Comendo minha tia grávida
Depois de ajudar minha tia com seus peitos vazando leite, não deu outra, ela tava doidinha por uma companhia aquela noite
Não sei o que acontece com as mulheres grávidas, dizem que elas ficam doidas por sexo, e quando vai chegando o final da gravidez elas parecem ficar ainda mais doidas por um pau. Se isso foi o que aconteceu com a tia Clara, acho que eu tive sorte de estar por perto, e na hora certa virar um tipo de consolo por ela tá sozinha, sem homem, e com um tesão incrível que ela precisava extravasar.
Com a mão tapando a minha boca, pra não acordar a minha mãe, ela me puxou pro quarto. Então, na sua cama ela me abraçou, de novo com sua boca colada na minha. Nossa, ela tinha um cheiro maravilhoso, misturado àquele cheiro do seu peito vazando leite, que só aumentava o meu tesão. De joelhos na cama, ela tirou a camiseta, revelando mais uma vez aqueles peitões enormes. Depois baixou a calça do pijama, descendo junto a calcinha e mostrando a buceta cheia de pêlos, que eu pude sentir que tava molhadinha.
Cara, quando eu meti o dedo todinho lá dentro, parecia que era exatamente o que ela precisava, porque ela começou a gemer baixinho e ded repente tava usando a minha mão pra se masturbar, se foder com o meu dedo. Depois eu enfiei mais um e ela soltou um suspiro, enquanto chupava a minha língua.
Ela sorria pra mim de um jeito safado, tocando de leve no meu pau por sobre a calça jeans e tentando me ajudar com o cinto. Depois puxou a minha camiseta pela cabeça, me deixando peladinho e sem largar o meu pau. Eu sentia a barrigona dela pressionando contra mim. E os peitos vazando leite me deram de novo vontade de cair de boca e mamar mais um pouco. Era uma delícia chupar os mamilos durinhos delas, e eu não me cansava de beber o seu leite.
Eu sentia desejos que jamais imaginei serem possíveis, especialmente sendo minha própria tia, e ainda por cima grávida. O pior é que o fato dela estar grávida, e todo esse tabu me deixava ainda mais excitado. Na verdade, eu estava começando a sentir aquele tipo de euforia que só sentia quando era adolescente e estava apaixonado.
Os peitos dela eram tão grandes que eu conseguia ver as curvas em meia-lua de cada lado. Eu devia estar sonhando, ali pelado na sua cama, enquanto ela me tocava sem qualquer inibição. Seus seios estavam enormes e inchados de leite, com mamilos grandes e bem pronunciados, e sua barriga parecia uma lua cheia. Sua vulva também estava inchada. Acho que já fazia algum tempo que ela não se depilava... mais ou menos oito meses, e isso deixava a sua buceta coberta de pêlos. O que dava pra ver era só o seu grelo, que tava bem durinho, e os lábios dela, bem carnudos, tavam avermelhados, de tanto ela se masturbar com o meu dedo.
Pelo que me lembro, a tia Clara sempre foi gostosa, mas acho que a gravidez deixou ela ainda mais deslumbrante. Era por isso que seu cabelo brilhava. Era por isso que sua pele parecia tão macia e gostosa de tocar. E também devia ser por isso que ela tinha aquele olhar enigmático, cúmplice e sedutor que havia me atraído desde o início aquela noite — imagino que ela estava arriscando tudo ao fazer aquilo. O fato de ela ser do meu próprio sangue tornava toda aquela combinação de gravidez e incesto ainda mais proibida — sem contar que minha mãe, sua irmã, dormia logo ali no quarto ao lado.
"Faz uma coisa pra titia, faz, querido!", ela sussurrou no meu ouvido.
"O que você quiser, tia!", levei um tempo pra recuperar a voz. "É só dizer."
Ela continuou abraçada comigo por um instante, juntando a sua nudez com a minha e se abrindo como talvez há muito tempo não se abria com alguém sobre o que sentia.
"Não estou feliz com meu marido já algum tempo. A gente não estava se entendendo e eu já desconfiava que ele me traía. Foi por isso que vim pra cá. Eu queria ficar sozinha por um tempo", ela fez uma pausa e me olhou nos olhos. "Mas já não tô mais aguentando... E você é tão gostoso... Eu sei que é errado, e tudo mais, além disso tem a sua mãe... Mas eu quero muito isso... e acho que você também quer, não é?"
"Claro que quero!", eu disse, sentindo um leve nó na garganta.
"Então me faz uma coisinha... Já faz um tempo que não fazem isso pra mim!", ela se deitou de costas, abrindo bem as pernas.
"Quero que você me satisfaça. Quero que você me coma com vontade. Faz anos que nenhum homem me chupa."
Eu então me deitei, metendo a cara no meio das pernas dela. E quando abri os seus lábios, com os polegares de cada lado, aquele cheiro me deixou arrepiado. Era o cheiro do seu sexo, implorando pra ser chupado e lambido...
Bem diante de mim estava a sua vulva lisa e avermelhada, os lábios inchados pela gravidez, sua buceta inundada pelo cheiro de seus fluidos.
Abrindo bem, eu enterrei o rosto na buceta dela, como se estivesse me fartando com uma melancia, lambendo o mais fundo que podia.
"Ai, é aí mesmo! Continua me lambendo."
O primeiro contato com seus fluidos me fez perder o fôlego, enquanto lambia o seu grelo e penetrava o seu canal vaginal o máximo que podia com a língua. Ela gemia baixinho e se contorcia toda, com a mão na minha cabeça, passando os dedos por entre o meu cabelo.
O quarto todo começava a ficar impregnado com o aroma dela, com o cheiro de gravidez e incesto. Eu estava começando a perder a noção do tempo. Segurando as coxas dela, eu chupava a sua buceta com vontade, enquanto ouvia ela gemer, com o travesseiro na cara pra não fazer barulho.
Logo em seguida, senti o corpo dela se contrair e ela soltou um gemido abafado. Ela gozou. Nem acredito que fiz minha tia gozar, só de chupar a sua buceta. Fui então lhe proporcionando um orgasmo atrás do outro, ao mesmo tempo me alimentando com seus fluidos. A barriga dela ficou dura como pedra e temi que ela fosse dar à luz ali mesmo, na cama. Senti seu orgasmo trêmulo mais uma vez e ela suspirou, segurando a minha cabeça com força e mantendo entre as suas pernas.
"Isso, amor, continua ! Assim mesmo!", a sua voz me chegava bem distante, no meio do meu êxtase incestuoso.
Eu já estava encharcado de suor e meu rosto estava coberto pelos fluidos dela. Nossa, ela parecia insaciável, se contorcendo e gemendo, a essa altura mordendo o travesseiro. Eu estava aproveitando cada momento daquilo, e comecei a foder a sua buceta com o dedo, enquanto lambia o seu clitóris.
Até que, depois de um último e intenso orgasmo, ela parecia ter perdido as forças, apenas gemendo e suspirando ali estirada na cama, meio exausta.
"Tem certeza que nunca provou uma buceta antes, menino?", ela acariciava o meu rosto.
"Só uns amassos uma vez."
"Bem, acho que merece uma coisinha também", ela sussurrou, ainda meio ofegante. "Por que não vem aqui e deixa eu ver esse seu pau mais de perto?"
Eu levantei e fiquei de joelhos ao lado dela na cama, com meu pau duro apontando pro seu rosto. Ela o segurou e não largou mais, olhando de perto enquanto acariciava o meu saco.
"Você tem um pau lindo, meu amor."
"Ele é todo seu, tia."
"Olha que eu posso me acostumar com isso toda noite", ela sorria, olhando por um instante nos meus olhos, enquanto me masturbava.
"A gente pode fazer isso sempre que você quiser."
"Nossa, o hominho da titia! Vem cá, vem", ela me puxou pelo pau. "Você fode gostoso com a línua... agora fode a minha boca..."
Se ajeitando no travesseiro, pra ficar mais alta, ela segurava o meu pau, me fazendo ficar de joelhos, com cada perna em volta do seu rosto. E ali sobre ela, eu podia sentir o meu pau começar a pulsar na sua mão, só de imaginar o que ela pretendia.
Ela deu uma lambida longa e lasciva na cabeça do meu pau, e acho que tava muito querendo fazer aquilo, porque tava salivando de tanto tesão. Com a língua estendida, ela ela passava por toda a extensão do meu pau. A saliva escorria do queixo dela num fio brilhante que terminava na cabeça do meu pau, enquanto ela levantava os olhos, me olhando com aquela cara de safada.
Então ela bateu meu pau contra a bochecha, sorrindo pra mim. Gemendo, eu tentava controlar a vontade de gozar bem na cara dela. Então deixei ela brincar com meu pau, imaginando que se ela o metesse na boca, aí eu não aguentaria mesmo.
Depois de examinar... e lamber cada centímetro do meu pau, ela deslizou a língua até os meus testículos, me deixando todo arrepiado. Ela apertou minhas nádegas enquanto abria bem a boca e forçava meu pau garganta adentro. Sua respiração quente deixava meu pau ainda mais duro, até que eu já podia sentir meus pentelhos roçarem no seu rosto.
"Porra!" Tentei não gritar enquanto observava, maravilhado, minha própria tia me chupando como uma estrela pornô.
Soltei um gemido ao vê-la passar a língua na cabeça roxa do meu pau, chupando-o como se quisesse há muito tempo fazer isso... mesmo que fosse o pau de um garoto... e mesmo que fosse do próprio sobrinho.
Mas, como ela disse, o que o seu tesão precisava agora era de um pau fodendo a sua garganta... e foi o que eu fiz.
Apoiado na cabeceira da cama, eu comecei a meter nela, fodendo a sua boca como uma buceta. Ao mesmo tempo, podia sentir o seu dedo roçar no meu cu, me puxando ainda mais forte e adorando cada estocada que eu dava.
Ela deu um sobressalto e abocanhou meu pau com força, causando-me uma onda de excitação com sua respiração quente. Então voltou a me chupar enquanto acariciava a minha bunda. Ela empurrava a minha bunda contra o seu rosto, enquanto eu continuava a foder a sua boca, do jeito que ela pediu.
A tia Clara brincou comigo de todas as formas, me provocando com o dedo midinho no meu cu, me levando bem ao limite da ejaculação, pra depois deixar a sensação recuar. Chegou um ponto em que meus testículos começaram a doer e eu sentia que poderia explodir a qualquer momento, mas não queria que isso acontecesse. Eu queria que aquela noite durasse o máximo possível.
"Acho que já tá no ponto, querido... Tenho um outro lugar pra você meter...", ela disse, meio ofegante.
"Mas e o bebê?", perguntei, temendo machucá-la. "Não é perigoso?"
"Meu corpo aguenta", ela disse, com uma risadinha suave.
Então, ela se levantou e antes que eu percebesse, num movimento só ela passou a perna em volta de mim, e manejou montar sobre o meu corpo. Ela olhava pra baixo com aqueles olhos grandes e cheios de tesão, enquanto seus seios enormes subiam e desciam. Meu pau estava totalmente ereto diante da barriga quente dela, roçando e pulsando contra ela. O cabelo caía sobre o ombro dela, suado e levemente despenteado, mas ela me lembrava uma deusa.
"Quero que você me foda", ela sussurrou. "É o que eu quero essa noite: compartilhar meu corpo e meu bebê com você."
Tentei me ajeitar na cama, sentindo o coração bater forte no peito. Então, ela segurou o meu pau, que estava duro como pedra, e se posicionou exatamente sobre ele. Ela esfregou a cabeça do meu pau para frente e para trás entre os lábios da sua buceta até que estivesse totalmente lubrificado com o seu próprio fluido.
"Você quer conhecer o meu bebê?", ela me provocou: "Não me diga que você não quer conhecer o seu priminho."
Com uma agilidade que me surpreendia, ela estava de joelhos sobre mim. Até que, segurando o meu pau, ela foi guiando entre as pernas, descendo lentamente sobre mim e fazendo sumir no meio dos pêlos da sua buceta, que o devorou inteiro.
Senti meu pau ser engolido por um mundo novo e úmido, e soube que estava no paraíso. Ela se inclinou para frente, fazendo com que os mamilos tocassem o meu peito. Finalmente, eu estava completamente dentro dela, e parecia que o mundo inteiro havia parado.
Estendi as mãos e segurei os seios dela, sentindo os mamilos rígidos roçarem nas minhas palmas. Depois, deslizei as mãos pela barriga dela, surpreso com a firmeza e a tensão da pele. O fato de haver outra vida crescendo dentro dela era incrivelmente erótico, e foi o meu primeiro contato com o meu priminho.
Sem querer machucá-la, eu apenas a segurava, sem conseguir conter o seu ímpeto de cavalgar o meu pau cada vez com mais intensidade.
Ela se ergueu e depois se impulsionou para baixo, fazendo meu pau afundar ainda mais nela. E mesmo com a minha inexperiência, ela parecia saber muito bem o que queria de mim, sorrindo apoiada no meu peito. Ela então começou a se mover para cima e para baixo. Seus seios balançavam enquanto ela cavalgava.
A cada movimento, ela soltava grunhidos baixos e fazia expressões faciais intensas. Sem diminuir o ritmo, ela me fodeu com ainda mais força, esfregando sua buceta úmida no meu pau tomada de um tesão que só me excitava ainda mais. Àquela altura ela já suava, seu sor lhe escorrendo da testa, descendo pelos peitos até a barriga.
Eu já estava nas últimas, e acho que não aguentaria mais por muito tempo. Como se lesse minha mente, a tria Clara se inclinou em minha direção e soltou um som de prazer, uma espécie de fungada, no meu ouvido. De repente, do nada, senti o bebê dela chutar e se mexer contra o meu pau. Aquele foi o momento decisivo. Por uma fração de segundos, me senti nas nuvens e, como uma represa que se rompe, senti o primeiro jato de porra explodir dentro do útero dela.
Ela soltou um gemido agudo enquanto eu gozava violentamente; numa série de ejaculações, eu gozei uma, duas, várias vezes. Logo, uma poça de esperma escorria por nós dois. Atordoado, levei as mãos aos seios dela e os apertei juntos, sentindo que ainda jorrava mais esperma dentro dela. Foi a sensação mais incrível que eu já experimentei.
"Mm, meu Deus, você não para de gozar, hein?", ela gemeu, brincando com o esperma que escorria pela barriga e lambendo-o dos dedos. "Vai acabar me dando gêmeos."
Eu estava em outro mundo, ainda meio atordoado. Observei enquanto ela se afastava de cima de mim. Mais fluido escorria da buceta dela como uma torneira com defeito, e ela estava completamente encharcada de suor. Ela desabou de costas, respirando fundo.
Depois, ela me arrastou pro banheiro, onde se meteu debaixo da água morna do chuveiro. Mas acho que ainda não estava totalmente saciada, porque ela logo se virou de costas, me oferecendo o rabão. Então, ela abriu as pernas, apoiada na parede de azulejos, esperando o que eu já sabia.
Senti outra onda de desejo sexual surgir dentro de mim e só podia extravasar
aquilo do jeito que ela me pediu. Olhei pra sua bundona e abri o máximo que pude, pra ir enfiando meu pau atrás dela
Me posicione entre suas pernas escancaradas e enfiei meu pau no cu dela, que estava bem fechadinho. Os olhos dá tia Clara se arregalaram quando ela se virou pra mim, soltando um longo suspiro e se firmando enquanto eu empurrava meu pau mais fundo dentro dela. Não demorou muito pra eu estar totalmente dentro daquele cu apertado, e começar a meter com força.
"Ai, meu Deus!" ela gemeu, arqueando as costas.
Tapei a boca dela, com medo da minha mãe acordar, mas continuei a fodê-la. Era uma posição meio desajeitada para transar com uma grávida, de pé no chuveiro e metendo no cu, mas valia o esforço. Ela gemia de prazer enquanto meu pau penetrava mais fundo. Comecei a fodê-la com mais força e grunhia a cada estocada. Num êxtase intenso, ela gritou contra a minha mão, contorcendo-se e adorando cada ritmo. Segurei-a firme e continuei empurrando mais fundo no cu dela, sentindo que estava perto de gozar de novo.
Continuei fodendo ela, sentindo meus testículos baterem na sua bunda. Puxei meu pau quase todo pra fora e depois o enfiei de novo, como se estivesse possuído. Ela então explodiu num orgasmo intenso e, em vez de gritar, começou a ofegar, suspirando no ritmo das estocadas. O cu dela se contraiu, dando aquele toque final de estimulação de que eu precisava.
Sentindo a inevitável onda me subir pela espinha, eu ejaculei um longo jato de porra dentro dela. Depois, tirei meu pau e continuei a gozar nas costas dela, vendo minha porra escorrer pela sua bunda. Até que ela se virou e veio me beijar, se recobrando e ainda meio ofegante.
Abraçados debaixo da água morna, nós ficamos ali por um instante, curtindo aquela súbita intimidade entre nós. Podia sentir meu pau roçar na sua buceta, entre as suas pernas. E acho que mais um pouco e já estaria pronto pra meter nela de novo. Mas minha mãe podia acordar a qualquer momento, ouvindo o barulho do chuveiro. Então nos secamos e fui de novo acompahá-la até a porta do seu quarto, onde lhe dei um beijo de boa-noite e sussurrei que sempre que ela quisesse, eu estaria ali, bem no quarto ao lado.
Continua...
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Comentários (3)
Fyt: Pelo q sei, leite materno, surge após o parto e nao antes
Responder↴ • uid:1dr0vm5l5lyxGostosa: Antes também os meu peitos de leite eram chapados pelo meu vizinho assim que meu esposo saia pra trabalhar
• uid:5kbya6sj3goTaludo tuga: Que tesão
• uid:2o4bq4r499