O corno pediu pra eu realizar a lista. Parte 1
Eu sou a Camila, 34 anos, casada há nove com o Rogério. Ele não é brocha de corpo. É brocha de coragem. Pau médio, goza rápido, e há dois anos só fica duro se eu contar o que fiz com outro. No começo eu achava doença. Depois vi que era o único jeito da gente transar. Ele senta na cadeira, celular na mão, e eu falo. Se eu não falo, ele não sobe.
A lista foi ideia dele. Escreveu num papel e deixou na mesa, com vergonha de ler em voz alta. Beijo em outro. Boquete. Buceta. Anal. Dupla. Ele filmando. Eu peidando no pau, porque ele viu um vídeo e ficou maluco. Cheiro de bunda suada. Gozada na boca. E, no final da lista, a letra grande: corno de verdade, não de fantasia. Eu li, ri, e falei que se ele quisesse lista, eu riscava item por item. Ele gozou na calça sem encostar em mim.
O primeiro foi na sexta. Colega antigo do trabalho, 41 anos, casado, carro no estacionamento do prédio dele, último piso, seis da tarde. Eu avisei o Rogério. Ele ficou em casa, no telefone, eu com a câmera do meu celular escorada no banco. Não mostrei a cara do macho. Mostrei a minha.
— Rogério tá ouvindo?
— Tá. Pode falar.
— Então fala pra ele que tua boca já tá no meu pau.
Eu falei. Chupei devagar, gosto de sabonete e de pressa, o pau grosso demais pra fechar a mão. O Rogério respirava no viva-voz.
— Tá grande?
— Tá maior que o teu. Tô babando no banco. Quer que eu sente?
— Senta. Filma.
Sentei de frente. A buceta engoliu até a base, o carro balançou, eu gemi no telefone de propósito. O macho segurou minha cintura e não deixou eu ditar o ritmo. Metia de baixo. Eu olhava a lente e falava com o corno.
— Tá ouvindo o barulho? É tua mulher sentando. Não é dedo. É pau.
Gozei rápido, perna tremendo no câmbio. Ele gozou fora, na minha barriga, e eu passei o dedo e mostrei pra câmera. O Rogério gozou em casa, eu ouvi. Quando cheguei, ele estava de joelhos. Não pedi. Ele já estava. Beijou minha coxa, onde tinha secado. Item um e dois riscados. Ele dormiu agarrado na minha bunda como se eu tivesse voltado de viagem.
O anal foi no domingo, motel de beira de pista, ele no quarto, não no telefone. Eu exigi. Se era pra ser corno de verdade, ia ver. O macho era outro, pedreiro, 29 anos, pau mais grosso que comprido. O Rogério sentou na cadeira com o celular. Mão tremendo. Eu de quatro, olhando pra ele.
— Não desvia. Se desviar, eu paro e tu não vê o resto da lista.
O pedreiro cuspiu no cu e empurrou. Doeu. Eu gosto da dor no começo, a ardência, o anel abrindo. Gritei. O Rogério chegou a levantar. Eu mandei sentar.
— Dói e eu quero. Filma o cu abrindo. Tu nunca abriu.
Entrou metade. Eu peidei. Curto, quente, na pica. O pedreiro riu.
— Tua mulher peida no pau e tu filma. É isso?
— É isso — eu respondi, antes do Rogério. — Mete. Ele gosta.
O Rogério balançou a cabeça, vermelho, pau pra fora, sem encostar. O pedreiro meteu até o fim. Cada estocada eu peidava um pouco, cheiro de manhã, sem frescura. Gozei com a cara no colchão, o cu agarrando. Ele gozou dentro. Quando tirou, não fechou na hora. O Rogério filmou o close sem eu mandar. Aí eu soube que a lista era séria.
Em casa, de noite, ele perguntou se eu tinha nojo dele. Eu falei a verdade.
— Não tenho nojo. Tenho tesão de tu não servir e mesmo assim ficar. Se tu chorar e proibir, acaba. Se tu filmar e calar, eu risco o resto.
Ele calou. Beijou o celular como quem beija santo. Patético. Eu dormi molhada.
A dupla eu marquei pra terça, no mesmo motel, horário de almoço, quando não tem família na piscina. Dois amigos dele de obra. Um magro, pau comprido. Um barrigudo, pau grosso. O Rogério no tripé e na mão, duas câmeras, porque tinha medo de acabar bateria. Eu ri nele.
— Prepara equipamento e não prepara pau. Serve.
Eles chegaram cheirando a sol. Eu pedi que cheirassem minha bunda antes, sem banho desde de manhã. O magro estranhou. O barrigudo não. Enfiou a cara, respirou, lambeu o cu. Eu olhei pro Rogério.
— Item do cheiro. Risca. Ele tá lambendo o que tu só filma.
O comprido meteu na boca. O grosso, na buceta, eu de quatro. Depois trocaram. Eu pedi os dois ao mesmo tempo. Sentei no grosso, de costa, e o comprido entrou na boca até eu lacrimejar. O Rogério filmava a bunda descendo.
— Fala, corno.
— Tua mulher tá com dois.
— Fala direito.
— Minha mulher tá sentando em outro e chupando outro. Eu só registro.
O barrigudo gozou no cu, porque eu virei e sentei de novo, pedindo anal no meio. Peidei na entrada, ele meteu mesmo assim. O magro gozou na boca. Eu engoli metade e mostrei o resto na língua, pra câmera. O Rogério não gozou. Eu proibi. Queria ele duro a semana inteira, pensando.
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Na sexta seguinte ele pediu pra repetir a dupla e acrescentar uma coisa que não estava no papel. Queria limpar. Não com a mão. Com a boca. Eu deixei, no banheiro do motel, porta aberta, os dois machos já vestidos, rindo. Ele ajoelhou, lambeu o cu ainda aberto, porra e suor, sem eu forçar a cabeça. Fez porque quis. Levantou com o queixo molhado e filmou o próprio rosto, trêmulo.
— Isso eu não posto. Isso é nosso.
— Posta o que tu aguentar. O resto a gente guarda pro próximo.
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