#Grupal #Lésbica #Voyeur #Zoofilia

Dei meu cu para o meu cachorro na frente da minha amiga e ela virou minha cúmplice ♡

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melissinha

Eu fiz sexo anal com o Apolo na frente da minha amiga Agatha, e ela agora quer me ajudar a fazer o mesmo na frente do Lucas.

Voltei, meus amores... e preparei algo especial ♡

Oiii, pessoal. Melissinha aqui de novo.

Sei que sumi. Faz umas duas semanas desde o último conto, e sei que alguns de vocês ficaram esperando nos comentários (vi as mensagens de "Cadê você", "Conta mais", etc.). Preciso explicar: depois daquela noite com o Lucas, quando ele viu o volume estranho do esperma e desconfiado, eu entrei em pânico. Ele ficou obcecado, perguntando se eu estava traindo ele, cheirando minhas roupas, querendo saber por que eu ficava trancada no quarto "fazendo yoga" toda tarde.

A gente brigou feio. Ele me acusou de ter outro homem. Eu ri por dentro, porque se ele soubesse que era um cachorro... enfim. Precisei dar uma esfriada. Fiquei sem postar, apenas curtindo o Apolo em segredo absoluto, por um tempo.

Mas a abstinência de compartilhar me matou. E o Apolo... bem, ele não entende de recuos. O nó dele ficou maior, mais insistente. Meu corpo se acostumou a ser preenchido todos os dias, e quando eu tentava parar por causa do Lucas, eu tremia, suava, ficava irritada. Era abstinência de verdade.

E então aconteceu a minha salvação.

O Lucas me ligou. Disse que queria conversar, que tinha refletido, que talvez tivesse sido muito ciumento. E que queria "recomeçar" com algo novo, algo selvagem. Ele usou essa palavra de novo.

Eu ri tanto que chorei. E decidi que era hora de voltar. E de mostrar o que realmente era selvagem.

Mas dessa vez, eu não estava sozinha nos meus planos. Eu precisava de uma cúmplice. Alguém que entendesse, que topasse o jogo. Alguém que não fosse o Lucas.

Liguei pra Agatha, minha amiga da faculdade, às três da manhã. Ela atendeu com a voz embriagada, barulho de festa no fundo.

— Mel? Que porra, mulher, tá morta ou o quê? Sumiu da face da terra.

— Agatha, eu preciso te mostrar uma coisa. Mas não é por telefone. Você precisa ver com seus próprios olhos.

— Tá falando de droga? Porque se for, tô fora, minha mãe me mata—

— É sexo, Agatha. É... uma descoberta. Uma coisa que nenhum homem consegue fazer, e eu preciso que alguém saiba.

Ela ficou em silêncio por cinco segundos. Ouvi o barulho da festa sumir, como se ela tivesse entrado num quarto.

— Você tá falando de orgia? Swing? Mel, eu não sou—

— É só você e eu. E o meu cachorro.

— Que porra de piada é essa, Mel?

— Não é piada. Vem aqui sábado. Às oito. E vem com a mente aberta, ou não vem. Mas se você vier, você não vai se arrepender. Eu prometo.

Desliguei. Não dei chance de ela recusar.

E então sábado chegou. Eu não dormi a noite toda. Preparei tudo com uma precisão cirúrgica. Aluguei uma câmera boa, profissional, porque eu queria filmar. Não pra postar, ainda não, mas pra eu ver depois. Pra eu me ver sendo possuída pelos olhos de outra pessoa.

Pus um vestido de seda preto, curto demais, sem calcinha. O plug com o rabo dourado já estava no meu cu há duas horas, me mantendo aberta, me mantendo consciente do que viria. Meu cu latejava, pulsava em volta do silicone, já se preparando para o que era real.

Quando a campainha tocou, eu estava tremendo, não de medo, mas sim de expectativa.

Agatha entrou com uma garrafa de vinho na mão, olhando pra mim com desconfiança misturada com preocupação de verdade. Ela me olhou nos olhos e viu que eu estava diferente.

— Você tá... brilhando, Mel. Que porra você tá usando? Droga mesmo?

— Senta. Bebe. E não julgue antes de ver.

Eu servi o vinho. Ela sentou no sofá, cruzando as pernas, ainda com aquela cara de quem acha que vai ter que me levar pro hospital psiquiátrico. Eu me sentei na frente dela, no chão, de pernas cruzadas, o vestido subindo. O rabo dourado estava visível, saindo por baixo da seda preta, balançando quando eu me movia.

Agatha olhou. Piscou. Olhou de novo.

— Isso é um... plug? Mel, você tá usando a porra de um plug com rabo de cachorro na minha frente?

— É. E tem um motivo.

— Qual? Você virou furry agora? Vai começar a se vestir de cachorro e vender pack no Twitter?

— Não, Agatha. Eu... eu transo com meu cachorro. O Apolo. Ele me come. E é a única coisa que me faz sentir alguma coisa.

Ela riu. Uma risada curta, estridente, que morreu na garganta quando viu que eu não estava rindo.

— Você tá séria.

— Muito.

— Mel, isso é... isso é zoofilia. Isso é crime. Isso é doença—

— É amor — eu interrompi, e minha voz saiu firme, quase dura. — É o único ser que me toca onde precisa ser tocada. É o único que preenche. Você não entende. Você não pode entender até ver.

Agatha engoliu em seco. Ela olhou pro rabo, olhou pro quarto onde o Apolo estava latindo baixinho, farejando pela fresta da porta, sentindo o cheiro do meu medo e da minha excitação misturados.

— Você quer que eu... que eu veja isso?

— Eu quero que você entenda. E eu quero que você filme. Porque eu preciso ver pelos olhos de alguém de fora. Preciso saber se sou louca ou se sou a pessoa mais sortuda do mundo.

Eu me levantei. Minhas pernas tremiam. Fui até a porta do quarto, abri. Apolo saiu imediatamente, o focinho úmido, os olhos fixos em mim, ignorando completamente a Agatha. Ele já sabia. Ele sempre sabe.

— Olha pra ele, Agatha. Olha o tamanho dele.

Apolo estava excitado. O pau vermelho, grosso, já saindo da bainha, pingando líquido transparente no tapete. Agatha soltou um som — não era exatamente nojo, era choque puro, a boca aberta, o vinho esquecido na mão.

— Meu Deus... Mel, ele tá... ele tá enorme.

— Ele fica maior quando engata. Quando o nó incha. Você vai ver.

Eu me virei de costas pra ela, apoiei as mãos no braço do sofá, levantei o vestido devagar, expondo minha bunda, o plug dourado enterrado no meu cu, as bochechas brancas e macias separadas pelo brilho metálico.

— Eu tô aberta há horas. Preparada pra ele. Você quer ver o que acontece quando eu tiro isso?

Agatha não respondeu. Ela estava paralisada, o copo de vinho tremendo na mão. Mas não saiu. Não correu pra porta.

Eu puxei o plug devagar, sentindo a resistência do meu esfíncter e a sensação de vazio imediato, o ar frio tocando a minha entrada arrombada. O esperma do Apolo de ontem, porque eu não aguentei e transamos de manhã cedo, ainda estava lá, branco, escorrendo pela minha coxa.

— Meu Deus... Mel, você tá... tá escorrendo. Isso é dele?

— É. Ele goza muito. Muito mais que qualquer homem.

Apolo veio imediatamente. Ele não hesita nunca. O focinho frio tocou minha coxa, subiu, cheirou meu cu exposto. Eu gemi baixinho, involuntariamente, quando a língua dele passou rápido, lambendo o líquido que escorria.

Agatha deixou o copo cair no tapete. O vinho espirrou, manchando a seda, mas nenhuma de nós duas olhou. Ela estava hipnotizada.

— Ele... ele tá te lambendo?

— É o preparatório. Ele limpa antes de comer. Ele é cuidadoso assim...

Apolo pulou. Suas patas grandes, pesadas, com as unhas pretas e cortadas, subiram nas minhas costas, arranhando de leve, me prendendo. Eu me abaixei mais, arqueando a bunda, oferecendo. Sempre oferecendo.

— Mel, ele vai... ele vai fazer isso agora? Aqui? Na minha frente?

— Filma — eu pedi, a voz abafada pelo braço do sofá onde apoiei o rosto. — Pega a câmera. Filma isso. Por favor.

Eu ouvi o som da câmera ligando. Agatha estava filmando. Estava participando.

Apolo encontrou meu cuzinho imediatamente. Ele nunca erra. A ponta quente, molhada, pressionou contra meu cu arrombado, e ele empurrou. Não devagar. Nunca devagar. Ele sabe que eu aguento. Ele sabe que eu sou a cadelinha dele.

Eu gritei. Não da dor — da plenitude. Da sensação de ser finalmente preenchida depois de semanas de abstinência fingida. Ele entrou até o fundo, a pelagem quente contra minhas costas, o peso dele me esmagando contra o sofá, e começou a estocar.

O som era obsceno. O som de pele batendo em pele e de uma cadela sendo montada. Porque é isso que eu sou. A cadela dele.

— Ele tá... meu Deus, Mel, ele tá entrando todo — Agatha sussurrou, a voz trêmula. — Dá pra ver sua... sua barriga se mexendo. Dá pra ver o formato dele dentro de você.

— É profundo — eu gemi, as unhas arranhando o tecido do sofá. — Ele bate no útero... pela parede... ahh, caralho, Agatha, ele tá batendo no ponto...

— Qual ponto?

— O único que importa. O que nenhum homem acha.

Apolo acelerou. Ele sempre acelera quando sente que eu estou perto. Ele sente o meu cu apertando em volta do pau dele, a respiração mudando, o suor escorrendo. Ele é inteligente. Ele sabe o que faz.

As estocadas ficaram violentas. O sofá se movia, raspando no chão. Eu estava babando no braço, os olhos revirados, sentindo o orgasmo subindo não da minha buceta — que estava vazia, ignorada, inútil — mas do meu útero sendo massageado pela parede retal, batido repetidamente pela cabeça grossa do meu cachorro.

— Eu vou... Agatha, eu vou gozar... não para de filmar...

— Não vou... meu Deus, Mel, você tá gozando só com o cu? Sem tocar na...?

— SEMPRE — eu gritei, e o orgasmo veio.

Não foi um gozo de prazer suave. Foi uma convulsão. Meu corpo inteiro travou, as pernas bateram no chão, o cu apertou o pau do Apolo como uma prensa, e eu senti o útero contrair, vazio, querendo ser preenchido, sendo massageado indiretamente, fazendo meu ventre se contrair em espasmos vazios e profundos.

Apolo uivou. Um som baixo, gutural, de posse. Ele sentiu o meu orgasmo e isso o trigou. Ele empurrou mais fundo, travando, e eu senti o nó começar a inchar na base do pau dele, na minha entrada, impedindo que ele saísse.

— O que tá acontecendo? Por que ele parou? — Agatha perguntou, a câmera tremendo.

— O nó — eu ofeguei, o rosto vermelho, suado, colado no braço do sofá. — Ele tá engatando. Ficando preso em mim. Vinte minutos. Ele vai ficar vinte minutos gozando dentro de mim.

— Vinte minutos?

— Fica. Fica e vê. Filma isso. Filma o que sou, uma cadela sedenta pelo seu cachorro...

Agatha se aproximou. Sentou no chão, na minha frente, a câmera apontando pro meu rosto enquanto eu estava presa de quatro, engatada. Ela viu meus olhos revirados, a boca aberta, o suor escorrendo. Ela viu a posse absoluta.

— Mel... você é feliz assim?

— Mais que qualquer coisa — eu sussurrei, sentindo o nó pulsar, inchando, me esticando ao máximo, enquanto o esperma quente começava a encher meu intestino em jatos ritmados. — Nenhum homem... nunca... me senti tão completa.

Agatha olhou pra câmera, depois pra mim. Ela sorriu. Um sorriso pequeno, assustado, mas genuíno. Ela colocou a câmera de lado, ainda gravando, e sua mão livre desceu entre suas pernas. Ela estava de vestido curto, sem calcinha também, e seus dedos encontraram sua buceta molhada imediatamente.

— Eu não acredito que tô fazendo isso — ela gemeu, os dedos circulando seu clitóris, os olhos fixos no ponto onde Apolo e eu estávamos unidos. — Eu tô tão molhada, Mel. Tão molhada vendo isso.

— Toca em mim — eu pedi, a voz rouca. — Beija eu, Agatha. Beija eu enquanto ele me enche.

Agatha se inclinou para frente, ainda se masturbando com uma mão, e sua boca encontrou a minha. O beijo foi feroz, desesperado, línguas se encontrando enquanto Apolo pulsava dentro de mim, enchendo meu cu de esperma. Ela gemeu na minha boca, seu gosto a vinho e desejo, e eu senti sua respiração acelerar enquanto ela se tocava mais rápido.

— Eu quero provar — ela sussurrou contra meus lábios, se afastando. — Eu quero provar ele. Em você.

— Faz — eu implorei. — Lambe eu, Agatha. Lambe a porra dele no meu cu.

Agatha se posicionou atrás de mim, seus dedos ainda trabalhando sua buceta, e eu senti sua respiração quente no meu cu arrombado, ainda engatado no nó de Apolo. Ela lambeu primeiro a coxa, subindo devagar, e então sua língua tocou o líquido branco que escorria em volta da entrada onde Apolo e eu estávamos presos.

— Meu Deus... é quente — ela gemeu, e eu senti sua língua lamber o esperma que escorria, lambendo meu cu esticado em volta do nó dele. — É tão denso, Mel. Tão... tão diferente.

— Mais — eu gritei, sentindo o segundo orgasmo subindo. — Chupa ele, Agatha. Chupa o pau dele enquanto ele tá em mim.

Agatha se moveu, posicionando-se debaixo de nós, deitada no tapete manchado de vinho, olhando para cima. Ela abriu a boca e lambeu a base do pau de Apolo, onde o nó me esticava ao máximo, lambendo o esperma que escorria, misturando-se com meus fluidos. Ela chupou o que conseguia alcançar, gemendo, uma mão em seus seios, outra em sua buceta.

— Ele tá pulsando na minha boca — ela ofegou, os lábios vermelhos e brilhantes. — Eu sinto ele gozando, Mel. Sinto os jatos.

— Você é minha — eu gritei, o orgasmo me tomando de novo, vendo minha amiga chupando o cachorro que me possuía, lambendo nossa mistura, se masturbando freneticamente. — Nós duas somos cadelas dele agora.

Agatha não respondeu. Ela estava ocupada demais, seus dedos fazendo ela gozar, a boca cheia do gosto de Apolo e de mim, o corpo se arqueando no tapete enquanto ela gemia e tremia.

Quando o nó finalmente diminuiu e Apolo saiu de mim, com um som molhado e obsceno, Agatha estava lá imediatamente. Ela colocou a boca no meu cu aberto, chupando o esperma que escorria, lambendo minha entrada arrombada, gemendo como uma cadela no cio, uma mão ainda em si mesma, buscando outro orgasmo.

— É tão bom — ela gemeu, o rosto coberto do nosso fluido. — É tão... tão certo.

Eu desabei no tapete ao lado dela, nossos corpos nus se encontrando, nossas bocas se beijando novamente, provando o gosto de Apolo uma na outra.

— Eu quero ajudar — Agatha sussurrou, lambendo meu queixo, meu pescoço. — Eu quero que o Lucas veja isso. Eu quero que ele saiba o que ele perdeu tentando te controlar.

— Você... você topa?

— Topo. Vamos montar o jantar. O jantar de reconciliação. Onde o prato principal é você, sendo servida pelo Apolo.

Eu olhei para ela, para sua boca brilhante, seus olhos vidrados de desejo. O nó dele tinha pulsado dentro de mim, doloroso, perfeito, me preenchendo de calor e esperma, enquanto eu sorria pra Agatha, sabendo que finalmente tinha encontrado alguém que entendia.

Ou que pelo menos topava ver. E provar.

Até a próxima, pessoal. Dessa vez, talvez contando sobre o jantar... se vocês comportarem bem nos comentários ♡

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