Papai me flagrou mamando meu primo e me castigou tirando minha virgindade
Quando fiz 18 anos as coisas começaram a mudar para mim. Àquela altura meu corpo já havia se desenvolvido, eu fazia certo sucesso e atraia uma porção de olhares, porém, vivia minha vida quieta e recatada, em busca do homem certo para me deflorar.
Lembro bem do dia que recebemos o convite para uma grande festa de família na fazenda de um tio rico, minha mãe disse que seria todo o final de semana do réveillon e que eu poderia escolher roupas novas para levar, as que eu quisesse.
Enquanto fazíamos as compras, eu observava uma porção de conjuntinhos decotados e curtos, lingeries diversas e sensuais, além de saltos altos e pontudos. Não era meu estilo, mas minha mãe havia feito uma promessa e não se importou de comprar para mim.
Chegamos na sexta-feira, 29 de dezembro, recepcionados por uma dezena de familiares que já estavam lá. Entre eles, meu primo Maurício. Ele era mais velho, alto, famoso por ser namorador e ter um pau enorme.
Não sei se a urgência tinha batido em mim, ou meus hormônios estavam mais aflorados pela excitação de estar em família para comemorar, mas assim que bati o olho nele, meus pensamentos começaram a mudar.
Assim que chegamos aos aposentos, uma tia veio avisar que o dia seria cheio, deu a dica de eu por um biquíni e ir para a piscina, assim eu fiz.
Passamos o dia entre piscinas e passeios pela fazenda, tomamos banho da cachoeira, jogamos bola e eu sempre que podia dava umas encardidas no primo. Eu era inexperiente, mas algo me dizia que era o certo a se fazer.
No comeco, ele desviava o olhar, mas depois comecou a corresponder. Dava encaradas longas, passava os olhos no meu corpo, me ajudava sempre que eu precisava, um jogo quente e perigoso.
Quando o sol comecou a cair, entramos a última vez na piscina, estávamos em cerca de 10, brincando de derrubar. Depois de perder uma rodada com minha irmã, disse que iria jogar com Mauricio, que era mais forte e não iria me derrubar, a desculpa perfeita.
Maurício me colocou sobre os ombros e começamos a lutinha. Nesse momento, eu só usava as peças de um minúsculo biquíni e sentia um tesao avassalador enquanto ele me mexia de um lado para o outro sobre seus ombros.
As vezes eu mesma dava uma esfregadinha a mais, sentia minha bucetinha escorrer enquanto ele se concentrava em me segurar.
Quando ganhamos a brincadeira, ele me pegou dos ombros e deu um "abraço de comemoração". Nesse momento, senti pela primeira vez um pau duro me roçar, grande e pulsante.
Não sabia o que fazer, mas sabia que queria ele.
Saímos todos da piscina e a maioria foi se arrumar para o jantar mais tarde. Mauricio e eu ficamos sentados em espreguiçadeiras, em silencio absoluto.
O gelo foi quebrado por ele, da maneira mais cara lisa possivel.
- Ei, prima.
- Ou, Maurício.
- Você sentiu não foi? Aquela hora na piscina?
- O que?
- Não se faz de boba, eu sei que sentiu. Meu pau roçando em você.
Eu tentei me fazer de boba, mas claramente não ia funcionar.
- Quer ver ele?
Eu olhei meio assustada, apesar de a primeira tentação ter sido dizer "sim".
- Tá louco, Mau...
Nem deu tempo de terminar, o desgraçado pos pra fora aquela caceta enorme. Nunca tinha estado tão perto de um pau, ainda mais duro. A cabecinha reluzia na meia luz, brilhando da sua lubrificação.
- Pega nele, vai?
Eu ia questionar, mas quem eu queria enganar? Olhei para os lados e direcionei minha mão até seu membro, duro e quente. Segurei firme e, instintivamente, comecei a massagear, mas não por muito tempo. Maurício tirou minha mão e se levantou, me puxando junto com ele até um banheiro vizinho a piscina.
Entramos e ele pos outra vez o pau pra fora e foi me abaixando até que eu ficasse de joelhos em sua frente.
Acho que ele não sabia da minha inexperiência e, mesmo que soubesse, agiria da mesma maneira. Direcionou o pau para minha boca, enquanto eu só consegui reagir abrindo. No começo, ele só tentou meter um pouco e parou, depois eu fui esquentando e comecei a mamar de verdade, desajeitada, mas excitada e faminta.
Difícil descrever o prazer que eu descobri naquele momento, senti o sabor e o calor de uma rola na boca, minha saliva escorrendo em cada pedacinho, pingando no meus seios.
Maurício estava inerte, desfrutando do meu boquete amador, mas faminto. E foi aí que o pior aconteceu.
Uma batida desesperada na porta e eu me levantei assustadissima, desesperada. Olhei para Maurício que colocou a mão na minha boca e respondeu:
- Tem gente.
Do lado de lá, a voz do meu pai:
- Eu sei, porra. Abre essa porta antes que eu gritei pra todo mundo o que está acontecendo.
Uma lagrima escorreu pelos meus olhos naquele momento, a vergonha e a tristeza tomaram conta do que deveria ser um momento de prazer e alegria.
Maurício nem teve coragem de recrutar algo, ergueu o shorts e abriu a porta, de cabeça baixa. Meu pai o agarrou e avisou:
- Eu só não vou te bater por respeito a minha irmã. Sai fora, moleque.
Maurício saiu apressado e sem olhar para trás. Meu pai tomou seu lugar e trancou o banheiro. Me encarou um tempo em silêncio, até começar a repreensão.
- Que vergonha, filha. Foi pra isso que eu te criei? Pra virar uma puta?
Envergonhada e sem forças, respondi discretamente:
- Eu não sou puta, pai.
- Não é? Me responde, que tipo de mulher se presta a isso?
- Eu só estava com desejo.
- E se deixou levar... - ele disse isso soltando o cinto - mas se é assim que você quer viver... - ele tirou o cinto e me virou de costas - vou te tratar dessa maneira.
Fechei os olhos preparada para uma lapada, mas ele passou o cinto pelo meu pescoço. Eu me assustei e tentei olhar para trás, mas meu papai segurou minha cabeça firme para a frente.
Ouvi o zíper abrir e seu cinto me sufocou um pouco, em seguida veio um calor na minha bunda.
- Pai?
- Você não quis ser escrava dos seus desejos?
Senti afastar minha calcinha para o lado e então enfiou um dedo na minha buceta. Tentei me controlar, estava assustada, mas gemi de prazer quando senti.
- Como eu imaginei, minha filhinha é uma puta.
Eu fiquei sem reação, meu tesão tomou conta outra vez e era meu pai causando isso. Não havia nada que eu pudesse dizer, ele tinha razão. Eu era, aliás, SOU UMA PUTA.
Seus dedos saíram de dentro de mim e logo em seguida veio seu pau. Eu olhava fixamente para a parede, presa numa "coleira" feita com o cinto dele, me sentindo suja, safada e desejada.
Meu pai foi cuidadoso no comeco, sabia que eu era virgem. Seu pau me rasgou na entrada, me fazendo querer gritar de dor, mas logo a dor ficou em segundo plano e o prazer me tomou.
- Putinha safada. Cresceu, ficou gostosa e achou que ia aproveitar sem restrições?
Eu me empinei mais e pus uma mão na bunda para me abrir para o meu pai.
- Papai vai te ensinar sobre a vida. E te mostrar como uma vadia igual a você merece ser tratada.
Nesse momento ele se agarrou forte minha cintura e puxou ainda mais o cinto me fazendo sufocar. Eu me inclinei para trás com sua puxada, ele curvou levemente o corpo para ficar próximo ao meu ouvido. Ia metendo sem dó na minha bucetinha, já acostumada e querendo mais.
- Mais forte, papai... hmm... fode sua putinha mais... forte.
Me faltavam forças para falar, estava tomada pelo desejo e prazer, levemente sem ar, o que tornava tudo ainda melhor.
Meu pai aumentou o ritmo, ficando violento de tal forma que mal conseguia falar algo para mim. Os insultos pararam, mas a intensidade com que me fodia ia aumentando mais e mais.
Se faltavam palavras, sobrava vontade, passados alguns minutos socando com toda a força, meu pai gozou e eu também. Acho que ele até pensou em tirar o pau de dentro, mas já era tarde de qualquer maneira. E eu precisava daquilo também.
Quando nos acalmamos, ele me soltou e deixou o pau saltar para fora da minha buceta. Ele lavou o pau e levantou o shorts, olhou para mim e segurou meu pescoço.
- Quer ser uma vadia? Seja! Faz o que te der vontade. Só saiba que, antes de mais nada, você é a minha princesinha. E minha princesinha vai ser tratada assim sempre que eu quiser.
O tom era ameaçador, mas me acendeu outra vez. Não fosse o choque da situação, eu pediria mais um round para ele ali mesmo.
Abri o banheiro e conferi se havia alguém por perto. Como não, corri e fui me lavar dentro da piscina vazia. Fiquei boiando ali uns minutos pensando no que havia acontecido. E maquinando o que mais iria rolar...
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