#Coroa #Traições

Silnara e Sérgio na minha casa

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joao

Quando o interfone tocou pontualmente às 18 horas e foi a minha esposa que foi recebe-los, eu ainda estava no quarto, pois tinha acabado de sair do banho. Assim que terminei de me arrumar, fui para a sala e lá estavam eles, a minha esposa, meu filho e um jovem casal, ela, morenq, cabelos castanhos, uma mulher de 1,70 de altura com um corpo em dia. Vamos chama-la de Silnara, 46 anos. O marido era o Sérgio, branco, magro. Aparentava ter no máximo uns 46 anos, uma simpatia de pessoa.

Sabe aquele cara que é o símbolo da paciência e da educação? Esse era o Sérgio.

Nos sentamos e eles começaram a nos explicar tudo sobre o projeto e é claro que nós os bombardeamos de perguntas. Deu para perceber que Silnara falava mais, tomava a frente nas resposta, Sérgio apenas sorria e concordava.

Em determinado momento, Silnara perguntou qual de nós dois poderia lhe passar o celular para que ela nos enviasse mais mensagens e a minha esposa imediatamente me encarregou dessa função. Passei meu número e ela anotou e já mandou um “oi” via WhatsApp.

No perfil dela tinha nome e sobrenome, não sei exatamente porque, mas eu fui até as suas redes sociais e comecei a olhar foto por foto. Silnara, que no dia da visita estava com o uniforme da empresa onde trabalha, aparecia ainda mais linda nas fotos. Em uma delas, na praia, dava para ver com riqueza de detalhes seu belo corpo. Pele morena, seios médios, pernas grossas e uma bunda bem bonita.

Para meu espanto, naquela mesma manhã ela me mandou uma mensagem de bom dia e as primeiras coordenadas. Eu fui lendo, tirando duvidas e ela sempre mandando coraçãozinho, foguinho, beijinhos no final de cada conversa.

Os dias foram passando, muitas mensagens e uma aproximação inevitável aconteceu. Silnara passou a comentar nos posts do meu Status de WhatsApp, eu apenas ria, sorria e agradecia, tentando fingir que era algo normal.

A coisa tomou um caminho perigoso quando ela disse que precisava nos entregar um envelope com uma seria de impressões, mas que o ideal seria ela me entregar naquele dia, pois não poderíamos perder o “time” da ação. Naquele exato momento eu estava no freeshop, mas ela poderia deixar na portaria do prédio.

- Eu passo ai se você quiser.

- Pode sim. Eu estou sem carro, então vou te esperar na portaria principal.

- Não esquenta, te dou uma carona depois.

Até ai estava tudo bem, pois eu achei que ela e o marido estavam na correria para entregar os envelopes, mas para a minha surpresa, quando o Onix prata com vidros escuros parou na minha frente, só tinha a Silnara lá dentro. Eu olhei, ela fez sinal e eu entrei. Outra surpresa boa foi que ela tomou a iniciativa de beijar meu rosto e em seguida lançou um – nossa, que perfume gostoso – antes de me entregar os envelopes.

Silnara é elétrica, fala o tempo todo. Me explicava tudo sobre o envelope enquanto reclamava do transito que estava o caos por conta da obra na avenida. Trocava de estação de rádio, comentava sobre o trânsito, falava e falava.

Eu comecei a rir, ela ficou curiosa, eu disse que ela estava agitada demais.

- Ahhh, eu sou assim. Falo muito, sou elétrica.

- E como o Sérgio te acompanha? Ele é bem tranquilo.

- Ele não acompanha, em todos os sentidos, se é que você me entende.

Eu fiquei em silêncio e Silnara continuou.

- Te surpreendi?

- Digamos que sim.

- Porque? Eu tenho cara de santinha?

- Tem. – Respondi rindo.

- Mas não sou. A sorte do meu marido que eu o amo, senão....

- Se não, o que?

- Deixa isso pra lá moço. Melhor não provocar. Não mexer com fogo.

- Mas eu adoraria me queimar. – Dei uma cartada.

O trânsito ainda continuava lento, basicamente parado. Silnara me olhou fixamente, tirou os óculos e soltou a palavra mágica.

- Queime-se.

Eu a beijei. Ela retribuiu. Um beijo tão intenso e urgente que demoramos a perceber os outros carros buzinando pra gente seguir. Ela seguiu em frente e na primeira oportunidade entrou nua rua adjacente, quase deserta. Parou o carro debaixo de uma castanheira e subiu no meu colo. Voltamos a nos beijar enquanto eu apertava a sua bunda e ela rebolava no meu pau. Nós estávamos de calça jeans, e foi isso que nos salvou de transarmos ali mesmo.

Quando paramos na porta do meu prédio, nos despedimos e Silnara me surpreendeu novamente.

- Ainda não terminamos. Vou te mandar mensagem amanha de manhã, esteja pronto.

Entrei em casa com o pau latejando, a minha esposa estava na sala conversando com a irmã dela no celular. Dei um beijo no seu rosto e fui tomar banho. Uma vontade de gozar maior que tudo, mas algo me dizia para esperar até o dia seguinte, então me segurei, mas fui dormi com a excitação percorrendo as minhas veias.

Acordei às 4h da manhã, estava excitado. O treino daquela manhã era correr, mas quem disse que eu consegui acompanhar a planilha de treino. Com menos de 5km eu voltei para casa, tomei café, meus suplementos e fui tomar banho. Quando terminei já tinha uma mensagem dela com todas as coordenadas.

- Bom dia, sou eu! Preciso que você vá para esse endereço. Eu vou estar lá às 10h. Não se atrase.

Só tive tempo de responder ok. Me arrumei rapidamente. Calça jeans, camisa Polo branca, tênis e perfume. Peguei o Uber e em meia hora eu estava na frente do prédio de três andares. Não tinha porteiro, toquei o interfone ela quem atendeu. Me identifiquei, ela abriu e eu subi os três lances de escada a galopes.

Quando bati na porta do 301, ela abriu. Estava linda. Vestido preto, não era ousado, mas a deixava linda. Seus seios pareciam estar maiores, a cintura mais fina. As pernas de fora, pareciam mais roliças. Não disse nada, nem queria. Entrei e fechei a porta. Quando a chave girou nos atracamos num beijo que havia começado no dia anterior. Nos arrastamos até o sofá, as bocas não se desgrudavam, nossas línguas travavam uma verdadeira guerra campal, as minhas mãos deslizavam sobre o vestido alcançando rapidamente a sua bunda. A calcinha minúscula, preta, de renda foi facilmente ao chão. Deitei Silnara naquele sofá, me enfiei entre suas pernas e comecei a chupar a sua buceta. Aliás, que buceta. Cheirosa, lisa, carnuda e melando a minha cara. Não demorou para que ela começasse a gemer a falar barbaridades.

- Isso, chupa. Chupa a sua putinha casada.

- Goza minha puta. Lambuza a minha cara,

- Que saudade disso...de ser tratada como uma vagabunda.

Dois dedos entravam e saiam daquela gruta quente. Silnara se contorcia no sofá, abria as pernas para sentir meus dedos lhe fudendo bem fundo enquanto a minha boca sugava seu grelo.

O primeiro gozo veio forte, barulhento, molhado. Seus gemidos quebravam o silencio do andar que parecia estar vazio.

- Me fode.

Eu me levantei para me despir e Silnara me ajudou. Ela tinha pressa. Não demorou uma fração de segundos para que ela começasse e me chupar. Sua boca gulosa fazia movimentos certeiros, ela alternava em chupar a cabeça e meter o pau ate o fundo da garganta.

Quando cansou de me chupar, Silnara me pegou pelo pau, como se fosse uma coleira e me levou para o quarto. Uma cama grande seria o palco da nossa vadiagem. Silnara se posicionou de quatro, abriu as pernas e pediu que eu a fodesse assim. Pincelei meu cacete na porta da buceta, ela gemeu, implorou por rola e gemeu alto quando eu entrei numa estocada só.

- Ahhhhhhhhhh....que delicia de pica.

Eu segurava suas ancas e fodia. Metia forte, fundo, rápido. Os tapas se sucediam na bunda que naquela posição me parecia ainda maior e mais bonita. Dedo massageando o cuzinho levou Silnara ao delírio e seu segundo gozo explodiu na minha pica.

- Deita aqui... – Ordenou ela ainda ofegante.

Deitei com o pau apontando pro teto. O quarto estava quente, mas não tinha ventilador e nem ar condicionado. O suor já colava seus cabelos longos e fazia a minha pele brilhar. Silnara sentou e deixou o corpo cair sobre o meu. Passou a rebolar de olhos fechados, eu apertando seus seios, ela esfregando o grelo no meu corpo em busca do terceiro gozo. Não demorou e quando ela deu sinais que estava quase lá, eu acelerei e passei a fodê-la de baixo para cima.

Gozamos juntos. Melamos o lençol. Estávamos suados, quarto cheirando a sexo e gosto de buceta na boca. Nos beijamos, meu pau ainda latejava dentro da sua buceta.

Foi ai que Silnara começou a falar. Sérgio era um ótimo marido, mas o sexo dele é papai e mamãe e só acontece quando ela quer. Ele nao toma a iniciativa.

- Eu gosto de ser puta.

- Você é. Você sabe ser na hora que precisa ser.

- Quero mais.

Fomos pra sala de novo e trepamos no sofá, depois nos despedimos numa trepada insana no banheiro.

Nos despedimos e eu entrei no Uber, Silnara pegou seu carro e foi pro trabalho. Em casa eu peguei meu celular e tinha a seguinte mensagem: Você acabou de ganhar uma putinha. Promete cuidar bem dela?

Cheguei em casa com a cabeça do pau ardendo. Eu e silnara passamos boa parte do dia num apartamento que eu não faço a menor ideia de quem era trepando.

Eu não conseguia para de pensar no que tinha acontecido. Seu cheiro, seu gosto, seus gemidos ainda ecoavam na minha memória. Era para eu bater na cama e dormir, mas eu simplesmente não conseguia parar de pensar nela e consecutivamente a excitação não dava trégua.

Dois dias se passaram e nenhuma mensagem. Cheguei a achar que ela estava arrependida do que tinha feito, o que seria normal. Casal novo, recém casados, muito ativos na igreja, certamente o arrependimento havia batido.

No terceiro dia Silnara me mandou uma mensagem logo pela manhã.

- Está livre hoje a tarde?

- Sim. – Respondi imediatamente.

- Quero te pedir uma coisa.

- Peça.

- Me leva num motel?

- Oi?

- É! Motel....eu nunca fui, meu marido acha nojento. Me leva.

- Onde nos encontraremos?

- Te busco na sua casa.

- Ok.

Pronto. Eu já estava com o pau explodindo dentro da bermuda de novo. Por mais que eu soubesse que aquilo tudo era errado, eu não conseguia dizer não. Era mais forte que eu, era mais forte que ela.

Dia seguinte, 7h da manhã meu telefone vibra, a mensagem era dela. Passaria na minha casa por volta das 9h. Não comentei nada para não parecer ansioso, mas eu já tinha ido treinar, já tinha voltado e estava pronto.

Desci e às 9h em ponto o carro dela virou a esquina, entrei rápido, ela me deu um beijo molhado e saímos.

- Para onde vamos? – Perguntou ela como uma criança indo ao parque de diversões.

- Yes Motel.

- Ui....

Pegamos transito, demoramos 45 minutos e cada semáforo fechado a gente se atracava dentro do carro. Silnara estava linda. Vestido longo, florido, tecido leve e com um belo decote que realçava ainda mais os seus seios. Cabelos soltos, encaracolados, e muito cheirosa.

Entramos no motel quase uma hora depois. Ela estava mais ansiosa do que eu. Pedimos uma suíte completa, com sauna, hidro, piscina, tatame e uma cadeira erótica. Quando nós entramos no quarto os olhos dela brilhavam. Apesar de ser um motel, o Yes é conhecido pelo bom gosto na decoração. O tatame era ao lado da piscina. A cadeira erótica ficava do outra lado e tinha umas cordas para amarração. Uma pequena pista de dança, uma cama enorme, alguns espelhos e uma cadeira vermelha estilo século XVIII.

Quando fechamos a porta, silnara me beijou. Mas foi um beijo diferente, apesar da intensidade, tinha algo a mais ali. Fomos conhecer cada detalhe da suíte e quando chegamos perto da cadeira a coisa esquentou. Foi ali que eu a despi, soltei as alças do vestido e ele deslizou até seus pés. Debaixo do tecido fino não tinha mais nada, ela estava nua, estava pronta.

Peguei as amarras e a sentei na cadeira. Voltamos a nos beijar, meus dedos já massageavam seu grelo, o mel já escorria e melava o couro da cadeira. Deitei silnara e coloquei seus pés numa posição para que eu a amarrasse, depois amarrei as mãos deixando-a totalmente exposta.

Enquanto ela me esperava, fui me despindo e lhe falando algumas barbaridades. Ela pedia para que eu não demorasse para começar, mas a minha lentidão fazia parte dos planos. Me despi, coloquei meu pau na sua boca e mandei chupar, ela obedeceu. Me chupou gostoso. Eu esfreguei meu pau na sua cara, lhe dei uns tapas, chamei ela de putinha casada.

Peguei uma pedra de gelo e enfiei na minha boca, depois comecei a chupar seus seios, ela gemeu alto. A quebra de temperatura causava prazer e dor. Desci beijando seu corpo, as vezes passava o gelo diretamente na sua pele que eriçava a cada toque. Chupei a sua buceta e sempre que ela anunciava que ia gozar eu parava, pedia para ela esperar e depois retomava.

O tesão foi acumulando, aquela energia toda se multiplicando dentro dela. Dois dedos fodiam a sua buceta enquanto a boca brincava coms eu grelo, depois três dedos passaram a lhe foder com mais força. Mais uma vez ela disse que ia gozar e eu parei.

- Segura esse fogo-

- Me deixa gozar.

- Ainda não.

Com carinha de choro e a buceta pingando, silnara virou presa fácil. Eu a provoquei até o seu limite. Quando senti que ela não aguentava mais enfiei o pau de uma vez só. Minha rola deslizou dentro da sua buceta quente. As estocadas eram fundas, o som daquela buceta molhada sendo invadida por mim quebrava o silencio do quarto. Silnara não é escandalosa, mas naquele dia ela estava incontrolável, estava querendo tudo, disposta a viver o prazer no nível máximo.

Ela queria experimentar tudo. Pediu para que eu a mudasse de posição, ela continuou na cadeira, mas agora estava de quatro, totalmente imobilizada. Me enfiei entre suas pernas e passe a chupar a sua buceta e seu cuzinho, alternadamente. Ao sentir a minha língua invadindo as suas pregas, ela gemeu, pediu que eu continuasse. Delirou quando eu meti um dedo, depois dois. Passe a foder seu rabo até que num ato de extremo prazer ela pediu que eu comesse seu rabo.

Lambuzei de lubrificante e fui entrando, devagar, sem pressa, desfrutando cada centímetro sendo engolido por ela, cada gemido, cada suspiro.

- Come, come o rabo da sua puta. O marido dela não come.

Ouvir aquilo me deu mais tesão ainda. Quando o pau estava totalmente alojado dentro dela, desferi um tapa na sua bunda que deixou a marca dos meus cinco dedos. Ela pediu mais, eu dei outro, depois outro e outro. Passei a meter mais rápido, mais forte, mais fundo. Silnara finalmente gozou, chegou lá com meu pau atolado em seu rabo. Eu acelerei e gozei, enchi seu cuzinho de porra.

Ficamos grudados por um tempo, acalmando os batimentos cardíacos, controlando a respiração. Quando meu pau saiu de dentro dela, a porra escorreu, caiu sobre a cadeira. Soltei silnara e ela me olhou com um sorriso lindo no rosto. Disse que estava com o rabo doendo, mas estava se sentindo realizada, desejada.

Fomos para hidro e ficamos lá por alguns longos minutos. Quando sentiu que meu pau já estava dando sinal de vida, ela se encavalou em mim. Sentou gostoso e ficou rebolando enquanto me beijava, nós estávamos literalmente namorando, parecíamos um casal transando pela primeira vez. Mas aquele momento romântico passou, ela voltou a falar putaria e a rebolada ficou mais intensa. Não demoramos e gozamos novamente, quase que em sincronia.

Saímos da hidro e fomos pro chuveiro. Literalmente eu dei um banho nela. Como meus dedos passeando pela sua buceta, lhe fiz gozar novamente, em pé, com as mãos na parede e bunda empinada. Voltamos para cama, transamos na cama, no tatame e na mesa onde foi servido o nosso almoço.

Quando saímos do motel, já era quase 13h, ela tinha que ir pro trabalho. Eu peguei um Uber e voltei para casa, afinal de contas eu ainda sou Home Office.

A noite voltamos a nos falar. Trocamos mensagens. Talita disse que estava cansada, sentido uma ardência, mas realizada. Na minha cama, eu sentia meu pau arder também, mas, mais que isso. Me sentia vivo e cada vez mais livre daquele sentimento que eu insistia em manter vivo em relação a Aline.

A gente já tinha perdido a noção do perigo há tempos. Naquela tarde no motel, quando saímos, havia 32 ligações do marido de Silnara em seu celular e várias mensagens de áudio. Eu confesso que fiquei bem preocupado, ela nem tanto.

Quando nos despedimos ela disse que ligaria para ele quando estivesse sozinha no carro. Assim que entrei em casa fui direto pro banho, o apartamento estava vazio.

Tomei um banho, comi alguma coisa, peguei meu notebook e fui trabalhar mais um pouco. Minha esposa chegou cerca de uma hora depois, me deu um beijo e me perguntou como tinha sido o meu dia. Naquele momento eu senti uma sensação estranha, um arrependimento, não sei bem explicar, só sei que não gostei.

Três dias se passaram e eu e S não havíamos trocado uma mensagem sequer. Uma certa preocupação começou a me incomodar. Será que o marido dela descobriu algo? Será que ela se arrependeu dos nossos dois primeiros encontros?

Por várias vezes eu peguei o telefone para ligar para ela, mas tinha receio de causar problemas caso ela estivesse acompanhada.

No quarto dia, acordei cedo como sempre. Sai de casa às 5h30 para pedalar 100km e geralmente quando eu faço isso coloco o telefone no mudo. Quando terminamos o treino, me despedi dos amigos, voltei para casa e fui olhar as mensagens. Lá estava ela, uma dúzia de mensagens. Uma delas dizia que seu marido iria viajar a trabalho e ficaria fora por três dias e essa era a oportunidade que ela esperava há meses. Silnara queria ir além de tudo que a gente já tinha feito, queria transar na casa dela, na cama deles. Senti meu coração acelerar, era excitante e cruel ao mesmo tempo.

O tal dia da viagem chegou e assim que o avião decolou, Silnara começou a me mandar mensagem ainda dentro do estacionamento do aeroporto.

- Bom dia, ele já foi.

- Bom dia! Acho que a gente deveria repensar essa sua ideia maluca.

- Você não quer?

- Não é isso. Só acho que na sua casa e na sua cama é abusar demais.

- Mas ai é que está o tesão da coisa.

- Silnara, repensa.

- Não vou repensar. Estou indo para casa. Te espero lá às 13h. Segue o endereço.

Eu ainda estava em casa quando as mensagens cessaram, por alguns minutos eu me convenci que não ir era o melhor a se fazer. Mas ao mesmo tempo, cenas de nós dois no motel começaram a passar na minha cabeça como num filme. Não resisti, tomei um banho, troquei de roupa e fui ao encontro daquela loucura.

Quando cheguei na casa dela meu coração estava acelerado e a mente confusa, mesmo assim toquei o interfone. Ela atendeu e abriu o portão. Subi rapidamente e entrei no apartamento com receio de ser visto por algum vizinho. Silnara estava perfeita. Usava uma camisola de seda preta, com detalhes em rendas e transparências. Dava para ver que a calcinha era da mesma cor e minúscula. Ali mesmo na sala de estar começamos a nos beijar assim que a porta se fechou.

Minhas mãos estavam no modo automático, começaram a deslizar por todo seu corpo. A sua pele estava perfumada, seu beijo doce como sempre. Ali mesmo, naquela sala que ela recebeu seu marido em várias ocasiões, Silnara se ajoelhou e abriu o zíper da minha calça, liberou meu pau, ajudou a me despir e em seguida abocanhou meu cacete com uma fome que poucas vezes eu vi. O fato de estarmos em sua casa, certamente fez o seu tesão ir além do imaginário. Ela me chupou por um longo tempo, meu corpo estava encostado na parede fria, sua boca quente sugava minha rola com vontade. Sua língua deslizava pelo meu pau da base até a cabeça. Eu segurava seus cabelos, ditava o caminho e o ritmo que ela deveria seguir. Por alguns momentos eu literalmente lhe fodia a boca enfiando meu pau até tocar a sua garganta.

Saímos da sala e Silnara me puxou pelas mãos. Entramos em seu quarto e lá estava a sua cama de casada, grande, com um lençol branco e travesseiros. Em cima da cabeceira uma foto do casal, aquilo mexeu comigo de novo. Voltamos a nos beijar, eu soltei as alcinhas da sua camisola e o tecido escorregou pelo corpo. Ao tocar a sua buceta ainda coberta pela calcinha, percebi o quão estava ensopada. Seu tesão escorria pelas partes internas das suas coxas. Nos beijamos muito, mamei cada um dos seus seios sem pressa alguma. Silnara apenas gemia, sua respiração estava pesada.

O clima no quarto era quente, nem o ar condicionado estava dando conta do nosso fogo.

- Me chupa. Quero gozar na sua boca.

Ouvindo aquelas palavras com aquela voz manhosa, não tive opção. Me enfiei entre suas pernas, arranquei a calcinha com o dente e comecei a chupa-la. Parecia mais doce que o habitual, mais molhada, mais quente. Não demorou muito para que ela gozasse. Foi um orgasmo diferente, avassalador, mas silencioso. Seu corpo tremia mais que o normal, mais intenso, diferente dos demais.

Escalei seu corpo beijando a sua pele, depois seus lábios e o pau entrou. Começamos num papai e mamãe, posição essa que a gente quase não fazia. As pernas de Silnara enlaçaram meu corpo me perdendo junto a ela, suas unhas deslizavam pelas minhas costas.

- Me fode, me fode fundo.

O ritmo foi acelerando, fluindo, mudamos de posição e sem nos desconectarmos ela subiu em mim. Passou a rebolar, eu sentia seu grelo esfregando no meu corpo, minhas mãos apertavam seus seios, ela arriava o corpo, me beijava, cavalgava e rebolava como se o mundo fosse acabar naquele instante.

Silnara gozou de novo, dessa vez eu senti seu gozo escorrer entre as minhas pernas. Foi dela a inciativa de sair de cima de mim e cair de boca no meu pau novamente.

Com a bunda empinada, ela mamava com vontade, me olhava com aquele olhar lascivo, cara de puta sedenta, cara de mulher casada que estava dando tudo na sua própria cama de casal.

Quando ela parou de me chupar eu pedi que ela ficasse na mesma posição. Me posicionei atrás dela e comecei a foder com força, o pau ia fundo, o som ecoava dentro do quarto do casal. Os tapas em sua bunda, deixavam marcas avermelhadas. Ela pedia mais, mais rápido, mais forte, gozava, gemia, me chamava de tudo quanto era nome. Quando gozei, despejei muita porra no fundo da sua buceta, o que restou no meu pau, ela limpou com a boca.

Naquele dia, transamos mais do que nas outras vezes. Silnara estava mais faminta, talvez por estar na sua própria casa. Num determinado momento, seu marido ligou para dizer que havia chegado no hotel, ela estava sentada no meu pau enquanto falava com ele. Eu segurei para não gozar naquele momento, não sei ser discreto.

Ele desligou e nós voltamos à cachorrada. A gente estava no banho quando o telefone tocou. Era a sua irmã, ela atendeu e ficou pálida quando a jovem disse que estava tocando o interfone. Me arrumei rapidamente, sai do apartamento e fui para as escadas. Foi o tempo que precisávamos para ela se arrumar e abrir o portão.

Nos despedimos e eu fui embora. Cheguei em casa com um certo remorso. A coisa piorou quando meu filho comentou que o casal estava pretendendo ter filhos. Me senti culpado. E se ela engravidasse numa das nossas loucuras.

No dia seguinte escrevi um texto explicando os meus remorsos, pois o marido dela era um grande amigo do meu filho e isso poderia acabar de forma trágica. Disse que estar com ela era incrível, mas o marido dela não merecia. Ela leu, mandou um “ok” e me bloqueou no WhatsApp.

Fim.

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