#Bissexual #Corno #Grupal #Voyeur

Rita a amante da minha esposa, envia-me filme em directo, do seu marido fodendo a minha esposa.

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Miguel

A Rita, mulher muito linda é amante da minha esposa, é hábito irem para a sua casa para se comerem, o marido aparece e em directo a Rita envia-me o filme(trio)

Geralmente os meus contos são acerca da minha esposa Ana, (putinha / estérica) muito linda, elegante, anca larga, loira de cabelos ondulados e olhos azuis acinzentados penetrantes, que chocam ao atingir-nos.

A Rita, amiga e amante da Ana, também é uma beldade, com características muito similares, apenas tem cabelos pretos e olhos cor de mel, aliás, toda ela é mel.

O seu marido António, um homem bem estruturado, um autêntico cavalheiro, com um pénis de uns 18 cm, mas muito grosso que como tal eu nunca vira, mas é muito carinhoso, ele sabe que aquilo pode magoar.

Eu acho-me um homem normal, magro, olhos azuis e o tal coiso, não tem nada a ver com o do António, sou todo normalizado.

Em alguns dos meus contos, falei das nossas características, mas para quem não sabe, assim melhor nos fica a conhecer.

Bem; falando um pouco da Rita, ela também é insaciável, geme, grita, arqueia o seu corpo e as suas feições quando está a gozar, são divinais.

Desde que nos conhecemos, já passámos por muitas doideiras. Começámos por sexo a quatro, trocámos de esposa, a certa altura eu trouxe a sua esposa para comigo passar a noite deixando a Ana com ele e com os telefones em linha para nos ouvirmos em simultâneo, assim como várias outras aventuras com estranhos.
É muito excitante ver a minha esposa com outro homem, desde o primeiro beijo, no momento em que é penetrada e quando fica a pingar da boca ou dos outros orificios, eu quase tenho orgasmos.

Mas o que eu quero partilhar hoje, com todos aqueles que me lêem, foi a aventura da minha esposa e da Rita, no último sábado.
Uma hora ou duas após termos almoçado, a Rita aparece na nossa casa toda sexy como é hábito nos dias especiais, dá-me daqueles beijinhos doces que acordam os mortos e disse que me ia roubar a Ana, por tempo indefinido.
A Ana já a aguardava com as suas roupas que pouco a vestem, dão alguns beijinhos de doçura e saem porta fora, sem mais dizerem alguma coisa.

Umas poucas horas após, a Rita liga-me e diz que tem uma surpresa para mim e que decerto eu irei adorar :---liga o computador e aguarda por uma vídeo chamada.
Conhecendo a Rita como conheço, dali não poderia vir coisa boa.
Terminei o que estava a fazer, fui buscar o computador, recosto-me no sofá com ele sobre as minhas pernas.
Logo que abro a vídeo chamada, vejo a Ana e a Rita, que se beijam sofregamente de pé, acariciavam seus corpos, beijam à vez os seus apetitosos pescocinhos, com gemidos de quem está a gostar muito e nas calmas as maminhas delas vão-se mostrando, enquanto as suas roupas vão caindo.
Seus doces beijos nunca param naquela dança de corpos se roçando, maminhas tocando-se e beijos lambidos cobriam tudo desde as maminhas, até ao umbigo e eu ficando cheio de tusa, tiro o meu pénis para fora das calças e o massajo suavemente, com muito cuidado para não me vir.

Deitam-se na cama depois de aí focarem melhor a câmara, tiram o resto da roupa que ainda as cobre enquanto a marmelada continua.
Nas mesas de cabeceira haviam vibradores e outros brinquedos que decerto iriam usar, pela falta de um ou dois de verdade.
Vão-se rebolando, sempre de lábios colados, metem os dedos, seus gemidos abafados pelos beijos fazem eco na minha mente e mais excitado me sinto, estou fervendo, mal me posso tocar senão expludo em jactos de prazer.
A Ana e sua amante, conhecem-se bem, sabem onde tocar, como acariciar, beijar, lamber.
A Ana faz sexo oral à Rita, toda ela vibra, contorce-se e suas feições de prazer são lindas, maravilhosas e mal me consigo controlar.

Rodopiam e de lado num belo 69, gemem as duas até que a Rita grita em extremo orgasmo, depois a Ana.
Cada uma escolhe o seu vibrador para dar prazer à amiga
em simultâneo e mais loucas vão ficando e alguns orgasmos vão libertando, suas feições transformam-se a cada extase, vejo docura ou algo de divinal e muito me alegraria estar entre elas, beijá-las, meter-lhes forte e gozar nelas, mas...

A Ana grita para a Rita, fode-me eu quero sentir um pau grosso dentro de mim e a Rita não se fez esperar.
À volta da cintura aperta o cinto com um strapom negro balançando, grosso, enorme, um pouco de lubrificante e vai tentando meter na Ana, devagar, suas carnes vão esticando e o monstro negro vai-se afundando.
Primeiro devagar, depois mais forte e a minha Ana geme que nem uma doida.

Ouve-se a porta do quarto a abrir, elas param com ares de surpresa e ouve-se a voz do António.
---tenho estado atrás da porta ouvindo os vossos prazeres, desce as calças e diz; estão vendo o que me fizeram, beija a Rita, beija a Ana e apalpa-a um pouco enquanto o strapom ainda está dentro dela e diz, o meu é melhor.
A Rita recua e ordena que o seu marido, foda a minha esposa com o seu enorme membro.
Apanha a câmara em suas mãos e filma de perto o pau do seu marido tocando a vulva da Ana, percorre-a algumas vezes de alto a baixo até que vai forçando aquela cabeça enorme a entrar na vagina.
Com a câmara focando aquela penetração de perto os lábios vaginais vão-se afastando, permitindo que a descomunal glande vá desaparecendo no seu interior, a Ana geme forte e eu não estou aguentando tanta tesão.
Por um lado desejo vir-me, mas por outro quero ver a minha esposa a ser fodida pelo António, até que ele se esporre em quantidades enormes dentro da Ana, quero vê-la pingar.

A Rita foca a câmara nos olhos da Ana e ela aí fixa o seu olhar, como me olhando directamente nos olhos com ar desafiador, sabe que me provoca, como que me chamando corno e fodendo com o meu amigo.
Não tenho ciúmes, apenas muito prazer ao ver a minha querida gemendo nas mãos de outro.
A Rita beija os lábios da Ana, aperta-lhe as mamas e saboreia todos os seus prazeres.
Antes do António ela liberta um longo orgasmo, seus gritos enchem aquele quarto e meus ouvidos também.
O António pára por um pouco e aproveita para dizer que quer ter o seu orgasmo na boca da Ana e ela adora a ideia.

A Rita encosta-se à testeira da cama de pé, chama o seu marido abraçando-o por detrás, pega no seu enorme pénis e ordena a Ana que se ajoelhe à frente do António.
Com a câmara de filmar numa mão e a outra no microfone do seu marido, desafia os lábios da Ana a se abrirem, até que se fecham sobre a glande do António e manda a Ana mamar enquanto vai batendo punheta .
Com a câmara focando apenas o que interessa, dá para ver a cara da Ana, os seus olhares e o cogumelo do António que aparece e desaparece entre seus lábios de desejo.
Os gemidos do António vão aumentando de volume e num grito prolongado, liberta toda a sua carga na boca e lábios da Ana, pois assim a Rita quis.
Pelos lábios e mais pelo canto da boca, o esporro cai em cascata, a Ana o apara com a sua mão e o leva à boca novamente.
A Rita também gosta, também quer provar dos lábios da Ana, e entregam-se a um beijo muito molhado, fios escorrem de entre os seus lábios, eu não aguento mais e molho-me todo!

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