#Coroa #Gay #Incesto

Filho mimado: Incesto é a melhor sensação de prazer! Pt. 8 e 9

11.8k palavras | 0 | 0.00 | 👁️
GarotosDosPapais72

Jantar romântico com o papai e sexo delicioso na manhã seguinte, porque incesto é uma delícia de qualquer jeito. Parte 8 e 9

[Cap. 8 de 10]

“Talvez seu irmão queira vim junto, Davi” papai estava procurando uma roupa no guarda-roupa do nosso quarto, eu tentei não encarar demais seu corpo nu porque não queria transar de novo pra nos atrasar.
“Não, pai, eu quero que seja somente o senhor e eu. E além do mais, aposto que o Levi saiu com o Leo e os amigos” eu já estava quase vestido, coloquei calça e camisa de mangas longas, com calçados fechados, e separei um casaco pra levar caso precisasse.
Era noite de sexta-feira e o aniversário do papai seria no domingo, então marquei com ele de sairmos juntos esta noite. Papai também já estava ciente que iríamos passar seu aniversário na casa do tio Leandro, e que o Levi já mandou mensagem pros seus amigos mais próximos convidando-os, e todos só confirmaram que estariam lá.
“Aqui, deixa eu ajudar o senhor” como eu estava vestido e quase pronto, ajudei o papai a levantar a calça que estava um pouco... “Difícil... mas... pronto! Quer ajuda na camisa?”
“Não, papai mesmo abotoa. Mas obrigado, amor” ele me beijou na bochecha e acabei dando o maior sorrindo vendo meu coroa todo vestido, porque porra, meu pai era mesmo muito lindo. Barba apenas aparada, sem os óculos de grau, com camisa social preta de botão, calça justa, cinto, e sapatos fechados, além de que o papai sempre foi sexy sendo um coroa de meia idade com todos os cabelos na cabeça, e algumas mechas grisalhas dos lados.
“Minha nossa, pai... se não estivéssemos quase atrasados pro cinema, eu poderia devorar o senhor todinho agora”
“Pare com isso, que eu gostei da ideia. Mas vem cá, filho” ele estendeu a mão e eu a peguei, sentindo sua outra mão acariciar meu rosto. “Você é o garoto mais lindo do mundo todo, e não digo só porque está deslumbrante nessa roupa, mas porque não tem um dia que passe sem que eu sinta vontade de beijar esse seu rostinho perfeito”
“Pai, para... assim eu fico sem jeito” mano, eu amava ouvir o papai falando essas coisas fofas pra mim, mas eu ficava me sentindo mal porque eu nunca fui bom com palavras bonitas tanto quanto ele.
“Ei amor, você não precisa ficar assim. Davi, olha pra mim, filho” o papai segurou meu queixo, quando voltei a olhar pra ele. “Não se sinta obrigado a dizer palavras fofas pra mim, só porque eu disse. Meu jeito é assim mesmo, só quero poder cuidar de você e lhe amar não apenas na cama, mas fora dela também. Então sempre que eu disser frases bonitas, você pode só me beijar que eu vou aceitar como retribuição”
Foi quando meus olhos desceram pros seus lábios, e o papai sabia o que vinha a seguir, porque assim que beijei ele, ele já estava com um sorriso.
“Tá bom, mas pode ser que eu queira passar um bom tempo beijando o senhor” falei sorrindo feliz, e ele me beijou de volta só pra dizer:
“Eu vou amar” então juntamos os lábios de novo. “Mas acho que por enquanto basta, senão vamos nos atrasar mesmo. Vá pentear esse cabelo que eu vou terminar de me arrumar”
“Tá bom. Vou colocar um perfume também” falei indo pra frente do espelho arrumando o cabelo, enquanto o papai procurava o relógio.
“Perfume, é? Tem alguém especial que você queira surpreender esta noite?” ele falou em tom de brincadeira, e eu vi que o papai não estava achando seu relógio.
“Sim, um coroa gato que sou loucamente apaixonado. Quem sabe eu peça ele em namoro esta noite” brinquei, mas parece que o papai estava focado procurando seu relógio no guarda-roupa, foi quando ele se curvou e abriu a gaveta.
Puta que pariu, era a gaveta que eu escondia nossos anéis de noivado dentro da caixinha. Assim que o papai esticou a mão para procurar seu relógio, eu me apressei e afastei sua mão eu mesmo.
“Acho melhor o senhor procurar em outro lugar, é só minha gaveta de cuecas. Viu? Não tem nada, além de cuecas, claro” porra, eu não devia está tão nervoso.
“Você tá agindo muito suspeito, sabia?” o papai foi até nossa cama, e começou a procurar na gaveta da mesinha da cabeceira. “Mas... onde foi que eu coloquei aquele relógio... tenho certeza que--"
“Aqui, achei”
“Onde estava?” ele pegou e o colocou no pulso.
“Se eu falar, o senhor jamais acreditaria” foi quando eu indiquei para a TV, e estava debaixo dela.
Momentos depois, trancamos a casa, e fomos pro carro.
“Não, não, pai. Hoje, sou eu quem dirige, o senhor vai do meu lado” falei pegando a chave da sua mão.
“Você está muito cavalheiro hoje, Davi. Até parece que está me levando pra sair num encontro romântico” papai sentou no banco do passageiro do meu lado, e eu já fui ligando o carro.
“Mas eu estou. Hoje é apenas o senhor e eu, aproveitando a noite como dois homens lindos e apaixonados, igual aqueles filmes românticos que o senhor tanto ama” abrir o portão no controle e saímos.
“Então suponho que você também vá pagar a conta, e me dar flores como presente” o papai falou brincando, se divertindo enquanto eu dirigia, mas quando ele viu que eu estava sério, disse: “Você não está pensando em pagar a conta, né?”
“Claro que sim, e não só a conta” foi quando eu estiquei o braço pra trás, e peguei um buquê.
“Você me comprou rosas?” papai parecia surpreso, e eu presumi que seu sorriso fosse porque estava feliz. “Sabe com quem você está parecendo?”
“Por favor, não diga que é com o Leo”
“Não, eu nem sabia que o namorado do seu irmão comprava rosas pra ele. Mas é que eu sempre comprava flores pra sua mãe, ela dizia que eu estava exagerando sendo romântico todas as vezes que saímos juntos, mas valia a pena só por vê-la feliz”
“O senhor está bem? Eu não queria que ficasse triste”
“Como eu poderia está triste? Se você não estivesse dirigindo, eu lhe beijaria agora mesmo”
“Ah, mas não por isso” falei desacelerando o carro e parando ali ao lado com ele ainda ligado. “Agora o senhor pode me beijar” falei, e o papai deu um sorriso encantador como se não acreditasse que fosse real, mas mesmo assim, ele me beijou, e demorou bem mais do que eu esperava.
Depois, eu voltei a dirigir, antes de ver o papai cheirando as flores que comprei especialmente pra ele. Tudo era pra ele e por ele, e mais ainda naquela noite. Eu nunca fui do tipo romântico, e pra ser sincero, preferia está na cama fazendo amor com meu coroa, mas eu sabia que o papai era apaixonado pela beleza do amor, então preparei tudo pensando nele. Eu não fazia ideia de que aquilo ia fazê-lo lembrar da mamãe, porque eu não lembrava com perfeição dela, era muito pequeno quando ela partiu, só que pela maneira como o papai ficava feliz ao lembrar dela, eu podia dizer que ela fez ele muito feliz, e agora cabia a mim fazê-lo feliz também.

[...]

Estávamos no shopping, e íamos assistir um filme de romance no cinema, e logo depois, iríamos a um restaurante chique que eu mesmo fiz questão de procurar e visitar antes pra saber se era bom o suficiente pro papai. Seu aniversário era no domingo, então nada mais justo que assistir a um filme do seu gosto, ao invés de filmes de ação ou terror que eram mais a minha cara.
Tudo estava indo bem, íamos comprar os ingressos e assistir o filme. Só que quando eu me virei, não pude acreditar no que estava vendo. Aquilo só podia ser brincadeira.
“Papai! Davi! O que estão fazendo aqui?” era o Levi, todo arrumado ao lado do seu namorado Leo igualmente arrumado. Eu vi o papai e meu irmão se abraçando, e eu acenei pro Leo.
“Trouxe o papai pra assistir a um filme. E vocês?” eu agarrei a mão do papai quando ele voltou pra mim.
“Viemos assistir um filme também. Os meninos foram comprar hambúrguer, chegam daqui a pouco” o Levi respondeu, olhando pra gente de cima abaixo, e demorando mais no papai porque o papai sempre gostou de deixar alguns botões do topo da camisa abertos, revelando um pouco do seu peitoral, o que dava um aparência bem sexy e máscula que eu amava. “Por que estão tão arrumados? O senhor tá um gato, pai”
“Seu irmão preparou uma noite especial para nós dois”
“Pai, não fala, senão dá azar” falei baixinho pra ele, mas os meninos tinham ouvido também.
“Tá tudo bem, amor” papai apertou minha mão e sorriu pra mim. Ele ficava tão sexy sorrindo daquele jeito.
“Que filme vão ver?” era o Leo perguntando.
Foi quando eu disse o nome do filme, e não apenas os meninos, mas o papai também ficou surpreso.
O Levi falou primeiro: “Isso é filme de romance. Que clichê”
Depois o Leo: “Ah, eu acharia fofo... se não fosse hétero”
E então o papai: “Filho, certeza que quer ver esse filme?”
“Pai, achei que amasse romance”
“Eu gosto, só que o Leo tem razão. É romance entre homem e mulher”
“Mas o senhor é bissexual”
“Mas nesta noite, estamos num encontro, e somos dois homens. Então se fosse romance, que fosse entre homens. Não concorda?”
“Tá, então... o que mais o senhor quer ver então?”
Foi quando o Leo falou o nome do filme que eles iriam ver, e eu contive minha emoção, porque porra, eu queria muito ver aquele, mas o papai quem tinha que escolher. E quando o papai gostou da ideia, eu pude respirar de novo. Se meu coroa queria ver aquele, a gente iria ver. Só que eu não esperava que aparecessem tantos garotos quando o restante dos amigos do Levi chegaram. Era basicamente o grupinho dele da faculdade que foram pro acampamento conosco, o total de 6. E eu quase convenci o papai de ver outra coisa, mas o Levi falou que ia escolher lugares distantes pra não ficarem perto da gente, e assim ficou.

[...]

“Amor, não encare demais” papai apertou minha mão e eu desviei o olhar do Levi junto dos meninos sentados na fileira de cima um pouco para nossa esquerda.
“Achei que ele tivesse dito que iam ficar mais longe. Consigo ouvi-los rindo daqui”
“Isso porque o filme ainda não começou, já eles fazem silêncio. E você também”
“Certo, só espero que eles não inventem de comer na lanchonete que vamos mais tarde, senão isso já pode ser chamado de perseguição” falei e o papai riu.
“Você está me fazendo sentir jovem de novo. Pagando o ingresso e comprando a pipoca”
“Mas o senhor é jovem. Quero eu chegar aos 43 com esse rosto lindo, quase me faz querer agarrar o senhor aqui mesmo. Aí sim eles iam ver o que é cinema de verdade” papai estava se divertindo, só que antes dele responder, o filme enfim começou, o que não o impediu de chegar perto e cochichar no meu ouvido:
“Continue agindo assim pelo resto da noite, que eu recompenso você quando chegarmos em casa” papai se afastou antes de lamber minha orelha, e eu sentir meu pênis querendo ficar duro, só de imaginar o papai sentando na minha virilha com sua bunda de macho peluda.
Porra, acho que acabei nem prestando atenção no filme direito com ele do meu lado segurando minha mão e ocasionalmente virando pra mim só pra verificar se eu estava gostando do filme, só que mais lindo do que a tela, era o sorriso do meu coroa.

[...]

“Ok, parece que o Levi e seu grupinho não estão aqui” falei verificando o ambiente assim que papai e eu entramos no restaurante.
O lugar era bonito, espaçoso, bem iluminado, um tanto chique com música baixa tocando de fundo, e ainda sim, dava pra ouvir um grupo de amigos se divertindo e rindo ali no canto. Papai e eu sentamos frente a frente numa mesa com sofá estilo booth, ao lado de uma divisória com planta artificial em cima.
“Acho que o garçom gostou de você” papai falou olhando o cardápio assim que o garçom saiu.
“Não, eu vi ele olhando pro peitoral do senhor assim que entramos. Mas pro azar dele, só vai poder olhar mesmo” foi quando o papai sorriu divertido, e como eu estava sentado na sua frente, só desci os olhos pro seu peito pouco peludo de macho. Cada minuto que passava naquela noite, o papai parecia mais sexy. Porra, eu devia parar de encarar demais.
“Vai pedir alguma coisa, Davi? Ou vai me comer com os olhos pelo resto da noite?”
“Desculpa, pai... é costume” falei já arrependido, porque era pra ser uma noite romântica, e não que ele soubesse que eu estava babando por ele antes de chegarmos em casa.
“Não estou reclamando” papai falou, e eu subi os olhos de novo. Parecia que o outro botão da sua camisa ia arrebentar se ele continuasse apoiando os braços acima do sofá daquele jeito. “Sempre quis vim neste lugar. O Marcos me convidou uma vez pra vim junto do Bernardo, mas acabei nem aceitando”
“Por que não foi, se o senhor queria tanto conhecer este lugar?”
“Digamos que ele não precisava saber o porquê de eu gostar tanto de passar os finais de semana junto do meu garoto”
“O senhor não precisa parar de andar com seus amigos por minha causa. Quem sabe, eu até pudesse ir com o senhor”
“Filho, meus amigos tem o dobro da sua idade”
“E daí? O senhor além de ser meu pai, é meu melhor amigo, e eu ia amar estar no meio de um monte de coroas não tão atraentes como o senhor, claro”
“Pode chamá-los de bonitos, não vou ter ciúmes”
“Ah, é? Porque eu particularmente ia sentir bastante ciúmes se ouvisse o senhor falando que o Leo é atraente” falei em tom de brincadeira vendo o papai sorrindo, porque nós sabíamos que o namorado do meu irmão era bonito mesmo. Foi quando meus olhos desceram novamente pro seu peitoral, e eu vi o papai descendo os braços. Achei que tinha sido por minha causa, mas foi porque o garçom chegou e ele não queria se exibir pra ele.
“Já sabem o que vão pedir?” ele perguntou olhando de mim pro papai, e demorando mais no meu coroa. Foi quando eu falei o meu prato, e quando o papai disse o dele, eu achei que ele tinha escolhido algo simples, e pensei se era porque ele não estava com dó de mim que ia pagar tudo depois.
“Ei garçom, espera aí” chamei ele de volta. “Acho que meu pai aqui vai querer adicionar mais algumas coisas” cara, deu pra ver a expressão de surpresa dele quando eu disse que ele era meu pai, e nem sei porquê, já que éramos praticamente iguais, então pensei que ele só estava achando que era um jantar íntimo entre pai e filho, mas foda-se, era mesmo.
O papai hesitou um pouco, mas eu pisquei pra ele com um sorriso e foi quando ele cedeu e então pediu um prato mais caro e completo. O garçom foi embora com os pedidos, e só ficamos eu e ele novamente.
“O senhor não precisa ter pena de mim, sabia? Eu tenho meu próprio dinheiro, não é tanto quanto o do senhor, mas posso me garantir num jantar” claro, eu tinha gastado muito nos anéis que ele ainda não sabe, mas nada que uns bicos extras resolvam no futuro, além de que havia a pensão mensal do dinheiro da mamãe, que o papai sempre fez questão de deixar apenas pra mim e o Levi.
“Eu sei que sim, querido. Talvez o Marcos estivesse certo quando disse que você se tornaria o homem da casa no futuro”
“Se o senhor não me mimasse tanto, quem sabe ele não falasse isso” falei sorrindo, porque o papai sempre foi o macho alfa da nossa família, mesmo eu entrando nele com meu pênis, e fazendo ele implorar para gozar fundo e enchê-lo de porra quente na boca e na bunda, várias e várias vezes até ele ficar completamente mole e acabado com o rosto e corpo destruídos de tanto levar...
“Davi?”
“Hm?”
“No que está pensando, filho?”
“Nada”
“Certeza? Porque parece que você está tocando em si mesmo”
“Porra--" porra mano, o papai estava certo. Eu rapidamente afastei a mão do pau, e coloquei em cima da mesa, tentando me distrair com o guardanapo. “Desculpa pai, é sério. Não quero que o senhor pense que estou com tesão, mas é que as vezes não dá pra controlar...” falei baixinho algumas partes, porque outro casal tinha passado por nós ali do lado.
O papai esperou eles passarem, e depois segurou minha mão na mesa. “Não se sinta mal querido, as vezes a culpa é minha por vestir roupas tão justas”
Ele só estava sendo gentil, como sempre fez me mimando, era bom na maioria das vezes, só que isso não tinha nada haver com suas roupas e corpo erótico, mas sim porque eu sempre tive problemas de tesão querendo transar o tempo todo, não é atoa que tem noites que passamos horas transando porque eu nunca canso de fazer amor com o papai. Algo que na época da minha paixão pelo meu irmão, nunca foi tão intensa. Talvez seja porque o papai é muito mais gostoso que o Levi, e também tem o fato dele sempre me mimar, me dando carinho e tudo mais.
“Pai, posso perguntar algo sobre a mamãe?”
“Claro amor, qualquer coisa” ele acariciou minha mão com seu polegar, e eu sabia que tinham olhos nos encarando quando outro casal passou pela gente, mas eu não me importei.
“O senhor e ela eram muito jovens quando tiveram eu e o Levi, certo?”
“Bem, não acho que 21 anos seja tão jovem, mas sim. Por quê?”
“Foi planejado ter filhos, ou...”
“Por que está perguntando isso, filho?”
“Curiosidade, só isso...” mas era mentira. Eu sempre soube que o papai queria uma família, mas não sabia se planejava ter uma tão cedo assim. O papai demorou a responder, parecia que ele estava pensando em alguma coisa.
“Você sabe que seu avô materno não gosta muito de mim”
“Sei...” já estava me arrependendo de ter perguntado, porque eu também nunca fui fã do meu avô materno, só do pai do papai, que era meu avô favorito.
“Ele tinha motivos pra isso”
Porra mano, acho que já sei o que vinha a seguir. Ou talvez não.
“Depois que ele soube que eu engravidei a filha dele, ela saiu de casa e foi então que moramos juntos”
“Mas...”
“Amor, deixa o pai terminar. Mas sim, embora sua mãe não quisesse filhos tão cedo...”
“Porra...” xinguei baixinho, sem deixar que o papai notasse minha frustração.
“Ela e eu ficamos muito felizes quando descobrimos que teríamos gêmeos, e isso foi suficiente pra ela não ficar triste pelo próprio pai tê-la expulsado de casa. Então de certo modo, vocês dois foram uma benção na nossa vida” o papai falou, enquanto acariciava minha mão com carinho, mas mesmo assim, eu queria saber...
“E o senhor?”
“O que tem eu, amor?”
“Ficou feliz quando soube que a mamãe estava grávida?”
Foi quando o papai riu brevemente, e eu sentir o rosto queimar.
“Davi, você acha mesmo que eu não teria ficado feliz com uma notícia daquelas? Se dependesse de mim, sua mãe estaria grávida bem antes. Mas ela quis esperar, e esperamos, até que certa noite... bem, a camisinha estourou” ele falou baixinho pra mim, e eu rir sem acreditar.
“Parece que o senhor é meu pai mesmo, pelo visto” brinquei, ciente que mesmo que eu nunca tenha usado camisinha, era certeza que ia rasgar de tão forte que meto no papai.
“Sim, você é meu lindo garoto, e o papai sempre foi feliz por ter você, e seu irmão, claro” eu sabia que ele queria me beijar agora, mas eu estava sentado na sua frente, então o papai só levantou minha mão e beijou ali mesmo. “Sempre vou te amar, Davi”
“Pai...” meu coração não devia pulsar tanto assim, era só um beijo na mão, afinal.
“Eu sei amor, não precisa dizer nada” ele voltou a acariciar minha mão, e eu não sabia que podia ficar tão quente só por causa do seu sorriso e olhar apaixonado sobre mim.
Eu tinha muito o que aprender com o papai sobre ser mais romântico e não me distrair toda vez que seu peitoral estava a vista.
“Pai, eu--"
“Licença. Aqui estão as bebidas, o prato de vocês está já saindo” era o garçom, tentando evitar olhar pras nossas mãos juntas. Não sei por que ele estava tão surpreso, éramos apenas pai e filho de mãos dadas numa noite tranquila jantando a dois, vestidos muito bem, e demonstrando carinho em público com olhares e sorrisos apaixonados. Nada de mais. Ele precisava ver o que nós fazemos quando estamos sozinhos numa cama, aquilo sim ia deixá-lo de queixo caído e babando.
Pouco depois ele nos deixou sozinhos de novo.
“Sim querido, o que você estava prestes a falar mesmo?” papai voltou a prestar atenção em mim, mas eu travei de novo, não sabia como dizer ‘aquilo’ agora, então eu inventei outra coisa.
“É só que... sou muito feliz por ser seu filho” sorri tímido, porque ele beijou minha mão de novo.
“E eu por ser seu pai”
A gente se olhou em silêncio por um tempinho, e eu via no seu rosto o amor que o papai sentia por mim. Ele sempre foi tão carinhoso, sempre cuidando de mim me colocando na linha quando eu tinha picos de raiva ou sentia que eu não estava bem, só pra perguntar o que eu precisava e fazer tudo para me ver sorrir. Enquanto eu... bem, perdi as contas de quantas vezes fizemos amor por várias horas só porque eu queria. O papai ama transar também, claro, mas acho que boa parte do nosso tempo na cama podia ser distribuído melhor em coisas que ele gosta, como sair com seus amigos ou viajar bem mais. Só que por mais que eu achasse que ele quisesse essas coisas, sentia que olhando pra mim assim, dava a entender que independente do lugar, ele era feliz só por estar comigo.
“Voltei, aqui está o pedido dos senhores. Podem me chamar precisando de qualquer coisa. Aproveitem a noite”
“Obrigado” papai sorriu agradecido pra ele.
“Valeu” eu disse, só para pegar o talher que estava num lencinho.
“Certeza que pode pagar sozinho? Eu posso ajudar se--”
“Pai, tenho certeza. E também, o senhor precisa bater a meta de proteína da noite”
“Mas isso, você mesmo pode me ajudar com leite quente antes de dormir” papai piscou pra mim, e eu rir baixinho por ele ter sido bem direto.
Foi quando começamos a comer. Normalmente lá em casa ou na faculdade mesmo, a gente fica lado a lado enquanto comemos, mas como era uma noite especial, eu preferia o papai na minha frente, assim podia vê-lo melhor, porque o papai sempre foi lindo, mas esta noite... ele estava divino. Então o tempo foi passando...
“E foi quando seu irmão corou e fingiu estar limpando a calça do namorado, só pra dizer todo nervoso que não era o que parecia”
“Eu daria tudo pra ver a cara do Levi nesse dia” falei sorrindo assim que terminei de mastigar e engolir, vendo o papai se divertir contando a história de quando quase pegou meu irmão e o Leo fazendo sexo oral lá em casa.
“Na época ele tinha acabado de fazer 19 anos, foi compreensível ele passar o dia seguinte tímido comigo” papai falou e voltou a comer. Foi quando lembrei que naquela época eu era muito irritante, e preferi manter o assunto no Levi.
“Falando nisso, o senhor ficou surpreso no primeiro dia que o Levi apresentou o Leo como namorado dele?”
“Não, seu irmão diferente de você, sempre foi mais previsível quando o assunto era gostar de meninos”
Assim que eu engolir, perguntei: “O senhor está dizendo que achava que eu fosse hétero?”
Papai estava mastigando quando me olhou surpreso erguendo uma sobrancelha, como se minha pergunta fosse séria mesma. Após engolir, ele disse: “Filho, você nunca foi bom em esconder pornô gay no celular. Lembra de poucas semanas antes de você fazer 19, que esqueceu a porta do quarto aberta?”
“É... eu cometia muito esse erro” falei meio acanhado, lembrando das noites em que o papai me flagrava batendo punheta.
“Então, naquela noite eu esperei você gozar e ir se limpar no banheiro...”
“Mentira que o senhor entrou no quarto só pra ver meu celular?!” falei surpreso, com um sorriso incrédulo na cara.
“Eu precisava conferir se não tinha nenhum fetiche estranho” ele falou também sorrindo, levando comida a boca em seguida.
Então eu rir, só pra engolir e enfim responder: “O senhor estava preocupado que eu estivesse vendo vídeos de sadomasoquismo, ou outro tipo mais... peludo?” falei baixinho, vendo que havia pego o papai de surpresa.
“Você não via essas coisas não né?” ele perguntou sem nem notar um outro garçom passando por nós com uma bandeja indo pra outra mesa.
“Não sei, me diga o senhor... o que viu no meu celular naquela noite?” provoquei ainda me divertindo com ele em dúvida.
“Nada incomum... apenas homens de meia idade se divertindo” eu sabia que ele não ia usar palavras tipo ‘transando’ ou ‘gozando’ enquanto o garçom passava por nós novamente.
“É, eu sempre gostei de coroas peludos... o que é engraçado, porque na época eu só queria saber do Levi, e ele nunca deixava a barba crescer”
“Você também nunca deixou crescer, amor”
“Não no rosto, mas aqui embaixo...” falei com uma expressão safada que fez o papai rir.
Depois dali foi só conversa atrás de conversa, com o papai me contando coisas que eu não sabia até então. Foi bom ouvi-lo falar de momentos marcantes como de quando era seus encontros com a mamãe, ou o Levi ficando tímido por ele pegá-lo no flagra com o namorado mais de uma vez. Tinha eu também, que na época vivia envergonhado pelo papai me ver de pau duro, ou melando a cueca. Ele geralmente não fazia de propósito, mesmo não tendo tabu pra esse tipo de coisa. Um dia quando eu tinha 18 anos, ele até me deu uma aula sobre como fazer sexo com segurança sem machucar minha parceira ou parceiro, porque já naquela época, ele sabia que meu pênis era bem grande. O papai é professor de biologia, afinal, ele sabia como lidar com jovens sem deixá-los desconfortáveis quando o assunto era educação sexual.
Após termos nosso jantar delicioso, divertido e até excitante falando tanto sobre pênis, eu acabei indo pro lado do papai, porque tínhamos pedido uma sobremesa doce 10 minutos depois, e ficamos trocando colher na boca do outro. Eu estava praticamente colado no papai, com ele passando uma mão na minha cintura só pra que eu não saísse de perto.
“Aqui, prova mais um pouco” falei levando a colher na boca do papai, que mastigou em suspense só pra fazer drama.
“Ainda prefiro o outro” ele falou, mas ainda assim abriu a boca para receber outra colher do doce.
“Do de banana?” perguntei e ele confirmou, e foi quando eu peguei o outro potinho de doce de banana, e levei uma colher a sua boca. “Está mais gostoso?” depois o papai acenou que sim, e eu levei mais doce a boca dele, só que na terceira colher, ele segurou minha mão, terminou de mastigar, engoliu, e disse:
“Por que você está me alimentando com tanto doce, filho? Minha bunda não vai crescer mais desse jeito, sabe disso né?” ele sorriu, me dando um beijo na bochecha.
“Eu sei pai, mas é que o senhor vive comendo proteína, e quase não te vejo comendo doce. Então achei que fosse gostar de abrir uma exceção só por essa noite. Aqui, esse não é de banana, mas também é docinho e meio amargo” falei levando a colher na sua boca, e ele mastigou com um sorriso porque viu que eu estava gostando bastante de alimentar ele.
“Ei amor, acho que tá bom. Pode comer o resto se quiser”
“Certeza?” falei já comendo o restante do primeiro doce do potinho. Sentir ele me beijando na bochecha de novo, e foi quando ele encostou a boca no meu ouvido e disse:
“Ei amor, não olhe agora, mas acho que o garçom está vindo na nossa direção”
Mas era tarde, eu já estava olhando. Não podia ser a conta, porque nem tínhamos terminado de comer os doces ainda. Então o que...
“Licença, desculpa incomodar, mas é que eu e meu colega não pudemos deixar de notar que vocês são muito fofos juntos. E...” ele parecia nervoso, e quase não conseguia manter contato visual, sempre passava de mim pro papai como se já estivesse arrependido de ter vindo falar com a gente.
“E...” o papai falou, o incentivando.
“Vocês são pai e filho de verdade?” dessa vez ele perguntou até que rápido demais.
Eu ouvir o papai rindo baixinho e escondendo o sorriso atrás de mim enquanto me dava um beijo atrás da orelha. “Quer responder a ele, querido?”
“Sim” falei pro garçom. “Ele é meu pai de verdade. Por quê?” perguntei na inocência, vendo ele conter um sorriso.
“Uau, isso é muito picant-- digo, bonito. Vocês são bonitos juntos. Bem... acho que já vou indo, deixar vocês aproveitarem seus... doces” ele sorriu pra gente, mas o papai e eu sabíamos que quando ele voltou pro seu outro colega garçom, estava comentando algo que o deixou bem excitado.
“O senhor acha que ele vai bater uma antes de dormir hoje?” perguntei, vendo que o garçom mal conseguia conter seu olhar na gente.
“Você não ouviu o rapaz, filho? Ele só nos acha bonitos. Nada mais”
“O senhor não acredita nisso, né? Olha como ele parecia empolgado. Eu acho que devemos nos beijar”
“O quê?”
“Bora dá esse presentinho pra ele”
“Mas você quer me beijar? Ou só é porque quer fazer uma boa ação?”
Eu rir porque aquilo estava mais pra pornô Premium com prévia grátis do que boa ação.
“Pai, eu sempre quero beijar o senhor. E parece que já terminamos o jantar, então essa é a parte que a gente se beija, eu pago a conta, e voltamos pra casa com o senhor feliz por ter tido o melhor presente de aniversário em anos”
“O que lhe faz pensar que esse foi meu melhor presente de aniversário?” ele perguntou próximo ao meu ouvido, só pra depois sorrir enquanto me apertava com mais firmeza na cintura.
“Porque eu fui um cavalheiro a noite toda, lhe dando rosas com um belo jantar num restaurante que o senhor amou” eu me segurei muito para não beijá-lo agora.
“Está errado” ele disse roçando seu nariz no meu. “Foi somente porque você esteve comigo este tempo todo” então o papai me beijou, movendo seus lábios nos meus, e eu sentir o doce na sua boca.
Foi um beijo lento, e demorou o suficiente para qualquer um que olhasse, julgasse ser um beijo erótico. Mas fazer o que, eu amava beijar o papai na boca.
“E-Então o senhor gostou?”
“Eu amei, Davi” o papai parecia bem satisfeito, e assim que ele beijou minha testa, me abraçando acariciando minhas costas, eu soube que ele falava sério. “Obrigado por isso, amor”

[...]

“Tem certeza de que não quer que o papai lhe dê um beijinho de boa noite aí embaixo?” o papai levantou o cobertor, mas eu não estava excitado.
Era um pouco tarde da noite, e quando chegamos em casa, só tiramos as roupas, e nos preparamos para dormir. Atualmente estávamos nus debaixo do cobertor, comigo indo apoiar o rosto no seu peito.
“Tá tudo bem, pai, quem sabe amanhã” eu estava realmente cansado, porque apesar da conta no restaurante, eu me divertir bastante esta noite. Foi meu primeiro presente de aniversário pro papai desde quando ficamos mais íntimos como pai e filho, e tudo foi ótimo, tiramos várias fotos pela noite pra lembrar no futuro, não que eu vá me esquecer, claro, mas teve uma foto em particular que tiramos juntos que eu iria querer emoldurar.
“Tudo bem amor, boa noite” ele desligou a luz do abajur e tudo ficou escuro.
“Boa noite pai”
Até então tudo estava indo bem até seu aniversário no domingo, eu já havia lhe dado o meu presente, e agora havia apenas o anel de noivado, que não sei como, mas teria de fazer o pedido no meio de todos os seus amigos depois de amanhã. Mas pelo papai valia a pena o esforço, ele era o meu homem, afinal.

.

.

.

[Cap. 9 de 10]

“Tá, mas você estará lá amanhã?” perguntei enquanto fritava o ovo na cozinha. Como meu celular estava no viva-voz, pude deixá-lo em cima da mesa e conversar com meu amigo Pedro enquanto fazia o restante do café da manhã.
“Sim, só que... ah... talvez eu demore pra chegar. Meu tio Edson e meu primo Elias dormiram aqui ontem, e só vão embora amanhã pela... manhã” o Pedro falou com uma voz meio alterada, e eu presumi que ele continuava com sono.
“Por que seu tio e primo dormiram aí? Eles não são tipo ricos com casa de piscina e tudo mais?”
“Saímos juntos... na noite passada, meu tio Edson bebeu junto do papai... e acabou que meu tio e meu primo tiveram que dormir aqui ontem... e só vão embora amanhã”
“’Aqui’ onde especificamente?” perguntei curioso enquanto colocava a tapioca recheada na mesa. Não parecia tão bonita quanto a que o papai faz, mas o que importa é o sabor.
“Por que está perguntando isso, Davi? Por acaso está insinuando que meu tio e primo... dormiram na mesma cama que eu e o papai?”
“Talvez, do jeito que você é tarado, não me surpreenderia” respondi rindo, já colocando os pratos na mesa.
“Isso é... som de talheres?”
“Sim, consegui acordar mais cedo que o papai, e resolvi fazer o café antes que ele acorde. E por que você está com a voz meio estranha? Eu estava achando que era sono, mas tá parecendo...”
“Parecendo o quê?”
“Pedro, o tio Eric está com você?”
“Não...”
“Está mentindo”
“Cara... eu... ahh...”
Foi quando eu ouvir um som familiar, daqueles de que sou acostumado a ouvir enquanto o papai está me...
“Ele está te chupando, não está?”
“N-Não...”
“Alô tio Eric? O senhor consegue me ouvir aí no fundo?”
“D-Davi, eu já disse-- pai, larga, ele vai--"
“A-Alô?”
“Tio Eric? É o senhor mesmo? Sua voz está um pouco...”
“S-Sim... eu estava ocupado... d-desculpa não falar antes. Você está bem?”
“Não tanto quanto o senhor. Mas sim, estou bem” respondi tentando evitar um risinho. Dava pra ouvir o Pedro resmungando no fundo do celular. “Estou atrapalhando alguma coisa importante entre o senhor e o Pedro?”
“N-Não. Só estou dando uma mãozinha ao meu filho. O Daniel ainda não acordou?”
“O papai e eu tivemos uma noite longa ontem, daí chegamos cansados, mas acho que daqui a pouco ele tá acordando” eu já tinha preparado a comida, só estava esperando o café no fogão. E claro, continuava estranhando a forma como a voz deles estava saindo no celular, porque ainda podia ouvir o Pedro tentando em vão segurar uns gemidos.
“O Daniel tem sorte de ter um filho de ouro como você. E pode deixar que amanhã não vamos nos atrasar pro aniversário do seu pai. Mas por agora, vou passar o celular pro meu filho, enquanto ajudo ele num certo... probleminha” o tio Eric falou, e eu me contive pra não rir, porque porra, eles estavam mesmo fazendo sexo oral.
Eu também não ia prolongar muito mais aquela chamada, porque o papai parecia que tinha se acordado, pude ouvi-lo indo pro banheiro. E foi quando o Pedro voltou a falar no celular, com a voz mais alterada do que antes, e agora os sons de chupadas estavam maiores.
“I-Irmão... ouviu o p-papai, né? Amanhã não vamos nos... atrasar”
“Tá bom, tá bom. Não vou mais interromper vocês. O papai também acabou de acordar, então vou lá comer com ele, enquanto você come seu pai”
“Porra mano, essa p-parte só vem daqui a pouco...” ouvir ele rindo fraco, só pra continuar: “Mas ok, diz pro tio Daniel... que o papai e eu mandamos um abraço”
“Pode deixar, até amanhã Pedro” após sentir que ele tinha afastado o celular, eu só desliguei a chamada. Nem sei porquê eu não estava surpreso com aquilo, o Pedro e seu pai Eric começaram o relacionamento sexual e amoroso deles 2 anos antes de mim e do papai, já que naquela época, eu era iludido pelo meu irmão. Aposto que esses dois estavam transando agora mesmo, gozando que nem loucos um no outro.
Eu até que sentir vontade de fazer o mesmo no meu pai naquele momento, só que ele tinha acabado de aparecer na cozinha apenas com um short curto semelhante ao meu, com o maior sorriso me dando beijo de bom dia, e ao vê-lo feliz e grato pelo café da manhã, eu só me sentei ao seu lado para comer.
“Pelo visto, meu presente de aniversário ainda não terminou” papai deixou que eu colocasse o café no seu copo, e depois começamos a nos servir.
“O senhor deveria se acostumar com isso de agora em diante. Estou sentindo que gosto bastante de cuidar do senhor”
“Então agora você quer dar uma de pai?” ele perguntou em tom brincalhão, enquanto colocava pouco açúcar no café.
“Não, senão daqui a pouco começa a crescer cabelo branco em mim” respondi, lhe beijando nos cabelos com poucas mechas brancas que só o deixava mais sexy. “Eu tentei fazer a tapioca do jeito que o senhor gosta, mas ela quebrou quando fui tirar da panela. Mas garanto que o gosto está bom”
Papai me beijou na boca antes de sorrir e então cortar um pedaço da tapioca recheada e levar a boca. “Está muito gostosa, mas...”
“Mas?”
“Na próxima pode chamar o papai, que lhe ajudo a virar pra não quebrar”
“O importante é que o senhor gostou, se ela quebrou, já é outra história” falei, já levando a tapioca a boca também. E sem querer me gabar, ficou realmente muito boa, talvez tão boa quanto a que o papai faz. “Mas tá bom, pode ser que eu queira ajuda do senhor na próxima vez” assim que falei, ele me beijou na boca, e eu percebi que se dependesse do papai, íamos demorar bastante pra terminar de comer, porque ele amava me beijar. Mas fazer o que, eu também amava os lábios do meu coroa, assim como ele por inteiro.

[...]

“Ei querido”
“Sim?”
“Quer fazer sexo?” papai perguntou enquanto acariciava meus cabelos, comigo deitado nele no sofá enquanto assistíamos na TV da sala.
Como eu estava deitado de costas nele, me virei para ficarmos deitados frente a frente. “O senhor tá falando sério?”
“Por que não estaria?”
“Estamos no meio do filme que o senhor esperou meses para lançar. E também vamos já sair”
“Você está arrumando desculpas para não transar comigo?”
“Quer saber? Espero que o senhor esteja preparado para levar maior leitada no rabo, porque esse seu cheiro gostoso é suficiente para me deixar de pau duro” porra, e eu não esteva brincando, o papai sempre teve um cheiro de macho que é uma delícia.
“Ei, devagar campeão” papai falou com um sorriso, me vendo tirar seu short e já afastando suas pernas.
“Achei que o senhor quisesse transar” cheguei nele, mas quando o papai achou que eu fosse beijá-lo, eu desviei direto pra sua axila. “Porra pai...” falei abafado, porque caralho, eu não me cansava nunca. “Já pensou de nas férias ficarmos 1 semana sem banho?”
“Se você continuar ignorando minha boca, posso pensar em tomar 3 banhos por dia”
“Ok, já parei. Posso ter uma boca só, mas é suficiente pro senhor e pro seu corpo. Vem cá velhote”
“Mmhhm...” o papai foi o primeiro a enfiar sua língua na minha boca, e como já estávamos nus, eu comecei a esfregar minha rola dura na dele.
Foi um beijo bem babado, comigo abrindo a boca e o papai virando mais o rosto só pra nossas línguas entrarem mais fundo enquanto esfregava uma na outra. Dava pra ouvir o som erótico das nossas línguas juntas, enquanto minha boca enchia de saliva e eu só deixava o papai me chupar, engolindo.
Caralho mano, pra ser sincero, eu estava ocupado demais pensando no dia de amanhã quando fosse pedir o papai em noivado, e por isso, acabei esquecendo que meu coroa não conseguia ficar nem 24h sem transar comigo. Todas as vezes que ele me acorda com boquetes, era só porque ele amava passar sua língua no meu corpo, igual agora, com sua boca faminta na minha enquanto eu esfregava nossas rolas uma na outra, sentindo a delícia dos seus pentelhos de macho da virilha.
Foda-se se a gente gastou mais de 15 minutos se esfregando e beijando sem penetração, foi gostoso pra porra.
“Mmhm... p-pai... me deixa abrir o senhor antes...”
“N-Não precisa... eu já tinha me preparado antes de... virmos pro sofá”
“O senhor planejou mesmo isso, não foi?” eu sorrir, e percebi que tinha bastante trilha de saliva da minha boca pra dele. O papai estava todo lambido, na boca, ao redor do rosto, como na bochecha, e principalmente barba, com saliva escorrendo pro pescoço. Eu também estava uma bagunça, mas como o papai estava embaixo de mim, eu só fiquei juntando saliva na boca e cuspindo nele, eu sabia que ele ficava puto de tesão com isso.
Sair de cima do papai pra posicionar minha rola no seu cuzinho peludo de macho, e quase não precisei lambuzar minha pica, porque de tanto que estava esfregando no papai, nossas rolas ficaram bem pegajosas, de suor e da cabeça da pica vazando pré gozo.
“O que está olhando, amor?”
“Essas fotos nossas na parede e estante, junto do Levi... estava pensando em moldurar fotos novas. Não temos nenhuma juntos desde... isso” então eu só empurrei a cabeça da minha pica no buraco do papai, e ele gemeu quando empurrei mais fundo até entrar metade.
“P-Prometo que v-vamos fazer isso... no momento c-certo-- aahh isso amor, assim mesmo...” papai gemendo com aquela voz de macho dele, só me deixava mais duro.
Eu afastei minha pica, cuspi mais um pouco, e depois voltei a meter, mais fundo, enquanto segurava suas coxas. “P-Pode ser nessa s-semana? Depois do a-aniversário do senhor... ooh porra! Tô sentindo o cu do senhor apertando minha pica!” puta que pariu, pela cara do papai, ele fazia de propósito, e como vingança eu atolei minha piroca com tudo no fundo do seu rabo. “Aaahh sim!”
“D-Davi... v-você-- aahh! N-Não faça isso sem a-avisar-- aaahhha!” foi quando peguei meu coroa de surpresa de novo, atolando minha piroca no fundo.
“T-Tipo assim?!” foda-se, eu meti de novo no fundo, e de novo! “Amo essa... expressão safada que o s-senhor faz... aahh sim! Isso!”
“Aah! D-Davi! Aaahh! Aahh!! Aaahh! Aaahh-- nnnnggh! F-Filho-- nnggh!”
“V-Vamos lá pai! O senhor consegue aguentar minha pica! Ooho sim! Está tão g-gostoso! Porra!” puta merda, eu estava metendo minha piroca naquele cuzinho apertado do papai, e ele gemia, cerrando os dentes quando a pressão do seu cu preenchido por pica era demais para aguentar.
“D-Davi-- aaahh! Aaha! Aaah! F-Filho... p-por favor...”
Eu achei que o papai quisesse que eu fosse mais devagar, só que ele tinha aberto a boca como se me convidasse pra um beijo de língua, e eu só fiz deitar nele, sem parar de meter quando enfiei minha língua molhada e boca cheia de saliva na boca aberta dele.
E mano, dali foi só putaria pesada com nossos corpos suados se pressionando um no outro, nossas bocas tão famintas quanto meu caralho duro e melado batendo no limite do cu do papai, que só fazia agarrar suas pernas em mim como se me ajudasse a meter mais fundo e rápido.
Puta que pariu, eu amava essa posição de acasalamento com o papai, a gente parecia dois animais trepando forte não apenas com o cu e bunda, mas todo o corpo. Meu pai sempre foi tão masculino, alto, forte, peludo, um profissional ético e tão dedicado em tudo que faz, e saber que ele recebia minha pica no cu com tanta vontade, me fazia surtar de tesão. Nenhum colega de trabalho ou seus alunos, jamais poderiam imaginar a sensação de vê-lo frente a frente sendo fodido, enquanto sentia o pau lhe penetrando fundo. O papai era só meu, apenas meu! Foda-se, mano, eu ainda ficava fodidamente apaixonado pelo meu coroa, mesmo trepando forte no pelo.
Só sei que se passou um bom tempo até eu perceber que não dava pra aguentar mais.
“P-Preciso g-gozar... aah... aahh...” quando eu tentei enfiar uma mão na virilha do papai, ele logo percebeu.
“N-Não toque no meu p-pau... senão-- aaahhaa!”
“D-Desculpa p-pai... mas-- aaahh caralho!” mano, eu amava fazer o papai gozar junto de mim, porque porra, seu cu apertava pra cacete! A pressão da minha piroca gozando no cu do papai sendo apertado porque também estava gozando, era uma delícia!
Dei vários tiros de porra no fundo, sentindo o papai gozando na minha mão e melando nossos corpos já suados. Caralho, só homem sabe a sensação deliciosa de quando começa a jorrar leite, e o corpo treme, deixando o corpo mole aos poucos, enquanto parecia que a alma ia sair pela cabeça da pica. E estando tão próximo e junto do papai assim, era como se a gente estivesse gozando quase que no mesmo corpo.
“Porra... pai... isso foi... do caralho...”
“Aah... ahh...” o papai estava mais ofegante do que eu, e por enquanto não falou nada, só ficou lá com seu corpo mole e rabo lotado com minha porra quente e grossa, enquanto eu descansava nele.
“O senhor... está bem, né?” levantei o rosto, só pra vê-lo forçar um sorriso pra mim.
“S-Sim... é q-que... toda vez você mete muito f-fundo... mas estou acostumado... só fico cansado mesmo...”
“Na academia o senhor não fica tão cansado”
Então o papai soltou um risinho. “Amor... academia é diferente. Eu já disse que estou bem. Vem cá...” foi quando ele me levou de volta pra ele, me acariciando nos cabelos enquanto eu sentia seu coração normalizando. “Papai está bem. Você pode continuar metendo com força toda vez. Tá bom?”
“Tá...” mas eu não estava tão confiante. Eu sei que meu pênis é enorme, mas eu vejo como o papai revira os olhos, cerra os dentes enquanto estou metendo nele, só pra gente gozar e ele ficar ali, mais cansado que eu. Mas talvez papai tenha razão mesmo.
“Espera aí... está ouvindo isso?”
“O que, pai?”
“Acho que é seu irmão” papai falou, e então ouvi barulho da porta da frente abrindo.
“Por que logo agora?! Que merda, Levi” xinguei já saindo de cima do papai, que gemeu. “O senhor quer ajuda?”
“Não. Consigo vestir eu mesmo” papai falou já colocando seu short de antes, enquanto eu já tinha subido.
“Vou correr pra pegar uma toalha e--"
“Filho!” o papai segurou minha mão. “Não dá--"
“Papai?! Davi?! Estamos entrando”
Puta merda, eu só voltei pro sofá com o papai rapidamente, tentando cobrir nossos corpos com as almofadas. Mas não dava pra esconder o cheiro, ou nossos rostos suados e cabelos bagunçados. Porra, mano, que azar!
“Ah, vocês estão aí. O Leo e eu...” mas o Levi parou de falar assim que começou a analisar a situação.
Eu vi o Leo pousando os olhos na gente, mas ele rapidamente desviou quando seus olhos cruzaram com os meus. “Nós vamos beber uma água” ele falou, e levou o Levi junto.
“Droga, eles sabem” falei baixinho, vendo que não apenas nós, mas o sofá estava melado de porra também. Limpar aquilo depois ia ser um porre. “Pai? O que foi?”
“Nada, é que... bem, eu estava esperando pra lhe contar amanhã, mas...”
“No seu aniversário? E o que é?”
Eu vi que o papai tentou desviar o olhar como se não quisesse falar, mas eu segurei sua mão com firmeza e ele voltou a me encarar.
“Acho que posso ter feito um erro”
“Pai, conta logo. O que foi?”
“Vamos nos mudar pra casa em frente a do Leandro”
“O quê?!”
“Mais baixo, filho” papai olhou em direção a cozinha, e depois pra mim. “É que percebi que seu irmão já nos visita com tanta frequência morando longe. Morando perto então, pode ser que isso aconteça mais vezes”
“Pai?! Por que nós vamos nos mudar?” falei mais baixo agora.
“Querido, você mesmo quem sugeriu isso. Não lembra? Dizendo que essa casa é grande demais para apenas nós dois. Então naquela mesma semana, falei com uns amigos, e o Leandro me contou de uma casa à venda em frente a dele”
Porra! Aquilo só podia ser culpa minha! Eu esqueci que o papai sempre fazia o que eu pedia, mas eu não esperava que fosse levar aquela ideia tão a sério. Claro que eu pensava em me mudar daqui, mas tão cedo?
“Pai, o senhor sabe que aquela rua do Leandro, só tem casas grandes, né?”
“Querido, calma. Ainda não é nada certo, e também precisamos vender esta primeiro. Até lá, se você mudar de ideia, nós ficamos onde você achar melhor” papai segurou minha mão com as suas, e eu fiquei incrédulo, ele estava mesmo levando aquilo a sério.

[...]

“Vem cá” puxei o Levi, assim que vi nosso pai entrando no provador, com o tio Leandro esperando na entrada. O Leo estava olhando umas peças ali perto, e como essa loja masculina do shopping era grande, deu pra mim chamar meu irmão pra uma conversa em particular. “Você acha o papai gostoso?”
“Porra Davi, que pergunta é essa?!”
“É só uma dúvida, mas então, acha?”
“É uma pergunta bem idiota, sabia? Eu não vou ter essa conversa com você aqui” ele tentou voltar pro seu namorado, mas eu segurei seu pulso.
“Vamos lá Levi, não vou ficar irritado nem nada, é preciso--”
“Sim, o papai é gostoso. Agora pode me soltar?”
“Você faria sexo com ele se pudesse?”
“Tá, já chega. Não vou fazer parte desse seu joguinho estranho”
Então eu comecei a seguir ele. “Qual é, vai responder ou não?”
“Olha” ele parou, e olhou pra mim “Eu entendo você está irritado por eu ter pego vocês transando duas vezes em poucas semanas, mas acredite, por mais que o papai seja lindo, eu nunca transaria com ele. Porque não sei se você percebeu...” ele levantou sua mão com o anel “Eu estou noivo”
“E se estivesse solteiro--"
“Você tá querendo saber se eu sinto tesão no papai, né isso? A resposta é não. Eu só acho ele bonito, mas nunca...” ele diminui a voz porque uns caras passaram pela gente “Nunca bati punheta pensando no papai”
“Você está mentindo”
“E é? Como tem tanta certeza?”
“Na primeira vez minha e do papai, você estava em chamada, e eu ouvir você batendo uma”
Foi quando ele ficou em silêncio. Demorando pra responder com a voz acanhada “Única vez”
“Então você sente tesão nele”
“Cala a boca Davi. Eu nunca iria fazer nada, e também já tenho o Leo”
“O que tem eu?” ele apareceu ali, e o Levi ficou um pouco nervoso.
“Só estava falando pro meu irmão teimoso, que não preciso tá pensando nele e no papai transando para ficar excitado com você”
“Uau, que conversa profunda de vocês dois” ele estava sendo irônico, mas percebi que não havia maldade na sua voz.
“Tá, desculpa. Mas--"
“Mas nada, não quero você me perguntando essas coisas de novo. É bizarro”
“Só ia dizer que talvez a gente seja vizinhos. E eu não quero você chegando sem avisar toda v--"
“Vizinhos?!”
“O tio Daniel vai se mudar pra casa em frente a nossa?!” o Leo parecia mais animado do que surpreso.
“Talvez... nada certo ainda”
“Espera aí, você e o papai vão se mudar? Quando iam me contar?”
“Estou tão surpreso quanto você. Ele me contou hoje”
“Isso é incrível, vamos ser vizinhos. Podemos até ir pra faculdade juntos”
“Não!” Levi e eu falamos juntos, e o Leo acabou rindo.
“Ok, ok. Sem idas a faculdade juntos então” mas seu sorriso parecia dizer que ele estava gostando bastante da ideia.
Porra mano, eu sei que o Levi sempre manda mensagens dizendo quando está pra ir lá em casa, mas enquanto o papai e eu estamos transando, não dá pra ler, e eu posso até ter tido uma tara pelo meu irmão na época, mas hoje, eu queria minha privacidade com o papai, e só de pensar no meu coroa, ele acabou voltando do provador, junto do tio Leandro.
“Ei pai, gostou de algumas?” vi o Levi chegando nele, e algo em mim não gostou de como ele estava perto do papai.
“Todas serviram muito bem, filho. Mas vou ficar apenas com essas 2”
“Se o senhor gostou de todas, vamos levar as 5”
“Querido, vai ficar muito caro pra você”
“Pai, é seu aniversário, me deixa pagar, vai”
E foi quando eu vi o Levi segurando a mão do papai e levando-o pro pagamento. Meu coroa parecia tão feliz com o Levi, que quase esqueci que ele também era filho do papai. Porra mano, nunca achei que fosse ter ciúmes do meu próprio irmão junto do meu pai. Mas por que caralhos o papai nem sequer olhava pra trás pra ver como eu estava incomodado com ele estando feliz com meu irmão?! Porra, que...
“Ei cara, desse jeito sua mão vai ficar vermelha” era o Leo, esperando comigo e o tio Leandro do lado, enquanto o papai e Levi iam juntos pro pagamento.
Nem percebi que estava apertando muito o punho, mas quando relaxei a mão, sentir até um alívio. Então o tio Leandro falou:
“Normal sentir ciúmes, só não deixe isso ser mais forte que seu amor pelo seu pai”
“Eu só tenho pequenos problemas de raiva... vou ficar bem. Afinal, ele é filho do papai também, não preciso me preocupar com... nada” mano, por que porra o Levi estava abraçando o papai?!
“Davi, cara, espera!” o Leo tinha segurado meu pulso quando fui em direção aos dois. “Não faça nada que vá se arrepender depois. É aniversário do seu pai, e o Levi é filho dele também. Você está me vendo com ciúmes, por acaso?”
“Não...”
“Pois pronto, mano. Fica aqui” ele afrouxou a mão no meu pulso, e eu fiquei com eles.
E ok, talvez eu só estivesse sendo paranoico. É porque eu odiava ver o papai tão íntimo de outra pessoa que não fosse eu. Agora eu sabia como ele se sentia quando eu vivia correndo atrás do Levi na época. Porra mano, eu era muito idiota mesmo.
“Por que o senhor está rindo, pai?” era o Leo pro seu pai.
“Lembrei de quando apresentei meu primeiro namorado para você, após tantos anos sem sua mãe”
Espera aí, o tio Leandro também curtia homens?!
“Pai, não precisa lembrar disso agora. Eu era jovem, tá bom? Normal eu ter surtado daquele jeito”
“Você surtou por que seu pai começou a namorar um homem?” perguntei contendo um risinho, porque o Leo ficou bem tímido agora.
“Não foi porque era um homem... é que... droga, não quero falar sobre isso”
“Ele sempre foi muito apegado a mim. E nunca gostava de quando eu trazia gente nova lá em casa. No fim, acabou que precisei esconder meu último namorado dele, mas obviamente meu pequeno encrenqueiro aqui acabou descobrindo também”
“E o senhor está solteiro até hoje por causa disso?” perguntei na inocência, mas o Leo tomou a frente.
“Não, o papai pode namorar quem ele quiser. Eu não tenho mais ciúmes”
“Certeza?” tio Leandro só passou um braço no ombro do filho, e eu acabei sorrindo de como o Leo pareceu tímido. “Nas férias, você só faltou empurrar aquele garoto na piscina quando ele se aproximou de mim, me pagando bebidas”
“Pai, ele era um pervertido. E devia ter uns 19 anos, estava na cara que só queria se aproveitar do senhor”
“Você não me ver atrapalhando você e o Levi quando estão fazendo barulho no quarto, né?” ele falou tão perto do filho, que eu achei que iria beijá-lo, e acabou que aconteceu isso mesmo, mas na bochecha, e eu acabei me divertindo de como o tio Leandro gostava de brincar com o Leo desse jeito. Eles pareciam ser acostumados, e achei fofo.
“Mas o Levi e eu é diferente. Ele me ama, e eu amo ele. Esses caras se aproximam do senhor só pra abusar do seu corpo”
“Então pela sua lógica, eu só posso ir pra cama com quem me ama?”
“Claro que sim, né pai”
“Tá certo, vou perguntar ao Levi se ele está disposto a compartilhar você comigo então” o tio Leandro começou a rir, porque o Leo corou muito forte, e até eu acabei sorrindo da expressão acanhada que ele fez. “É só brincadeira, meu amor” então ele o abraçou, beijando-o na bochecha de novo, e eu lembrei de mim e do papai, porque mesmo que os dois não fizessem sexo, eles pareciam bem carinhosos entre si.
“Não brinque com essas coisas de novo...” o Leo falou tão baixinho, que quase não ouvir direito. Eles ficaram abraçados um pouco mais que o normal, e eu achei que iam continuar assim pra sempre, mas pro meu alívio, meu pai voltou pra mim e o Levi pro Leo, que soltou seu pai pra dá atenção ao namorado.
“Oi amor, sentiu saudades?” papai perguntou enquanto eu abraçava ele forte. “Parece que sim” ele acariciou minhas costas, vendo que eu não largava ele.

[...]

O sábado no shopping até que foi divertido, mas lá pelas 19h30 o tio Leandro voltou pra sua casa junto do Levi e Leo, e eu e o papai fomos no nosso carro pra nossa casa. Fiquei o caminho todo de volta pensando em como o Levi parecia contente junto do papai, e de como ele retribuía todos os abraços do meu irmão com tanta facilidade.
Quando chegamos em casa, fui o primeiro a descer, eu nem me ofereci para levar os presentes do papai, só fui pegando e levando pro quarto. Eu não queria que ele carregasse peso, mesmo sendo mais forte que eu. Só sei que ouvi ele guardando a chave no chaveiro, fechando a casa, e depois vindo pro quarto comigo que já estava tirando a roupa. Ele fechou a porta do quarto, e também começou a tirar a roupa.
“Quer falar sobre o que está lhe incomodando?”
“Não é nada. Só estou cansado. Dia foi longo” após tirar as roupas, vestir apenas um short curto e fui me deitar, já ligando a TV.
“Vai dormir de roupa?”
“Estou com um pouco de frio, pai. Mas o senhor pode ficar pelado se quiser, por mim tudo bem” eu vi o papai ficando nu, e tentei não encarar seu corpo demais, porque eu estava um pouco...
“Você está chateado por que seu irmão passou o dia comigo?”
“Não” mas eu estava mentindo, e o papai também sabia. Ele só veio pra debaixo do cobertor comigo, e pegou o controle da TV para diminuir o volume.
“Você está com ciúmes?”
“Não. Estou bem”
“Certo...” o papai demorou, mas logo voltou a falar: “Você sabe que o Levi é seu irmão também né?”
“Sei” respondi no automático, odiando o fato de não estarmos deitados um no outro porque eu era teimoso demais para ceder primeiro.
“E sabe que ele tem passe livre para me abraçar quando quiser, certo?”
Mas foi ali que eu engoli minha raiva pelo bem do aniversário do papai. Eu não quero deixá-lo preocupado com besteira minha, mas também não consigo evitar estar incomodado com isso.
“Amor, você compreende que seu irmão não mora mais conosco, e que por causa disso, ele sente minha falta, assim como sinto a dele. Então não fique com ciúmes só porque ele me abraçou no meu aniversário, não gosto de lhe ver assim”
“Eu não estou com... ciúmes...” mas minha voz me entregou, porque o papai foi o primeiro a me tocar na mão e eu sentir que precisava muito dele agora.
“Pare de me olhar com esses olhos de cachorrinho sem teto. O papai é todo seu para-- abraçar” mas antes do papai terminar de falar, eu já tinha me jogado nele e o abraçado com o rosto enfiado entre seu pescoço.
“Mas eu também sinto sua falta” minha voz estava abafada, mas eu sabia que ele podia me ouvir bem. “O senhor estava tão feliz com o Levi hoje... que eu achei que tinha esquecido de mim”
“Mas querido...” ele passou a subir e descer sua mão nas minhas costas, e eu me sentir um garotinho de novo, mesmo já tendo 21 anos. “Como eu poderia esquecer de você, se passei a tarde inteira com seu sêmen dentro de mim?”
“P-Pai... não fala isso... faz parecer que eu sou pervertido” apertei ele mais forte e desci um pouco o rosto, parando próximo ao seu peito.
Então papai soltou um risinho, mas eu não me importei. “Tudo bem, mas só quero que saiba que ninguém, nem mesmo seu irmão que é seu gêmeo, pode me fazer esquecer de você, quando é só em você que eu penso o dia todo”
“Verdade?” quando ergui um pouco o rosto, papai já estava olhando pra mim.
“Claro que sim. Eu apenas dei mais atenção ao seu irmão hoje porque ele estava empolgado em me dá todos esses presentes. Além de que eu sabia que quando chegássemos em casa, seria apenas eu, e meu lindo garoto ciumento” seu sorriso me fez sorrir também, e eu levantei o rosto para beijá-lo brevemente na boca.
“O senhor preferiu o presente do Levi, ou o meu?” perguntei lembrando da noite de ontem, e de hoje cedo.
“Promete que não vai contar pro seu irmão?” foi quando eu confirmei, e o papai continuou: “Por mais que eu tenha amado todas essas roupas, e calçado novo que seu irmão me deu, eu amei muito mais a noite linda que tivemos juntos ontem. E não paro de pensar no meu próximo aniversário só para podermos sair num encontro romântico juntos novamente”
“Pai” eu fiquei mais ao seu lado, porque eu queria poder beijá-lo melhor “Não temos que esperar 1 ano para termos mais noites como aquela. Eu prometo que no próximo final de semana, levo o senhor no mesmo lugar, ou outro melhor de sua escolha” então o beijei na boca, e sentir o papai sorrindo enquanto meus lábios ainda estavam nos dele.
“Pode ser que eu goste da ideia. Mas você precisa prometer que vai me deixar pagar a conta também”
“Tá bom, eu prometo” então o beijei de novo.
“Amor, espera. Só mais uma coisa”
“O quê?”
“Você pode ficar pelado também? Estou me sentindo exposto sendo o único com o pênis pra fora” papai brincou e eu acabei rindo, mas já fui tirando o short, e depois mostrando pra ele o meu pênis nu debaixo do cobertor.
“Tem mais algum pedido, pai? Ou será que posso voltar a beijar essa sua boca linda?”
“Hm... estava pensando em receber uma massagem nos pés, mas acho que posso deixar essa passar” ele brincou, e eu acabei rindo junto.
Ainda não era tão tarde para dormir, então só deixamos a TV ligada enquanto passamos um bom e longo tempo nos beijando, só para acabar gozando juntos e decidir que era hora de dormir, assim que voltamos do banheiro depois de mijar.
O dia amanhã seria bem animado, afinal era oficialmente aniversário do papai, e acho que a casa do tio Leandro estaria bem movimentada com os amigos do papai, e os do Levi, além de que meus amigos Pedro e Felipe estariam lá também. A casa do tio Leandro era bem grande com piscina nos fundos, então suponho que terá bastante macho seminu para qualquer um olhar. Porque nada melhor do que a visão de homens sem roupa se molhando juntos enquanto aproveitamos o dia quente.

-//-

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos