Comendo o cuzinho virgem da minha irmã
Depois de foder minha mãe e chegar a um ponto de equilíbrio da minha relação com ela, as coisas começaram a ficar mais tranquilas. Minha mãe, minha irmã e minha prima chegaram a um acordo aparentemente, minha tia (a única fora daquele bacanal) se ausentaria por alguns dias e eu estava com uma fome enorme de buceta.
Perto do dia virar, já com todo mundo em casa, eu estava deitado na cama divagando e pensando no que faria na sequência. Quando se tem tanta fartura, é até difícil escolher o que comer. Foi então que Maria, minha linda irmãzinha, entrou no quarto só de roupão e deitou ao meu lado.
Ela me abraçou como sempre fazia,, mas agora as coisas estavam diferentes entre nos. Na mesma hora, meu pau endureceu e ela percebeu, deu um beijo no meu rosto e depois na boca, pressionando o corpo contra o meu.
- Irmão.
- Fala, Maria.
- Você comeu mesmo a mamãe?
- Aham.
- Ela disse que ia coordenar a gente. Que poderíamos transar livremente, mas a titia não pode saber.
- Acho que ela quer manter as coisas sigilosas, assim a gente pode se divertir.
- Entendi. Ela contou que você fodeu a bundinha dela também.
- Contou foi? Ela disse se gostou?
- Uhum. Ela disse que adorou. Isso me lembrou que nós dois não fizemos assim ainda né?
- Não mesmo. Você quer tentar?
- Quero, mas eu nunca dei minha bundinha, tenho medo.
- Vamos fazer assim... - eu a abracei e enfiei uma das mãos entre suas pernas - ...eu vou pegar lubrificante com a mamãe e a gente tenta. Se você não gostar, a gente para. Aí eu fodo sua bucetinha.
Maria sorriu e desamarrou o roupão, ficando com o corpo mais exposto. Eu passei a língua em seus peitos e beijei sua boca, enquanto seguia massagendo sua bucetinha.
Depois me levantei e a deixei sozinha, fui em direção ao quarto da minha mãe que estava quase dormindo quando entrei.
- Que susto, garoto. O que você quer?
- A Maria quer tentar fazer anal. Você tem lubrificante.
Ela se levantou e foi até o guarda-roupa.
- Como pode eu achar isso normal? - resmungou.
Ela pegou o tubinho e me entregou, eu dei um beijo nela e voltei em direção ao quarto. Chegando lá, me deparei com minha irmãzinha se masturbando gostoso, sem sequer parar quando cheguei.
Assistindo-a, estático na porta, me despi por completo e fui em direção a cama, com a pica já dura e babando.
Me aproximei delicadamente dela, que foi abrindo as pernas sem parar de se tocar. Quando nos encaixamos, ela tirou a mão e entrelaçou as pernas nas minhas costas, eu direcionei o pau para sua buceta e ela me abraçou, fazendo com que eu a penetrasse.
Seu gemidinho delicioso e seu rosto lindo de prazer eram o suficiente pra fazer qualquer um queimar a largada, mas eu precisava ser forte se quisesse mimha recompensa. Deixei que ela rebolasse e controlasse o vai e vem no começo,mas depois assumi o controle e comecei a penetrá-la com mais intensidade.
Me inclinei para mamar seus peitos e beijar sua boca, ela agarrou meus cabelos e pressionou minha cabeça contra seu dorso, enquanto gemia de olhos fechados.
Senti que ela estava prestes a gozar e comecei a meter mais forte, dominando de vez a transa. Mas foi aí que fomos interrompidos.
- Vai com calma, garanhão, se aproveita dela enquanto pode.
Era minha mãe, que chegou sem que notassemos. Ela se aproximou e sentou na cama ao nosso lado, assim como fez quando me viu foder Juju.
Eu Interrompi a metida e Maria ficou olhando para ela tentando entender o que aconteceria.
- Ela tá no auge do relaxamento, mais que isso só gozando. Aproveita pra comer o cuzinho dela agora.
Maria comecou a rebolar de leve no meu pau, enquanto eu pensava se deverja mesmo fazer aquilo.
- Em que posição você quer, maninha? - perguntei.
- Assim mesmo, eu acho.
Tirei o pau de dentro dela e peguei o lubrificante. Minha mãe pegou um travesseiro e pôs embaixo da bunda de Maria, deixando-a mais empinada e exposta.
Depois, ela veio até mim e massageou um pouco meu pau, pegou o lubrificante e esfregou tanto em mim quanto na minha irmazinha. Para finalizar, a puta ainda deu um beijo em cada parte daquela foda meu pau e o cu dela) e ajudou a me direcionar enquanto eu me aproximava do buraquinho da minha irma.
Maria estremeceu quando a cabeca do meu pau encostou, mas não deu para trás. Eu fui com bastante cuidado, milímetro a milímetro, penetrando e desbravando as entranhas da minha irmã, que dava gritinhos de dor e se segurava na nossa mãe.
Quando cheguei ao final, estava ofegante tamanha tensão de machucá-la, mas agora estava feito.
- Mete, irmão. Eu aguento.
Eu estava parado esperando ela se acostumar, mas isso me fez soltar um pouco as asas e comecei um vai e vem bem cadenciado. Minha mãe dava beijos em Maria e acariciava seu cabelos, sussurrando em seu ouvido coisas que eu não conseguia entender.
Eu estava metendo na bundinha da minha irmã safada, supervisionado pela minha mãe que era mais ainda, uma delícia de momento. Aos poucos, Maria ia gemendo mais e dando beijos mais intensos na nossa mãe, enquanto eu ia soltando as rédeas e metendo mais forte.
Minha mãe aproveitou o momento para mamar nos peitos da filha e chupar seu corpo. Eu ia com cuidado, mas firme, claramente Maria tinha nascido pra dar a bunda e estava amando aquilo.
Quando minha irmã saiu do controle e comecou a sinalizar o prazer máximo, minha mãe se abaixou até sua buceta e começou a lamber enquanto eu metia. Para por um ponto final naquilo, eu aproveitei e realizei um fetiche antigo, tirei da bunda de Maria, soquei na boca da minha mãe algumas vezes e depois voltei para minha irmã, que não resistiu muito aos estímulos e gozou gostoso, com meu pau enterrado em seu cu e a boca da minha mãe afogada em sua buceta.
Assim que ela relaxou de vez eu dei mais algumas socadas e então tirei de dentro, pra gozar no rosto da mamãe cachorra, que tinha nos ajudado até ali.
Era para ser uma transa especial e ficou ainda mais. Isso me fez dar conta que as coisas seriam bem mais interessantes do que eu poderia imaginar a partir dali.
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