Um Triângulo Inesperado.
Isso que vou contar é fato. E ainda estou vivendo essa aventura no mínimo estranha. Mas que tá bom, isso tá.
Tudo começou no banheiro de um shopping center. Eu estava mijando e notei o carinha do meu lado dando aquela manjada. Então eu balancei a cabeça meio que rindo. Dei aquela olhada na cara dele e ele nem disfarçou. Então, pra ver qual era a dele de verdade, eu terminei de mijar e entrei no box olhando pra ele. Fechei a porta e fiquei esperando. Não deu outra. Quando percebi o empurrão na porta, eu abri e era ele já entrando rápido, antes que entrasse mais alguém no banheiro. E o cara não era de perder tempo. Ele deu aquela segurada no meu volume, me encarando com sorriso bem sacana, e foi se sentando na tampa da privada. Fazia tempo que eu tinha vontade de comer um viado. Só nunca havia tido coragem. Meu tesão estava a mil. E ele segurou nós meu quadris e ficou beijando o meu volume e até dando umas mordidinhas. Então eu fui desabotoar a calça, mas ele me impediu enquanto massageava o jeans sobre meu caralho. Ele se levantou, segurando firme o meu volume, apertando, e disse no meu ouvido, que não teria tempo para fazer do jeito certo e pedindo para eu guardar o meu leitinho para ele sugar mais tarde. Então disse: "G2 A4, me espere lá daqui a uma hora". Então abriu a porta e discretamente foi saindo do banheiro.
Uma hora depois eu estava ali, do lado de uma Saveiro branca. Alguns minutos depois ele veio. Mas não parecia o puto safado do barbeiro. Me cumprimentou como se nos conhecêssemos há tempos, perguntando se eu conhecia o caminho. Eu não entendi. Mas disse sim. Entrei no carro e assim que estávamos na rua ele disse que tinha um sobrado só para ocasiões especiais, longe da cidade. Perguntou se eu tinha algum compromisso e eu disse que não. Havia ido comprar um tênis, mas não encontrei o que queria. Chegando no teu sobrado, num bairro bem afastado mesmo, ele ligou a TV e pediu pra eu ficar a vontade enquanto ia para o banheiro. Da sala eu conseguia ouvir o barulho de água jorrando no vaso, o que aconteceu umas cinco vezes. Sabia o que era. E isso me deu muito tesão mesmo. Mas TV eu coloquei na série que acompanhava e fiquei assistindo por uns vinte minutos. Então ele saiu do banheiro, só de cueca, vindo em minha direção trazendo um frasco de óleo Jhonson. Ele aumentou o volume da TV e se ajoelhou entre as minhas pernas, colocando o frasco sobre a mesinha de centro. Então ele me fez afastar bem as pernas e começou a lamber o volume causado pelo meu caralho embaixo do jeans. Ele fazia isso me encarando com cara de pidona. Então se levantou, ficado de costas, e foi se sentando lentamente no meu colo. Puxou meus braços e me levou a agarrá-lo com ele rebolando no colo. Virou a cara pra mim e perguntou se eu queria o cu dele pra mim. Eu disse que sim, claro. Então ele disse que poderia tomar o cuzinho dele pra mim e me tornar o seu dono e seu macho. Ele se levantou me puxando e começou a desabotoar minha calça com a gente em pé. Depois abriu o zíper e meteu a mão lá dentro da cueca, puxando meu caralho para fora, que já estava até melado. Então ele passou o dedo no melzinho e chupou o dedo. Então se abaixou e ficou lambendo o melzinho que brotava com ele espremendo e passando a pontinha da língua me encarando. Em pouco tempo ele estava fazendo o meu caralho desaparecer em sua boca. E eu já estava a ponto de bala. Então levantei ele e o agarrei de costas como se faz com uma mulher no cio. Arriei a cueca dele até a polpa meti o caralho entre as pernas dele, sentindo o saco dele bem quentinho sobre o meu caralho. Dava pra sentir os ovos dele. Então ele disse pra eu pegar o óleo. Eu o peguei e passei no cu dele bastante óleo. Joguei o frasco no sofá e fui levando o caralho para o cuzinho dele. Quando senti aquele cu quentinho abocanhando meu caralho, que foi deslizando fácil para dentro do carinha, meu tesão estava tão no limite que meu caralho parecia que ia explodir em leite pra dentro do rabo do sujeito. Eu tive que me segurar pra não gozar. Mas ele começou a rebolar e aí não deu pra aguentar. Ele virou a cara pra mim, sorrindo e com expressão de tesão, enquanto meu caralho liberava com pressão bastante leite pra dentro do cu do cara. Menos de um minuto. E essa foi a minha primeira de muitas outras gozadas pra dentro do Murilo.
E aí é que vem a tal da coincidência. Eu já estava comendo o Murilo direto. Mais de três meses já. Mas ele sempre foi muito misterioso, do tipo "só me come e tchau". Só sabia que ele era casado e mais nada. Nem o que fazia da vida eu sabia. Então eu comecei a pegar uma mulher que frequentava a academia que eu passei a frequentar também. Foi fácil. Na verdade foi ela que me deu mole. Marcamos um chopp e na mesma tarde brinquei ali. Ela disse que era casada, mas que desconfiava que o marido não era totalmente homem. Eu não quis dizer nada na primeira vez. Só quis mesmo era gozar gostoso nela e fazer ela se acabar no meu caralho. Mas na terceira vez que saímos eu comentei que tinha um colega que comia um cara casado. Ela comentou que homem que se presta pra comer outro homem é tão viado quanto o outro. Eu engoli seco. Depois da cerveja de um intervalo um pouco mais longo voltamos a foder. Dessa vez eu tentei o cu. Mas ela não deixou. Insisti. Mas não deixou mesmo. Até se irritou. Disse que não dava o cu. Que nunca tinha dado. E que se mulher tem vagina, pra que dar o cu? Achei aquilo bem estranho. Mas... Depois eu fui dar uma olhadinha enquanto chupava a buceta dela e vi que não havia marca de foda no cuzinho dela. Totalmente virgem ali. E eu não resisti a vontade de lamber. Pronto! Ela se levantou séria me encarando e indo para o banheiro. O celular dela estava encima da cabeceira. Eu resolvi olhar. Não havia bloqueio de tela. Então fui direto nas fotos. Como assim!? Eu não conseguia acreditar no que via. Era ela e o Murilo no que parecia ser uma festinha de aniversário de alguém que estava entre os dois em uma foto. Então eu vi através de muitas outras fotos que o tal marido dela, que ela desconfiava não ser tão homem assim, é justamente o cara que eu comia direto de tudo que era forma e posição. Lascava leite no cu, no estômago, na cara... E até meu mijo ele havia tomado em nossa última foda.
Pois é! Tem coisas que não dá pra explicar. Hoje faz um mês que eu como esposa e marido sem que um saiba do caso do outro. E o mais interessante de tudo, é que o tesão agora é muito maior. Pois em um mesmo sábado eu dei de mamar para o marido na parte da manhã na Saveiro e de tarde estourei a buceta da esposa dela me arranhar as costas de tamanho tesão no orgasmo.
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Comentários (1)
Luiz: Tesao do caralho comer o marido e a mulher
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