Sou pai do filho do meu melhor amigo
O Pedrão e eu ( Paulão ) crescemos juntos, jogamos muito basquete e vôlei, somo negros, tínhamos corpos atléticos, hoje tento mantê-lo, com 18 anos eu tinha 1.90 cm e ele 1.92, segundo diziam de costas parecíamos irmãos gêmeos, a vida segue para cada um, fui morar, trabalhar e estudar em uma cidade e ele em outras, sempre mantivemos contato por telefone ou vistas, fui padrinho de seu casamento.
Fazia uns dois anos, desde seu casamento, não nos víamos e ele me ligou para vista-los, justificando que fazia tempo que não nos víamos, como tinha férias vencida, fui visitá-lo.
Com aquele abraço forte que sempre tivemos ele me recebeu na porta de seu apartamento, me levou para o quarto de hóspedes e começamos a conversar, percebi que aquela alegria que ele tinha, já não era a mesma, fiquei pensando o que poderia estar acontecendo, me ofereceu uma cerveja, tomamos e depois outra, disse que estava cansado, tinha chegado um pouco antes de mim do trabalho, trabalhava em uma grande empresa como engenheiro de segurança no trabalho, logo a Mari, sua esposa chegou, negra também rosto marcante, 1.76, corpo bem distribuído, disse que estava muito contente em eu ter vindo, o Pedrão sempre fala de você, jantamos, logo eles foram dormir, teriam que trabalhar no outro dia, quando acordei tinha um recado par ficar á vontade e outras recomendações, nos outros dias, depois que ela chegava, saíamos para jantar fora, aí o turno dele mudou, passaria a entrar às 19 horas, pensei vai ficar estranho ele sair para trabalhar e eu ficar com sua esposa, sei que ele confia em mim.
Dois dias, me acostumei, minha conversa com a Mari, sempre girava sobre como era nossas vidas na nossa cidade, até que numa noite depois do jantar, ajudei-a a limpar a cozinha, faltava meia garrafa de vinho, nos sentamos na cozinha para terminá-la, criei coragem e perguntei o que estava acontecendo com o Pedrão, pois tentei entrar no assunto e ele desviou.
Olhei para ela, ela meio chorosa disse, faz um ano e meio que estamos passando por uma situação complicada, já tentamos de tudo e não tem jeito, ele não pode ter filhos, pedi desculpas por ter entrado em um assunto íntimo, ela disse tudo bem, fico preocupada com ele, de entrar em depressão ou.... não pense assim Mari, o Pedrão pelo que eu o conheço, nunca faria besteira, adotar? Nunca pensaram?
Ele não quer. Inseminação? Os espermas são pouco e morrem logo.
Um doador? Nem pensar, ele é uma pessoa muito boa, mas, quando põe algo na cabeça, ah! Você o conhece.
Mari, e se eu conversar com ele?
Não, por favor não, se ele não tocou no assunto, deixe como está.
Fico pensando como poderia aliviar essa tensão dele...
Só faça companhia, riam, joguem barquete como tem feito, como ele estava, com você aqui, ele está um pouco mais solto, fomos dormir, demorei pegar no sono.
O dia passou tranquilo, foi trabalhar, jantamos, limpamos a cozinha, conversamos um pouco e fui para o banheiro e depois, para o quarto.
Estava ainda de luz acesa preocupado com o Pedrão, quando a Mari bate na porta e pergunta se pode entrar, estava só de cueca e me cobri com o lençol, ela estava de camisola creme, até os joelhos e decotada, entrou e sentou na ponta da cama me olhou bem e disse, quando você falou como poderia ajudá-lo, fiquei pensando como, meio sem jeito, cabeça meio baixa, voz baixa, disse, dando um filho para ele, gelei, trair meu melhor amigo?
Oh! Mari, não me peça isso, trair meu amigo?
É por uma boa causa, você não está traindo-o, está ajudando-o.
Ele vai saber, e nunca mais falará comigo, não posso perder essa amizade, não posso...
E se foi ele que propôs? Vocês tem o mesmo porte físico...
O Pedrão está louco aceitando isso...
Ele não vê como traição, ele sairia dessa preocupação.
É para mim doar meu esperma?
Sim, de modo natural.
Ai, ai, não sei o que pensar.
Pense em estar fazendo um favor ao seu amigo, você sabe que trabalho em uma clínica de fertilização e nesses dias estou nos dias férteis, vamos tentar Paulão, é apenas um ato sexual de acasalamento, você me ajuda a me preparar fazemos a penetração e pronto.
Fiquei quieto.
Se passar esses dias, só no mês que vem, esticou o braço e pegou na minha mão, nos ajude, é a última tentativa, vamos.
Bom, você é que vai comandar está bom?
Ela se levantou tirou a camisola, a calcinha e se sentou mais perto de mim, puxou o lençol, tirei minha cueca e meu pau, estava meia bomba, ela começou a acaricia-lo e logo ele foi ficando duro, deu umas punhetadas, pegou na minha não e levou-a até sua buceta, e forçou-a a passar a mão nela, fiquei passando, chegou mais perto de mim e me ofereceu seus seios meio sem jeito comecei a mamá-los, ela gemia, apertava mais minha mão sua buceta, pediu para eu me afastar mais um pouco e ela se deitou do meu lado, ficando mais alta para que eu mamar seus peitos e massagear sua buceta, ela gemia, gemia, e eu mamava e massageava, ela me olhou e disse estou pronta, sai mais um pouco ela se deitou de barriga para cima, pegou o travesseiro, colocou embaixo de sua bunda para ficar com o corpo mais alto, abriu as pernas, aquela coisa linda apareceu, fui penetrando bem devagar, ela se contorcia e gemia, comecei meu ir e vir, lentamente, quando senti que ela estava para gozar devido aos gemidos, apressei e aumentei a velocidade e ela gemendo e se contorcendo, gozamos, continuei, ela se acalmou e pediu par ficarmos assim por um tempo, percebi que meu pau ia sair corri para o banheiro, me lavei e quando voltei para o quarto, ela continuava do mesmo jeito, agora coberta com o lençol, apaguei aluz do quarto, vesti minha cueca e fui para a sala, pensando, como encarar o Pedrão, ela saiu do quarto depois de um tempo e fui dormir, passamos o dia bem normal, depois do jantar só nós dois na cozinha, ela pegou minha mão e disse, podemos voltar a fazer o mesmo de ontem, só que com outra posição, para garantir a fecundação, será no nosso quarto, demos um jeito na cozinha e estava indo para o banheiro e ele me pediu uma meia hora para que eu fosse ao seu quarto.
Fui para o quarto, ela estava apenas com um lençol cobrindo seu corpo, tinha deixado um espaço para mim, tirei minha cueca, ela tirou o lençol, meu pau estava meia bomba e pegou e começou a acaricia-lo, logo ele reagiu, ofereceu seus seios para mamá-los, pegou na minha e colocou-a entre as pernas, comecei a massagear sua buceta e mamar seus seios, ela gemia e se contorcia e apertava meu pau, mamava hora um seio ora outro, e massageava mais sua buceta, com gemido e se contorcendo, ela se separou, pegou um travesseiro e virou se deitou de costas para mim, ficando com a bunda bem mais alta, disse, vem, estou pronta, me posicionei e fui guiando meu pau até a entrada de sua buceta, quando dei a primeira forçada ela gemeu, fui penetrando devagar ela gemendo, quando vi que estava tudo dentro, ela ergueu mais sua bunda para sentir bem meu pau e comecei a bombar, devagar e ela gemendo e se erguendo, aumentei a velocidade e ela gemia e se erguia, entramos em uma sincronia e entre gemidos e ais, ais, gozamos juntos, continuei até perceber que meu já estava mole, deixei-o, até ele sair, ela me passou uma toalhinha, me limpei, peguei minha cueca e fui dormir.
Fiquei mais dois dias, tudo correu normal.
Passado quase dois meses o Pedrão me liga todo contente, me informando que seria pai e eu seria o padrinho.
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Comentários (2)
Nathalia (NATY): Realmente , você poderia ter se aproveitado mais da situação , pelo conto , ela queria só engravidar , mas quando o tesão aflora , não tem como manter o controle e com certeza ela também não conseguiria se opor as suas investidas .
Responder↴ • uid:w733w2qjJb: Você perdeu a oportunidade de fodê-la de verdade, Você só procriou kkkkkk Cara se isso tivesse acontecido comigo, essa mulher tinha gozado com minha pica na boca dela, com meu pau no cuzinho dela, com minha boca na bucetinha dela e gozaria gemendo com minha rola socada na buceta dela... Continua gostei...
Responder↴ • uid:4adeq533oi9