Clube gay em Madrid (orgia)
Fui passar um mês em Madrid por conta da empresa. Durante uma saída à noite para ir beber um copo, entrei num bar ao acaso e qual não foi a minha surpresa.
Era quarta feira, quando sou chamado ao escritório do director e não estava nada à espera que o sr. Armando me pedisse para ir até Espanha fazer determinado serviço. Um mês longe da minha Ana, da minha rotina, dos meus amigos, para onde eu não conhecia nada nem ninguém,
:---Sábado ou domingo o mais tardar, tens que lá estar, tens lá um apartamento da empresa que está vazio, carro na garagem e é muito importante apresentares-te nos escritórios da sucursal logo na segunda feira pela manhã.
Fiquei de folga o resto da semana para descansar um pouco e preparar as coisas nas calmas.
A Ana não gostou nada da notícia, pois era a primeira vez desde que nos casámos, que íamos estar afastados por tanto tempo.
No sábado após o almoço entre beijinhos e lágrimas, aparece o taxi para me levar ao aeroporto. Assim ainda lá chegaria de dia, o que me pareceu ser melhor.
Chegado ao apartamento, telefono à Ana para lhe dizer que cheguei e perguntar-lhe se está bem, ao que me responde que está em casa da Rita, amiga do melhor e amantes. Eu sabia, que a Ana procuraria a sua amiga e que não ficaria tão só assim.
Arrumo as minhas coisas, tomo um café da máquina em casa e estico-me um pouco na cama, até à hora que fui jantar a um restaurante já previamente sugerido pela empresa.
Caminhei umas poucas centenas de metros, apresentei-me, jantei muito bem e bebi melhor.
Saí já meio alegre do restaurante, a noite há pouco chegada, estava agradável e muita gente passeia pela rua.
Caminho um pouco à procurando um bar e ao ouvir música vinda de um local que me pareceu encantador, entro, peço um digestivo, fico sentado junto ao balcão e então miro todo o espaço envolvente.
Parece que não entrei num bar qualquer, havia algo no ambiente um pouco fora daquilo a que eu estava habituado, a decoração disse o mesmo e ou havia só homens nas mesas ou só mulheres noutras.
Foco-me na minha bebida, pedi outra, um gajo senta-se a meu lado, pede umas tantas bebidas e mete conversa comigo. Entre o português e o espanhol, falou que nunca me tinha visto por ali e vendo que eu estava mesmo só, convida-me a ir até junto dos seus amigos e sou muito bem recebido. Há várias televisões lá mais para o fundo, onde passam imagens eróticas gay, tanto de machos como de donzelas.
Os meus novos amigos pareciam estar em festa e sempre mais alegres, falavam para mim, eu para eles, mas tanto pela língua como barulho, mal nos percebiamos. Por vezes os meus olhos são atraídos para os ecrãs, olho eles e imagino luxúria, muita luxúria, sinto-me excitado, um deles levanta-se, abraça o meu pescoço por trás e pergunta-me perto do ouvido o que quero beber enquanto me dá um selinho no pescoço arrepiando todo o meu corpo. Ergo a cabeça meia inclinada tentando focar ele e nesse momento, beija, beija um pouco mais, todo estremeço e liberto um gemido bem ouvido por todos dirigindo-me palavras como que piropos.
A cada momento, a cada gol, mais desinibido eu me sinto e o Juan que me convidou para a mesa pega na minha mão e disse para eu o seguir.
Levou-me até à cave e quando eu imagino que me vai levar para algum quarto, leva-me até uma janelita de onde saía uma luz vermelho forte mas de pouco brilho e disse para eu olhar dentro.
Uma orgia ali se desenrola, há sexo para todos os gostos, mesmo algumas lésbicas ali curtem sem homem algum as incomodar.
Comento lindo... para o Juan, diz que só se pode entrar nu, daí a janela. Muito excitado fico ao ver aquelas imagens passarem ao natural perante meus olhos, o inchaço nas minhas calças não consigo mais ocultar, nossos olhares famintos se cruzam e nossos lábios se colam numa dança de desejo.
Subimos, sentámos à mesa e todos perguntam se gostei de ver e admito, sim... maravilhoso.
Agora sou eu que tomo a iniciativa de ir ao balcão, mais bebida, mais loucura, as cenas que vi lá embaixo continuam provocando meus desejos.
Então o Juan pergunta-me, gostavas de ir também até aquele lugar e em vez de responder pergunto; com todos vós gostava, adorava ser vosso submisso!
Terminamos nossas bebidas e vamos diz o Rafa que está do outro lado dando-me um beijinho no canto da boca.
Descemos aqueles degraus que nos levam até ao inferno do paraiso. Há uma cabine antes da entrada e aí é regra todos tirarem a roupa para terem acesso à sala dos prazeres e de pirocas já meio erguidas, a porta fecha-se atrás de nós. Um a um beijo os quatro que conheci lá em cima, há outros machos encostados, sentados e acomodados, que parecem estar a aguardar pela sua sorte, um desses tem um caralho tão grosso, que me parece não ser qualquer um, que aceite levar com ele e entre os meus novos amigos, há dois que também assustam.
Há espaço na enorme cama para todos nós, eu sou passivo, submisso, e há outro do nosso grupo que também gosta como eu.
Deixo-me cair na cama, o Juan é o primeiro a começar comigo e vem o Rodriguez, ambos beijam-me de alto abaixo, a tesão deixa-me louco e desejo caralho na minha boca. Primeiro o Juan, um grande cogumelo que faço atravessar meu lábios, mamo um pou co a cabeça e desejo sentir as abas do cogumelo dentro e fora nos meus lábios, meto-o até tocar a minha garganta, tusso, fios de saliva são projectados pelos meus lábios, mamo nele até o sentir bem rijo, ponho-me de quatro e peço-lhe... é grosso e custa no inicio ao som dos meus gritos, gemo constantemente e é um alívio, quando todo o sinto dentro de mim ,já fora e dentro.
O Rodriguez oferece-me o dele deixando o seu corpo deslizar por baixo da minha boca e pucha-me pelo cabelo até estar todo dentro. Uma delicia que mamo com vontade, saliva escorre por ele abaixo e volto a trazê-la à boca.
As estocadas do Juan são suaves mas precisas, sinto a próstata em brasa e do meu caralho escorre liquido pré gozo em fio. Muito gozo me dá ter um na boca e outro rebentando-me por trás, que começa por dar estocadas mais fortes até dar um enorme urro, para logo de seguida o Rodriguez libertar o seu esporro bem no fundo da garganta e pucha-me pelos cabelos até me faltar o ar, tusso e uma chuva de leite é jorrado.
O Juan sai de mim e todo eu pingo.
Após um pequeno descanso, vejo que todos os meus amigos estão gozando até com outros que lá estavam quando entrámos.
Olho lá para o canto e ainda lá está o da enorme basuca e dirijo-me a ele sentindo leite escorrendo pernas abaixo e convido-o a tentar comigo, mesmo sabendo que terei muita dor.
Logo ele me beija e passa as mãos pelo meu peito, eu anseio por sentir aquele enorme pau na minha mão que não o consegue abraçar, nem lá perto.
Dou-lhe a mão e levo-o comigo. Todos olham, todos querem ver eu sendo arrombado. Ajoelho à sua frente sentido que me desafia e passo a língua pela enorme cabeça que assusta. Não desisto e deslizando ele sobre a língua, faço-o entrar pelos meus lábios adentro, tiro fora, meto dentro ... mais não cabe, apenas a cabeça à justa .
Vejo-o agora mais erguido,ofereço-me para ele, besunta-me bem com vaselina assim como o seu toro também.
Ele vai lentamente e sinto-me todo a abrir, a rasgar, grito que nem uma doida, ele aguarda um pouco para voltar a forçar e a cabeçorra, passa o primeiro anel, mas o que vem atrás, ainda é bem mais gordo.
Suplico-lhe que se detenha um pouco, mais um pouco.
Levo a mão lá atrás e sinto o quanto estou aberto, mas ainda não desisto e ele força mais um pouco.
As lágrimas caem pela minha cara abaixo junto com o transpirar, e vai empurrando mais.
Dois paus bem tesos batem na minha cara, por vezes um ou outro vai à boca, enquanto me pucham pelos cabelos e dou um enorme grito pela última vez.
Finalmente está quase todo dentro do meu ânus, parado até as minhas carnes se adaptarem um pouco mais ao enorme petardo.
Num vai vem lento e acaba por todo estar enterrado e o esporro do Juan vai sendo expulso e sinto-o escorrer pelos tomates.
Uma vitória aplaudida por vários, mas eu quero todo o esporro a que tenho direito.
Primeiro uma dor intensa, agora sinto prazer de sentir todo aquele deslizando dentro, aquecendo-me a cada movimento e gemo; fode-me.
Não levou muito tempo até sentir as estocadas finais entre urros e gemidos.
Ficou por mais algum tempo dentro de mim, sinto-me todo aberto, sinto-o a murchar, o tira-o fora trazendo muito esporro com ele que não consigo segurar .
Caio de lado na cama gemendo todo aquele líquido que mais parece não querer parar.
Apalpo-me e sinto-me todo desflorado.
Mal me consigo pôr de pé, o Rodriguez leva-me até à porta de casa, um beijinho e até à próxima.
Descanso no domingo, contei a minha aventura à Ana,adorou o que ouviu e também me falou dos prazeres dela.
Na segunda feira apresento-me ao trabalho ainda todo dorido e dou de caras com o Rodriguez, sorrimos um ao outro e decerto muito mais sexo iria haver até ao fim do mês!
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Comentários (1)
Tuga tarado: Ver o pau dos gajos no vestuário do ginasio anda a deixar-me com vontade de mamar, muita mesmo.
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