o Leo comigo, enquanto íamos pra fora, com o vento batendo no meu corpo ainda úmido.
“Cara, juro que vi um garoto igualzinho a você nas minhas férias” o Leo falou pro Pedro, mas eu não estava prestando atenção neles, pois estava no carro vendo que a porra do short não estava lá.
“O que tem irmão gêmeo aqui é o Davi, e também, eu estava com ele nas férias, então acho que não era eu. Talvez meu primo Elias, todo mundo diz que somos muito parecidos”
“Espero que não”
“Por quê? Por acaso vocês pegaram algum tipo de briga?” ouvir ele perguntando em tom brincalhão, mas o Leo não respondeu de imediato. “Espera, vocês brigaram mesmo?”
“Olha, pode nem ter sido seu primo. E olhando agora, você nem era tão parecido assim com ele” só de ouvir o Leo, eu sabia que ele estava mentindo.
“Tá certo, vou fingir que você não se encontrou com meu primo nas férias então” ele estava rindo, mas logo virou pra mim quando sair do carro sem nada, apenas com uma caixinha na mão. “Espera aí, você vai pedir seu pai em noivado no aniversário dele?”
“Preciso né, de hoje não pode passar” eu tranquei o carro, e entramos dentro da casa do Leo, já trancando a porta também. “Só não sei como vou fazer isso com tantos homens olhando”
“Olha, se eu tivesse que pedir meu próprio pai em noivado...” era o Leo, e eu não entendi porquê ele precisou dá o exemplo dele com seu pai, mas enfim... “Eu falaria tudo que amo nele, e de como ele sempre me fez sentir especial e único desde que eu era pequeno até a vida adulta, e que independente dele ser meu pai e saber se defender sozinho, eu sempre o protegeria e o amaria com cada parte do meu corpo. Hoje, e para todo o sempre... Porque isso que é amor, você reconhecer que ele é tudo pra você”
“...” o Pedro e eu nos encaramos em silêncio, porque ele também parecia surpreso com o quão específico aquilo foi.
“Hm... vocês podem falar alguma coisa? Estou um pouco constrangido aqui”
“Davi, você primeiro” senti o Pedro tocando meu ombro, e eu quase rosnei pra ele por me fazer responder aquilo.
“Olha Leo...” mas porra, como eu podia dizer aquilo sem parecer estranho. “Eu achei lindo o que você disse, mas do jeito que você falou...” olhei pro Pedro como se quisesse ajuda, e ele entrou na frente.
“Cara, parece muito que você está apaixonado pelo seu pai” ele simplesmente falou, e eu senti uma leveza por não ter que falar aquilo pro Leo.
“Quê?! Não, não! Eu amo meu pai sim, mas não desse jeito. Eu sou noivo com o irmão do Davi, não estou de anel por causa da piscina, mas... mas... eu não estou apaixonado pelo... meu...”
“Ei, tudo bem mano, não precisa ficar nervoso. A gente acredita em você, né Pedro?” busquei apoio no Pedro, mas assim como eu, ele também não estava confiante naquilo. “Olha, vamos pra piscina e aproveitar o dia numa boa, que tal? Daqui a pouco é o almoço e vamos dar os parabéns pro meu coroa”
“É, você tem razão... foi mal aí se pareci um pouco... estranho” o Leo forçou um sorriso e foi quando voltamos a andar, e claro que eu escondi a caixinha do anel.
“Tá de boa, o Davi e eu sabemos muito bem como é estar apaixonado pelo próprio pai” Pedro falou e eu senti vontade de empurrar ele na piscina, mas rapidamente ele riu e disse que era brincadeira, só para piscar pra gente e ir em direção ao meu pai lhe abraçar e lhe dar os parabéns.
Eu olhei pro Leo pra dizer a ele que não precisava se preocupar com as brincadeiras do Pedro, mas a verdade era que ele estava ocupado demais encarando o tio Leandro. E caralho, se eu não o conhecesse, podia jurar que ele estava realmente apaixonado pelo seu pai. Mas como poderia? Ele já era noivo do meu irmão. Que porra, mas acho que não era problema meu interferir.
[...]
“O senhor está empurrando a bunda no meu pau de propósito?” perguntei ao papai, quando estávamos juntos na piscina, comigo lhe abraçando por trás na cintura e ele com os braços apoiados na beirada da piscina.
“Não, por que eu faria isso quando sei que meu garoto é sensível aí embaixo?” mas o papai só fez empurrar sua bunda de novo, e eu sentir meu pênis querer ficar duro.
“O senhor sabe que estamos no meio de um monte de homens, né?” falei baixinho, também pressionando meu pênis na sua bunda, foi quando desci mais as mãos e agarrei o pênis do papai por dentro do short.
“Não tão rápido, mocinho” papai segurou minha mão, porque já não bastava alguns dos meninos estarem na água junto do tio Leandro e tio Samuel, que também estavam passando por ali perto fora da piscina.
“Se o senhor pedir para aumentar a música, ninguém vai notar o senhor gemendo”
“E por que eu iria gemer?”
“Por causa disso...” beijei o papai no pescoço com força, enquanto empurrava meu pênis já duro entre sua bunda, e agarrava seu pênis. Naquele momento papai deu um gemido baixo porque eu tinha apertado suas bolas peludas embaixo d’água.
“Nós não podemos transar aqui, Davi”
“E quem falou de transar, pai?” foda-se se tinha alguém olhando, eu só beijei meu coroa no pescoço de novo, e ele soltou outro gemido quando apertei seu saco. O papai estava ficando duro também, e quando tudo pareceu discreto para continuar, alguém parou bem do nosso lado.
“Olha, olha, se não é meu irmão e sobrinhos favoritos juntinhos”
“Eu ouvir isso, tio Samuel” era o Levi gritando dali perto.
“O tio também te ama, Levi” vi ele sorrindo pro Levi, mas logo voltou sua atenção ao papai e eu. “Desde quando vocês estão tão próximos? Da última vez que lhes vi, o Davi ficava toda encolhido quando você o abraçava em público. E olha agora vocês dois”
Papai e eu observamos como o tio parecia estar analisando a maneira como estávamos colados, e carinhosos demais para estranhar nossa proximidade.
“O senhor não soube?” perguntei, sem me afastar do papai ou da minha virilha na sua bunda.
“Tem algo que eu precise saber?” o tio continuava nos olhando com curiosidade, e foi quando o papai sorriu, e a gente teve a brilhante ideia de nos beijar na sua frente. Deveria ser apenas um beijo rápido, só que por eu ainda estar de pau duro entre a bunda do papai, e ainda segurar seu pênis, acabei me empolgando e enfiando a língua na sua boca.
Mano, eu sabia que estávamos em público, mas eu só comecei a esfregar a piroca no papai, e ele só deixou que eu masturbasse seu pênis por debaixo d’água, enquanto esquecíamos que o tio Samuel estava olhando minha língua entrar na sua boca.
Mas precisamos parar, quando mais alguém chegou ali, ficando quase em cima do tio Samuel de tão perto e animado que parecia. “Ei primo, não pare por mim” o David invadiu o espaço pessoal do seu pai pra ver melhor, e foi quando o papai e eu paramos de nos beijar, deixando trilhas de saliva da minha boca pra dele.
“Desculpa, me empolguei” papai se desculpou pro irmão que ainda nos observava surpreso. “Você está bem com isso, Samuel?”
Mas o tio não respondeu, e eu achei se não era por causa do David colado nele. Foi quando meu primo respondeu primeiro: “Eu estou super bem com isso, tio Daniel. Se puderem se beijar de novo, mas só espera eu buscar meu celular pra tirar uma foto--"
“Filho, pare de brincadeiras” o tio Samuel repreendeu ele, mas sem o afastar do seu corpo. “E Daniel, você já parou pra pensar no que nosso pai vai dizer sobre isso?”
“O papai mora 2 horas daqui, não acho que ele vá se importar só porque o Davi e eu estamos um pouco mais... próximos”
“E põe ‘próximo’ nisso” meu primo David falou de novo, dessa vez eu vi seus olhos olhando pra baixo, e eu pensei se ele não estava vendo minhas mãos dentro do short do papai debaixo d’água.
“Filho, quer parar de se mexer tanto?” o tio Samuel segurou ele, e ficaram quase que abraçados, com o David olhando safado diretamente pra mim. Esse moleque parecia está sacando o que eu estava fazendo, porque eu não parei em nenhum momento de esfregar meu pau na bunda do papai. Foi quando o tio Samuel voltou a falar: “Mas quando isso começou? Digo... vocês dois estarem... juntos assim”
“Há alguns meses. O Davi e eu... aahh... d-desculpa, é apenas dor no pé” o papai gemeu de novo depois, porque eu não parava de masturbar ele. Eu sabia que o papai não ia me parar porque ele sempre fazia tudo que eu pedia, então eu só continuei aquele sexo discreto em público bem devagar, e meu primo não tirava os olhos da gente, o tio também não, mas era diferente.
“E aposto que todos aqui já sabem, estou certo?”
“S-Sim”
“Até você filho?” foi quando o tio Samuel encarou o David, e eu aproveitei para masturbar minha pica entre a bunda gostosa do papai com mais intensidade e fundo, assim como eu masturbava ele com minhas mãos por dentro do short.
“E-Eu só soube hoje, pai. Prometo” meu primo respondeu meio nervoso, e seu pai o encarou como se soubesse que escondia alguma coisa. “É verdade, pai. Quando chegamos, o primo Levi me contou. Não acredita em mim, papai?” porra, o David estava fazendo chantagem emocional, esse moleque sabia como fazer carinha de cachorro sem dono, ele até abraçou o pai com mais força, e eu vi ele escondendo o rosto entre seu pescoço. E não sei porquê, mas aquilo me pareceu familiar, e eu só fiquei mais duro enquanto empurrava meu pau na bunda do meu pai que estava só vendo os dois, igual a mim, mas sem deixar de aproveitar eu masturbando seu pau.
“Oi, oi! Ouvir meu nome na conversa, e estão falando o que de mim?” porra, o Levi chegou do outro lado, e logo depois o Leo também.
Foi quando eu cochichei bem baixinho no ouvido do papai: “Não dá pra parar, pai...” e ele só aceitou, agindo discretamente enquanto eu sabia que ele estava quase para gozar, porque caralho, eu também estava.
“Primo, né verdade que só foi hoje que você me contou que seu irmão e o tio Daniel estão juntos?” como ele estava de um lado, e o Levi do outro, dava pra ouvir suas vozes bem altas entre mim e o papai.
“Sim, isso mesmo”
“Viu só, pai? Acredita em mim agora?”
“Filho, não precisa provar nada pro pai, eu confio em você. Vem cá” mano, depois que o tio Samuel acariciou o David, lhe beijando nos cabelos molhados, eu senti que iria gozar ali mesmo, até o papai parecia estar no limite.
“Ei, perdi alguma coisa?” era o tio Leandro, ele só abraçou o Leo que estava abraçado no meu irmão, e eu sentir que tinha entrado numa fria.
“P-Pai...” cochichei baixinho, ouvindo o papai ofegando.
Porra, minha pica estava tão dura, e havia tanto macho gostoso ali, na piscina ou fora dela, e eu me agarrei tão forte no papai, masturbando ele, aguentando a pressão da adrenalina, e acho que por causa disso, não percebi quando ouvir cliques de fotos sobre nós.
“Ei professor Marcos, tira outra foto, eu não estava olhando” era meu irmão.
Foi quando meu tio e primo, irmão e Leo, assim como o tio Leandro, olhamos todos pra câmera. Eu juro que tentei aguentar, mas porra, estávamos todos colados juntos para tirar foto, e eu sentir empurrarem meu corpo, que meu pênis simplesmente escapou do short e entrou entre a bunda do papai, e eu comecei a gozar! Puta que pariu, o papai também, e o professor Marcos não parava de tirar fotos enquanto eu tentava forçar um sorriso aguentando a pressão da minha rola gozando debaixo d’água entre a bunda do papai.
“Bora lá Davi, dá um sorrisão pra câmera. Isso, assim mesmo. E... pronto”
“Deixa eu ver como ficou” meu irmão só pegou o celular do professor Marcos e começou a ver as fotos com o Leo e o tio Leandro do lado. “Tá, essa ficou foda. Você saiu beijando minha bochecha, amor”
“É porque te amo, bebê” o Leo falou, mas eu deixei de prestar atenção neles, porque...
“P-Pai? Tudo bem?” perguntei baixinho e ele se virou, até que ficamos frente a frente, ainda abraçados, e eu percebi ele um pouco cansado da recém gozada que tivemos juntos.
“Sim, querido, papai está ótimo” quando ele me beijou e ficamos nos acariciando em público outra vez, sentimos olhos nos observando.
“Desculpa Daniel, é que isso ainda é novo pra mim” era o tio Samuel, sorrindo bobo pra gente, ainda com meu primo abraçando ele, quase igual eu e o papai.
“Você se acostuma”
“É... espero que sim, porque...”
“Pai, agora não” era o David levando a mão para cobrir a boca do seu pai. “O senhor prometeu que seria surpresa”
“Mmhm!”
“Tá, desculpa” então o David afastou sua boca do pai, e ele riu vendo o filho ansioso.
“Que surpresa é?” dessa vez, fui eu quem perguntei.
“Nada, não é nada” David respondeu apressado, e eu vi o tio rindo de novo.
“Se não contar agora, vou achar que vocês estão dormindo juntos”
“Mas o papai e eu já dormimos juntos”
“Eu quis dizer que vou pensar que vocês transam” foi só eu falar isso, que meu primo e tio se encararam um momento, e fizeram uma expressão horrenda que até eu achei engraçado, mas não impediu deles de se soltarem. Até parece que o David estava competindo pra ver quem soltava nossos pais primeiro, mas pro azar dele, eu poderia passar o dia inteiro com meu coroa... isso, se não estivéssemos na água, claro.
“Meu pequeno reizinho aqui vai estudar na mesma faculdade que a sua, Davi”
“Isso é verdade, Samuel?” papai pareceu bem animado, e eu não podia acreditar. “Isso é incrível. Mas e a distância? Não vai ficar muito longe para vocês virem todo dia?”
“Essa é a parte boa, tio Daniel! O papai e eu vamos nos mudar pra cá”
Puta, que, pariu! Primeiro ser vizinhos do meu irmão e do Leo, e agora ter meu primo todo dia na faculdade morando na mesma cidade. Só faltava começar a chover sêmen para que eu acreditasse que era tudo um sonho. Mas porra, era tudo real, e por um momento eu pensei se isso iria afetar minha privacidade com o papai. Porque uma coisa era ter o David na faculdade, outra, vê-lo aos finais de semana também.
Eu só não surtei porque era aniversário do papai e ele pareceu feliz com a notícia, mais feliz ainda quando vimos um bolo chegando da cozinha que o Marcos trouxe junto de outro amigo do papai.
Foi uma euforia só, todos nós saímos da piscina, e eu me escondi atrás do meu irmão para que ninguém visse meu pênis marcando no short sem cueca, eu teria me escondido no papai, mas ele já estava sendo parabenizado pelos seus amigos de novo. O Levi estranhou eu estar atrás dele, mas como o Leo não se importou também, eu só o abracei passando meus braços pelos seus ombros.
“Só não encoste seu pau em mim”
“Relaxa irmãozinho, já superei você há muito tempo” mas daí eu beijei meu irmão gêmeo na bochecha só pra ver ele ficando todo ansioso, e eu acabei rindo. “Ei, você não se importa de ver seu namorado e o pai dele juntos daquele jeito?”
“Hm?” o Levi virou sua atenção, e nós dois vimos o Leo abraçando o próprio pai na cintura após o tio Leandro ter tirado foto com nosso pai junto dos outros amigos, e agora estava tirando foto sozinho com nosso tio Samuel. Então o Levi voltou a falar: “Olha, eles são assim mesmo. E também não tem problema, porque é o pai dele, né. Mas admito que eu ficaria bem incomodado se fosse qualquer outro”
“Tipo você e eu agora?”
“Você só está me abraçando pra esconder seu pênis enorme. Mas é, é quase como se fosse você e eu”
“Entendi... isso significa que posso fazer isso?” comecei a brincar com meu irmão lhe fazendo cócegas, e ele começou a rir tentando me fazer parar, e só paramos quando ouvimos uma voz chamando por nós dois.
Era o professor Marcos pedindo para ficarmos ao lado do papai, e foi quando eu percebi o olhar de amor do papai pela gente. E num instante, eu e o Levi já estávamos lado a lado com o papai, que tinha o bolo em cima da mesa ali. O irônico foi que tinha sido o Levi e Leo que fizeram o bolo, e haviam barras de proteína ao redor, algo que o papai comeria bem mais que o bolo em si, já que ele nunca foi chegado muito a doce. Mesmo assim, eu agradeci quando o Leo me trouxe uma toalha para esconder a virilha. Logo depois só segurei o braço do papai lhe apertando na mão, enquanto meu irmão gêmeo o abraçava com força de lado e o papai tinha cada braço em nós dois.
Nós tiramos mais algumas fotos, e quando achei que poderia voltar pros meus amigos, os amigos do papai começaram a puxar parabéns. O papai ficou um pouco tímido, mas só acompanhou, e logo após acabar, ouvimos palmas, e meu coroa enfim começou a falar. Agradecendo pelo aniversário, os amigos que tinha, e também família, foi tudo mais detalhado e específico, mas eu só prestei bem mais atenção quando ele começou a mencionar eu e o Levi.
“...e também tem meus dois lindos garotos, que sempre foram a luz da minha vida desde sempre, e mais ainda quando fiquei viúvo. E mesmo que briguem as vezes, eu sei que eles se amam, assim como os amo e sempre vou amá-los” o papai olhou de mim pro Levi, e eu sabia que ele estava contendo a emoção, já que no meu aniversário de 19 anos e do Levi, ele deixou uma lágrima escapar quando comecei a falar dele com carinho.
Enquanto o papai nos abraçava, eu olhei pro meu amigo Pedro e ele entendeu o recado. Logo ele sumiu por dentro da cozinha, e eu segurei o papai um pouco mais antes dele querer partir o bolo, e eu agradeci pelo Levi ser o primeiro a começar a falar algumas palavras pro papai, porque eu já estava ansioso com a demora do Pedro.
“Aqui” era ele, sussurrando e me dando a caixinha por trás.
Porra, eu nunca havia feito aquilo, só esperava não gaguejar. Todos ali eram amigos do papai há muito tempo, já sabiam do nosso relacionamento amoroso entre pai e filho, e acho que o único surpreso mesmo, era apenas meu tio Samuel, e primo David. Mas foda-se, era o momento...
“Pai, quero falar algumas coisas antes de prosseguir com o bolo” falei meio ansioso, e eu vi o Levi e o Leo fazendo sinal de joinha me incentivando a continuar. E quando eu ignorei todos, e só foquei no papai, tudo ficou claro pra mim agora, era ele quem eu amava, e iria amar pelo resto da vida.
“Sim amor, papai está aqui” ele me encarou com carinho, e acho que ele estranhou eu estar com uma mão escondida atrás.
Ôh minha nossa... eu queria tanto beijá-lo, mas eu me contive, e então comecei a falar em bom tom: “Pode ser que não seja novidade para ninguém aqui que meu pai Daniel e eu nos amamos bem mais como pai e filho” foi quando voltei minha atenção de volta ao papai, e ele sorriu, orgulhoso de mim “Mas eu queria poder mostrar o homem maravilhoso que ele é, além de ser um ótimo professor, e de ser um pai presente e carinhoso todos os dias na minha vida e do meu irmão Levi. Foi por sua causa que eu escolhi biologia na faculdade, e é por sua causa que eu sei o que significa amor de verdade, e embora eu tente me inspirar nele todos os dias, sei que nunca serei metade do que ele é, enquanto não sermos verdadeiramente um do outro. Então pai...” eu pausei, porque vi meu irmão e o Leo fazendo gestos para que eu me ajoelhasse. E assim que me ajoelhei, vi a expressão do papai mudar e ele parecer mais do que surpreso quando me viu revelar uma caixinha com dois anéis com nossos nomes escritos. “O senhor aceita ser meu homem, assim como serei o seu?”
Meu coração batia tão rápido, e eu percebi pelo peito do papai arfando, que ele estava muito surpreso para conseguir falar qualquer coisa. Seus olhos marejados piscaram, e foi naquele breve momento de silêncio que vi ele movendo a cabeça em sinal de sim, e então comecei a ouvir palmas e alguns dos meninos assoviando alto. Todos me viram colocar o anel no dedo do papai, e foi quando eu me levantei e ele colocou o outro no meu dedo. Ainda faziam barulho em comemoração, mas só quando eu beijei o papai na boca, foi que deixei de ouvir os outros pra só sentir meu pai Daniel ali comigo. Foi um beijo tão doce que por um momento realmente achei que estivesse sonhando.
Era aniversário do papai, e o início da nossa vida como homem um do outro. E eu não podia estar mais feliz.
“Obrigado, Davi” ele cochichou pra mim após nosso beijo, e eu sabia que o papai precisava partir o bolo para prosseguir com o dia, então só deixei que ele me beijasse na testa e foi naquele momento que vi seu rosto escorrer lágrimas brevemente.
“Ei pai, eu também te amo. Mas... melhor partir o bolo, senão daqui a pouco o Levi começa a chorar também”
Foi quando o papai olhou pra trás e lá estava meu irmão emocionado olhando pra gente. Eu só vi o papai ir abraçar ele, e pela primeira vez, foi como se meu ciúmes não existisse mais. O papai seria apenas meu daqui pra frente.
“Você mandou bem. Eu não teria feito melhor”
“E aí Pedro, valeu por ter buscado os anéis. Acho que se não fosse por você, eu não teria coragem de seguir adiante com tudo isso”
“Do que está falando? Eu não fiz nada de mais”
“Bem, na época foi por causa do seu relacionamento com seu pai que eu comecei a pensar no meu próprio pai desta maneira, e mesmo que eu estivesse gostando do meu irmão na época, começar essa vida amorosa com meu pai só foi possível porque vi como você e o tio Eric ficavam lindos juntos, independente de serem pai e filho”
“Uau... eu vou levar como elogio o fato de você ter dito que passou a ter tesão em incesto por minha causa e do papai”
“Mas é elogio” falei e rimos breve. “Há quanto tempo você e o tio Eric estão juntos?”
“2 anos”
“Cara, é muito tempo. Mal posso esperar para passar o resto da vida com meu pai também”
“Pois é irmão, somos dois grandes sortudos mesmo”
Naquele momento eu vi o papai repartindo o primeiro pedaço de bolo pro meu irmão, e foi quando ele falou meu nome e eu precisei voltar pra ele.
Meu lindo e perfeito pai.
[...]
O restante da tarde do domingo foi divertido igual foi pela manhã, com a adição de que o papai e eu tínhamos anéis nos dedos com nossos nomes neles. E como eu previa, o papai comeu só uns três ou quatro garfos de bolo, mas foi divertido ver ele mentindo que iria comer bem mais quando chegássemos em casa hoje a noite, ao menos as barrinhas de proteína ele comeu bastante.
Atualmente, papai e eu estávamos na cozinha, sozinhos próximos ao balcão com um pratinho pequeno de bolo entre nós. Ainda dava pra ouvir o pessoal se divertindo e o som da música, mas eu estava focado mesmo era no papai comendo sua barrinha de proteína.
“O que foi, filho? Minha barba melou de novo?”
“Não, só estou admirando”
“Meu rosto?”
“Aham...” confirmei, levando um pedaço de bolo a boca.
“Sabe o que estou pensando?” papai comeu o último pedaço da barrinha, e depois segurou minha mão na sua, as colocando juntas no balcão.
“Eu tenho um palpite, mas vou deixar que o senhor responda” quando eu apertei minha mão na sua, o papai sorriu pra mim, ciente que eu já sabia da resposta. Mas ele ficou só ali, sorrindo pra mim enquanto brincava com o polegar por cima do meu anel. “O senhor não quer falar?”
“Você já sabe no que estou pensando, acho que não precisa”
“Ah, mas eu quero ouvir o senhor falando” me aproximei dele, e falei todo dengoso: “Por favorzinho”
Papai riu, se aproximando e beijando minha boca “Você está com gosto de bolo”
“Não gostou? É docinho” brinquei, já beijando o papai de novo.
E quando pensei que estávamos sozinhos, ouvir alguém entrando na cozinha e indo direto pra geladeira. “Opa, não se incomodem comigo, só vou pegar... mais cerveja” era o professor Marcos.
Papai me agarrou e esperamos o professor voltar pra piscina com as cervejas, mas ele só deu meia volta e nos encarou ali juntinhos.
“Daniel, posso tomar um papo breve com você?”
“Claro Marcos, sou todo ouvidos”
Eu achei que deveria sair para lhes dá privacidade, só que o papai não me soltou, foi bem o contrário, ele queria mesmo que eu ficasse. Eu sentir um certo clima, e foi quando o professor Marcos olhou de mim para o papai, e eu vi seus olhos descendo brevemente até nossos anéis.
“Na época que nos separamos, você havia dito que não conseguia sentir comigo o mesmo que sentia com sua ex-esposa. E vendo agora...” ele pausou, olhando agora pra mim “Parece que você realmente encontrou alguém que possa lhe fazer feliz tanto quanto você dizia que era com ela”
“O senhor ainda gosta do meu pai?” perguntei quase que no automático, e parece que o papai queria saber a resposta também.
“Eu já tenho o Bernardo. Mas respondendo a sua pergunta... sim, eu gosto do seu pai” naquele momento senti o papai hesitar por um instante, até que o professor Marcos voltou a falar: “Apenas como amigo, claro. Meu amor íntimo pelo Daniel acabou há muito tempo, e do mesmo jeito que ele é feliz por eu ter o Bernardo, eu sou feliz por ele ter você, Davi” seu sorriso pra gente dizia que era verdade. “Bem, vou voltar pra lá porque meu filho Maciel não para de dá saltos de costas na piscina. Preciso colocar esse garoto na linha”
“Professor” chamei antes que ele fosse “Obrigado... por isso. Significou muito pra mim”
“Você é um bom aluno, e um ótimo filho, merece o melhor” o professor piscou pra mim, depois acenou pro papai, e voltou pra área da piscina, onde eu pude ouvir ele repreendendo o seu filho por dar outro salto.
“Viu só, pai? Ele disse que sou um bom aluno”
“Mas ainda precisa estudar mais para se preparar pra minha prova”
“Isso não é justo, eu sou seu filho”
“Justamente por ser meu filho, é que tenho que cobrar mais de você” papai disse e logo me beijou na boca, eu acabei pressionando ele contra o balcão e por um momento sentir o corpo esquentar por estarmos tão próximos e ainda sem camisa. “Ei amor, não estamos em casa”
“Eu sei, eu sei. É que o senhor é irresistível” quando apertei a bunda do papai, ele as afastou só para juntar nossas mãos e voltar a roçar o dedo no meu anel. “O senhor gostou mesmo dos anéis, não foi?”
“Está escrito ‘Davi’ no meu e ‘Daniel’ no seu, e isso não sai da minha cabeça”
“Então admite que era nisso que o senhor estava pensando esse tempo todo”
“Não apenas isso”
“Ah, é? E o que mais?” sentir o papai repousando as mãos na minha cintura e eu fiquei encarando-o com curiosidade. “O senhor não vai falar?”
“Adivinhe” ele provocou e eu sorrir porque aceitei seu desafio.
“Tem haver com o Levi?” mas ele não deu sinal de que acertei, então continuei: “O tio Samuel?” de novo não “Hmm...” foi quando eu pensei e pensei, vendo que o papai não parava de se divertir enquanto eu martelava a cabeça. Foi quando lembrei de algo bem mais aleatório “Por acaso o senhor vai adotar um cachorro?”
Então o papai riu “Por que pensou justamente nisso?”
“Ah pai, estamos tomando um passo novo na nossa vida juntos, e o senhor pediu pra mim adivinhar” foi quando ele fez uma cara que deu a entender que eu quase acertei o que era. “Pera aí, não está falando sobre a casa nova não né?” e então ele sorriu “Pai, o senhor já se decidiu?”
“Depende” ele roçou seu nariz no meu “Você é minha outra metade, só vou querer, se você querer”
“O senhor está me dando a palavra final, então?”
“Sempre” quando papai beijou minha boca e sentiu que eu estava menos animado que antes, ele disse: “Você não quer?”
“Podemos ver a casa antes? Estou com medo de não gostar dos cômodos” então o papai deu maior sorriso. “Dá pra ir olhar agora?!”
“O Leandro tem cópia da chave. O dono é amigo dele”
“Caralho, eu quero muito olhar”
“Olha a boca, mocinho”
“Pai, por que não posso falar palavrão quando estamos conversando, mas quando é na cama, o senhor deixa?”
“No sexo é diferente”
“Mas eu já não sou mais menino”
“Quem disse que não? Você sempre será meu menino” ele me beijou uma última vez, e depois segurou minha mão “Agora vamos, antes que fique tarde e não der para enxergar nada no escuro”
O papai falou com o tio Leandro que estava na piscina junto do Leo e mais outros, que ele iria pegar a chave da casa da frente para dar uma olhada comigo rapidinho. E foi aí que eu fiquei animado de verdade, porque o papai não largava minha mão, e eu vi ele pegando mais uma toalha para esconder o corpo, e então nós dois saímos da casa do tio Leandro só com os shorts de banho, e toalha nos ombros.
“Se alguém ver, vão achar que estamos indo fazer sexo” brinquei, vendo o papai abrindo a porta com a chave.
“Quem iria querer transar numa casa vazia e empoeirada?”
“O senhor é professor, achei que conhecesse os jovens de hoje em dia” rir porque ele me olhou com um rosto suspeito. “Menos eu, claro. Jamais transaria nessa... casa enorme...” olhei a entrada, e a garagem não era muito diferente da nossa atual casa. “Pai, essa casa não me parece menor que a nossa”
“Claro que é. Ao invés de 3 quartos, tem apenas 2, e 1 deles tem suíte. Além de que...” papai abriu a porta de dentro, e entramos.
“Mentira!” me espantei porque caralho, era uma... “Cozinha americana. Vamos poder assistir TV enquanto comemos na mesa”
“Então já se decidiu?” papai falou, e assim como minha voz, a dele ecoou na casa totalmente vazia sem mobília.
“Talvez... e os quartos?” perguntei, e o papai voltou a segurar minha mão, me levando pra um comum, porém espaçoso, só para abrir outra porta e me deparar com um quarto bem maior com suíte inclusa.
“Caralho!” e antes que o papai pudesse me repreender, logo disse: “Desculpa”
“Tá tudo bem, não tem ninguém vendo agora” ele piscou pra mim, e eu tentei não sorrir muito, mas a emoção foi grande.
“O senhor e eu vamos transar muito nesse quarto, consigo até ver o senhor de pernas bambas por passarmos horas fazendo sexo na casa inteira, inaugurando quarto, cozinha, sala, e até o quintal que ainda não vi”
“Então isso é um sim?”
“Sim, com certeza um sim” quando beijei o papai na boca, tudo ficou silencioso e só nos separamos porque ouvimos um som de baque no quintal. “O que foi isso?!”
“Não sei, vamos lá olhar”
“Se o senhor não fosse tão alto e forte, eu com certeza estaria correndo agora”
“Mas você também é alto e forte, não precisa ter medo de nenhum... ah, é só um gato”
“Por que ele está nos olhando desse jeito?” estávamos no quintal, que não era tão grande, mas espaçoso o suficiente para o necessário.
“Ele está indo embora. Acho que não gostou do seu jeito”
“Claro, gatos não são tão amigáveis quanto cachorros. Olha pra cara dele, até parece que quer me devorar”
“Eu sou biólogo e isso que você disse não passa de preconceito”
“Eu sei pai, desculpa. Só estou tentando convencer o senhor de que cachorro seria uma boa”
“Amor, você sabe que eu nunca lhe neguei nada, mas cachorro é muita responsabilidade, e por enquanto você vai ter que se contentar com a fantasia que temos em casa” naquele momento, o papai e eu já estávamos voltando pra frente, prontos para irmos embora.
“Mas tá bom, acho que é melhor assim. Acabo tendo mais tempo para transar com o senhor”
“Já tá pensando nisso de novo?”
“Claro, casa nova, vizinhos novos, mas o sexo é o mesmo” assim que o papai trancou a porta de dentro, e nos encontramos na garagem, eu agarrei ele ali mesmo, o beijando com força.
“Mmhm... você ainda está com gosto de bolo”
“O senhor vai me negar um beijo porque comi bolo?”
“Não pelo bolo, mas porque você vai querer bem mais que um beijo, e não estou afim de transar num lugar silencioso desses. Vem, vamos voltar pro seu irmão”
“O senhor não acha irônico o Levi morar com o tio Leandro e não pagar aluguel?”
“Não muito. O Leandro enxerga o Levi como um segundo filho, e não acho que faça diferença pra ele alimentar mais uma boca”
“Então admite que eles são ricos”
“Eles não são ricos” papai abriu a porta da casa do tio Leandro e entramos.
“Espera” falei quando passamos da sala e nos encontramos na cozinha de novo.
“Que foi amor?”
“O que vamos fazer depois?”
“Diz quando chegarmos em casa?” mas quando eu levantei o dedo e ele notou o anel, voltou a falar: “Seremos os mesmos, só que agora todos vão saber que somos comprometidos. Até seus colegas de classe podem parar de encarar minha bunda”
“Eles não vão parar, e o senhor sabe” eu ouvir um barulho de alguém cantando na área da piscina, e presumi que quem quer que fosse, estava muito bêbado. “Mas estou falando do futuro. Sei que parentes de primeiro grau não podem casar, mas vamos ser noivos pelo resto da vida?”
“Quem disse que não vamos nos casar no futuro? Eu tenho meus contatos, e você não precisa pensar nisso agora. Ainda é cedo, e quero aproveitar meu tempo como noivo do meu próprio filho”
“O senhor nunca para de me surpreender” acabei sorrindo de felicidade, porque a ideia de casamento parecia demais pra mim, porque mano, ele era meu pai, e eu sou seu filho, e estávamos noivos mesmo.
“Tudo bem, amor?”
“Sim, acho que... só preciso de uma água” foi quando soltei sua mão e bebi água no filtro. Depois só deixei o copo ali mesmo, e encarei o papai já vindo em minha direção. “Estamos noivos mesmo”
“Sim, você mesmo fez todo um discurso lindo em público” papai me lembrou, mas não era bem naquilo que eu estava pensando.
“É que parece que a ficha só caiu agora”
“Eu sei, também fiquei assim quando casei com sua mãe”
Mano, o papai permaneceu ao meu lado, e ficamos de mãos dadas com ele dando um breve suspiro.
“Pai...”
“Sim, amor?”
“Se a mamãe estivesse viva--”
“Davi, não--"
“Eu sei, eu jamais faria o senhor escolher entre mim ou ela, mas é que... o senhor lembra dela quando estamos juntos?” perguntei, mas ele demorou a responder.
“Bem... não vou mentir que no início, quando me apaixonei por você há 2 anos, eu lembrava bastante dela. E eu sei que você e seu irmão são basicamente uma cópia minha de tão parecidos que somos, mas o seu sorriso, seus gestos, tudo me lembrava ela, e demorei a perceber que... você é único, e merece o meu amor não por lembrar sua mãe, mas por ser você. Eu simplesmente te amo, do jeito que você é, Davi. Hoje, e sempre”
“Hoje e sempre” repeti, vendo o papai sorrindo fofo pra mim passando uma mão na minha bochecha, e eu não resistir quando entrei na sua frente, o beijando devagar, sentindo seus lábios nos meus, com a certeza de que não era meu irmão, nem o professor Marcos que poderia nos fazer felizes, mas somente nós dois.
Ele é meu, e eu sempre serei seu garoto mimado, eternamente apaixonado por esse homem que eu tenho prazer de chamar de pai.
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