Fimdesemanadossonhos 1: Na mesma cama que meu pai dormia, fui abusado por um amigo dele
Num vai e vem suave, sinto a pressão da cabeça batendo na minha portinha, e aos poucos, ela vai se abrindo
Essa história se passou, há muitos anos atrás.
Meu pai e os irmãos Feitosa(Isaías e Elias) tomavam conta de um time de futebol na vila.
Isaías, tinha 45 anos, a mesma idade do meu pai. Já o Elias, tinha 41, e ambos eram morenos.
Como eles só jogavam fora, eu não acompanhava o time, mas sabia que eles tinham uma regra, que a cada dez partidas invictas, a diretoria bancava uma feijoada. Alguns anos atrás, cheguei a ir em algumas dessas feijoadas.
Nesse ano especifico, eles disputariam um campeonato no bairro, e o combinado era um churrasco, num sitio, caso fossem campeões. E eles ganharam o campeonato.
Era final de março, lembro que o sítio era de algum amigo deles, e que não era longe, uns 50 minutos de carro.
Meu pai tinha um depósito de materiais na época, e como gostava das coisas certinhas, fez uma correria danada para deixar tudo no esquema para o fim de semana. Carne, Chopp, cerveja, cachaça, refrigerante...tudo que possa imaginar.
O churrasco seria no sábado e domingo, mas ele agitou alguns para irem na sexta no início da noite, para deixar tudo preparado.
Minha mãe não iria nesse churrasco, ela odiava o time. Eu também não queria ir, mas minha mãe praticamente obrigou meu pai a me levar. Tive a impressão que ele também não queria que eu fosse.
Nos preparativos finais para sairmos, meu pai foi convencido pelo Isaías, a deixar o carro, e ir no carro dele.
_Sua mulher não vai Deco, só o seu garoto. Você já está cansado da correria de hoje...vamos comigo, tem lugar no carro.
Deco é meu pai.
Meu pai era meio cabeça dura, mas concordou.
No carro, estavam os irmãos Feitosa, nos bancos da frente, eu, meu pai e o Messias, técnico do time, no banco de trás. Só diretoria kkk.
No "comboio", mais dois carros, o fusquinha do Ângelo, jogador do time, carregando várias coisas leves no banco de trás do carro. Ele estava acompanhado do filho Dudu, um ano mais novo que eu; e tinha também a saveiro do depósito, carregando as coisas mais pesadas. Nela, o Negão motorista do depósito e o seu Roberto, ajudante, também do depósito.
Por ser o mais baixinho, fiquei no meio do banco, para não atrapalhar a visão do motorista pelo retrovisor.
Mal a viagem começa, e meu pai se encosta no canto, e diz que vai dar um cochilo.
Eu conhecia o pessoal, mas não tinha assunto com eles, e me sentí bem deslocado quando eles começaram a relembrar os jogos do campeonato.
Acabei me deitando de lado, colocando a cabeça no colo do meu pai. Só que nisso, quando me virei de lado, minha bunda encostou na coxa do Messias. Me ajeitei, indo mais para o lado do meu pai, e me desencostei dele.
Não sei se foi por causa do balanço do carro, só sei que um tempo depois, voltei a ficar com a bandinha encostada na coxa do Messias. E resolvi ficar assim mesmo.
Fechei os olhos, mas não dormi, fiquei ouvindo o papo deles.
Minutos depois sentí o braço do Messias encostando bem no meio do meu reguinho. Pelo que estava percebendo, ele tinha colocado o braço na sua coxa.
Não sei se ele se coçou, mas o braço dele ficou roçando meu reguinho, e depois parou, encostado na minha bandinha. Fiquei meio assustado, mas não me mexi.
Comecei a desconfiar do comportamento do Messias, porque o braço dele ficou pressionando meu reguinho, e num dado momento, ele mexeu, até que seu dedo raspasse meu reguinho.
Messias era um homem branco, tinha 48 anos, magro e alto.
Ele ainda se mexeu por um tempo, sempre tocando minha bundinha, e quando entramos numa rua de terra(percebi pela buraqueira), ele se afastou. Mas logo voltou a se encostar, e notei que ele estava meio de lado, e sentí algo diferente roçando minha bundinha.
A trepidação fazia minha bundinha roçar mais forte naquele negócio. Tive a impressão que era o pinto dele, mas não quis acreditar que ele faria aquilo.
Preocupado com meu pai ali do lado, agradeci quando chegamos ao sítio. Aí Messias se afastou de mim.
Como chegamos antes, meu pai já foi escolher o quarto que iríamos ficar. Acabamos ficando com um que tinha uma cama de casal, uma beliche e um colchão. Caberia certinho o pessoal do nosso carro. Ângelo, Dudu, Negão e seu Roberto, ficaram em outro quarto, porém, Negão e seu Roberto, iriam embora no outro dia, eles não eram do time, foram só para levar as coisas.
Meu pai falou que dormiria comigo na cama de casal, e os outros se arrumariam com as outras camas.
Bem, deixamos as roupas no quarto, e fomos descarregar as coisas dos carros.
De onde os carros ficaram até onde tínhamos que levar os objetos era um pouco longe, acabamos demorando, até ajeitarmos tudo.
Como ainda não estava muito tarde, eles resolveram assar uma carne, e beber caipirinha, até a cerveja gelar.
Estava uma noite quente, abafada, Negão e seu Roberto falaram que iriam aproveitar um pouco a piscina. Eu, com o corpo suado, falei para meu pai que iria para o quarto tomar um banho e trocar de roupa.
Cheguei no quarto, tirei minha roupa, entrei no banheiro, e deixei a água cair, refrescando o meu corpo.
_Ahhhhh....que banho gostoso.
Estava quase terminando o banho, quando fui surpreendido, com a porta do banheiro sendo aberta.
_Uh...desculpa Leandro...não sabia que você estava aqui. Disse Elias, só de cueca, segurando uma toalha.
_Já tô terminando. Disse, todo desconcertado.
_Tá...vou esperar lá fora. Disse ele, me medindo de cima a baixo.
O problema é que eu nem tinha separado minhas roupas.
Me enxuguei, me enrolei na toalha, e saí do banheiro.
_Pronto Elias...tá liberado. Falei.
Ele acompanhou meus passos, até onde estavam minhas roupas, e perguntou:
_A água tá muito fria?
_Não...tá morninha, também, com o calor que fez hoje...
_É mesmo né...e até agora tá muito abafado...
_Amanhã tem que fazer esse calor, para aproveitar a piscina. Falei.
_Nossa...a piscina vai ficar lotada...kkkk...
Eu já tinha colocado a camiseta, e o Elias não ia para o banho, ficava esticando a conversa, eu não estava querendo acreditar, que ele queria me ver pelado. Por via das dúvidas, resolvi frustá-lo. Iria colocar a cueca, sem tirar a toalha da cintura.
A idéia foi boa, quase deu certo. Até passei pelos pés, mas na hora que fui subir, a toalha soltou da cintura, e minha bundinha ficou exposta. Com agilidade, subi a cueca e logo coloquei o calção. Se babando todo, o idiota do Elias falou mais alguma coisa sobre o calor, e foi tomar o banho dele. "Safado" pensei.
Eu estava com 14 anos, era baixinho, e estava carente, com a mudança do Samuel, um amigo da escola, ele me fodeu inúmeras vezes no ano anterior. O gozado, é que a gente se conheceu de forma inusitada.
No início do ano letivo, do ano anterior, fui ao banheiro, antes do intervalo, e ví o Samuel mijando no mictório. Fiquei assustado quando vi o pinto dele, achei grande, Samuel estava com 17 anos e estudava no terceiro anos do colégio. Acabei indo para o reservado.
Samuel percebeu que reparei no seu pau, e depois desse dia, parece que sempre estávamos nos cruzando pela escola, e ele sempre ria quando me via. Até que um dia ele falou:
_Aí baixinho...amanhã, na metade da última aula, eu vou ao banheiro...vai lá também...
O pior é que fiquei incomodado com aquele dia, e fiquei com vontade de ver o pau dele novamente. Acabei indo no banheiro no horário que ele tinha falado, e nesse dia, ele me convenceu a pegar no seu pau. Acabei punhetando até ele gozar.
Num outro dia que fomos ao banheiro, chupei o pau dele, e tomei uma gozada na boca.
Depois de alguns encontros no banheiro, ele tentou comer meu cuzinho, mas por ser apertado e ficarmos com medo de sermos flagrados, ele não conseguiu.
Samuel então, me chamou para ir à casa dele, e lá, ele conseguiu foder meu cuzinho. Gostei tanto, que passei a ir na casa dele pelo menos uma vez por semana. Na primeira semana de dezembro, dei meu cuzinho pela última vez para ele, Samuel tinha passado no vestibular de uma faculdade no interior, e se mudou para a casa do avô dele, que era na mesma cidade.
Como disse antes, estava carente, mas em compasso de espera, na expectativa que surgisse um outro garoto como o Samuel.
Até aquele fim de semana, não tinha tesão nenhum por homens, e acho que a postura do meu pai ajudou nisso.
Meu pai era um homem rude, que largou os familiares no nordeste, e sem muito estudo, deu certo na vida, trabalhando muito aqui em São Paulo, mas não era de aceitar opiniões dos outros, ainda mais a minha. "você é um moleque, não sabe o que é a vida" dizia ele.
Mandão, dono da última palavra e menosprezo aos meus comentários. Crescido dentro desse ambiente, meu pai virou o estereótipo dos homens adultos.
Bem, voltando ao conto, terminei de me arrumar, e saí dali, fui dar uma passadinha na piscina, para ver como que era.
Fiquei surpreso em ver o seu Roberto, um homem branco de 50 anos, e o Negão, com 38, brincando como duas crianças na piscina. Eles estavam apostando quem pulava mais longe na piscina. O Negão estava na água, e era a vez do seu Roberto, que correu e pulou.
Quando o Negão saiu da água, me assustei, ele não usava um calção, assim como o seu Roberto, Negão estava usando uma cueca zorba, e notadamente, não era muito grande para esconder o volume interior.
Se preparando para saltar, ele fala:
_Vai competir também patrãozinho?
_Não Negão...acabei de tomar banho...
_A água está boa. Insistiu.
_Imagino...mas hoje não...
Notei no Negão, um certo sorriso sarcástico, e quando me dei conta do que poderia estar passando pela cabeça dele, até tentei correr, mas já era tarde, ele estava muito perto, e me agarrou.
_Não Negão...você não vai fazer isso...acabei de tomar banho...
Negão era bem forte, me ergueu, e sem tomar conhecimento do meu pedido, correu para a piscina. Acabei não esperneando, porque minha bunda ficou prensado no pintão dele.
Sob as gargalhadas do seu Roberto, Negão salta, me levando contigo.
Após me deixar equilibrado na água, ele me solta. Não sentí maldade por parte dele, e começamos a brincar. Arrumamos uma bola, e ficamos brincando de dar passes com as mãos, sem deixá-la cair na água. Até que meu pai chegou.
_Pensei que você fosse tomar banho no quarto. Falou.
_E tomei pai...mas o Negão me jogou aqui, e agora estou brincando um pouco...
_Tá...já tá saindo carne lá, e é melhor ir comer, só vai ter isso hoje!
_Tá bom pai...vem um pouco na água... tá gostosa.
_Não...talvez amanhã...vê se não demora. Disse ele, virando as costas e saindo.
Negão percebeu minha cara de frustração. Eu só queria brincar um pouco com meu pai.
_Seu pai não relaxa...está sempre preocupado com alguma coisa...está sempre na defensiva. Lá na frente, ele vai perceber que deixou muita coisa boa para trás, e que não vai ter tempo de recuperar...vem...vamos lá, senão daqui a pouco ele volta brigando.
Saímos da piscina, eles colocaram as roupas, eu torci a minha, e fomos para o churrasco.
O pessoal já estava bem animado pela bebida, principalmente o Elias, assim que me viu, ficou me encarando, mas não dei bola, fingi que ele nem existia.
Depois de comerem, Negão e seu Roberto foram dormir, eles iriam voltar cedo no outro dia, ainda iriam trabalhar. Eu fiquei ali, vendo o pessoal jogar dominó.
Não tinha amizade com o Dudu, e ele não fez questão de vir falar comigo. Sem ter com quem conversar, fiquei bebendo também.
Não tinha o hábito de beber, e aquelas caipirinhas e cervejas, logo fizeram efeito. Fiquei tonto. Tive medo de me levantar e sair andando.
O banheiro era do lado, e eles estavam concentrados no jogo, inclusive quem assistia, eu estava um pouco mais para trás. Era a minha chance.
_Pai...vou no banheiro e depois já vou dormir.
Meu pai só balançou a cabeça.
Segurei na coluna, me levantei, firmei os pés, e fui ao banheiro. Passei uma água fresca no rosto, e saí andando pelo outro lado, só para eles não perceberem que eu estava bêbado.
Deitei na cama, e parece que piorei, parecia que tudo ao meu redor começou a girar. Fechei os olhos, e tentei dormir. Não estava conseguindo.
Minutos depois, a porta se abriu, alguém se aproximou, passou a mão pelo meu corpo, apalpou minha bundinha, e saiu. Estava escuro, não consegui identificar quem foi.
O silêncio dominou o quarto, mas não conseguia dormir. Mais tarde, dois deles chegam ao quarto. Finjo estar dormindo.
_Você está bêbado, é melhor dormir embaixo.
A voz estava meio enrolada, mas parecia a voz do Messias.
Em seguida, ouço um nhec nhec, era o barulho da beliche, enquanto um se ajeitava. Ouço barulho no degrau, mais um nhec nhec, e o silêncio volta a reinar no quarto, mesmo assim não consigo pegar no sono.
Mais um tempo, e os outros dois chegam. Meu pai se joga na cama. O outro, dá a volta, e se deita no colchão.
Por incrível que pareça, foi só meu pai começar a roncar e eu peguei no sono.
Não sei se cheguei a dormir por muito tempo, acordei com meu corpo sendo puxado para a beirada da cama. Abri um pouco os olhos, o quarto estava escuro, mas notei a presença do meu pai, roncando, de frente para mim.
Meio que sem entender o que estava acontecendo, sinto meu calção e minha cueca, sendo abaixados. Acho que agora eu estava entendendo.
Um dedo aparentemente lambuzado, entra pelo meu reguinho, e vai direto no meu cú, penetrando-o.
Não sabia se reclamava ou se deixava, meu medo era fazer barulho, e meu pai acordar. Com certeza, se ele visse aquela cena, ainda iria me culpar.
Optei por ficar quieto, e de certa forma, até curti aquele dedo entrando e saindo do meu cuzinho.
O dedo sai do meu cú, minha bandinha é aberta, e algo mais grosso, nitidamente lambuzado, entra pelo meu reguinho, e pára bem na minha portinha. Era bem mais grosso que o do Samuel. Fiquei apreensivo.
Num vai e vem suave, sinto a pressão da cabeça batendo na minha portinha, e aos poucos, ela vai se abrindo. Um pouco mais de pressão, e a cabeça entra. O homem dá um tempo, e logo a cabeça segue caminho, alargando meu canal.
Além de mais grossa, notei que era maior que a do Samuel, a cabeça da pica, foi mais longe, e o pau nem entrou todo, não sentí as bolas na minha bunda.
Não sentia atração por homens, mas não vou negar, sentir o cú preenchido por aquela rolona era maravilhoso, era uma sensação muito gostosa. O problema, era literalmente a presença do meu pai ali, do meu lado. Só consegui pensar nele acordando e me vendo naquela situação, acabei nem curtindo direito o vai e vem do pau, queria muito que aquilo acabasse logo.
Por sorte, ele não aguentou muito tempo, acho que uns cinco minutos.
Ouvi um gemidinho abafado, e sentí a rola pressionando para entrar mais fundo, mas acho que devido à posição ele não conseguiu enterrá-la toda. Na sequência, jatos...vários jatos de porra, o homem inundou meu canal.
Após gozar bastante, ele ainda deixou o pau dentro por alguns segundos, e então retirou. Subiu minha cueca, meu calção, e foi se deitar, deixando dentro de mim, sua "lembrancinha".
Na sequência, o silêncio só não foi absoluto, por causa do ronco do meu pai...mesmo assim, adormeci...
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Comentários (2)
Lotar: Gostosö
Responder↴ • uid:1dawl6b5yueeKaike: Nossa, só de imaginar, que gostoso
Responder↴ • uid:1dpv40tfb7jw