A noite que mudou minha vida
Meu nome é Ricardo, tenho 38 anos, sou alto, moreno, cabelo começando a ficar grisalho, porte médio — nada de especial, apenas mais um cara comum na multidão. Minha esposa se chama Fernanda, tem 35 anos, é linda de morrer: cabelos loiros longos, olhos verdes, pele clara, corpo escultural com seios médios mas firmes, cintura fina e uma bunda redondinha que sempre me deixou maluco. Somos casados há doze anos, temos dois filhos — Lucas de 8 e Sofia de 5.
Nosso casamento estava em crise. Não brigávamos, mas havia um gelo insuportável entre nós. A rotina, as contas, a criação dos filhos, haviam apagado a chama que um dia existiu. Fernanda parecia cada vez mais distante, triste, sem brilho nos olhos. Eu a observava sentada no sofá, olhando para o nada, e sentia minha culpa crescer por não conseguir fazê-la feliz.
Foi então que tive aquela ideia maluca. Uma noite, enquanto jantávamos em silêncio, reuni coragem e falei:
— Fernanda, eu tenho uma proposta para fazer. Não se assuste, tá? Que tal irmos naquele clube novo que abriu na cidade vizinha? Só nós dois. Deixamos os filhos com a minha mãe. E lá... a gente entra como se fosse solteiro. Sem alianças, sem compromisso. Só uma noite pra curtir, dançar, se divertir sem culpa. Você merece se soltar um pouco, esquecer essa rotina.
Ela parou o garfo no meio do ar. Seus olhos verdes se arregalaram, depois se estreitaram em fúria.
— Você está de brincadeira, Ricardo? — ela largou o garfo com força, fazendo barulho contra o prato. — Eu sou sua esposa! A mãe dos seus filhos! Não sou uma vagabunda de rua para você me oferecer isso!
— Não, não é isso! — eu tentei explicar, sentindo o suor frio na testa. — Eu não estou te oferecendo para ninguém! É só... só uma noite. Não precisa fazer nada que não queira. Só dançar, beber, se sentir desejada novamente. Eu só quero ver você feliz, meu amor. Eu não vou fazer nada com ninguém, juro. Quero apenas sair com você, ver você brilhar de novo.
Ela ficou em silêncio por um longo momento, o peito subindo e descendo com a respiração ofegante. Então se levantou e foi para o quarto sem dizer mais nada.
Dois dias se passaram naquele clima tenso. Então, na noite de sexta-feira, enquanto eu assistia TV, Fernanda apareceu na sala. Estava vestindo um robe de seda preto, e seu cabelo ainda estava molhado do banho. Ela se sentou ao meu lado, mantendo uma distância segura.
— Eu pensei no que você disse — ela falou, olhando para as próprias mãos. — Vamos. Mas só vamos dançar e nos divertir. Nada mais. Está claro?
— Claro! — eu respondi, sentindo uma excitação estranha misturada com nervosismo. — Só diversão, nada mais.
No sábado seguinte, deixamos as crianças na casa da minha mãe. Fernanda estava deslumbrante: um vestido curto vermelho justo, decotado nas costas, salto alto preto, maquiagem impecável com batom vermelho vibrante. Eu nunca a tinha visto tão sexy. Usei uma camisa social preta aberta no colarinho, calça jeans escura e sapatênis.
Dirigimos até a cidade vizinha em silêncio, a tensão sexual no ar era palpável. Ao chegar no estacionamento do clube "Lua Negra", um lugar sofisticado com música eletrônica e luzes piscantes, fizemos o combinado: tiramos as alianças e as deixamos escondidas no console do carro.
— Pronta? — perguntei, oferecendo meu braço.
— Pronta — ela respondeu, e pela primeira vez em meses, vi um brilho de excitação em seus olhos.
Entramos no clube como dois estranhos, dois amigos. O lugar estava lotado, cheio de gente bonita, luzes coloridas, música alta. Conseguimos uma mesa perto da pista e pedimos drinks. Fernanda pediu uma caipirinha dupla, eu um uísque.
Após o segundo drink, notei a mudança nela. Seus ombros relaxaram, ela começou a sorrir, a balançar a cabeça no ritmo da música. Parecia outra mulher — jovem, livre, desinibida.
— Quer dançar? — perguntei, estendendo a mão.
— Vamos! — ela aceitou com entusiasmo.
Puxei-a para a pista. Começamos devagar, um pouco desajeitados, mas logo ela se soltou. Fernanda começou a rebolar, movendo os quadris de forma sensual, levantando os braços acima da cabeça, deixando o cabelo loiro balançar. Ela estava linda, radiante, e eu senti meu pau endurecer só de vê-la assim.
Ela foi se afastando de mim, perdendo-se na multidão, mas mantendo contato visual, sorrindo. Acenei que estava indo ao banheiro e ela assentiu com a cabeça, continuando a dançar sozinha.
Quando voltei, não a encontrei onde a tinha deixado. Procurei entre a multidão, mas ela tinha sumido. Comecei a andar pelo clube, olhando entre os grupos, sentindo um aperto estranho no estômago.
Fui até um corredor escuro nos fundos do clube, onde os casais costumavam ir para ficar a sós. Havia vários pares se agarrando nas sombras, beijos barulhentos, gemidos abafados pela música. Continuei andando, curioso, até ver um vulto mais à frente.
Um casal em clima mais intenso. O homem era alto, musculoso, cabelo castanho curto, vestindo uma camisa social branca. Ele agarrava a mulher com força, uma mão na cintura dela, outra levantando a barra do vestido. Vi uma calcinha fio dental vermelha sendo exposta, e o homem apalpando aquela bunda redondinha com voracidade.
Algo naquela cena me pareceu familiar. A mulher tinha cabelos loiros, o mesmo tom de Fernanda. Me aproximei mais, escondido nas sombras, o coração batendo descontroladamente.
Era ela. Minha esposa. Minha Fernanda.
Ela estava contra a parede, o desconhecido colado nela, beijando seu pescoço com fome. Os gemidos dela eram audíveis mesmo com a música alta. Eu deveria intervir, deveria ir lá e tirá-la dali, mas meus pés estavam colados no chão. E para minha surpresa, senti meu pau pulsando, duro como nunca, dentro da calça.
O homem abaixou as alças do vestido de Fernanda, expondo seus seios perfeitos com mamilos rosados e endurecidos. Ele começou a chupá-los com avidez, e ela jogou a cabeça para trás, gemendo alto, as mãos puxando o cabelo dele.
— Isso, chupa gostoso — ela suspirou, e eu quase caí de joelhos.
Eu não podia acreditar. Minha esposa, que recusava sexo comigo há meses, que se ofendera com minha proposta, estava ali, entregue a um estranho, gemendo como uma puta.
Me escondi melhor atrás de uma coluna, o pau duro apertado na mão por cima da calça, observando a cena. Então, outro homem se aproximou. Era moreno, alto, barba por fazer, vestindo uma camiseta preta justa que evidenciava músculos definidos.
Para meu espanto total, Fernanda não se afastou. Ela sorriu para o novo homem, estendeu a mão e puxou-o para perto. Em segundos, ela estava entre os dois, sendo beijada por um enquanto o outro apalpava seu corpo.
— Vocês são deliciosos — ela sussurrou, e ouvi perfeitamente.
Ela se ajoelhou no chão do corredor, sem se importar com a sujeira ou com quem pudesse ver. Puxou o zíper do primeiro homem e liberou um pau enorme, grosso, latejante. Não deu tempo de eu processar antes que ela o engolisse inteiro, fazendo garganta profunda como nunca fizera comigo.
— Porra, essa loirinha sabe chupar — o homem gemeu, agarrando a cabeça dela.
O segundo homem já tinha o pau para fora também, igualmente imenso, e Fernanda alternava entre os dois, lambendo as bolas, chupando as cabeças, fazendo barulhos molhados e obscenos que me deixavam louco de tesão.
— Vem, putinha, vamos te foder bem — o primeiro homem a puxou para cima.
Eles a levaram para um canto mais isolado, onde havia um sofá velho. Fernanda foi jogada de bruços sobre ele, o vestido levantado completamente, expondo sua calcinha vermelha de lado. O primeiro homem arrancou a calcinha com força, rasgando-a, e eu vi a buceta da minha esposa escorrendo, molhada, aberta, faminta.
Ele enfiou tudo de uma vez, sem piedade, e ela gritou de prazer.
— Aaaaah, que pauzão! Fode essa puta, me fode!
O homem começou a meter com força, socando fundo, fazendo suas nádegas balançarem. O segundo homem se posicionou na frente, e Fernanda não hesitou: engoliu aquele pau imenso novamente, chupando enquanto era fodida por trás.
— Vai, puta, toma nos dois buracos — o primeiro homem grunhiu, dando tapas na bunda dela, deixando marcas vermelhas.
Eu estava em transe, punhetando meu pau pequeno e morno por cima da calça, vendo minha esposa sagrada sendo usada como uma vagabunda por dois desconhecidos. E o pior — ou melhor — é que ela estava amando cada segundo.
O primeiro homem tirou o pau de sua buceta e posicionou na entrada do cu. Fernanda gemeu, assustada, mas não disse não. Ele forçou a entrada, e ela gritou, mas era um grito de prazer misturado com dor. Logo ele estava metendo no cú apertado da minha esposa, enquanto o segundo continuava sendo chupado.
— Agora vamos fazer essa vagabunda gozar no duplo — o primeiro homem sussurrou.
Eles a viraram de costas no sofá. O primeiro meteu no cú, o segundo na buceta. Fernanda estava sendo penetrada nos dois buracos ao mesmo tempo, esticada, arrombada, feita de puta. Ela gemia sem parar, palavrões saindo daquela boca que beijava nossos filhos de bom dia.
— Fode essa puta casada! Eu sou uma vagabunda! Meus filhos não sabem que a mamãe é uma puta! — ela gritava, delirante.
Os dois homens metiam em sincronia, fundo, forte, sem dó. O sofá rangia, a pele batia em pele, os gemidos eram animais. Fernanda começou a tremer, seu corpo convulsionando em um orgasmo violento, molhando os dois paus com seu gozo.
— Porra, vou gozar! — o primeiro homem grunhiu, e jorrou litros de porra dentro do cú dela.
— Eu também! — o segundo gozou na buceta, enchendo-a de leite.
Eles saíram de dentro dela, e eu vi a cena mais degradante e excitante da minha vida: minha esposa deitada no sofá, as pernas abertas, dois buracos escorrendo porra de desconhecidos, o vestido amassado, o cabelo bagunçado, o batom borrado, sorrindo como uma santinha satisfeita.
Eu sai correndo dali, o coração disparado, o pau duro, a mente confusa. Voltei para a mesa onde estávamos antes, sentei, e pedi mais um uísque duplo, as mãos tremendo.
Quinze minutos depois, Fernanda apareceu. Estava arrumada novamente, embora eu pudesse ver o brilho diferente em seus olhos, a maneira desajeitada como ela andava. Sentou-se na minha frente como se nada tivesse acontecido, pediu outra caipirinha, e bebeu em silêncio.
— Se divertiu? — perguntei, a voz falhando.
— Muito — ela respondeu, olhando diretamente nos meus olhos, um sorriso malicioso nos lábios. — Vamos embora?
Dirigimos de volta em silêncio absoluto. O ar no carro estava carregado de eletricidade sexual. Quando entramos em casa, já era madrugada. A casa estava vazia, silenciosa.
Fernanda fechou a porta e se virou para mim. Seus olhos verdes brilhavam de uma forma que eu nunca tinha visto — poderosa, dominadora, cruel.
— Deita na cama, agora — ela ordenou, a voz firme.
— Fernanda, a gente precisa conversar sobre o que aconteceu...
— Eu disse DEITA! — ela gritou, e eu obedeci, sentindo meu pau pulsar de excitação.
Tirei a roupa e deitei na cama, nu, meu pau pequeno e duro apontando para cima. Ela se despiu lentamente, provocando, mostrando o corpo que acabara de ser usado por outros. Quando ficou nua, vi marcas de dedos em seus seios, na cintura, na bunda. Ela estava marcada, possuída.
Fernanda subiu na cama e sentou em cima do meu peito, sua buceta inchada e ainda melada bem na minha cara. O cheiro era forte — sexo, suor, porra de outros homens.
— A partir de hoje, você é meu corninho — ela declarou, olhando para mim de cima. — Eu vou ser a puta que eu sempre quis ser. Vou foder quem eu quiser, quando eu quiser, onde eu quiser. E você vai assistir, vai saber, vai limpar depois.
— Fernanda, eu...
— Cala a boca! — ela deu um tapa no meu rosto, não muito forte, mas suficiente para me calar. — Seu pauzinho de nunca me satisfaz. Aqueles homens me foderam como você nunca conseguiu. Eles tinham paus de verdade, grossos, longos, que me arrombaram e me fizeram sentir mulher. Você é só um veadinho de pau pequeno que não tem mais vez comigo.
Ela se levantou um pouco e desceu, sentando no meu rosto. Sua buceta, quente, molhada, escorrendo porra estranha, encostou nos meus lábios.
— Limpa, corno. Chupa essa porra dos outros homens do meu cuzinho arrombado. Mostra que pelo menos nisso você serve.
Eu tentei protestar, mas ela apertou mais, e eu senti o gosto — salgado, amargo, o gosto de traição, de humilhação, de submissão. E para minha vergonha, meu pau pulso e começou a gozar sozinho, sem eu nem tocá-lo, jorrando no meu próprio abdômen enquanto eu lambia e chupava a buceta suja da minha esposa.
— Isso, putinho, chupa tudo — ela gemia, esfregando-se no meu rosto. — A mamãe vai sair toda semana agora. Vai trazer vários machos para casa. E você vai assistir, vai limpar, e vai agradecer por eu ainda manter você por perto.
Ela gozou novamente na minha boca, um orgasmo intenso, molhando meu rosto com seus fluidos misturados aos dos amantes. Depois se levantou, foi até o banheiro, e ouvi o chuveiro ligar.
Fiquei deitado na cama, coberto de gozo, o gosto de porra estranha na boca, o coração partido e o pau mole pela primeira vez na noite. E apesar de tudo, eu sabia que aquela era apenas a primeira de muitas noites. Minha esposa havia despertado, e eu havia perdido para sempre o controle — se é que algum dia realmente o tive.
A lua entrava pela janela, iluminando a aliança que ela havia deixado na cômoda. Não precisávamos mais dela. Nosso casamento havia morrido naquela noite, e algo novo, perverso e excitante, havia nascido das cinzas.
Eu era, oficialmente, um corno. E estranhamente, não conseguia mais imaginar outra vida.
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Comentários (3)
Klaus Black: 5 estrelas pela narrativa de seu conto, sem muito mimi mimi...direto ao ponte, não sei se um conto real, ou algo de sua imaginação, mas muito excelente o conto, um conto para mexer com nossos pensamentos, tem algum tempo, vivi algo muito parecido, no meu caso eu fui abordado pelo casal, alais pela mulher, aquele casal parece que a mulher era que tinha as redeas da vida deles, e foi algo maravilhoso em hotel em Porto Seguro-BA
Responder↴ • uid:1d35q91sfpefAdilson: Fui uma vez a um baile num vilarejo a 12km da nossa cidade. Eu com 23, fui com minha irmã e nossa prima, ambas com 20 anos. Num dado momento elas desapareceram do salão e na busca que fiz por elas, as vi dentro de um carro dando pra dois caras, minha irmã no banco da frente dando pra um e minha prima no banco de trás dando pra outro. Fingi que não vi e voltei para esperar no salão. Quando estávamos voltando pra casa, ambas falaram que estavam com as pernas bombas de tanto dançar. E eu pensando, de tanto dar, isso sim...rsrsrs
Responder↴ • uid:e39rta1wl3vMaridao: Libertar uma mulher é arriscado deka não volrar, ou retornar loucamente gostosa e perigosa
Responder↴ • uid:xgnp9hrd