Minha família 1
Mateus, 16 anos.
Minha mãe Carol, 35.
Meu padrasto Ruan, 44.
Minha irmã Bia, 13.
Sou o Mateus e hj com 20 anos, naquela época Bia e eu ainda dormíamos no mesmo quarto. A convivência em casa sempre foi boa, quase sem segredos… até aquele sábado à noite.
Minha mãe e o Ruan saíram para a festa de formatura de um colega dele. Eu e a Bia ficamos sozinhos. Ela já tinha ido dormir cedo. Eu estava no computador, no quarto e luz baixa.
Quando ouvi o carro chegar, abri a porta só uma fresta. Eles estavam na sala, ainda rindo da festa. O Ruan a puxou pela cintura e enfiou a mão inteira na bunda dela, apertando forte por cima do vestido. Minha mãe se arqueou contra ele e soltou um risinho baixo. Eu já tinha visto aquilo antes. Voltei pro computador.
Passou um tempo. De repente um estalo seco e forte. Outro. E outro.
Saí do quarto descalço, coração acelerado. O som vinha do quarto deles. A porta não estava completamente fechada. Aproximei o ouvido… e ela cedeu um pouco mais.
Minha mãe estava deitada de bruços na cama, completamente nua, os braços para trás, algemada. O Ruan ajoelhado atrás dela, segurando a cintura dela com uma mão e a outra levantando para bater. Cada tapa ecoava no quarto dela, que já estava vermelha. Ele enfiava o pau com força, bem fundo, e a cada estocada a minha mãe soltava um gemido, quase implorando:
— Mais forte… mete, porra…
Eu fiquei parado ali, no corredor escuro, o pau já duro pra caralho dentro da bermuda. Não conseguia tirar os olhos. A bunda dela era perfeita — redonda, firme, mesmo marcada de vermelho. Cada vez que ele abria as pernas dela um pouco mais, eu via a buceta molhada e inchada, o pau dele entrando e saindo brilhando de melada.
Ele a puxou pelos cabelos, obrigando-a a se ajoelhar na cama de frente para a porta. Eu quase não respirei. Os peitos dela balançaram pesados, os bicos pequenos e duros apontando. O Ruan enfiou o pau na boca dela e ela engoliu com vontade, fazendo barulho molhado, olhando para cima como se quisesse agradar. Ele gemendo baixo, segurando a cabeça dela e fodendo a boca dela devagar.
Depois ele a virou de quatro de novo. Dessa vez o rabo dela ficou exatamente virado na minha direção. Eu vi tudo: a buceta aberta, o cu apertado, ainda um pouco aberto do pau dele. Ele esfregou a cabeça do pau entre os dois buracos.
Foi aí que ela falou, voz embargada de tesão:
— Come meu cuzinho, filho da puta…
Meu estômago revirou. O Ruan posicionou o pau grosso (não era muito grosso, mas era comprido) na entrada do cu dela e começou a empurrar devagar. Minha mãe gemeu alto, quase gritou:
— Isso… mete… mete tudo…
Eu vi o pau desaparecendo centímetro por centímetro dentro do cu dela. No começo ele foi lento, deixando ela se acostumar. Depois começou a socar de verdade. A bunda dela batia nele a cada estocada. Os gemidos dela ficaram mais altos, mais sujos. Eu não aguentei. Puxei o pau pra fora e comecei a bater uma ali mesmo, na porta entreaberta, olhando o cu da minha mãe sendo fudido e a buceta pingando embaixo, acabei gozando na porta.
Então ele gozou, puxou o pau de dentro e um fio grosso de porra escorreu do cu dela direto pra buceta. Ele caiu de lado, ofegante. Ela ficou ali, ainda de quatro, o rabo erguido, o cu pulsando e vazando. Eu gravei aquela imagem na cabeça como se fosse uma foto.
Saí devagar, sem fazer barulho. Voltei pro quarto. A Bia dormia profundamente. Eu deitei, mas o pau não baixava. Toda vez que fechava os olhos via a minha mãe algemada, a bunda vermelha, o pau do Ruan saindo do cu dela coberto de porra. Bati outra, gozei de novo, e só então consegui dormir.
Foi a primeira vez que vi aquilo.
E nunca mais esqueci.
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Comentários (2)
Torres: Muito bom continua assim mostra o 🆒 Zinho dela no próximo conto
Responder↴ • uid:7xbysxw49jPijaminha: Devia ter gozado na irmãzinha
Responder↴ • uid:v6oajc4zxys