#Corno #Grupal #Sado #Voyeur

Gosto de apanhar quando estou chifrando meu marido.

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Luiza

Ei, meu amor… (eu tô aqui, de quatro na cama do nosso quarto, bunda empinada, cu ainda aberto e pulsando, escorrendo o seu esperma quente que não para de vazar enquanto eu escrevo isso pra você agora, domingo de manhã. Você vai me foder de novo depois de ler, vai? Porque eu tô molhada pra caralho só de imaginar você lendo cada palavra e gozando na cara da sua Diana safada.)

Eu sou Diana. 29 anos. Casada com o Tiago há 6 anos. O mais corno do mundo. Porque eu sou a vadia que ele adora ver sendo fodida. Eu sou a vadia que ele filma tudo. Eu sou a vadia que ele deixa levar todo macho da rua pra casa e ele fica assistindo, pau na mão, sorrindo aquele sorriso de doente enquanto eu grito pedindo tapa na cara.

E ontem… ontem foi o dia que eu me rasguei de vez. A esposa do nosso vizinho, o Lucas, saiu cedo pro trabalho. Ele e eu somos “amigos”. Desde o começo da nossa amizade eu sempre soube que ele era casado. Eu sempre soube que ele tinha uma esposa. Mas eu também sempre soube que ele queria me comer desde o dia que ele me viu de biquíni no condomínio.

Ele chegou lá, ela já tinha ido, eu tava de shortinho jeans e cropped preto, sem calcinha, vibrador na buceta. Eu abri a porta e falei: “Oi, Lucas, a Lívia foi embora? Entra, faz café comigo enquanto ela não chega.”

Ele entrou. Eu sorri. Eu sei o que ele tá pensando. Eu sei que ele tá duro desde que eu mandei mensagem ontem: “Quando sua mulher sair, me chama que eu tô louca pra sentir sua rola.”

Ele sentou no sofá. Eu sentei do lado, abri as pernas devagar e falei: “Sabe, eu sou amiga da Lívia, mas eu adoro quando ela viaja… porque aí eu posso fazer o que eu quero com você.” Ele engoliu seco. Eu tirei o cropped, deixei os peitos de fora, mordi o lábio e perguntei: “Quer ver se eu sou mesmo só mais uma vadia casada?”

Ele não respondeu. Eu me levantei, sentei no colo dele de frente, sentei a buceta na rola dele por cima do short. Ele tava duro pra caralho. Eu desci devagar e falei: “Olha só… você já tá pulsando só de eu sentar em você.”

Ele segurou minha cintura e me puxou pra baixo. Eu gemi alto. “Ahh… tá grande… caralho, Lucas…”

Ele tirou o short. Rola pra fora. 23 centímetros, grossa pra porra, cabeça brilhando. Eu abri a boca: “Meu Deus… vai caber inteiro?” Ele riu e disse: “Vai caber tudo, Diana. E você vai pedir mais.”

Eu me abaixei devagar. A cabeça empurrou minha entrada. Eu gemi: “Ahhh… tá entrando… tá muito grosso…” Ele segurou minha bunda e meteu devagar. Eu tava molhada pra caralho. A buceta engolia ele centímetro por centímetro. Quando ele chegou no fundo, eu gritei: “Fode-me, por favor… me fode forte!”

Ele me fodeu. Forte. Selvagem. Eu tava gritando no sofá da sala enquanto ele batia na minha bunda. “Segura meu cabelo, amor… segura…” Ele segurou. Eu gemia: “Mais forte… me fode mais forte… eu quero sentir você todo!”

Ele me virou de quatro no sofá. Eu abri a bunda e falei: “Cu também, Lucas… eu quero dar o cu hoje.” Ele lambeu minha entrada anal. Eu gemi: “Ahhh… tá quente… me fode no cu, por favor…”

Ele cuspiu na mão e esfregou na minha entrada. Eu empurrei pra trás. Ele pressionou. Eu gritei: “Ai, caralho… tá entrando… tá doendo tanto… mas eu amo…”

Ele meteu devagar. Centímetro por centímetro. Eu tava chorando de tesão. “Por favor… vai fundo… eu quero sentir você todo no meu cu apertado…” Ele meteu. Chegou no fundo. Eu gritei: “Ai meu Deus… tá muito fundo… tá rasgando meu cu!”

Ele começou a meter. Forte. Eu tava gemendo sem parar: “Mais forte… me fode no cu, Lucas… eu sou sua vadia casada… me fode no cu!”

Ele me deu uma palmada forte na bunda. Eu gemi: “Mais forte ainda… me dá tapa… eu só gozo com tapa na cara!”

Ele me deu outra. Eu gritei: “Mais forte! Me dá tapa na cara, caralho! Eu quero apanhar enquanto você me fode!”

Ele segurou meu cabelo e me deu um tapa na cara. Forte. Eu gozei na hora. “Ai… eu gozei… eu gozei com o tapa…”

Ele não parou. Ele me virou de novo, me colocou de quatro no sofá e meteu no cu de novo. Eu tava gemendo: “Eu tô me cagando… tá sentindo o cu apertado pra caralho… eu tô me cagando de tesão…”

Ele meteu mais forte. Eu gritei: “Por favor… me dá mais tapa… eu quero apanhar… eu quero apanhar enquanto você me fode no cu!”

Ele me deu tapa. Eu gozei de novo. Ele meteu mais forte ainda. Eu tava chorando de prazer. “Eu tô me cagando de verdade… tá sentindo o meu cu se cagar? Eu tô me cagando no pau dele… caralho…”

Ele riu e disse: “Me mostra, vadia.”

Eu me abaixei, mostrei o cu pra ele. Ele filmou. Claro que ele filmou. “Grava isso, Lucas… grava meu cu sendo fodido… grava enquanto eu me cago de verdade…”

Ele filmou close. Meu cu, rosado, aberto, cheio da rola dele, lubrificante escorrendo. Eu tava chorando: “Eu tô me cagando… tá sentindo? Eu tô me cagando no pau dele… eu sou uma vadia do caralho…”

Ele tirou de uma vez. Eu gemi: “Não… me fode no cu ainda… me fode no cu até eu pedir pra sair…”

Ele me virou de frente de novo. Eu sentei na rola dele, de frente. Eu tava tremendo. “Olha pra mim enquanto eu sento… olha pra minha buceta sendo aberta de novo…”

Ele meteu. Eu gemia: “Ahhh… tá grande… tá batendo no meu útero… eu amo… eu amo sentir você todo…”

Ele me fodeu assim por quase uma hora. Eu pedindo tapa a cada estocada. “Me dá tapa… me dá tapa na cara… eu só gozo com tapa… eu sou uma puta safada!”

Ele me deu tapa. Eu gozei. Ele me deu tapa. Eu gozei. Eu tava molhada pra caralho. Ele gozou dentro da minha buceta duas vezes. Depois tirou e gozou no meu cu. Eu senti o esperma quente enchendo meu buraco.

Quando ele finalmente parou, eu tava destruída. Eu pedi: “Por favor… me deixa ir pro banheiro… eu tô me cagando de verdade… eu tô me cagando no pau dele…”

Ele segurou minha cintura com força e disse: “Você não vai sair não, Diana. Seu cu ainda tá aberto. Você vai ficar aqui no sofá enquanto eu filmo você se cagar devagar.”

Eu fiquei. Eu sentei no vaso do banheiro do corredor, bunda aberta, cu ainda pulsando, ele filmando por baixo da porta. Eu gritei enquanto mijava e cagara ao mesmo tempo: “Eu tô me cagando… eu tô me cagando no meu cu… caralho, Lucas… eu sou uma vadia do caralho…”

Eu gozei de novo só de sentir o seu esperma dele saindo.

Quando voltei pro sofá, ele me pegou no colo, me colocou de quatro de novo e meteu no cu devagar. “Me fode no cu com carinho agora… porque eu tô toda rasgada… porque eu tô toda rasgada por você…”

Ele meteu devagar. Eu gemia: “Mais fundo… mais fundo… eu quero sentir você todo… eu quero sentir seu esperma no meu cu… eu sou sua vadia… eu sou sua casada corno…”

Ele me fodeu assim até eu gozar pela quinta vez. Depois ele me fodeu na buceta por cima, sentou na minha buceta e gozou de novo. Eu senti o esperma escorrendo pela minha coxa.

Ele saiu de casa me dando beijo na testa. Eu fiquei lá, de quatro no sofá, bunda aberta, cu vazando, buceta vazando, rosto com maquiagem borrada, olhando pra câmera do meu marido que tava gravando tudo do canto do quarto.

Eu tava molhada pra caralho ainda. Eu tava toda rasgada. Eu tava vazando o seu esperma.

E eu tô aqui agora, domingo de manhã, de quatro na cama, cu aberto, escrevendo isso pra você.

Porque eu quero que você saiba de tudo.

Eu quero que você saiba que eu pedi tapa na cara 47 vezes ontem.

Eu quero que você saiba que eu me caguei no pau dele quando ele meteu muito fundo.

Eu quero que você saiba que meu cu agora tá aberto e vazando o seu esperma enquanto eu escrevo isso.

Eu quero que você me foda de novo agora, amor.

Eu quero que você me coloque de quatro, segure minha cintura como o Lucas fez, e me foda até eu pedir pra sair de novo.

Eu quero que você me dê tapa na cara enquanto você me fode.

Eu quero que você me chame de vadia safada.

Eu quero que você grabe tudo.

Porque eu sou sua Diana.

A casada que ele fode enquanto ele assiste.

A vadia que ele deixa levar todo macho da rua.

A mulher que só goza com tapa na cara e cu aberto.

E eu tô molhada. Eu tô toda rasgada. Eu tô vazando.

E eu tô louca pra você me xingar, me foder e me pedir pra eu gravar o próximo capítulo hoje.

Porque hoje eu vou seduzir o vizinho do fundo do corredor. O pedreiro que veio consertar o muro. O entregador de gás que vem todo mês.

Eu vou dar buceta, dar cu, pedir tapa, me cagar no pau, chorar de tesão e deixar o meu marido filmar tudo.

Eu sou a vadia mais safada do condomínio.

Eu sou a vadia que o Lucas me chamou de “minha casada corno” quando ele gozou no meu cu.

E eu amo cada segundo.

Agora vai lá, amor. Grava.

Porque eu tô esperando sua porra na minha cara enquanto eu conto o próximo capítulo.

Eu te amo. Eu te odeio de tesão.

Eu te amo. Eu te odeio.

E eu tô molhada pra caralho.

(Agora senta aí, abre as pernas, segura seu pau e grava ela agora… porque ela tá aqui do seu lado, de quatro, cu aberto, e você quer tudo. Tudo dela. Tudo dela. Tudo.)

Fim do conto. Mas na verdade… isso é só o começo. Porque eu ainda tenho o vizinho do fundo, o pedreiro, o entregador de água mineral, o eletricista… todos os dias eu me rasgo mais um pouco pra você. E eu tô louca pra você ver tudo. Pra você baixar tudo. https://bit.ly/4dNruEJ Pra você me foder até eu não conseguir andar.

Eu sou sua.

E eu sou a coisa mais gostosa do mundo pra você.

(Agora vai no banheiro, pega o celular e grava ela agora, porque ela tá aqui do seu lado, de quatro, cu aberto, e você quer tudo. Tudo. Cada centímetro. Cada gemido. Cada lágrima de prazer enquanto ela se caga no pau do outro homem.)

Eu te amo. Eu te odeio. Eu te amo. Eu te odeio.

E eu tô molhada ainda.

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