Meu primo me fodeu gostoso - ele acha que foi meu primeiro homem
No dia seguinte a transa com meu pai, jádevidamente deflorada, acordei com o corpo dolorido e a mente turva. O que meu pai havia feito ecoava em mim como um sonho úmido e proibido, mas a realidade estava ali, marcada na minha pele. Levantei-me devagar, vesti um short jeans colado e uma blusa cavada que deixava metade dos seios à mostra. Minha mãe havia comprado aquilo pensando em modéstia? Que engano.
Ao descer as escadas, encontrei Maurício na cozinha, sozinho, tomando café. Seus olhos me devoraram da cabeça aos pés, parando no volume entre minhas pernas que o short marcava sem piedade.
— Durmo pouco em festa de família — ele disse, aproximando-se. — E você, prima? Dormiu bem depois do... susto de ontem?
Sua voz era melosa, carregada de duplo sentido. Senti meu corpo reagir instantaneamente, a bucetinha latejando em lembrança do que havia acontecido no banheiro, mas também em antecipação do que ainda viria.
— Mal dormi — respondi, aproximando-me até sentir seu calor. — Fiquei pensando no que não terminamos.
Maurício deu um passo à frente, seu corpo alto bloqueando a luz da janela. Ele desceu a mão e apertou minha bunda com força, fazendo-me gemer baixinho.
— Sua putinha insaciável — rosnou no meu ouvido. — Ontem quase te comi, hoje não vou ter piedade. Vou te arrebentar, prima. Vou fazer você gritar.
— Promete? — provoquei, mordendo o lábio inferior.
Ele agarrou meu braço e me puxou pela porta dos fundos, em direção ao matagal que cercava a propriedade. Caminhamos rápido entre as árvores, afastando-nos cada vez mais da casa onde a família dormia ou preparava o café da manhã. Quando achamos um clareira isolada, cercada por eucaliptos altos, ele me empurrou contra o tronco mais próximo.
— Aqui ninguém te ouve, sua vadia — ele sussurrou, já desabotoando o short jeans e o puxando para baixo junto com a calcinha.
O ar frio da manhã bateu na minha pele nua, mas eu estava em chamas. Maurício abriu a calça e puxou para fora aquela pica enorme, já dura e pulsando de raiva. Ele a bateu na minha barriga, pesada e quente.
— Olha o que você me faz, sua puta provocante — ele agarrou meus cabelos e puxou minha cabeça para trás, expondo meu pescoço. — Vou tirar essa sua virgindade hoje. Vou estrear essa bucetinha apertada e fazer você minha putinha particular.
Eu queria dizer que já não era mais virgem, que meu pai havia me arrombado na noite anterior, mas as palavras morreram na garganta quando ele enfiou dois dedos grossos dentro de mim, sem cerimônia.
— Tá molhada, sua safada — ele riu, tirando os dedos sujos de minha umidade e mostrando-os. — Tá querendo essa pica, não tá?
— Tô... por favor, Maurício — implorei, genuinamente faminta. — Mete essa rola em mim. Rasga essa buceta, primo.
Ele me virou de bruços contra a árvore, minha barriga raspando na casca áspera. Com uma mão segurava minha nuca, pressionando meu rosto contra o tronco, enquanto com a outra guiava aquele pau monstruoso até minha entrada.
— Vai doer, prima — ele avisou, mas não havia piedade em sua voz, apenas excitação predatória. — E quanto mais você chorar, mais gostoso vai ser pra mim.
Quando ele empurrou, senti a ardência voltar, apesar de já não ser mais virgem. Ele era grosso, enorme, e entrou de uma vez só, sem dar tempo de me adaptar. Gritei, a voz abafada pela mão que ele colocou sobre minha boca.
— Cala essa boca, puta — ele rosnou, começando a meter com força brutal. — Toma essa pica, toma!
Cada estocada me jogava contra a árvore, arranhando meus seios e minha barriga. Ele não tinha a técnica calculista do meu pai; era animal, violento, desesperado. Enfiava até o talo e saía quase todo, para depois cravar de novo, batendo no fundo da minha buceta com tanta força que minhas pernas cediam.
— É assim que você queria, né? — ele grunhia, acelerando o ritmo. — Ser fodida feito uma puta no mato? Sua vagabunda de família!
— Mais forte! — gritei, surpreendendo a mim mesma com a própria voz. — Fode essa buceta, Maurício! Acaba comigo, primo!
Ele riu, um som rouco e perverso, e agarrou meus cabelos com mais força, puxando minha cabeça para trás enquanto socava com violência. A dor e o prazer se misturavam numa sensação avassaladora. Eu estava sendo usada, tratada como objeto, e meu corpo amava cada segundo.
— Sua putinha do caralho — ele resmungava, o suor escorrendo em suas costas nuas. — Tá apertada pra caralho. Tá sentindo minha pica rasgando você?
— Tô sentindo... tô sentindo tudo — gemi, as mãos arranhando a casca da árvore. — Goza em mim, primo. Enche essa buceta de porra!
— Primeiro você goza pra mim — ele ordenou, soltando minha nuca e alcançando minha frente, massageando meu clitóris com dedos ásperos enquanto continuava a me violentar por trás. — Goza na minha pica, sua vadia. Mostra como é puta de verdade!
O toque no meu clitóris combinado com as estocadas profundas me levaram ao limite em segundos. Contrai violentamente ao redor dele, gemendo alto, sem me importar mais com quem pudesse ouvir.
— Isso, porra! — ele gritou, sentindo minha buceta apertar seu pau. — Goza, sua puta! Goza no pau do seu primo!
Quando minha onda de prazer começou a diminuir, ele agarrou minha cintura com as duas mãos e acelerou o ritmo para um violento, selvagem, desumano. As batidas ecoavam entre as árvores, o som de pele batendo em pele misturado aos grunhidos dele.
— Vou gozar... vou encher essa buceta — ele avisou, a voz falhando. — Toma, prima! Toma essa porra toda!
Ele cravou até o fundo e explodiu dentro de mim, pulsando e jorrando líquido quente em ondas. Senti cada jato, cada contração, cada tremor de seu corpo dominando o meu. Ele ficou ali, encaixado em mim, ofegante, até que seu pau começasse a amolecer.
Quando saiu, senti a porra escorrendo pelas minhas pernas, misturada com meu próprio tesão. Ele se afastou, arrumando a calça, e olhou para mim com um sorriso perverso.
— Agora você é minha putinha oficial — ele disse, dando um tapa forte na minha bunda. — Sempre que eu quiser, vou te comer. E se meu tio souber, melhor ainda. Adoro comer o que é dele.
Fiquei ali, encostada na árvore, ofegante, suja, a porra dele escorrendo de mim. E pela primeira vez, percebi que havia despertado algo que não conseguiria mais controlar. Eu era a putinha da família agora. E estava apenas começando.
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