#Corno

Nesse dia conheci meu primeiro negro dotado, que me arrombou toda.

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ksal liberal

Eu acordei já molhada, com o fio dental amarelo do dia anterior ainda na cadeira e o corno perguntando se eu queria café. Não queria café. Queria o angolano. Fazia meses que eu falava nisso, no ouvido do corno, enquanto ele filmava eu me masturbando e não metia. Eu dizia que queria um africano de verdade, de Angola, pau de verdade, não esses que somem na mão. Ontem ele chegou. Hoje eu realizei.

Me chamo a maior puta casada do Brasil. Não é frase de legenda. É o que eu repito quando o cu abre e o corno só segura o celular. Desde 2007 eu uso o mesmo motel, o da piscina aberta, céu sem teto, quarto com a porta de vidro dando pra água. É ali que eu faço vídeo, foto e conto. O corno manso vai junto pra uma coisa só: registrar. Não opina. Não mete. Não goza se eu não mandar. Hoje eu mandei ele não gozar.

Cheguei primeiro. Banho tomado por cima, sem lavar o cu até o fim, porque eu queria cheiro. Passei o fio dental amarelo. O tecido mal cobre. A buceta carnuda, grande, lábio grosso pra fora, o elástico sumindo no meio. O ânus estufado, rosado, empurrado pra fora de tanto que eu já dei, a renda amarela não tapava nada. Olhei no espelho do motel e abri a nádega com as duas mãos. O cu piscou. Peidei baixinho, de nervoso, e ri.

O corno armou o celular no tripé, de frente pra cama, e outro na janela da piscina. Mão tremendo.

— Filma o fio. Filma o cu pra fora. Quando ele entrar, você não fala. Só registra.

— Tá. Eu registro.

— E não mete essa porra pequena hoje. Hoje não é seu.

Ele engoliu. Pau pequeno já duro dentro da bermuda. Patético. Eu gosto de ver.

O angolano chegou às três. Alto, preto, ombro largo, corrente fina, cheiro de sabonete e de sol. Voz grossa, sotaque de Luanda, que eu reconheci na primeira frase.

— Você é a casada.

— Sou a maior puta casada do Brasil. Entra.

Ele olhou o corno. O corno abaixou o olho e apontou a câmera.

— Esse é o marido?

— É o corno. Filma. Não come. Pode ignorar.

O angolano riu, curto, e segurou minha cintura. A mão era grande. Cobriu a barriga e desceu pro fio dental. Beijou. Boca quente, língua grossa, dente arranhando de leve o lábio. Eu gemi na boca dele e puxei a corrente. Ele me virou, abaixou, enfiou a cara na bunda ainda de pé, no meio do quarto.

— Que bunda. E esse fio não tapa nada.

— Cheira.

Ele cheirou. Fundo, nariz no cu estufado, o amarelo puxado pro lado. Soltou o ar quente. Lambeu a renda, lambeu o ânus, lambeu a buceta por trás, a língua larga subindo do cu até a entrada carnuda. Eu empinei. O corno aproximou a câmera. Eu olhei pra lente.

— Tá vendo, corno? Homem de verdade cheira o cu da tua mulher. Tu só filma.

— Tô vendo.

— Cala a boca e aproxima.

O angolano abriu as nádegas com as duas mãos e chupou o cu. Barulho molhado, saliva escorrendo na coxa. Depois virou, sentou na beira da cama e tirou a roupa. O pau subiu. Eu já tinha visto grande. Esse era outra coisa. Grosso de verdade, longo, cabeça larga, escura, veia do corpo até a base, pesado quando ele segurou e bateu na minha cara.

— Cabe?

— Cabe onde eu quiser. Primeiro na boca.

Ajoelhei. O corno filmou de cima. Abri a boca. A glande mal entrou. Estiquei o maxilar, baba na hora, o gosto salgado de homem que veio de longe. Chupei a cabeça, a língua no freio, a mão não fechava no meio do pau. Ele segurou meu cabelo e empurrou. Engasguei. Lágrima. Não parei.

— Assim, puta. Engole.

— Não engole tudo. É grande demais. Mas eu chupo até você pedir a buceta.

Ele riu.

— Teu marido chupa isso?

— Meu marido não tem isso. Mostra, corno.

O corno, vermelho, baixou a bermuda. O pau dele do lado daquele parecia dedo. O angolano olhou e cuspiu no chão, de riso.

— Porra. A mulher casada com isso e vem me chamar. Faz sentido.

— Faz. Vem. Deita.

Ele deitou. Eu tirei o fio dental amarelo devagar, mostrei pra câmera, a renda molhada no meio, e sentei na cara dele de costa. Buceta carnuda na boca, cu estufado no nariz. Ele chupou. Eu rebolei. O corno filmou o cu aberto em cima da boca do angolano.

— Lambe o cu. Cheira. Tá estufado porque eu quis assim hoje.

Ele lambeu. A língua entrou um pouco no ânus. Eu peidei curto, quente, na boca dele, sem querer e querendo.

— Desculpa. Saiu.

— Solta de novo. Eu aguento.

Soltei outro, mais longo. Ele não tirou a cara. Chupou a buceta depois, sugando o lábio grosso, o queixo molhado. Eu gozei a primeira vez assim, perna tremendo, esfregando o cu no nariz dele, olhando o corno.

— Gozei na boca dele. Tu nunca me fez gozar assim. Registra essa cara.

Desci. Segurei o pau na base. Sentei de frente, devagar. A cabeça abriu a buceta carnuda com pressão, não com pressa. Desci um palmo. Parei. Arfei.

— Grande. Muito grande.

— Desce mais.

Desci. A grossura abriu tudo, o fundo bateu antes de eu chegar na base. Doía um pouco, pressão no colo, do jeito que eu gosto, não arrebentando. Eu aceito dor quando é essa. Rebolei. Sentei até onde dava, subi, desci, a buceta fazendo barulho de molhada, clara escorrendo no pau preto. Ele segurou minha cintura e meteu de baixo.

— Olha pro teu corno enquanto senta.

Olhei.

— Tá vendo, corno? Não entra tudo e já tá no fundo. O teu nem encosta.

— Tô filmando.

— Filma a buceta abrindo. Filma o que tu não tem.

Virei de costa sem tirar. Sentei de costas. A bunda desceu no pau, o fio dental amarelo ainda preso numa perna, o cu estufado visível em cima da base. As mãos dele abriram as nádegas. Ele cuspiu no ânus.

— Esse cu quer também.

— Quer. Depois. Agora deixa eu sentar na buceta de costa.

Sentei. O ângulo de costa bate diferente, a cabeça esfrega a parede da frente. Gemi alto, sem vergonha, porque o motel conhece meu gemido desde 2007. O corno trocou de celular pra não perder bateria. Eu ri no meio do gemido.

— Até a bateria tu troca, corno. Serve pra isso.

Fomos pra piscina porque eu quis céu aberto. A água estava fria no primeiro passo e quente no sol. Eu entrei de fio dental de novo, o amarelo transparente molhado, buceta e cu marcados. Ele entrou atrás, pau duro fora da água, absurdo no claro do dia. Não tinha mais ninguém. O motel nesse horário é meu.

Ele me encostou na borda. Beijou. A mão entre as pernas, dedo na buceta, dedo roçando o cu. Eu segurei o pau debaixo d’água, pesado, e guiei. Sentei na escada, de frente, perna aberta, a água na cintura. O pau entrou devagar, a água não lubrifica, a minha buceta sim. Desci até doer bom. Gemi no ouvido dele.

— Mete. Aqui. Com o céu aberto. O corno filma da borda.

O corno estava de joelhos no deck, celular na mão, sol na careca. O angolano olhou pra ele e falou baixo, pra câmera pegar.

— Teu marido parece empregado. Segura o telefone e olha a mulher sentar.

— Ele é empregado. Empregado do meu cu.

Sentei mais. A água balançou. Um peido saiu debaixo d’água, bolha, eu ri, ele riu, meteu mais fundo. A dor era pressão, aceita, eu empurrando de volta. Virei de costa na escada, joelho no degrau, bunda pra fora da água. Ele meteu na buceta por trás, as mãos na cintura, o pau saindo brilhante e voltando. O cu estufado abria e fechava a cada estocada, vazio, pedindo.

— Agora no cu. Devagar. Eu mando a fundo.

Ele tirou. Cuspiu. Encostou a cabeça no ânus estufado. Empurrou. A glande larga abriu o anel. Doeu. Doeu de verdade, ardência, o cu querendo fechar e eu mandando abrir. Parei no meio.

— Espera.

— Dói?

— Dói e eu quero. Não tira.

Respirei. Sentei pra trás um palmo. O pau entrou no reto, grosso, quente, diferente da água fria na coxa. Peidei na pica, longo, molhado, o som feio no aberto da piscina. Ele não saiu.

— Peidou no meu pau.

— Peido quando o cu abre pra pau desse tamanho. Mete mais.

Ele meteu. Metade. Eu não desci tudo. Não precisava. O que entrou já ocupava. Sentei de costa na escada, a bunda na barriga dele, o corno filmando o cu esticado em volta do pau. Cada subida o anel agarrava a cabeça. Cada descida eu gemia e às vezes peidava de novo, curto, quente, cheiro forte no sol.

— Corno, aproxima. Filma o cu comendo. Tu nunca abriu isso.

— Tô perto.

— Mais. Quero o Brasil vendo o que tu não faz.

O angolano segurou meu cabelo e falou na câmera, sotaque pesado.

— A mulher dele senta no pau e peida. E ele filma. Isso é marido?

— É corno manso. Beija o pau quando eu mandar, no final. Agora mete.

Voltamos pro quarto molhados. Eu de quatro na cama, fio dental puxado pro lado, buceta carnuda aberta, cu estufado vermelho da piscina. Ele meteu na buceta primeiro, fundo, as bolas batendo, o barulho molhado alto. Depois no cu, devagar de novo, eu mandando o ritmo.

— Devagar. Assim. Agora para. Agora funde mais um pouco.

Ele obedecia. Homem grande que obedece é o que me faz gozar. Gozei de quatro, esfregando o clitóris, o pau no cu, peido saindo junto com o gemido, a cara no lençol do motel. Ele segurou a bunda e não gozou ainda. Eu pedi de lado. De lado o pau entra torto, bate diferente, a perna em cima do ombro dele. Pedi sentada de frente de novo, abraçada, beijando, o corno filmando o beijo e a buceta engolindo.

— Beija ela, corno não beija assim. Olha.

O corno olhou. Eu vi o pau pequeno na mão dele, esquecido, filmando com a outra.

— Larga esse pau. Tu não goza. Só registra.

Ele largou.

O angolano me botou na beira, perna no ombro, meteu na buceta até eu perder a fala, depois virou pro cu e meteu a cabeça de novo. Eu peidei na cara dele quando ele abaixou pra olhar. Ele lambeu mesmo assim. Cuspe, suor, água da piscina, cheiro de cu. Eu segurei a cabeça dele.

— Isso. Cheira. Lambe. O corno não lambe se eu não obrigar. Tu lambe porque quer.

— Quero. Esse cu é grande e estufado. Parece que já sabia que eu vinha.

— Sabia. Eu dormi pensando nesse pau.

Ele gozou na segunda sentada de costa, eu na cama, bunda aberta, o pau fundo no cu até onde eu aguentei. O jato foi quente, muito, escorrendo quando ele tirou, o ânus não fechando, a porra branca saindo do cu estufado, o fio dental amarelo enrolado no joelho. Eu fiquei de quatro, aberta, e olhei pra trás pra câmera.

— Filma agora, corno. Filma o cu da tua mulher vazando pau de angolano. Aproxima. Sem tremedeira.E em https://bit.ly/4dNruEJ é onde o corno publica tudo meu.

Ele aproximou. A mão firme, pela primeira vez, porque eu gritei. O angolano passou o pau na minha boca depois, eu chupei o resto, gosto de cu e de porra, e mandei o corno chegar.

— Beija. Não chupa se não aguentar. Beija a cabeça. Agradece.

O corno beijou. Lábio tremendo. O angolano segurou a nuca dele um segundo, só pra humilhar, e soltou. Eu ri, ainda aberta, peido pequeno saindo com a porra.

— Viu? Serviu pra alguma coisa hoje. Registra até o final. Isso vai pro Brasil ver e baixar. Desde 2007 eu faço isso nesse motel. Hoje foi o dia do sonho. Africano de verdade. Pau que não cabe na mão. Cu que peidou e aceitou.

O angolano vestiu a calça devagar, olhou o corno, olhou eu.

— Quando quiser de novo, chama. Teu marido filma bem. Só não serve pra mais nada.

— Eu sei. Por isso eu chamo quem serve.

Ele saiu. O quarto ficou com cheiro de piscina, de cu, de porra. Eu não tomei banho na hora. Deitei de bruços, fio dental amarelo no chão, cu aberto pingando no lençol, e mandei o corno narrar em voz baixa o que tinha visto, enquanto filmava o close. Ele obedeceu. Disse que o pau era enorme. Disse que eu sentei de frente e de costa. Disse que eu peidei. Disse que ele só registrou. A voz falhou no meio. Eu gozei de novo, sozinha, dedo no clitóris, ouvindo o corno descrever o que não fez.

É por isso que eu volto nesse motel. É por isso que o Brasil que me acompanha vai querer o resto. O que eu já fiz nesse quarto não cabe num dia. O que eu ainda vou fazer começa toda vez que um pau grande atravessa a porta e o corno só levanta o celular. Hoje foi Angola. O cu ainda está aberto. O fio amarelo ainda está no chão. E eu ainda não acabei.

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