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Uma mãe compreensiva - Parte 11

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Glória

Comecei contando a minha história em 2019. Eu, Glória, então com 44 anos. Miguel, meu filho, então com 16.
Na última passagem, falei sobre um dia normal da pandemia, no longínquo 2020. Época difícil, de casa cheia e sexo escasso. Não que ocorresse pouco, porque era até frequente, nas minhas escapadas noturnas para o quarto dele, ou em rapidinhas quando o pai estava no banho. Mas uma época em que eu sentia falta de mais. Me recordava de tardes inteiras de sexo com portas abertas e ruídos sem controle, sejam do ranger da cama, sejam dos corpos batendo, sejam dos gemidos.
O tempo passou. 45, 46, 47, 48...49. 16, 17, 18, 19, 20...21. Eu fiquei mais experiente. Seios mais caídos, mas ainda cheios, bonitos na minha visão, e na de Miguel também. A cintura, ainda fina, agora adornava uma leve barriguinha. Nada demais. Eu era uma mulher bonita.
Nesses anos, transamos muito. Em uma frequência altíssima. Sobretudo para um casal improvável que, embora vivesse na mesma casa, não era verdadeiramente um "casal". Eram mãe e filho. E, como se pode imaginar, isso ao mesmo tempo facilita, mas dificulta as coisas.
Com o fim da pandemia, meu marido voltou ao presencial. Miguel terminou o colégio, passou para uma Federal, Engenharia.
De presente pela aprovação, não compramos um carro. Fiz uma viagem com ele, só nós dois. Foi um exercício marcar isso justamente quando meu marido precisava treinar uma equipe, por duas semanas, em Manaus. Ficamos uns 5 dias em Arraial d´Ajuda, pegando um sol maravilhoso, um bangalô, nudismo ocasional em lugares paradisíacos e, claro, sexo...muito sexo. Claro que "lamentei" muito ao meu marido o meu esquecimento de que ele tinha esse compromisso ao comprar o pacote que não admitia cancelamento, com a promessa de que em outro momento faríamos uma viagem nós três. Na praia do espelho, tiramos nossas roupas e mergulhamos por uns 20 minutos completamente nus. Transamos no mar cristalino e após ser esporrada, expeli o semen dele para ser alimentos dos peixes.
Em 2024, Miguel já estava no meio do curso. Terças e Quartas chegava cedo em casa, logo após o estágio. Segundas, quintas e sextas, pauleira. Só chegava quando o pai já estava em casa.
Terças e quartas eram dias maravilhosos. Eu acordava, colocava o café para os meus dois homens. Me despedia deles, tomava meu banho, às vezes me depilava, fazia um skincare. Nos dias quentes, ligava o ar e deitava nua mesmo, após o banho. Em geral deixava um robe à mão e passava o ferrolho na porta. Se, por algum incidente que jamais ocorreu, meu marido chegasse a porta não abriria sem que eu intervisse. Via de regra, recebia Miguel só de robe. Se muito quente, nua mesmo.
Em um dia normal, ele tocou a campainha umas 13h. Estava passando creme no corpo nu. Assim fui até a porta e desfiz o ferrolho. Ele entrou, me beijou na boca, apertando a minha cintura. Largou a mochila no chão e tirou a camisa, atirando-a no sofá.
-Ao menos coloca na máquina, né, Miguel? Não sou sua empregada.
Ele sorriu, pegou, e me beijou de língua, desfazendo meu súbito mau humor. Soltou seu cinto e tirou a calça. Tirou a cueca e roubou minha atenção para aquele pau lindo, que em instantes estaria, como em tantas vezes, dentro de mim. Com as roupas na mão, se aproximou e me encoxou.
-Aonde pensa que vai, mocinho?
-Vou colocar a roupa na máquina. Tomar um banho. Estou suado.
-Hmmm...Tá gostoso...
Por trás dele, encostei meu corpo, besuntado de creme ainda por espalhar, e passeei com meus seios nas suas costas, punhetando ele levemente por trás, com a mão para a frente. Ele deitou a cabeça para trás, no meu ombro e relaxou com o meu cuidado manual.
-Que gostoso, mãe...
-Vamos...Vem para o quarto.
Passei por ele, o peguei pela mão e fomos até o quarto, gelado pelo ar ligado desde a manhã. A cama de casal ainda desfeita era um retrato da noite que eu dormi com o meu marido, dono junto comigo daquela cama.
Deitei, abri as pernas e ofereci a xoxota cheirosa para meu filho, meu homem. Ele me beijou, desceu o rosto e sugou meus bicos, enrijecendo-os. Foi descendo os beijos pela barriguinha e passou a lamber meu monte de vênus. Ajustei as pernas e expus mais o meu sexo, uma buceta aparada, de pelos curtos, formando uma "pista de pouso". Era a depilação que ele vinha pedindo nos últimos tempos. Em regra, eu perguntava como ele queria que eu deixasse. Ele mandava naquele espaço, muito mais usado por ele do que pelo meu marido.
Miguel, então, lambeu minha virilha, o cantinho dela, as penas, e passeou pelos lábios vaginais, como já era um mestre. Ele conhecia cada milimetro da minha xoxota e sabia como cada ponto dela reagia ao toque da ponta da língua. Após 5 anos de sexo, éramos um casal muito entrosado.
-Hmmm...Ahmmmm...Isso...Ahhhmmm...Que tesão do caralho...Não acelera, Miguel...Vai devagar...
A lingua dele era como um chicote. Subia e depois descia com força, estimulando o clitóris tanto na subida quanto na descida. E ele fazia isso com as mãos segurando as minhas coxas, me puxando para sua boca. A mim só estava olhar para aquela cena e gozar.
-Ainnnn, Miguel...Ainnnn, filho...Ainnnn....Ainnnnnnnnnnn...AHHHHHHHHHHHnnnnnnn...AHHHHHHHHHHHHH...Ai, Caralho...Ahhhhhhnnnn...Eu vou gozaaaaarrr....
Apertei o travesseiro atrás de mim e tive um orgasmo. Puxei ele pra cima e encaixei ele em mim, permitindo a entrada inteira daquele pau duríssimo. Cheirei aquele macho suado, me inebriando com o feromônio cultivado por ele na vinda pra casa, no suor, na camisa, no calor. Agarrei as suas costas e o arranhei, entrelaçando as pernas ao redor das suas nádegas. O objetivo: Puxar ele o mais próximo possível, para que ele enfiasse aquela estaca no meu útero, até chegar o mais dentro possível de mim.
-Me fode com força, Miguel.
Ao pedir isso, foi só pancada. Porrada mesmo. Parecia que ele ia me quebrar. As vezes gostava assim, bruto. Minha xota encharcava a cama e o caralho dele. Escorria mel para tudo o que era lugar. Mel da buceta, baba da lambida do Miguel. Eu sentia a cama gelada pela poça que estava embaixo do meu ventre.
Ploc, ploc, ploc, ploc...Tunc, Tunc, Tunc, Tunc...Não sei o que fazia mais barulho, o molhado da buceta invadida pelo pau frenético do meu filho ou a cama batendo violentamente na parede já marcada, que meu marido achava enganosamente que era culpa do sexo quinzenal dele. Sexo aliás que não me fazia mais gozar há anos...Só Miguel me fazia gozar. E como fazia...
-Aiiiii, Caralho...Mete essa porra, Migueeeel...Fode essa buceta com força! F-O-D-E, P-O-R-R-A! Caralho, Miguel...Mete essa porra! Mete...Mete!!! Aiinnhhhhhhh...Ainhhhhhh....AAAAAAAAAAAAAAAhhhhhhhhhhhhh...C-A-R-A-L-H-O!!!! PUTA QUE PARIU! EU VOU GOZAR NOVAMENTE! Mete, Miguel...Porra.
Eu gritava, loucamente, sem qualquer pudor. Eu acho que os vizinhos nunca entenderam. Certamente alguém já havia escutado. E havia escutado os nomes. Sabiam que algo acontecia naquela casa, longe dos olhares do meu marido, a única pessoa que, em tese, poderia fazer aquele barulho comigo.
-Mete...Ainnnn...Ainnnn...Mete...
-Caralho, mãe...Que xoxota apertada gostosa!
-Só pra você...
-De quem é essa xota?
-Sua, meu macho...Só sua...Você é dono dela...do meu cu...do meu tesão...Goza nela...Marca a tua buceta...Marca a tua mulher, Migueeeeel..
Gozei. Miguel ejaculou tudo, me enchendo de porra. Molhando ainda mais a cama, que já estava com uma rodela de líquido de prazer nela.
-Caramba...Vou trocar esse lençol.
-Deixa aí...o pai não vai notar. Daqui a pouco seca.
Troquei o lençol.
-Mãe, terminei com a Luíza.
-Sério? Gostava tanto dela...Era uma menina tão boazinha. E vocês estavam tão bem.
-Pois é...Mas sei lá. Não estava mais tão na vibe dela.
-Como estava o sexo?
-Você sabe. Meio burocrático. Acho que você me acostumou mal...
-Ô, meu menino...Filhinho da mamãe...Mamãe tá te mimando com a xoxotinha dela, é?
Rimos...Deitados nus na cama, conversando amenidades, me senti uma mulher realmente poderosa. Afinal, que mulher de 49 anos faz uma de 19, de peitinhos durinhos, cinturinha de academia, e bumbum de Instagram, comer poeira na cama?

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