Coisa de família 1
Aline, 34 anos. Casada com Tiago 36 anos, mãe de Ana de 15. Mas essa história não é de agora. É de quando eu ainda tinha 16 anos, morava no sítio com meus pais, antes de conhecer qualquer homem de verdade. Antes de virar esposa, mãe, antes de tudo. Era filha única, inocente, e o que aconteceu naquele depósito mudou pra sempre o jeito que meu corpo reagia.
Era uma tarde quente. Meu pai não estava em casa. Só eu e minha mãe. Eu estava no quarto, tentando resolver uma merda de dever de colégio, e fui atrás dela. Procurei a casa inteira. Nada. Olhei pro quintal e vi a porta do depósito entreaberta — o lugar onde meu pai guardava as ferramentas. Achei que ela estivesse lá dentro. Entrei na ponta dos pés.
Os gemidos chegaram antes de eu enxergar qualquer coisa. Gemidos baixos, molhados, de mulher. Reconheci a voz da minha mãe na hora. A boba que eu era ainda pensou que ela tava machucada. Continuei andando. Passei pelo armário e o que vi me travou o ar na garganta.
Minha mãe estava sentada no pau do vizinho. As pernas abertas, a bunda subindo e descendo devagar, engolindo aquele pau grosso até o fundo. As mãos dele agarravam a cintura dela com força, os dedos cravados na carne. Eu fiquei parada, escondida, com o coração batendo tão forte que achei que eles iam ouvir. Era a primeira vez que eu via alguém foder de verdade. Minha buceta latejou. Eu sentia o cheiro de sexo no ar quente do depósito — suor, buceta molhada, porra.
Ele gozou na cara dela. Jatos grossos escorrendo pelo queixo, pelos seios. Minha mãe lambeu os lábios, engoliu o que pôde, e eu senti minhas coxas tremerem. Voltei pra casa de pernas moles. Minutos depois ela me chamou da cozinha. O rosto ainda corado, o cabelo um pouco bagunçado, mas a voz normal. Como se nada tivesse acontecido. Como se eu não tivesse acabado de ver ela sendo fodida como uma puta.
À noite, quando meu pai chegou, eu fiquei no quarto pensando naquilo. No pau do vizinho. Naquele tamanho que, na época, parecia monstruoso. Hoje eu sei que era só um pau normal, grosso e bem feito. Mas naquela noite, deitada, eu passei a mão pela primeira vez entre as pernas. A buceta já estava escorregadia só de lembrar. Esfreguei o clitóris com o dedo médio, devagar no começo, depois mais rápido. Gemi baixo no travesseiro. Foi a primeira vez que eu gozei de verdade — o corpo inteiro se contraindo, a porra quente escorrendo pelas minhas coxas.
E foi aí que eu ouvi de novo. Os mesmos gemidos. Só que agora vinham do quarto dos meus pais.
Levantei. Abri a porta devagar. Pela fresta eu vi tudo: minha mãe deitada, pernas abertas, meu pai por cima, empurrando com força. O pau dele era maior. Mais grosso. Ele entrava fundo e ela gemia como se estivesse doendo, mas pedia pra continuar. “Mais forte… assim… isso…” Eu fiquei ali, de quatro, a mão dentro do short, esfregando o clitóris molhado enquanto assistia meu pai foder minha mãe. Quando ele puxou o pau e enfiou na boca dela pra gozar, eu gozei junto. As pernas bambas, a buceta pulsando, a porra escorrendo pelos dedos.
Dali pra frente eu fiquei viciada. Observava minha mãe sumir. Via ela com o vizinho outras vezes no depósito. Via meu pai fodê-la quase toda noite. E eu me imaginava no lugar dela. Queria aquele pau grosso abrindo minha buceta virgem. Queria a língua do meu pai. Queria ser usada.
Um dia, tomando banho, senti o olhar. A porta do banheiro sempre ficava entreaberta — costume meu. Eu continuei me ensaboando, os seios começando a crescer, os mamilos duros sob a água quente. Quando saí, minha mãe tinha saído de carro. Só meu pai estava em casa. Na sala, eu de camisão curto e shortinho, ele tentando olhar por baixo. Depois a mão dele apertando o volume do próprio pau por cima da calça. Confirmado. Meu pai me queria.
Eu passei a usar só o camisão à noite. Porta do banheiro sempre aberta. E ele começou a entrar no meu quarto. Dedos deslizando pela minha coxa, subindo até a bunda, apertando de leve. Toda noite. Eu fingia dormir e gozava baixinho só com aquele toque.
Um domingo eu decidi dormir sem short. Só o camisão. De madrugada acordei com o dedo dele dentro de mim. Entrando e saindo devagar, me abrindo. Eu apertei o colchão. Ele tirou o dedo e colocou a boca. A língua quente, grossa, entrando fundo, chupando meu clitóris, lambendo até o cu. Eu estava de bruços. Ele abriu minhas nádegas e passou a língua no meu cuzinho. Eu contraí. Ele gemeu baixo. Acho que foi isso que fez ele voltar todas as noites seguintes.
Até aquela quinta-feira. Chovia pra caralho. Minha mãe não estava. Eu saí pro varal e voltei encharcada. Meu pai também, vindo do depósito. “Tira essa camisa, pai.” Ele pediu ajuda. Eu tirei. Quando me virei, ele me abraçou por trás, a mão grande subindo pela minha barriga molhada até os seios. Apertou. Os mamilos duros entre os dedos. “Sua blusa também tá molhada… quer que eu tire?” Eu só balancei a cabeça. Ele levantou a blusa, as mãos quentes nos meus peitos. Depois desceu pro short. “Posso tirar também?” Outro sim. O short caiu. Eu estava semi nua no meio da cozinha, o pau dele pressionando contra a minha bunda. O volume duro esfregando. Ele enfiou a mão dentro da calcinha molhada — não de chuva — e tocou meus pelinhos. Depois o clitóris. Massageou devagar enquanto me encoxava. Eu ofegante, o coração disparado, querendo que ele me fodesse ali mesmo.
Foi qndo escutamos a buzina era minha mãe. Eu peguei as roupas e corri pro banheiro. Lá dentro me toquei desesperada, a buceta escorrendo, quase gozando de novo, até ela bater na porta.
À noite, na sala, vi que minha mãe estava sem calcinha, a buceta lisa. Decidi deixar a minha igual. Me depilei no banheiro. Voltei e meu pai já tinha ido deitar.
De madrugada ele veio. A mão na minha bunda, depois na buceta agora lisinha. Ele gemeu quando sentiu. Chupou mais fundo, a língua entrando no meu cu, chupando tudo. Depois deitou atrás de mim. O pau grosso esfregando na minha entrada molhada. Na primeira tentativa a cabeça entrou. Eu apertei o travesseiro. Ele empurrou. Dor e prazer misturados, a sensação de ser aberta pela primeira vez. O pau do meu pai entrando fundo na minha buceta virgem. A mão dele no meu peito, apertando. Depois na bunda, abrindo, o dedo no meu cuzinho. Eu contraía. O ritmo aumentou. Eu gozei no pau dele, um gemido alto escapando. Ele tampou minha boca com a mão e gozou quente em cima da minha bunda, jatos grossos escorrendo entre as nádegas.
Silêncio. Ele saiu sem falar nada. Eu fiquei ali, a buceta latejando, a porra dele escorrendo, o corpo inteiro mole e satisfeito. Levantei, tomei banho, e dormi leve pela primeira vez na vida.
Aquilo não foi o fim. Foi só o começo.
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Comentários (1)
Vidanacabana-: Será que a mãe tava traindo ou o marido sabe que ela dá pro vizinho e deixa o marido ir no quarto da filha? Ou tudo isso é traição? O marido trai a esposa com a filha e a esposa trai o marido com o vizinho
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