Confissões de uma professora casada
Confissão de uma professora casada com tesão em um colega.
Confissão longa. Pode julgar. Eu amo muito o meu marido. Isso não muda o resto.
Casada há 13. Eu, 31, loira, baixinha, e bunda bem grande que sempre chamou atenção. Fui a primeira vez do meu marido. Onze centímetros, grosso, e nunca teve o estilo de pegador. O sexo sempre foi uma delícia. Sempre manso, pau mandado, devagar com mulher. Os amigos tiravam sarro e ele ria junto. A única boca, a única buceta e o único cu que esse pau conheceu foram os meus. Eu amo ele. Amo a casa, amo a vida, amo o homem, e muito.
A fantasia de um pauzudo me comer sempre existiu entre a gente. Personagem mudava. Há mais de um ano não muda: Matheus, 22, colega da escola, alto, magro, mão grande, fama de pegador. Namora. As professoras ficam em cima mesmo assim. Ele falou, na roda, que o pau é grande. Eu falei perto dele que gosto de dar de quatro. Ele ouviu. Eu molhei. Meu marido sabe. Eu conto porque confio nele, e porque a frase deixa a gente louco.
Desde então eu uso calça que marca cada curva do rabo. Comprei uma calcinha escrita PUTINHA. Treze anos e nunca tinha comprado nada assim. Usei uma vez com ele, deixei ver a palavra, e guardei. Não é ingratidão. É tesão que eu só tenho coragem de viver com o homem que eu amo.
Teve uma noite que eu gozei três vezes fantasiando com ele. Três. Com meu marido, sem fantasia, eu não chego nisso. O primeiro orgasmo foi tão intenso que eu me assustei. Perna tremendo, corpo travando, e eu gemi Mateuzinho. Sim, no diminutivo. Não Matheus. Mateuzinho. Saiu sozinho, fino, no meio da gozada forte pra caralho. Eu me assustei com a intensidade e com o nome. Fiquei quieta depois, olhando pro teto, coração disparado, molhada demais, com vergonha do que a minha própria boca fez. Meu marido ouviu. Ficou mudo. Desconfiado. O pau dele respondeu mesmo assim. Eu amo esse homem. E gemi diminutivo de outro na frente dele, tão forte que eu mesma tomei um susto..
Eu conto os meus sonhos. Conto que sonhei o Matheus me beijando na escola e me levando pro motel. Conto o beijo, a mão grande, o carro, o quarto, eu pequena debaixo dele. Meu marido escuta e desconfia, porque sonho não precisa de tanto detalhe. Eu conto mesmo assim. Depois fico quieta. Ele pergunta se foi só sonho. Eu não desminto. Não confirmo. Calo.
Faz um ano que eu não dou o cu pra ele. Na putaria eu falo na cara: você perdeu meu rabo pra um novinho de merda! Vinte e dois aninhos. Pegador. Pau grande. Eu falo que o rabo é dele, que seria só anal, que o maridinho perdeu. Ele para de pedir. Manso até nisso. Eu nego o buraco e entrego a frase. Ele aceita e desconfia. Eu beijo ele depois, porque eu amo. E fico quieta, porque “você perdeu meu rabo pra um novinho” não sai como brincadeira leve. Sai como fato. Mesmo quando ainda é fantasia.
Ultimamente, se eu não falar que ele é corno, ele broxa. Mole, onze centímetros grossos inúteis na minha mão. Se eu falo, aumenta. Engrossa. Fica no máximo que esse pau chega, só porque ouviu que perdeu. Quanto pior, maior. “Você é corno do Mateus.” Sobe. “Eu quero ser só mais uma.” Engrossa. “Ele namora, as professoras ficam em cima, e eu quero ajoelhar mesmo assim.” Fica duro de verdade. Eu seguro, olho no olho, e lembro que amo esse manso mesmo assim.
Eu já fiz ele gozar agradecendo. Segurei o pau, falei no ouvido pra repetir obrigado pro Matheus por comer meu cu, e ele repetiu. Gozou falando obrigado. Um cu que, até agora, o Matheus não comeu. Ele agradeceu mesmo assim. Eu vi a grossura crescer na humilhação e gozei junto de ver o homem que eu amo obedecer até a porra.
Eu falo na cara que a pessoa que eu tenho mais vontade, no tesão, é o Matheus. Não no resto da vida. No resto da vida é ele. Me excita não ser especial na fila, ser a casada que o pegador comeria sem largar a namorada. Meu marido questiona no Whats, eu não nego a fantasia, e ele transforma em dose. Não veta. Pergunta se aguenta chifre. A calça aperta se eu deixo a frase em pé. Depois a gente dorme junto. Eu amo ele. Isso não é frase de efeito.
Daqui uns dias tem confraternização com piscina, só escola. Eu quero ir de biquíni socado, fio marcando o rabo, beber e ficar solta do lado do Matheus, com as outras em cima e eu molhada de ser só mais uma. Ainda não sei se a gente tem coragem de realizar. Eu tenho tesão. Ele tem ereção condicionada. Coragem, nenhum dos dois mostrou. Amor, eu tenho. Muito.
Enquanto isso eu conto, ele aumenta, e se eu mandar agradecer, ele agradece. Todo castigo pra corno é pouco. E o pouco ele ainda goza dizendo obrigado, do lado da mulher que ama ele e não vai embora. Pode julgar.
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