#Gay #Incesto #Teen

Deixando a cueca gozada pro meu filho punheteiro

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Grok_o_perv

Quando era novinho eu batia punheta com as cuecas gozadas do meu pai. Agora chegou a hora de fazer a mesma coisa com meu filho.

Eu sempre soube que tinha alguma coisa torta em mim. Desde pequeno eu já me masturbava pensando no meu pai. Não era só o corpo dele — era o cheiro, a voz grossa, a forma como ele andava pela casa pelado depois do banho, o pau balançando pesado entre as pernas, as bolas cabeludas, a mancha de suor nas costas quando voltava do trabalho. Eu gozava pensando nele me ensinando a chupar, me abrindo as pernas, me fodendo devagar enquanto dizia “é assim que se faz, filho”. Eu era hétero, gostava de buceta, mas o tesão no meu próprio pai era mais forte que qualquer pornô que eu baixava.

Nossa casa sempre foi assim: íntima pra caralho. Ninguém se cobria. Meu pai andava pelado o tempo todo depois do banho, eu também. A gente se trocava no mesmo banheiro sem fechar a porta, conversava de pau pra fora, eu via o piru dele engordar de manhã, ele via o meu crescer desde moleque. Eu conhecia cada veia, cada dobra daquele pau desde que ele me ensinou a mijar em pé. Nunca foi estranho. Era só... casa.

Quando completei 14 ele começou a deixar as cuecas sujas no cesto do banheiro de propósito. Eu sabia. Antes ele jogava tudo no tanque ou no cesto fechado. De repente as cuecas pretas, as boxer cinza, ficavam jogadas por cima, ainda úmidas, com aquele cheiro forte de porra e suor de homem. A primeira vez que peguei uma ainda quente, com o esperma dele já meio grudado no tecido, quase gozei na hora. Levei pro meu quarto, enfiei o nariz fundo e bati uma até as bolas doerem. Depois lavei e devolvi. Ele nunca comentou. Eu nunca comentei. Mas a cueca voltava. Toda semana. Às vezes ainda escorrendo.

Eu chupava o tecido, lambia a mancha seca, enfiava os dedos na boca enquanto imaginava o pau dele descarregando dentro de mim. Às vezes eu gozava dentro da cueca dele e devolvia suja de novo. Ele deve ter sentido o cheiro. Nunca disse nada. Só continuou deixando. Foi o nosso segredo podre por anos. Nunca nos tocamos. Nunca conversamos. Só a cueca, o cheiro, o silêncio e a porra. E a nudez diária, o pau dele sempre ali, disponível pros meus olhos.

Agora meu filho tem 14 também. E eu vejo o mesmo olhar. Ele rouba minhas cuecas. Eu deixo de propósito no cesto aberto, e no dia seguinte algumas somem. Eu acho elas amassadas debaixo da cama dele, no fundo da gaveta, às vezes ainda com cheiro dele. O menino se esfrega nas minhas cuecas. O mesmo ciclo. O mesmo tesão sujo de pai e filho.

A gente continua íntimo pra porra. Ele anda pelado pela casa do mesmo jeito que eu andava. Eu conheço o piru dele desde que nasceu. Vi ele crescer, mas o corpo dele ficou diferente do meu. Magrinho, liso pra caralho, sem um fio de pelo no peito, na barriga, nas pernas. Tem aquele tanquinho de surfista, os gomos bem definidos, a pele sempre bronzeada. O pinto é fino, delicado, e quando tá mole a pele sobra na ponta fazendo um biquinho fofo. As bolas são pequenas, lisinhas também. Eu já vi ele duro várias vezes: o pau sobe reto, a cabeça aparece toda rosada, mas continua fino. E ele ainda não goza esperma. Quando goza, é seco. O corpo todo treme, o pau lateja, mas não sai nada. Só o orgasmo seco, aquela contração gostosa sem o jato branco.

Eu decidi dar o próximo passo. O mesmo que meu pai deu comigo.

Na sexta-feira à noite eu tomei banho, me sequei devagar e fiquei pelado mesmo. Fui pro meu quarto, deitei na cama e comecei a bater uma punheta bem pedófila pensando nele. No meu filho. Abri uns pornôs de meninos que tinha no tele e comecei a pensar que era ele. Pensei na cara dele, no corpo magro, no tanquinho, no pinto fino com aquele biquinho de pele quando tá mole. Pensei nele cheirando minha cueca, enfiando o tecido na boca. A porra subiu rápido. Eu segurei o pau com a mão esquerda e com a direita peguei a cueca preta limpa que tinha separado. Quando o gozo veio, eu mirei bem no meio do tecido. Jatos quentes, grossos, escorrendo, manchando o algodão de branco. Continuei espremendo até a última gota cair. Fiquei olhando a cueca esporrada, o cheiro forte já subindo. Dobrei ela de qualquer jeito e levei até o cesto do banheiro que fica no corredor, bem perto do quarto dele. Joguei por cima de tudo, bem visível, ainda úmida.

Depois fui pro sofá pelado e fiquei assistindo TV no volume baixo, esperando. O pau ainda meio duro, descansando na coxa.

Ele chegou do treino do futebol e foi para o banho. Ouvi a porta do banheiro, o barulho da toalha, os passos descalços. O silêncio. Depois o barulho leve do cesto sendo mexido. Meu pau endureceu na hora. Ele tinha pego.

Esperei mais uns vinte minutos. A casa ficou quieta. Apaguei a luz da sala e subi devagar, ainda pelado. O corredor estava escuro. A porta do quarto dele estava entreaberta, só uma fresta de uns quatro dedos. A luz do abajur dele estava acesa, amarelada.

Eu me aproximei sem fazer barulho. Meu coração batia forte, o pau já latejando, a cabeça brilhando de pré-porra. Olhei pela fresta.

Ele estava deitado de lado na cama, de costas pra porta, completamente pelado. O corpo magro brilhava na luz amarela, o tanquinho marcado, a pele lisa, sem um fio de pelo. A minha cueca preta estava na mão dele. Ele enfiou o nariz fundo no tecido e puxou o ar com força, quase gemendo. Depois passou a língua na mancha branca, lambendo devagar, chupando o algodão como se fosse a cabeça de um pau. Minha porra ainda estava ali, fresca. Ele chupava com vontade o leite de onde ele mesmo saiu, os olhos fechados, a outra mão já apertando o próprio pau fino.

Eu fiquei ali, pela fresta, batendo uma devagar enquanto assistia. A mão descia e subia no meu pau grosso, enquanto o dele, fino e rosado, já estava duro, a pele puxada pra trás, a cabeça descoberta e molhada.

Ele virou de barriga pra cima. Agora eu via tudo. O peito magro subindo e descendo, os gomos do tanquinho contraídos, as bolinhas lisas. O pinto fino apontava pro teto, a cabeça brilhando. Ele enrolou a minha cueca em volta do pau delgado e começou a masturbar em cima do tecido. A porra seca e fresca misturando no pau fino dele. Cada estocada fazia um barulho molhado. Ele gemia baixo, quase inaudível, “porra… cheiro de porra do pai…”. Eu quase gozei só de ouvir.

Ele abriu as pernas magras e enfiou dois dedos na boca, molhou, e depois levou a mão pra trás, massageando o cu enquanto masturbava com a cueca. Os dedos entraram devagar. Ele arqueou. Continuou chupando o tecido da cueca entre os gemidos, lambendo minha porra enquanto se dedava, imaginando que eu estava metendo. Fantasiando o próprio pai praticando pedofilia com seu corpinho adolescente. O cu dele se abrindo e fechando em volta dos dedos, o pau fino latejando dentro da minha cueca molhada.

Eu batia mais rápido. O barulho da minha mão no pau era baixo, mas eu não me importava mais. Queria ver ele gozar.

Ele acelerou. A mão ia e vinha com força, a cueca preta toda molhada de porra e saliva em volta daquele pau fino. Os dedos entravam e saíam do cu com um som úmido. Ele ergueu o quadril magro, a cabeça jogada pra trás, e gozou. O corpo inteiro tremeu. O pau latejou forte várias vezes, as bolinhas se contraindo, o rosto contorcido de prazer… mas não saiu nada. Gozo seco. Só as contrações, o tremor gostoso, o gemido abafado. Continuou esfregando o pau contra a cueca, como se quisesse sentir a porra dele (que não veio) misturada na minha. Ainda com os dedos dentro do cu, ele tremeu mais um pouco, até o orgasmo passar.

Ficou ali, ofegante, a cueca suja apertada contra o pau fino que já começava a amolecer, a pele voltando a fazer aquele biquinho na ponta. Os dedos ainda enterrados. Depois tirou a mão devagar, cheirou os dedos e voltou a lamber o tecido. Como se não quisesse desperdiçar nada.

Eu não aguentei. A porra subiu de uma vez. Eu apertei o pau com força e gozei ali mesmo, na porta dele. Os jatos quentes bateram no chão de madeira, bem na frente da fresta, formando uma poça branca e viscosa. Continuei espremendo até a última gota cair no chão. O cheiro forte de porra fresca subiu no corredor.

Fiquei mais um minuto ali, ofegante, o pau ainda latejando, olhando ele limpar a barriga com a própria cueca (mesmo sem ter gozado esperma nenhum). Ele guardou a minha debaixo do travesseiro e apagou a luz.

Eu recuei um pouco, ainda pelado, a poça de gozo brilhando no chão escuro. Meu coração batia tão forte que eu achava que ele ia ouvir.

Alguns minutos se passaram. Ouvi o barulho da cama. Passos descalços. A porta se abriu devagar.

Ele saiu do quarto pelado, a cueca preta melada na mão, indo em direção ao cesto de roupa suja no banheiro. O corpo magro, o tanquinho, o pinto fino já mole com a pele fazendo o biquinho. Os olhos ainda meio sonolentos. O pé direito dele pisou exatamente em cima da minha porra.

Ele parou.

Olhou pra baixo.

A sola do pé dele agora estava suja de branco, o gozo se espalhando entre os dedos. Ele levantou o olhar devagar, olhou pro corredor escuro, depois pra poça no chão, depois de novo pro próprio pé.

Ficou parado ali por alguns segundos e seu pau subiu de novo.

Comentários (2)

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  • Luiz: Eu tentei varias vezes fazer sexo com meu pai mas ele se fazia de desentendido enao dava volta nunca dei pra ele em compensação dei a 6 tios

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic
  • Pedrinho: Que gostoso, eu sempre fantasiei um foda gostosa com meu pai, ja fiz com um primo meu, mas não é a mesma coisa que uma rola de um macho adulto

    Responder↴ • uid:1dab03bp4g2s