Coisa de família 2
Depois daquela primeira noite, a coisa só piorou. Ou melhorou, dependendo de como se olha.
Toda vez que minha mãe saía, acontecia. No quarto, no sofá, no banheiro, e várias vezes no mesmo depósito onde eu tinha visto ela sendo fodida pelo vizinho. O cheiro de madeira velha e ferrugem misturado com sexo. Eu ajoelhava no chão sujo e chupava o pau do meu pai até ele gozar na minha língua. Ou ele me colocava de quatro em cima da bancada de ferramentas e me comia fundo, a mão na minha boca pra eu não gritar. Nem sempre era penetração. Às vezes ele só me chupava até eu tremer, ou me fazia masturbá-lo enquanto ele contava o que faria comigo se minha mãe descobrisse. Eu estava completamente viciada. O cheiro dele, o gosto, a forma como ele me olhava quando entrava em mim… nada se comparava.
Isso durou quase um ano.
Até o acidente.
O carro bateu de frente numa curva. Meu pai morreu na hora. Eu tinha 17 anos. Foi o período mais negro da minha vida. Minha mãe sofreu, mas por pouco tempo. Em questão de semanas o vizinho já estava de novo dentro de casa. Eu escutava os gemidos dela do meu quarto quase toda noite. Uma vez ele tentou me pegar no corredor, a mão na minha bunda, a boca no meu pescoço. Eu quase cedi. Quase. Mas naquela época eu conheci Tiago.
Dezessete anos juntos. Uma filha. Ana. 15 anos agora. O corpo dela… é espelhado o meu daquela época. Os mesmos seios pesados, a mesma cintura fina, a mesma bunda redonda. Toda vez que a vejo de short curto ou de biquíni, as memórias voltam com força. E aí vem o pensamento sujo: e se o Tiago quisesse ela? Às vezes imagino matá-lo. Outras vezes imagino assistir ele enfiar o pau grosso na buceta da nossa filha.
Até a viagem à praia.
Notei os olhares. Ele não disfarçava bem. Os olhos descendo pelo corpo dela quando ela saía do mar, a água escorrendo entre os seios, a calcinha do biquíni colada na racha da bunda. Eu via o volume dele se formar dentro do short. Não falei nada. Guardei.
Semanas depois estávamos em casa. Ana na casa da avó. Tínhamos bebido demais. O assunto virou sexo. Eu inventei histórias de namoradinhos da adolescência. Ele ficava excitado pra caralho. “Você era uma novinha safada pra porra… nunca peguei uma dessa idade.” Eu perguntei se ele teria coragem de comer alguém da idade da nossa filha. Ele enrolou. Insisti: e se fosse uma amiga dela? Ele respondeu que sim. O pau dele já estava duro só de falar.
Eu me lembrei do meu pai na hora. A forma como ele me abria. A forma como eu gemia “pai” quando gozava.
Tiago passou a mão por baixo da minha saia e encontrou a buceta já molhada. “Você deu pra algum homem mais velho quando era novinha?” Eu disse que sim. Ele quis saber quem. Eu ri e tirei a mão dele. “Talvez um dia eu conte.”
Mais tarde, na cama, a conversa continuou. Eu já estava só de blusa, ele de cueca. Eu puxei a cueca pra baixo e sentei no pau dele de uma vez. 19 cm grosso me preenchendo até o fundo, exatamente do jeito que eu gosto. Comecei a cavalgar devagar, rebolando, sentindo cada veia. Enquanto subia e descia falava os nomes das putas que ele queria foder. Ele segurava minha cintura com força. Depois eu comecei a falar os nomes das amigas de Ana. Uma por uma, Ele meteu mais fundo. Eu inclinei o corpo, os seios colados no peito dele, e sussurrei o nome da nossa filha.
O pau dele inchou dentro de mim. As estocadas ficaram brutais. Ele me apertou com tanta força que doeu. Então ele perguntou:
— Quem tirou teu cabaço, puta?
Eu estava no limite. O tesão misturado com a memória do meu pai. Gemi alto, a boca no ouvido dele:
— Aiiii, pai… mete mais…
Tiago travou por um segundo. Os olhos arregalados. Depois me beijou com fome, a língua fundo, e começou a socar ainda mais forte.
— Geme de novo. Geme falando.
Eu gemia no ritmo das estocadas:
— Isso, pai… mete… goza na minha bucetinha…
Ele soltou um gemido gutural e gozou dentro de mim. Jatos quentes, grossos, enchendo tudo. Eu gozei junto, a buceta apertando o pau dele, a porra escorrendo pelas minhas coxas.
Mas ele não parou. Continuou metendo, mais lento agora, a porra fazendo barulho molhado a cada investida.
— Isso, filha… geme mais… geme…
Aquela palavra. Filha. Saiu da boca dele e foi direto pro meu clitóris. Eu gozei de novo só de ouvir. Ele veio pela segunda vez, ainda mais forte, e me empurrou pra cima da cama. Eu fiquei ali, pernas abertas, a buceta latejando, a porra escorrendo grosso pela racha da bunda até o colchão.
Ele se levantou sem falar nada e foi pro banheiro. O silêncio ficou pesado. Quando voltei do banho ele estava deitado, uma mão sobre a cabeça, olhando pro teto. Eu deitei do lado, passei o braço por cima do peito dele e fechei os olhos.
Dormimos assim.
Mas eu sabia que nada seria igual depois daquela noite.
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Comentários (8)
Torres: Ótimo esse conto continua assim mostra o 🆒 Zinho no próximo conto
Responder↴ • uid:7xbysxw49jNathalia (NATY): Muito tentador , se para os pais que já são adultos e experientes causa todo esse tesão , imagina pra filha que ainda não conhece os prazeres do sexo , vai ser enlouquecedor .
Responder↴ • uid:w733w2qjFernando: Qual sua idade. naty
• uid:1d2ms246b6x6Taludo tuga: Naty queres desabafar?
• uid:2o4bq4r49cNathalia (NATY): Fernando , atualmente tenho 28 , mas quando comecei a descobrir e a aproveitar as coisas da vida , eu era bem mais nova .
• uid:w733w2qjNathalia (NATY): Taludo , eu não sei se tem alguma coisa que eu possa dizer que seja um desabafo , tudo o que vivi , são coisas normais da vida , ao menos na minha maneira de ver .
• uid:w733w2qjTaludo tuga: Naty podemos falar noutro lado?
• uid:2o4bq4r49cKlaus Black: 5 estrelas com louvor, conto deliciosos, que pegada gostosa
Responder↴ • uid:7r05evjeqj