A primeira pica nenhuma mulher esquece
Sempre fui muito acanhada, sonhadora e estudiosa. Aos dezesseis anos, nunca tinha tido coragem de me envolver com os rapazes, sentia um desejo enorme de sentir o que minhas amigas mais indiscreta relatavam sentir naquelas conversa de rodas de adolescente. Naquela época, eu já tinha um par de seios bem desenvolvidos e bem formados, cintura fina, bumbum cheinho, cabelos lisos e longos, aparado pouco abaixo da cintura, quando comecei a flertar Sergio um homem que na época tinha vinte e cinco anos, casado, com quem passei a sonhar noite e dia, mas sabia que ter algo com ele, era impossível. Sergio fazia parte da firma em que meu pai trabalhava e morava no mesmo quarteirão que nós morávamos na época. Quase no fim daquele ano, meu pai aceitou uma proposta de trabalho em um Estado distante de onde morávamos até então. Em nossa última sexta feira na cidade, nossos vizinhos organizaram uma festa de despedida na casa da melhor amiga de minha mãe e como não podia ser diferente, Sergio compareceu. A certa altura, quando a maioria dos homens já estavam bem alegrinhos, resolvi tomar um ar fresco e saí para o quintal, não demorou muito e Sergio que até então me tratava muito bem, mas que nunca tinha ido além do beijinho no rosto percebeu o meu afastamento do grupo e me seguiu. Sentei-me em um balanço e logo estava ele ali a meu lado com um ar sério, porém carinhoso me estendendo a mão. Dei a mão para ele e entendi sua intenção, fiquei de pé e fui abraçada como nunca tinha sido antes e recebi meu primeiro beijo na boca, nossa uma delícia sentir aquela língua dentro de minha boca e aquela sensação incrível de ter a língua chupada por aquele homem que era meu príncipe. As mãos de Sergio que inicialmente estavam em minha cintura acabaram durante aquele beijo mágico alisando minhas nádegas, fazendo um arrepio percorrer todo meu corpo. Minha reação ao que estava sentindo foi a de me contorcer como uma cobra, sentindo aquela cacete duro na minha barriga, entreguei-me completamente e quando me dei conta, já estava embaixo de um telheirinho do fundo do quintal quase que sentada em cima da beira de um tanque de lavar roupas, completamente hipnotizada pelo sexo que estava por acontecer pela primeira, ao ver meu sedutor abriu a braguilha de sua calça jeans sacando sua mangueira grossa, comprida e dura como um osso e já desesperada por ter aquela coisa dentro de mim, segurei com força, sentindo o calor da pica e sua pulsação em minha mão, um pouco mais na beira do tanque, tentando levantar a perna, mas o macho estava enlouquecido por me ter em seus braços e já com aquela piroca deliciosa no meio das minhas coxas, sacou meu seio esquerdo, passando a mamar em mim. Com o vestido levantado até minha cintura, senti a cobra procurando minha caverna tentando arrebentar minha calcinha. Naquele desespero, senti o gemido forte de Sergio e seu corpo tremer no exata instante que minhas coxas bem próxima de minha bucetinha ficou toda melecada, entendi que ele acabara de gozar e assustada tive um instante de lucidez e empurrei o comedor podendo ver aquela delícia ainda dura com a cabeça babando. Segurei novamente a piroca hipnotizante enquanto afastava minha calcinha para ser penetrada entregando a aquele macho minha virgindade, mas quando a cabeça da rola encostou na minha rachinha, ouvi o grito da minha mãe que da porta da cozinha da casa que estávamos, gritava meu nome. Assustado Sergio se escondeu atrás de uma pilastra colocando o pau para dentro da calça, baixei meu vestido e tentei me arrumar o melhor possível, caminhei para um local mais iluminado do quintal, quando minha mãe impaciente me comunicou que papai já estava na porta de saída nos esperando. Aqueles minutos em que quase deixei de ser virgem aos dezesseis anos com um homem casado ficaram grados em minha mente, até que aos vinte anos durante um amasso mais envolvente com um "amigo" na volta de um baile, segurei em seu cacete, sentindo o mesmo prazer que senti com Sergio, mas já como adulta, ali mesmo dentro do carro encostado no meio fio de uma rua mal iluminada, chupei pela primeira vez uma rola como uma esfomeada e enquanto me deliciava com aquela segunda piroca, o arrependimento por não ter tido a mesma iniciativa quando novinha aumento meu tesão e ao conhecer o gosto da porra pelo qual sou louca até hoje, fiquei imaginando se a do Sergio teria o mesmo sabor. Apesar da insistência do meu amigo, nunca mais lhe fiz aquele boquete. Meses depois, conheci Arthur, meu marido, passamos a namorar e na mesma noite que lhe fiz o primeiro boquete, recebi as primeiras pinceladas no rego, fazendo-me lembrar daquele tanque e do fundo do quintal onde Sergio por pouco não me deflora. A continuidade do namoro foi quente e durante o noivado, achei que tinha superado o Sergio na noite em que Arthur arrombou meu cuzinho na varanda da minha casa. Meu primeiro anal foi um marco, senti a piroca de Arthur pulsar dentro do meu canal anal, enchendo-o de porra exatamente como a pica de Sergio tinha feito anos atrás quando tentava arrebentar minha calcinha. Na noite de núpcias, pedi a Arthur para ele esfregar a piroca sobre minha racha ainda sobre a calcinha e a partir da segunda calcinha esporrada, dei por encerrada minhas fantasias com Sergio. Mas a mente feminina é mais complexa, o marido que acha que a mulher um dia supera sua primeira quase foda está enganada, pois já com trinta e dois anos, com mais de cinco anos de casada, eu e Arthur encontramos Sergio em uma festa de aniversário de um amigo comum e naquela noite enquanto quicava na rola de meu marido, cometi o erro que toda mulher tem medo de cometer, durante um gozo forte pedi: "Mete com força Sergio, me arromba". Arthur malandro atendeu meu pedido, cabeceou o fundo da minha buceta com vontade e eu gozei como uma puta. Naquela noite, quando já tínhamos voltado a nos alisar Arthur com calma, usando toda a nossa cumplicidade, Arthur me pediu que lhe contasse o meu segredo, o que o fiz e voltamos a meter gostoso e para coroar nossa cama, Arthur com um brilho estranho nos olhos e expressão de tarado, propôs que eu procurasse minha antiga paixão, mas exigiu estar presente na consumação. Após longa conversa em que Arthur me revelou ter a fantasia de me ver com outro homem, concordei. No dia seguinte, já sabendo que Sergio estava separado e onde estava hospedado, liguei para ele e o convidei para ir a minha casa naquela noite. Na hora marcada, abri a porta do apartamento vendo o homem que jamais tinha conseguido esquecer, fechei a porta e sob o olhar de meu marido, beijei o macho que certamente entendeu a situação de imediato e correspondeu a meu beijo. Não nos demos ao trabalho de beber o vinho que estava preparado e nem comer os frios que estavam sobre a mesa de centro e passamos a nos alisar. Segurei naquela piroca inesquecível, gemendo como uma puta. Para surpresa de Sergio, não o arrastei para a suíte, eu o levei para área de serviço, levantei meu vestido até a cintura, sentei na beira do tanque e levantei as pernas, de caso pensado estava usando uma calcinha fininha, pedi para Sergio arrebenta-la com o cacete. Nossa, ao sentir o tecido da calcinha ser rompido foi como estivesse perdendo o cabaço novamente, engoli a piroca de Sergio todinha com minha buceta e em poucos movimentos gozamos juntinhos sendo filmados por meu marido cuja cara de prazer potencializou minha tara e levei os dois para a suíte, lá completamente transtornada assim como meu primeiro homem e meu marido, nos deitamos na cama e tive minha primeira dupla penetração, que mudou completamente minha vida mas que apesar de todas as picas que conheci de lá para cá, a do Sergio sempre terá um lugar especial na minha mente.
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Comentários (1)
Auxiliador: Muito bom seu conto, se quiser trocar algumas ideias pode me chamar.
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