Sou a princesinha de papai e de seus amigos
Quem leu primeiro relato sabe que sou a Bruna, 26 .Foi com papai e seus amigos que aprendi a sentir o prazer de ser mulher
Quem leu primeiro relato sabe que Sou a Bruna, 26 anos, enfermeira, meu pai e seus amigos, me chamam a princesinha do Guaraja, hoje vou contar como dei para Juvenal.
Meus desejos eram claros e papai aceitou e foi meu primeiro homem, aos 15 anos eu não curtia moleque, namoradinho que só queria boquete ou transa rápida sem dar prazer.
Te´hoje só gosto de homem maduro, que sabe onde tocar.
Era dia de churrasco. A noite com meu pai tinha me deixado exausta, quando acordei, o sol já estava castigando e o cheiro de carvão dominava o quintal.
Saí com a canga amarrada no limite. O silêncio foi imediato; os olhares subiram e desceram, maliciosos.
— A princesa chegou! — gritou o Paulo. — Vai pegar um solzinho no peito pra ver se bronzeia?
Me aproximei dele e dei um selinho, o que deixou o Adolfo e o Juvenal com ciúmes. “E a gente não merece?”,
— Primeiro o papai — disse, dando um selinho gostoso nele, que o fez rir,
Depois, dei um beijo rápido nos outros e caminhei até a piscina, sentindo cada olho grudado no meu corpo. Parei na beira da água e chamei, com a voz aveludada:
— Juvenal... me ajuda aqui?
Quando entreguei o protetor solar na mão dele, sussurrei: “Espalhe bem”. Ele se ajoelhou, deslizando as mãos pelas minhas coxas com uma lentidão torturante, subindo até a minha xaninha. Gemi baixo quando senti os dedos dele explorando meus lábios. Ele subiu para os seios, sugando meus mamilos com força, me deixando mole.
Virei de costas, sentindo o calor do corpo dele colado no meu. Juvenal não brincou; começou a massagear minhas nádegas com firmeza, moldando a carne. Quando a mão dele deslizou e tocou meu cuzinho, eu quase desarmei. “Aí também precisa, né?”, provoquei com um sorriso malicioso. Ele não respondeu com palavras; baixou a cabeça e lambeu a fresta com vontade, me fazendo dar um gritinho de prazer. Nunca tinha sido lambida ali, nem o papai tinha ousado mexer naquela parte. Me virei devagar, com os olhos famintos, e abri as pernas, entregando minha boceta de bandeja. “Aqui... faz aqui”, pedi, jogando a cabeça para trás.
Ele mergulhou o rosto ali, a respiração quente queimando minha pele. A língua úmida explorou cada canto da minha xaninha até encontrar o meu clitóris; ele segurou o gordinho entre os lábios e começou a sugar com força. Eu perdi o chão. Meu corpo começou a convulsionar em ondas elétricas, as pernas tremendo sem parar. Cravei os dedos no cabelo dele, puxando a cabeça dele contra mim enquanto gritava: “Ahhh... Juvenal!”. Foi um orgasmo violento, visceral, que me deixou espalmada na hora. Quando recuperei o fôlego, sussurrei: “Você me deixou de rastros”. Juvenal sorriu, vitorioso. O Pedro ainda perguntou se “a idade não tinha pesado”, mas o Juvenal me puxou para um abraço possessivo, provando para todo mundo que aquele coroa ainda sabia exatamente como dar pazer a uma princesinha.
O churrasco seguia no pique, a galera toda animada e aquela resenha clássica de dia de jogo. O clima estava fervendo porque o Palmeiras ia entrar em campo. Quando chegou a hora, foi todo mundo em bando para a sala, doidos para ligar a TV.
Era uma zona: a turma gritando, cerveja gelada na mão. Mas eu não estava nem aí para o placar. Enquanto todo mundo se amontoava, segurei a mão do Juvenal com firmeza, travando a passagem dele para a sala.
Ele olhou para trás, meio perdido, mas com aquele brilho de desejo ainda aceso nos olhos. Cheguei pertinho do ouvido dele e sussurrei, com a voz bem baixa e provocante:
— Quer ver o jogo... ou quer provar?
Sem dar tempo de ele pensar, puxei ele pela mão. Tirei ele daquela confusão e o guiei rapidinho para longe dos olhares da galera. Fui direto para o quarto do meu pai.
Lá dentro, sem hesitar, deixei a canga cair. Ela deslizou pelo meu corpo e ficou no chão, me deixando completamente nuazinha diante dele. O Juvenal soltou um gemido baixo; os olhos dele devoravam cada curva minha, e a respiração começou a ficar pesada, curta.
Eu não quis esperar. Com um sorriso malicioso, me ajoelhei e comecei a baixar a bermuda dele. Quando a “vara” saltou, dura e pulsante, senti um frio na barriga de pura excitação. Segurei aquele membro firme, sentindo a pulsação do sangue, e comecei a chupar lentamente.
Queria sentir tudo. Comecei a provocá-lo com a língua, sentindo o gosto dele, enquanto ouvia aqueles gemidos de agonia e prazer escapando da garganta dele.
— Meu Deus, Bruninha... você vai me matar! — ele bufou, jogando a cabeça para trás.
Quando senti que ele estava no limite, fiz ele deitar. Num movimento ágil e decidido, eu me posicionei sobre ele. Montei no Juvenal e comecei a cavalgar, sentindo todo o meu poder naquela posição. Olhei bem fundo nos olhos dele e sussurrei:
— Me mostra agora… vai… Juvenal… sou sua!
Mas a real é que, naquele momento, quem mandava era eu. Uma garotinha de 15 anos decidindo exatamente como seria o destino daquela foda. Comecei devagar, quase torturante. Subia e descia com calma, sentindo cada milímetro dele preencher meu corpo, deslizando na pele quente e úmida.
Eu via a cara do Juvenal se transformando; ele estava entregue, com os olhos semiabertos, completamente rendido ao meu ritmo. Ele vibrava sob mim, esperando o próximo movimento. E quando vi que ele não aguentava mais a lentidão, eu mudei o jogo.
Acelerei.
O ritmo ficou intenso, visceral. Comecei a subir e descer com força, transformando tudo numa coisa frenética. Sentia cada estocada, o prazer subindo como uma onda elétrica por toda a minha coluna. Meus seios balançavam, a pele queimava de calor e o som da nossa carne se chocando ecoava pelo quarto.
Eu comandava a velocidade. Mergulhava fundo, sentindo-o pulsar dentro de mim, enquanto ele agarrava minha cintura com força, cravando os dedos na minha pele, tentando me puxar ainda mais para perto. Era um jogo de entrega total, um ritmo alucinante.
Eu me ajeitei sobre ele, sentindo a “vara” deslizar lentamente, fugindo da minha buceta que ainda pulsava, contraindo-se em ondas de um prazer que se recusava a ir embora. Apoiei meu rosto no peito dele e o beijei carinhosamente, um beijo doce de quem estava completamente satisfeita.
— Amei... amei demais... — sussurrei, com a voz ainda trêmula. — Você me fez gozar como nunca, Juvenal.
Dei uma risadinha maliciosa, sentindo o corpo dele relaxado sob o meu.
— Agora eles vão saber que você ainda aguenta bem uma garota... — provoquei, lembrando da plateia lá fora na sala.
Juvenal soltou um riso anasalado, um sorriso cansado mas vitorioso. Ele ainda estava recuperando o fôlego, com o corpo pesado como chumbo. Não conseguiu dizer nada; apenas me envolveu em um abraço apertado, me puxando para perto de si enquanto recuperava as energias,. Vi em sua cara a satisfaçao e orgulho de me ter dado prazer.
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Comentários (3)
Julinha: Já beijei de língua todos os amigos do meu pai. Mas transar mesmo foi com poucos
Responder↴ • uid:1d48xfuc5l1kJoe: Conra pea gente
• uid:7xbz1xspv3Bom: Conta mais. Teve suruba?
Responder↴ • uid:1dkon52jk7hg