Arrebentando o cuzinho da prima enquanto a mamãe assiste
Acordei no domingo me sentindo no paraíso. Eu estava todo surrado da noite anterior, até um pouco cansado por causa do extenuante e delicioso sexo, mas nada importava depois de abrir os olhos e dar de cara com aquelas duas delícias ao meu lado.
Percebi, ao olhar bem, que nenhuma das duas tinha posto a calcinha de volta antes de voltar para casa. A vontade era aproveitar e fodê-las mais uma vez no mesmo momento, mas já não estávamos mais num ambiente propício.
Me levantei e vi minha mãe passar na porta, ela voltou, me deu bom dia, olhou as meninas na minha cama e sorriu. Fui ao banheiro me lavar e depois desci para tomar café.
Na cozinha, minha tia e minha mãe, preparadas para um longo interrogatório. Perguntaram sobre o motivo da demora, sobre como Maria estava se sentindo, se as meninas haviam ficado com algum cara, onde tínhamos ido, porque dormimos sozinhos.
Eu, aproveitando o conceito elevado que tinha no imaginário de ambas, fui mentindo copiosamente e sem nenhum pudor, enquanto elas iam sossegando o facho. Pouco depois das perguntas, as meninas acordaram, contaram sobre a noite maravilhosa e minha irmã parecia nem se lembrar mais do chifre. O domingo correu bem e com quase tudo normal, exceto pela tensão no ar.
Por um momento enquanto voltávamos para casa, achei que meu desejo e fascínio por Juju iria passar e que eu sentiria algum remorso ao olhar mimha irmã. Mas estava errado. Durante o dia sentia a tensão sexual entre nós, olhar elas conversando me relembrava cada segundo de beijos e toques, meu pau reagia automaticamente e as duas vadias faziam questão de provocar. Perdi as contas de quantas vezes sarrei elas, recebi fotos e mensagens safadas, inclusive das duas juntas.
Já meio desistindo de poder fazer uma maldade com elas ainda no mesmo dia, a noite chegou e eu fui me acalmando, tranquei-me no quarto e comecei uma deliciosa punheta. Enquanto me masturbava, fazia as contas da situação em que me encontrava. Morando com minha mãe e tia, subindo pelas paredes de vontade de comer minha irmã, tudo errado pra mim.
Depois de uns minutos e já perto do fim, fui interrompido por alguém que bateu na porta. Me levantei e atendi, era Juju que tinha ido avisar que o jantar estava servido. Ela olhou pela fresta da porta, eu estava só com a toalha, levou a mão até as minhas e a derrubou, deixando minha pica exposta. Juju olhou para os dois lados e para conferir, então agarrou firme meu pau e punhetou um pouco.
- Vai comer meu cuzinho hoje, não vai? - a vadia sorria descaradamente enquanto meu pau pulsava entre seus dedos.
- Vem no meu quarto de madrugada e traz lubrificante.
Ela sorriu e saiu na frente, relembrando sobre a janta. Naquela noite estávamos todos na mesa ao mesmo tempo. Conversamos bastante, aproveitamos a comida, mas eu só pensava em uma coisa.
Deitei cedo e deixei a porta do quarto entreaberta. Peguei no sono assistindo uma série e só acordei de madrugada. Aliás, fui acordado. Minha prima estava pelada em cima de mim e cobriu minha boca assim que eu abri os olhos.
Sem movimentos bruscos ela se levantou do meu colo para que eu abaixasse o shorts, depois sentou novamente, agora com meu pau na buceta.
No silêncio e escuridão da madrugada, sem trocar uma palavra, rapidamente chegamos aos finalmentes e eu apenas fechei os olhos para aproveitar.
Juju cavalgava lento, rebolando gostoso e se esforçando para não gemer mais alto. Eu queria apertar e bater na sua bunda, dar a ela a transa que ela queria, mas era inviável naquele momento.
Aproveitamos da maneira que dava, com os corpos em sincronia e trabalhando sem muita afobação. Quando o tesão e a força escalavam, nós tirávamos o pé e voltávamos pro eixo, tudo para não dar muito sinal do que aprontavamos.
Porém, apesar do esforço, algo saiu do nosso controle. Pensando em foder o cuzinho da minha prima na sequência, resolvi me ajeitar para introduzir um dedinho no seu rabo. Nesse momento, percebi uma sombra parada na porta do quarto e parecia estar ali a algum tempo.
Num primeiro momento, achei que era Maria nos assistindo, mas quando parei para observar, constatei que não era. Sussurrei no ouvido da minha prima avisando, mas ela não deu bola.
A sombra se moveu mais para perto, fechando a porta atrás de nós. Quando se aproximou o bastante, eu finalmente entendi. Era minha mãe. Ela se sentou ao lado na cama e ficou em silêncio observando.
Eu estava em choque, mas não fiz menção de parar. Juju parecia não ver ninguém ali, seguia concentrada na sentada gostosa e ignorou a tia.
Depois de alguns segundos, ela se levantou e me puxou para cima. Arranquei de vez minhas roupas e fiquei de pé em frente a cama, com o pau duro na mão e encarando minha mãe.
Ela estava de camisolinha preta, bem discreta, mas super sexy, sentada na beira da cama na mesma posição desde que chegou.
Juju ficou de quatro e me chamou para perto. Eu cheguei e ela lambuzou meu pau com lubrificante, seu cuzinho piscava de vontade e reluzia por conta do produto.
A luz entrava meio indireta pela janela, revelando pouco de cada um, mas o bastante para eu conseguir visualizar cada momento. Coloquei a cabeça do pau no cuzinho da minha prima, que enterrou a cabeça na cama e se conteve para não gritar.
A medida que eu ia introduzindo, Juju se tocava mais um pouco e minha mãe ia se ajeitando na cama. Quando o último centímetro entrou no rabo da minha prima, ela mesma começou a se mexer para iniciar o vai e vem.
Comecei a socar delicadamente nela, que se agarrava desesperada ao lençol, ainda sem erguer o rosto e bastante ofegante. Juju estendeu uma das mãos e segurou as coxas da tia, apertando forte.
Nesse momento, minha mãe correu com as mãos até a buceta e começou a massagear. Ela usava a mão desocupada para acariciar o corpo da minha prima, ainda em sofrimento por causa da rola no cu.
- Meu filho quer fazer do jeito certo e você sem aguentar né.
Minha mãe deu a deixa para meu coração querer pular pela boca. Eu nem consegui imaginar o que a fez entrar naquele quarto e não nos dar uma bronca ou repreender. Mas francamente isso não me importava, eu realmente queria fazer com força naquele cuzinho.
- Fala isso... porque não é... você, tia. - retrucou Juju. - se ele fizer força, eu grito... hmm....
- Então grita, sobrinha. Acha que eu e sua mãe não sabemos o que você fez com ele ontem? Ia acontecer uma hora. E você é uma cachorra.
Juju se ajeitou na cama e olhou para mim, tirando o rosto do colchão pela primeira vez desde que eu havia a penetrado.
- Fode então, primo. Com bastante força.
Àquela altura seu cuzinho já estava acostumada ao meu tamanho e eu sabia que poderia aproveitar. Agarrei ela firme pela cintura e comecei a socar com força. Antes mesmo de um de seus gemidos desesperados, o som dos nossos corpos em choque já tomavam conta do ambiente.
- Agora, minha putinha linda. Do jeito que eu gosto.
Juju urrava de prazer a cada socada, seu corpo estava arrepiado e me convidando para mais. Eu dei alguns tapas em sua bunda, puxei seus cabelos, enterrava até o final para aproveitar aquela bundinha.
Minha mãe ao lado já se masturbava livremente, com a calcinha afastada de lado e olhando diretamente nos meus olhos. Tentei tocar ela num reflexo do corpo, mas ela tirou minha mão e voltou a apenas encarar.
Juju puxou a fila da gozada e minha mãe a acompanhou. Nesse momento, toda a vizinhança poderia ouvir minha prima, que anunciava o prazer que sentia aos quatro cantos.
Minha prima caiu de bruços na cama e minha mãe se levantou e saiu, sem conseguir disfarçar a encarada no meu pau. Dois dias antes eu era doido pela minha prima, naquele momento, já havia fudido sua bunda, sua buceta e sua boca, além da minha irmã e de ter visto minha mãe tocar uma para minha performance. Errado? Talvez. Gostoso? Certamente.
Deitei ao lado de Ju enquanto ela se recuperava. Aos poucos ela foi recompondo as energias e comecou a me masturbar de leve, em seguida pos a boca e foi mamando e conversando comigo.
- Primo... vou precisar de alguma coisa... pra me precaver... mas quero foder no pelo e tomar leitada na bucetinha.
Eu apenas observava e assentia, quase no limite para gozar.
- E eu acho que minha bucetinha não é a única que vai continuar te querendo.
Ela riu e pos a cabeça do pau na boca, começou a punhetar intensamente e engoliu minha porra como se estivesse me ordenanhando.
Depois do que havíamos feito, não tinha mais o que esconder e, pela segunda noite seguida, minha prima dormiu comigo. Eu sabia que teria que responder perguntas no dia seguinte, mas não ligava. Algo em mim dizia que essas perguntas me levariam ainda mais longe.
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