Filho mimado: Cachorro fofinho com cheiro de sexo! Pt. 6 e 7
Após machucar meu braço, papai e eu fizemos sexo gostoso enquanto ele cuidava de mim. Parte 6 e 7
[há fetiche de cheiro forte de macho suado, com mijo quente de homem, e conversas envolvendo cachorro. não leia se não gosta]
-//-
[Cap. 6 de 10]
Era dia, e quando cheguei na faculdade, ela estava bem movimentada. Talvez estivesse rolando algum evento e eu não soubesse? Era aula do meu pai naquele dia, e fomos juntos pra sala com ele tendo cuidado com qualquer um que chegasse perto de mim pra não machucar meu braço já machucado.
O papai me mimou tanto, que aposto que ele esqueceu que eu sou um homem que posso me cuidar sozinho. Mas enfim, chegando na turma, eu estava indo me sentar lá pro fundo como de costume, mas antes mesmo de sentar, o papai me chamou. Era pra mim sentar na frente perto dele, e eu pensei seriamente em recusar, porque o Felipe tinha acabado de chegar e eu queria falar com ele sobre a viagem ao acampamento. Só que mano, ele era meu pai, eu não podia dizer não quando ele estava pedindo com tanta preocupação.
O ruim foi que sentei ao lado do Eduardo, o cara que vivia assediando meu pai, e que um dia acabei lhe socando na cara. Porra, que climão pesado ficou.
“Tudo bem aí com seu braço, Davi?” o Eduardo perguntou, e pela primeira vez ele não estava olhando pra bunda do meu pai que estava preparando os slides para iniciar a aula enquanto o restantes dos alunos chegavam.
“Por que se importa?”
“Só estou preocupado, mano”
“Se está tentando amigar comigo só pra chegar no meu... pai” falei mais baixo, porque o papai estava perto. “É melhor desistir, porque não vai rolar”
“Segura os dentes aí tigrão, eu realmente só estou curioso pra saber o que rolou com seu braço. Nada de mais” pelo jeito que ele não estava focado na bunda do meu pai andando na sua frente, eu achei que talvez ele estivesse falando sério.
“Eu só... escorreguei num buraco quando fui acampar esse final de semana. Mas não quebrou, e daqui 5 dias já posso tirar isso” indiquei pra ele meu braço enfaixado.
“Porra, sinto muito, eu até imagino a dor. Uma vez machuquei a mão direita e sofri por mais de 2 semanas. Foi duro...”
“É... é foda”
“Pois é”
Eu sentir que ele queria continuar conversando, mas a verdade era que a gente não tinha muita coisa em comum, além de certa vez ele ter levado um soco meu e a gente não se dar bem desde o inícios das aulas. Eu queria poder ficar lá atrás com o Felipe, porque até ele parecia entediado lá. A gente se olhou uma última vez, e eu fiz sinal de que depois contava tudo pra ele no intervalo. Foi quando o papai chamou minha atenção, e começou a aula.
[...]
Às 13h papai e eu saímos da faculdade, demorou porque ele precisou fazer umas coisas, e eu esperei, claro. Depois fomos almoçar, e às 14h entramos no carro prontos pra ir embora.
“Talvez não dê pra ir à academia hoje” papai falou ligando o carro. “Tenho assuntos pra organizar pro restante do semestre, e vou precisar de um tempo sozinho. Você vai ficar bem, amor?”
“Agora que o senhor passou trabalho em grupo, preciso fazer minha parte pra apresentar na sexta”
“Ei, não fique assim, Davi. Se eu lhe desse tratamento especial, não seria justo com os demais, não acha?”
“O problema é que o Eduardo está no meu grupo também”
“Bem, sobre isso...” o papai falou, ainda com o carro estacionado. “Ele me perguntou se tudo bem ir lá pra casa amanhã pela tarde para fazer o trabalho junto de você”
Puta merda, aquilo não podia ser sério!
“E o que o senhor respondeu?”
“Eu disse que tudo bem”
“Pai!”
“Eu sei que vocês tiveram um mal entendido no passado, mas ele parece está querendo amigar com você agora. E eu pensei: por que não? Então passei pra ele nosso endereço”
“O senhor sabe o motivo dele querer ir lá pra casa, não é? E não é por mim” eu olhei o papai de baixo acima, e ele entendeu o recado.
“Não, não! O Eduardo é um bom aluno, ele não tentaria isso de novo. Não na minha própria casa”
“Ou vai ver ele só está querendo tirar umas fotos do senhor nu. Já que é quase assim que o senhor anda lá em casa”
“Ei mocinho, você passa mais tempo pelado do que eu. E também depois do ocorrido com seu irmão ter nos visto transando, eu estou passando mais tempo de roupa em casa agora”
“É, pro meu azar” falei frustrado porque eu amava quando o papai andava nu dentro de casa.
“Davi” ele virou meu rosto com a mão para a gente se encarar “Não se preocupe com o Eduardo, eu prometo que não vou dar chance. E você, tente não socar ele novamente caso ele esteja olhando pro meu corpo”
“O senhor vai está vestido da cabeça aos pés quando ele chegar” falei já me aproximando do seu rosto.
“Sim, eu até deixo você escolher a roupa” ele também chegou perto e nos beijamos na boca de língua, ali mesmo dentro do carro no estacionamento do restaurante. “Mas agora, vamos indo, que antes de chegar em casa, temos que passar num lugar”
“E onde é?” eu já estava com saudades dos lábios do papai na minha boca.
“Surpresa”
[...]
“Eu não vou entrar aí” falei, quando o papai estacionou o carro bem na frente do lugar.
“Vamos Davi, não precisa ter vergonha. Alex me trouxe aqui uma vez, e os funcionários são educados. Ninguém vai rir”
“Pai, é uma sexshop. Esse lugar num é para mulheres?”
“Nos fundos tem uma ala só para homens. Você vai gostar dos brinquedos”
“Viemos comprar brinquedos sexuais? O senhor está cansado do meu pênis?”
“Não” ele riu, me beijando na boca só para agarrar meu pênis na calça. “Não tem vibrador nesse mundo que substitua o pau que eu mesmo fiz. Mas...” ele subiu a mão para segurar meu queixo e nos beijamos de língua “Estamos aqui para comprar fantasias, e você pode escolher”
“Pai, não vão estranhar quando nos verem juntos? Porque tá cara que o senhor é meu pai, temos o mesmo rosto”
“Você acha? Eu ainda acho que você é mais bonito”
“Não brinca, pai, é sério”
“Tá, mas e daí? Você já tem 21 anos, e só vamos entrar aqui uma vez, compramos as roupas e saímos. Você nunca mais vai precisar ver eles de novo”
“O senhor promete?”
Então o papai me beijou “Prometo. E eu sei que você está louco pra me ver fantasiado de cachorrinho”
“Porra pai, eu não tenho fetiche em cachorro. Já disse” mesmo assim, eu acompanhei ele quando saiu do carro, com cuidado pra não movimentar muito o braço esquerdo ainda enfaixado.
Descendo, entramos na loja e fomos atendidos por um homem que obviamente era gay. Acho que quando nos viram entrar, acharam melhor sermos atendidos por um homem, do que qualquer funcionária, porque talvez assim a vergonha fosse menor. Ele nos levou até os fundos, onde realmente tinha um espaço reservado para homens. Tudo parecia bem excitante, com masturbadores em formato de bunda ou vagina, além de vários vibradores, algemas, cuecas sexuais, e claro... roupas.
“Pai, aqui...” falei baixinho pra somente o papai ouvir, mas acho que o funcionário acabou ouvindo.
“Desculpa, mas ele é seu pai?”
“Quê? Não, não! Nos conhecemos semana passada. Né, Daniel?” puta que pariu, nunca estive tão nervoso em chamar meu pai pelo nome.
“Isso. Também me surpreendi quando vi ele pela primeira vez, porque olha só, a semelhança é incrível, não acha?” cara, o papai ficou do meu lado, e o funcionário acabou olhando dele pra mim, e eu sabia que ele estava desconfiado de que fôssemos pai e filho.
O papai acabou rindo porque o funcionário parecia um pouco chocado, mas não disse nada, só entrou na onda e depois deixou que nós olhássemos as roupas sozinhos e qualquer coisa chamava ele.
“O que o senhor estava fazendo?” puxei o papai, e ele riu de mim de novo.
“Tudo bem amor, ninguém se importa”
“Eu sei, mas foi vergonhoso”
“Se não gostou, não vai acontecer de novo, prometo. Agora vem, tem bastante roupa aqui interessante” ele pegou na minha mão direita e me levou com ele.
O papai acabou que foi vasculhando tudo sozinho, porque meu braço estava machucado. Tinha bastante coisa ali que o papai não gostou, nem eu, mas ele pegou um conjunto mais no fundo, e encontrou algo que deixou ele animado.
“Aqui Davi! Achei! O que acha?” ele me mostrou o conjunto ainda coberto pelo plástico e eu sentir o rosto esquentar. “É de cachorrinho, do jeito que você gosta”
“Pai...” eu quase falei alto. “Pode não usar essa palavra aqui?”
“Desculpa querido” ele me beijou na bochecha como desculpa. “Mas tem as orelhas, patas, rabinho, e... uma coleira”
“Não se esqueça da máscara e cueca”
“Davi, máscaras são para masoquistas. Você gosta disso?”
“Não, não precisamos levar a máscara. Só a orelha, patas, e rabo está bom”
“E coleira e cueca”
“Isso...” puta que pariu, estava escrito ‘bom menino’ na coleira, e pela fantasia ser toda preta e azul, eu imaginei o papai usando e meu pênis tremeu. Só que aí, o papai chamou o funcionário de volta, e ele disse:
“Só isso? Posso dá um bom desconto se levar duas, ou ganha um masturbador de brinde em compras acima de 150”
“Quer mais alguma coisa, Davi?” papai virou pra mim, e eu sentir vontade de enfiar minha cara na parede.
“Não... só isso está bom...”
“Por enquanto é só isso”
“Ok, por aqui”
Juro que não consegui olhar pra cara de mais ninguém naquela loja. Mas ainda pude perceber que na entrada pro meio, quase não tinha tantas coisas picantes, os objetos sexuais se encontravam mais pelos fundos. Talvez fosse legal voltar ali de novo no futuro. Ou não... a fantasia de cachorrinho era suficiente.
[...]
Chegando em casa, o papai não teve tempo de vestir, porque precisou trabalhar organizando aulas pro restante do semestre. Eu deixei ele na cozinha com o notebook, enquanto fiquei só de short e fui pra sala assistir alguma coisa enquanto conversava com o Pedro no celular, baixinho porque não queria atrapalhar o papai.
Pela noite, jantamos juntos, e por estar com braço enfaixado ainda, o papai limpou tudo sozinho. Então 30 minutos depois fomos tomar banho. Papai estava tirando a roupa enquanto a gente conversava sobre o Levi. Eu já estava nu esperando ele entrar no box para poder ligar o chuveiro, meu braço enfaixado não foi problema porque eu estava tendo cuidado.
“Então você sabia que seu irmão estava noivo, e eu fui o último a saber?” papai falou descendo o short, e eu mordi os lábios vendo aquela bunda gostosa aparada com poucos pelos, e ele entrando na box, só pra mim abraçar ele com o braço direito na sua bunda. “Filho, não fuja da pergunta”
“Vamos lá pai, pode deixar essa conversa pra depois? Eu estou dodói” falei dengoso, mas porra mano, que cheiro gostoso o papai tinha. Ele tentou ligar o chuveiro, mas eu segurei sua mão. “Espera, ainda não”
“Davi...”
“Deixa eu aproveitar mais um pouco pai... o senhor me deixa louco de tesão com o corpo suado” foda-se, eu comecei a cheirar meu coroa, e quando ele viu que eu queria enfiar o rosto na sua axila, ele levantou o braço.
“O que eu não faço por você...”
“Obrigado pai, eu te... amo... aahh” respirei forte com o nariz nos seus pelos da axila e fiquei esfregando a boca junto, lambendo enquanto meu pau duro estava indo contra o saco do papai.
“Ahh... devagar amor, ainda tem outro braço se você quiser-- mmhmm”
“Mmhhm...” enfiei a língua na boca do papai e fiz ele sentir o próprio gosto da sua axila suada. Ele me beijou de volta com força, e foi quando sentir seu pênis ficar duro também, eu teria pegado na sua rola, mas estava com a única mão boa no fundo da sua bunda de macho.
“Mmhhm... não p-pare...”
“Foi mal pai, mas quero provar sua outra axila também” caralho, eu enfiei o rosto igual um animal faminto, e o cheiro de suor masculino dava um tesão da porra. Eu acabei gemendo quando sentir o papai agarrar nossas duas pirocas e esfregar uma na outra ao mesmo tempo que eu lambia ele. Quando voltei pra outra axila, ele trocou a mão e continuou nos masturbando juntos.
Porra, eu parecia um cachorro faminto, e o papai só alimentando meus desejos sexuais por ele. Eu dei uma cheirada forte igual maconheiro na erva, só que aqui era a porra da sua axila deliciosa e viciante, e eu senti que podia gozar feito cavalo só por passar vários minutos ali.
“Tá gostando amor? Papai é todo seu pra fazer o que quiser... isso querido... aah!”
Eu lambia com força, sentindo o suor dele na minha boca. Eu já estava esfregando o rosto inteiro na sua axila suada, e foi quando nossos corpos começaram a suar também.
“P-Pai...” levantei o rosto pra beijar ele. O papai estava sentindo o gosto da sua axila de novo, só que mais forte agora porque eu já estava há um bom tempo assim. “Mmmhmm... p-pai... se eu... se eu pedir uma coisa, o senhor faz?”
“P-Por que você ainda está pedindo? Sabe que--"
“Eu posso fazer o que quiser, eu sei... mas é que isso, a gente nunca fez ainda... e tudo bem se o senhor não quiser”
“Ei amor, tá tudo bem. Tenho certeza que eu vou gostar” ele me beijou de novo na boca, e minha piroca pulsava pra caralho.
“Tá bom... o senhor pode... se ajoelhar?”
“Hmm?”
Acho que o papai achou que fosse fazer um boquete em mim, mas eu esperei ele se ajoelhar, e com a mão boa, eu apontei a pica pra ele.
“Davi?”
“Sshh... não diga nada... eu estou quase... aah sim... isso” mano, eu apontei minha pica ainda dura no papai, e comecei a liberar meu mijo quente nele. Saiu tão forte, e como era nossa primeira vez, eu só mijei no peito nele pra baixo, mas o papai me pegou de surpresa quando abriu a boca. “P-Pai?” mas ele não respondeu, e eu vi ele apontando pro seu rosto, e não aguentei. “Aahh porra! Está saindo muito forte!” eu comecei a mijar na sua cara, e pude ver meu mijo quente de macho escorrendo da sua cara, entrando na sua boca e percorrendo seu pescoço, peito, braços, até cair no seu pau duro e saco peludo e ir pro chão do banheiro.
O papai ficou lá, de boca aberta, as vezes engolindo enquanto eu terminava de mijar, marcando ele como minha propriedade, igual um animal.
“É salgado...” o papai falou, e foi quando vi ele passando os dedos pra limpar os olhos. “Não pare agora, Davi” ele segurou meu pau com uma mão e começou a me masturbar, eu vi ele se masturbando também, então com minha única mão livre, eu acariciei ele no rosto.
“Eu amo o senhor com todas as minhas forças, velhote”
“Eu fico feliz em saber disso, filho. Pai também te ama pra sempre” o papai conseguiu fazer meu coração bater mais rápido com aquilo, até quando mandou um beijo pra mim, e começou a chupar meu pau sem desviar o olhar.
“Isso... o senhor sabe bem... como me dá prazer... aah delícia!”
Puta que pariu, eu amava meu velho! E a visão do seu corpo mijado, com ele me mamando no fundo, foi demais pra aguentar! Eu queria gozar, e ia gozar fundo na sua garganta, igual todas as vezes. Nunca gostei de desperdiçar porra quente, e era bom saber que o papai sempre estaria lá pra beber tudo.
“P-Pai... quase... aahh”
“Mmhm! Mhhm! Mmhmm!”
“Não f-fale de boca cheia... aaahh porra! Estou gozando!” puta que me pariu, eu agarrei o cabelo do papai com força, sentindo minha piroca jorrando leite na sua garganta apertada. O papai estava engolindo tudo, e eu sentia ele engolindo porque sua boca encheu, e fez questão de engolir até a última gota. “Aahh... isso foi... do caralho de bom” porra, eu estava tão exausto, que se o papai não tivesse se levantando pra me abraçar, eu talvez teria caído.
“Sshh... papai está aqui” ele falou, me acariciando com uma mão, enquanto a outra, eu sentia ele batendo uma punheta, foi quando eu desci minha mão direita e agarrei seu pau, ele afastou sua mão e eu fiz o trabalho por ele. “D-Davi... estou quase gozando, filho...” ele começou a me beijar no pescoço, e eu sentir sua língua quente e babada em mim.
“Goza pra mim, papai” mano, foi só eu falar isso, que o papai começou a ejacular, nos melando com sua porra quente e grossa. Eu queria ter bebido tudo, mas estava tão cansado, que só fiquei lá, sentindo ele dá os últimos tiros de porra, enquanto me abraçava com cuidado pra não tocar no meu braço esquerdo enfaixado.
“Minha nossa... eu... eu te amo muito filho”
“É, o senhor ama dizer isso” sorrir, beijando ele na boca, mas daí o papai segurou meu rosto e falou:
“Mas eu te amo mesmo, Davi. Se eu pudesse, casava com você agora mesmo, e passaria o resto da vida falando pra todo mundo que o único homem capaz de me fazer feliz, é meu lindo garoto. Você, só você Davi”
“Pai... eu...”
“Sshh... não precisa dizer nada, só me abraça” o papai escondeu o rosto no meu ombro, e me apertou com carinho e cuidado.
Eu fiquei um pouco quente, mas também segurei ele com meu braço direito com carinho. Eu não entendi porquê daquela reação repentina, mas também eu não quis saber, eu já sabia que o papai era apaixonado por mim, só que foi um pouco estranho quando ele precisou esconder o rosto no meu ombro, porque acho que sentir algo escorrendo me molhando. Eu não queria me afastar, só que eu precisei ver ele cara a cara.
“Pai? Está chorando? O que foi?”
“Não é nada, eu só me emocionei um pouco. Estou bem” ele limpou os olhos, e sorriu pra mim, mas eu não podia deixar ele assim.
“Pai, o que foi? Conta pra mim, por favor” mas eu só senti ele me beijando, e quando achei que não, ele começou a falar, com a voz ainda um pouco melancólica.
“Hoje mais cedo, quando estávamos na loja. Você me chamou pelo nome e--”
“Me desculpa, juro que nunca mais faço isso de novo”
“Filho, deixa eu terminar de falar, tá bom?” então ele me beijou e continuou, com uma mão na minha bochecha: “A culpa não é sua, amor. Eu só percebi que eu mesmo ando escondendo nossa relação de todos os meus amigos, e é um pouco triste saber que não posso lhe beijar na frente de todos, igual seu irmão faz com o namorado dele. Porque tudo o que eu mais quero, é poder lhe amar em público” ele acabou derramando outra lágrima, e eu limpei com o dedo.
“Não temos que esconder mais. Eu prometo que independente do lugar, o senhor pode me beijar o quanto quiser. Eu não vou resistir, juro” mas acho que aquilo não foi suficiente, porque ele continuava aflito.
“Eu sei que você quer tanto quanto eu, querido. Mas não depende de nós”
“Foda-se qualquer um, eu não ligo. Ninguém tem que se meter na nossa intimidade, então a partir de hoje, eu prometo ao senhor, que vou lhe beijar na boca quantas vezes quiser. É sério, até na faculdade”
“Davi...”
“Não pai, eu tô falando sério. Vem cá” foi quando abracei ele, mas juntando nossas testas. “O senhor é tudo pra mim, sabe disso, e mesmo que comecem a falar pelas costas, vamos só ignorar e se preciso, eu desço a porrada no primeiro babaca que falar do senhor na minha frente”
Ele riu baixinho, e foi quando eu beijei ele na boca.
“O senhor tá melhor?”
“Sim... acho que meu remédio é você”
“Bom saber que o senhor fica melhor toda vez que está me engolindo” brinquei, e ele riu de novo. Porra mano, eu amava o sorriso do meu pai, e acho que nunca mais vou querer vê-lo chorando de novo. Eu sei que ele é meu pai, mas eu também precisava cuidar dele, assim como ele cuida de mim. Estávamos juntos pra tudo, era assim antes, e vai continuar sendo agora.
“Será que podemos tomar banho agora? Ou você ainda precisa aliviar as bolas ou a bexiga?”
“Pai, para” rir, e foi quando ele me trouxe com cuidado para debaixo do chuveiro.
“Vou ter cuidado com seu braço”
“Eu sei...” eu acho que podia tomar banho sozinho, mas eu não quis tirar a chance do papai de me banhar. Estava na cara que ele estava gostando de me limpar, seu sorriso não negava.
Após limpar meu corpo com o sabão, e o dele também, a gente voltou pra debaixo do chuveiro juntos. A água escorria junto da espuma, e eu percebi o papai sorrindo.
“O que foi agora pai?” perguntei também sorrindo, e ele me beijou pra dizer:
“Só estou feliz” e me beijou de novo.
A água podia até vim mais cara aquele mês, só que valeu cada segundo que demoramos debaixo do chuveiro.
[...]
No outro dia, já na faculdade, eu passei o intervalo com o Levi, o Leo, e seus amigos. O Felipe estava com a gente também. O refeitório estava um pouco cheio, então ficamos no pátio, conversando. Pouco depois, eu pedi licença ao pessoal pra conversar a sós com meu irmão. Não nos afastamos muito, mas daí eu comecei a falar pra ele algumas partes do que aconteceu ontem no chuveiro, isso, exceto a parte do sexo, claro, o Levi não precisava saber.
“E foi quando eu disse ao papai que não iria mais esconder nosso relacionamento em público”
“E ele chorou mesmo?”
“Sim. Eu nunca vi o papai tão mal, e eu mesmo fiquei péssimo ao vê-lo daquele jeito”
“Você sabe que isso é culpa sua, né?”
“Não?!”
“Davi, o papai sempre mimou nós dois, e você muito mais de uns anos pra cá. E agora que vocês estão bem mais íntimos...” ele apontou pro meu pênis. “Ele sente que precisa mostrar seu amor pro mundo, no caso, você e ele”
“E como isso é algo ruim?”
“Davi! Não importa o papai ser nosso pai, ele ainda é seu professor. Os alunos tanto faz o que pensem, mas o que o diretor pensaria se soubesse que um funcionário está tendo um caso com um aluno?”
“Estamos na porra da faculdade, Levi, aqui não é a escola. Eu já tenho 21 anos!”
“Também não precisa se estressar. Eu só estou dizendo que, isso talvez prejudique a vida profissional do papai”
“Você está enganado”
“Você é impossível, sabia?”
“E você está sendo pessimista”
“Você é teimoso!”
“Você é negativo e não tem a menor fé em mim e no papai”
“Davi, ele é meu pai também! Eu o amo!”
“Eu amo mais!”
“Idiota!”
“Idiota é você!”
“Ei, ei, ei! Parou?! Vocês dois vão acabar se pegando no tapa desse jeito” era o Leo, segurando o namorado dele. “O que aconteceu?”
“Nada amor, o Davi só está sendo... otimista demais” ainda bem que ele usou essa palavra, senão eu seria capaz de gritar. “Eu preciso falar com meu pai. Você espera eu voltar, Leo?”
“Claro amor, vou ficar aqui com os meninos” eu vi ele beijando meu irmão na boca, e o Levi se afastando. “Agora que estamos sozinhos, quer me dizer o que aconteceu, Davi?”
“Isso”
“Isso o quê?”
“Você e o Levi. Podem se beijar a vontade na faculdade, enquanto o papai e eu temos que ficar nos escondendo... só... não é justo”
“Você sabe que somos gays, certo? Eu já ouvi muito babaca sendo homofóbico porque eu só estava de mãos dadas com meu namorado”
“Eu sei, mas... é diferente. O papai além de ser meu pai, é meu professor. Você não acha isso ruim?”
“Claro que não”
“O Levi sim”
“Posso perguntar uma coisa pessoal?”
“Vá em frente”
“Seu pai é contratado pela faculdade?”
“Como assim?”
“Porque se ele for concursado, e não contratado, ninguém pode afastar ele do cargo de professor, nem mesmo se acharem ruim ele namorar um aluno”
“Significa...”
“Isso, ele está seguro”
“Puta merda! Dá licença, preciso falar com o papai”
“Dá olá pra ele por mim!” o Leo gritou, me vendo correndo.
Mano, eu corri, curvei alguns corredores, e lá estava eu, cansado por correr tanto, mas ao menos cheguei na sala dos professores. Abrir a porta, e o papai estava lá, mas...
“Levi?! O que está fazendo?!” me assustei, porque ele estava... “Beijando o papai!”
“Pera aí, Davi?!” o papai olhou pro braço do Levi e depois pro meu braço enfaixado, surpreso, e eu me adiantei pra separar os dois.
“Não é o que parece” o Levi tentou se explicar, mas eu fiquei entre ele e o papai.
“Cara, você me dando todo aquele sermão, e está aqui beijando o papai! Seu falso!”
“Filho, não--"
“Não, pai! O Levi estava no pátio comigo, dizendo que o senhor podia perder o emprego se a gente revelasse nosso namoro, mas adivinha só Levi! O papai é concursado!” eu estava alterado mesmo, e foda-se se o Marcos estava na sala também, eu estava puto com meu irmão.
“Espera, é sério pai?” o Levi tentou olhar pro papai, mas eu entrei na frente de novo.
“Quer me explicar o motivo de estar beijando o papai quando eu cheguei?”
“Davi, é isso que eu estou tentando dizer” o papai me virou, e ficamos cara a cara. “Fui eu quem beijei seu irmão, por acidente. Eu pensei que... ele fosse você”
“O senhor o quê?! Mas somos totalmente diferentes!”
“Não somos não”
“Cala a boca Levi. Mas pai, achei que o senhor soubesse diferenciar nós dois, e olha meu braço” ergui o braço esquerdo que nem doía mais, e por um momento tive vontade de arrancar aquelas faixas inúteis.
“E eu sei, mas... assim que seu irmão chegou chamando por mim, eu já estava na porta, e não me contive e acabei beijando ele por impulso” o papai desviou o olhar de mim e disse pro Levi: “Desculpa filho”
“Tá... tudo bem. Foi só um erro bobo”
Foi quando eu me virei pro Levi, e eu sabia que tinha que me desculpar também, só que fiquei em silêncio.
“Não tem nada a dizer?” ele perguntou esperando eu falar.
“Você ainda estava errado! O papai não pode ter o emprego ameaçado por minha causa. Ele é concursado”
“É, agora eu sei”
“Você não sabia?!”
“Bem... eu desconfiava, mas acho que não lembrei disso na hora. Desculpa”
“É, bom se desculpar mesmo”
“Davi, ei” papai interviu, me virando de novo “O que conversamos sobre seus ataques de raiva?”
“Desculpa, pai. Mas é que, eu fiquei irritado por achar que o senhor e eu não poderíamos demonstrar nosso amor em público por medo de perder seu emprego. Mas agora que eu sei, o senhor vai ficar bem. E agora posso fazer isso na frente de todo mundo” eu vi o Marcos prestando atenção na gente, até porque tínhamos feito maior cena e não dava pra ignorar, mas ele ia ter motivos para prestar mais atenção agora, porque eu simplesmente enfiei a língua na boca do papai, o beijando com força, agarrando sua cintura e puxando ele pra mim. Porra, foi tão libertador fazer aquilo em local público sem medo do que poderia acontecer. E o papai se entregou a mim, me beijando de volta, e foi preciso alguém me cutucar para a gente parar.
“Então... agora que está tudo bem entre vocês, eu acho que vou indo. Tenho aula daqui a pouco”
“Levi, espera filho. O seu irmão tem algo para dizer”
“Eu tenho?” perguntei, vendo que o papai me olhava com firmeza.
“Ele é seu irmão, peça desculpas”
“Tá, eu sei que errei...” então eu me virei pro meu irmão. “Olha Levi, foi mal, tá? Eu acabei me exaltando e não foi justo descontar em você, então me desculpa” eu disse, e assim que vi o Levi sorrindo, eu sabia que ele ia me abraçar, e então me abraçou.
“Me desculpa também” ele me apertou firme. “Estou realmente feliz por você e o papai, ele merece alguém quase tão perfeito quanto a mamãe”
“Quase?”
“É, você tem bastante defeitos” ele riu, me soltando pra olhar no meu rosto “Mas pra mim não importa, você é perfeito pro papai, então é o que vale. Seja feliz irmãozinho” ele então olhou pro papai, indo abraçar ele e dizendo: “Te amo pai. E se o Davi lhe machucar, fala pra mim que eu arrasto o senhor pra morar comigo” ele falou rindo, e eu sabia que era brincadeira, pois o papai também riu.
Depois do Levi ir embora, o papai e eu nos encaramos, e estávamos prestes a nos beijar de novo, mas...
“Licença, vocês querem que eu saia?” era o Marcos, sorrindo pra gente lá do sofá.
“Marcos, você está aí. Significa que viu tudo” o papai pareceu um pouco acanhado, mas sem arrependimentos.
“Vi, e não estou surpreso”
“Não?” agora fui eu quem perguntei.
“Não. Lembram que acampamos juntos? E acho que todos naquele acampamento estavam cientes de vocês dois. Era bem difícil não sacar o que estava acontecendo, porque estava bem óbvio”
“Então tudo bem pra você?” papai falou, e vimos o Marcos se levantando e vindo até nós.
“Daniel, você e eu tivemos um caso no passado, achei que me conhecesse” ele piscou pro papai, e sorriu pra mim, colocando uma mão no meu ombro. “Você tem muita sorte, garoto. Seu pai é peça rara, cuide bem dele”
“Já está indo?” papai perguntou, vendo ele abrir a porta.
“Tenho que dar aula, e acho que vocês merecem um tempo a sós antes de voltarem pra aula também”
Ele se despediu, e papai e eu ficamos sós.
“E agora, pai?”
“Agora, meu amor...” ele voltou a me abraçar, e nos beijamos “Vamos poder andar de mãos dadas, e nos beijar sempre que quisermos, igual seu irmão e o Leo. Isso não parece ótimo?”
“Sim...”
“Só vai dizer isso?”
“É que... estou muito feliz”
“Eu também, meu amor... eu também”
E mais uma vez, nos beijamos de língua, e acabamos sentando no sofá. O horário dizia que o papai precisava voltar pra dar aula, e eu para assistir, só que acabamos chegando uns 15 minutos atrasados, porque tínhamos perdido a noção do tempo enquanto nos beijávamos livremente.
.
.
.
[Cap. 7 de 10]
“Amor, eu preciso trabalhar”
“Mas pai, eu também preciso de atenção” falei dengoso, colocando seu notebook na mesa de centro da sala, e beijando seu pescoço. “Daqui a pouco dá 15 horas, e ainda não fizemos sexo”
“Achei que quisesse esperar até de noite, e também tem o seu braço” papai me beijou na boca com cuidado quando eu parei de beijar seu pescoço.
“Eu quase não sinto mais dor, é sério...”
A TV da sala estava desligada, e como só era papai e eu na casa, tudo estava silencioso com sons baixos de pássaros lá na frente, além do notebook dele ligado agora parado na mesinha.
“E por que eu iria querer esperar até de noite?” foi quando nos beijamos de língua, e eu enfiei minha mão direita dentro do seu short pra agarrar seu saco peludo. Logo depois o papai segurou minha mão e disse:
“Você esqueceu mesmo, não foi?”
“Do quê? Era muito importante? Por favor pai, me desculpa se--"
“Calma Davi, não precisa dessa ansiedade” ele sorriu, me beijando mais uma vez, só pra dizer: “Quer esperar aqui? Vou no quarto e volto com uma surpresa”
“Surpresa, é? Eu gosto de surpresas” sorrir pra ele que piscou pra mim, e se levantou em direção ao quarto, e eu fiquei assistindo sua bunda gostosa até sair de vista.
Puta que pariu, eu amo meu velho. Eu me espreguicei no sofá, enquanto sentia um vento no meu peito passando pela porta da frente. Eu estava de short, claro, depois de quando o Levi nos pegou de surpresa transando, o papai me fez andar pelo o menos de short na casa, o que foi triste porque eu amava estar pelado em tardes quentes como esta. Eu também deveria está estudando igual o papai que estava trabalhando, só que até eu precisava me mimar as vezes, e lá estava eu, esperando o papai voltar. Se passou poucos minutos quando eu achei que seria o papai, mas era só a campainha tocando.
Quem é uma hora dessa? Juro que se o Levi tiver perdido a chave, vou demorar pra abrir de propósito.
“Quem é?”
“Eduardo, da faculdade”
Porra! Eu havia esquecido que ele ia vim fazer o trabalho da faculdade comigo esta tarde. Maldita hora que o papai deu a ele nosso endereço. Haviam mais outros 3 garotos no nosso grupo também, mas estava combinado de cada um fazer sua parte em casa e juntar tudo na sexta. Mas claro, o bonitão tinha que tomar proveito e vim fazer comigo.
“Posso entrar?”
Queria não, mas...
“Pode, estou abrindo”
“E aí Davi, gostei dos músculos”
“Valeu...” sentir ele tocando meus bíceps, até que passou por mim e já foi entrando. Ele estava com uma mochila nas costas, camisa e calça.
Mas eu me adiantei, porque o papai estava no quarto e não sabia que tipo de surpresa ele ia fazer. “Ei, espera aqui, por favor?”
“Por quê? Você por acaso está com alguma gatinha em casa?” ele brincou, rindo, mas eu impedir que ele entrasse pela porta da sala. “Ok cara, vou ficar aqui. E gostei do carro, meu pai tem um igualzinho, só que prata” deixei ele na área, e quando entrei na sala e decidi ir até o quarto, o papai já estava...
“Pai?!” sentir o rosto esquentar, porque ele...
“Gostou? Achei que ficou engraçado, mas posso me acostumar”
“P-Pai... por que o s-senhor...” eu gaguejei, vendo que ele estava uma delícia naquela fantasia erótica de cachorrinho que eu tinha esquecido completamente que estava guardada no guarda-roupa.
Orelhas de cachorrinho erguidas, patas felpudas nas mãos e pés, uma cueca apertada expondo a bunda, e um rabinho conectado nela, além da... coleira no pescoço escrita ‘bom menino’. Tudo em azul e preto. E eu sentir que podia comer ele ali mesmo, porque tudo isso junto do corpo fodidamente erótico e gostoso do meu pai, estava me deixando de pau duro. Mas daí eu lembrei do encosto esperando na área.
“Porra! O Eduardo!”
“Quem?!” papai perguntou confuso, e eu me virei pra ir correndo fechar a porta, só que...
“Me chamou, Davi?” puta merda, ele tinha entrado, e olhou primeiro pra sala, para depois pra mim e então... “Professor?!”
Caralho, puta que pariu! Eu queria poder ser maior que o papai pra poder esconder ele com meu corpo, só que era tarde, ele tinha visto tudo. E o problema foi que ele pareceu gostar, porque vi ele tentando conter sua felicidade com os dentes.
“Filho, por que ele está aqui?” papai perguntou baixinho atrás de mim, e eu sentir o rosto queimar bem mais.
“Trabalho da faculdade. Eu esqueci” respondi baixinho, só pra me virar pro papai com um sorriso nervoso, e indicar pra ele voltar pro quarto se trocar de novo.
“Depois conversamos” ele falou, me beijando na bochecha, e voltou pro quarto. Eu queria poder desviar o olhar, mas sua bunda enorme exposta naquela fantasia sexual fez meu pau ficar duro, e eu não tive coragem de me virar, senão o Eduardo ia...
“Davi? Por que o professor Daniel estava--”
“Você pode esperar mais um pouco? Eu preciso...” mas eu não tinha desculpa, e também não podia deixar ele ver meu pênis fodidamente enorme quase rasgando o short. “...preciso colocar uma camisa! Eu volto já! Pode ligar a TV se quiser!”
“Tá...”
Então eu fui pro quarto, e vi o papai tentando remover as patas felpudas.
“Amor, você-- mmmhhm!”
Foda-se, eu enfiei minha língua na boca do papai, beijando ele com força enquanto ia descendo a porra do meu short com uma mão, que por sinal já estava babado de leite na ponta.
“Mmhhm-- p-pai, temos que transar, rápido!” falei apressado, ajustando as patas na mão dele, e quando vi que mais nada estava errado, agarrei o papai e fiz ele deitar na cama de barriga pra baixo. “Porra, o senhor ainda vai me matar de tesão!” puta que pariu, o rabo do papai pareceu maior na porra daquela cueca apertada com espaço aberto pra bunda ficar toda exposta. E aquele maldito rabinho, eu preferia que estivesse plugado na sua bunda, mas foda-se, assim também era gostoso.
“Filho, o seu amigo--"
“Ele não é meu amigo... e também...” falei cuspindo no próprio pau, e depois abrindo o cuzinho do papai com meus dedos da mão direita. “Precisamos transar antes que ele atrapalhe de novo” eu já estava posicionando a cabeça da pica no buraco do papai, quando tive uma ideia melhor. “P-Pai... o senhor pode ficar de 4, por favor?” falei tímido porque eu sabia que ele...
“Igual cachorrinho?” ele perguntou se divertindo porque eu fiquei nervoso.
“É pai... igual cachorrinho... por favor” eu estava pelado, com a piroca babada e dura pra um caralho, e não conseguia esperar mais, meu braço esquerdo nem doía mais e sentir que aquelas faixas só estavam atrapalhando. Eu tinha que foder aquele cu apertado, e saber que o Eduardo estava na porra da sala, só deixava meu pau mais duro, e eu não sabia o por quê.
Mano, assim que o papai ficou de 4, balançando a bunda enquanto me provocava, sentir meu coração acelerar, e independente de está com o braço esquerdo enfaixado, apertei sua bunda com as mãos, deixando ele firme pra receber minha pica, então eu sabia que não tinha mais volta. Só empurrei fundo, alargando o cu apertado do meu pai com minha rola grande e grossa, enquanto ouvia ele gemendo, e ainda se mantendo de 4 apoiado nos joelhos e patas só pra começar a ser fodido por mim.
“Aahh minha nossa... que delícia!” falei afastando minha rola, só pra empurrar de novo, sentindo minha pica apertando e esquentando, toda babada porque eu ainda cuspi umas 3 vezes pra lubrificar melhor e voltar a meter sentindo estar mais liso. “Isso, isso! Aaahh delícia! Vou destruir esse seu rabo e encher de porra! Oohh caralho, tô indo muito fundo!”
“Aahh... aahhh... aaahh... aaahhh... aahh... D-Davi... aaahh... e-está muito r-rápido, filho... aaahh!” papai acabou se curvando e ficando apoiado nos antebraços quando eu agarrei seu pau por cima da cueca temática e apertei suas bolas e ele gemeu de tesão.
“Sshh... cachorros não falam, papai... agora toma minha pica no cu, seu gostoso! Aaahh!” puta que pariu, quando eu empurrei até o talo no seu cu, eu vi o papai desabando e ficando com o rosto no travesseiro, mas eu ainda mantive seu rabo erguido, enquanto empurrava minha pica fundo, várias e várias vezes, abrindo ele por dentro e as vezes apertando sua piroca também dura por cima da cueca de tecido fino.
“Aaahh... aaahh... aaahh-- nnnggghh!”
“Isso! Geme pra mim meu cachorrinho, vai! Aaahh! Isso, isso! Assim! Porra que delícia! Aah! Aaahh!” caralho, estava gostoso pra porra, e eu meti e meti, batendo minha virilha de macho no rabo peludo do papai que só fazia gemer e gemer toda vez que eu batia com a cabeça da minha pica na sua barriga.
Caralho mano, eu sabia que o Eduardo estava esperando na sala, mas eu não podia parar! Estava tão gostoso! Eu via o papai tentando olhar pra mim, mas ele estava tão acabado agarrando o travesseiro com força, enquanto eu via ele cerrando os dentes pela pressão de ter minha pica enorme lhe penetrando fundo.
Aquela fantasia do caralho que só deixava ele mais sexy do que já era. Eu acabei agarrando sua bunda com as duas mãos, e foi aí que aconteceu...
“D-Davi... aaah! Seu braço... está machucado... aaahh...”
“Pai...” eu desacelerei e me curvei nele “Aqui, meu braço já está bom... aah... é verdade, pai... tá vendo?” eu podia está com o pau pulsando dentro dele, mas ainda mostrei meu braço pro papai, e apertei os dedos com força pra ele ver que nem doía mais.
“Aah... mas... eu ainda não quero... que você faça esforço no braço esquerdo...”
“Tá bom... vou usar só a direita, prometo” eu beijei ele na nuca, e depois voltei a posição inicial “Vou voltar a meter agora, tá bom?”
Mas o papai só fez virar o rosto e fazer um barulho de cachorrinho no cio, e eu acabei sorrindo, porque ele realmente fazia tudo por mim.
Eu apertei sua bunda com a mão direita, e mesmo que a esquerda nem doesse mais, eu prometi pra ele, então não usei o resto da foda toda. Naquele momento eu já não fodia com tanta agressividade, só fui metendo fundo, com impulsos fortes, mas lentos, e foi até mais gostoso, porque deu pra sentir as paredes do seu cu apertando meu pau sempre que eu afastava meu pau, só pra meter de novo, de novo e de novo. Após um tempo, meu gozo estava vindo, e com a mão direita, fui apertando a rola do papai, mas enquanto ele gemia, sentir seu saco tremer, e ele começou a jorrar leite pela cueca fina da fantasia.
“Porra!” mano, o papai sempre apertava o cu quando começava a gozar, e eu não aguentei e dei vários jatos de porra grossa no seu rabo. “Aahh que delícia, pai!” foda-se, eu só sair de dentro do papai quando me certifiquei de ter gozado tudo dentro. Depois eu só sair de dentro dele, e por estar com o corpo mole, seu quadril só desceu, e ele ficou totalmente deitado. Eu me deitei ao seu lado, e nos encaramos na cama. “O senhor está bem?”
Mas daí ele latiu pra mim, e eu acabei rindo.
“Já pode falar, papai”
“Eu sei amor, só estou me divertindo com você” o papai virou o corpo e eu rapidamente me joguei por cima dele, lhe abraçando no peito. “Davi, o seu amigo ainda está na sala”
“Ele pode esperar mais, eu quero ficar aqui com o senhor” eu estava me aconchegando como se fosse dormir, mas não demorou nem 1 minuto, e o papai começou a se levantar. “Tá bom pai, eu vou voltar pra sala. Mas me promete que hoje a noite vai vestir a fantasia de novo”
“Está toda melada” ele estava em pé, tentando tirar as patas felpudas, e eu ajudei ele.
“Assim que é bom, todo meladinho do jeito que eu gosto” brinquei, passando o dedo na cueca babada que ele usava, e trazendo a boca. Depois a gente se beijou, e eu ajudei ele a tirar o restante das patas, somente com a mão direita, claro.
Vi o papai tentando tirar a cueca com certo esforço, e eu tentei ajudar porque acho que fodi ele muito no fundo.
“Está tudo bem, amor. Pode voltar pra sala, o pai só vai se limpar e já te encontro”
“Certeza que não quer ajuda?”
“Tenho” após me beijar na boca, eu vesti meu short, escondendo a cueca melada, e sair do quarto. Eu estava um pouco suado, mas mesmo assim, não me importei.
Quando cheguei na sala, o Eduardo tinha colocado a mochila no sofá, a TV estava ligada, e ele estava olhando uma foto minha junto do papai e o Levi na parede.
“Ah, você voltou, finalmente” ele olhou pra mim e continuou: “Cara, estava correndo? Seu corpo tá todo suado. E cadê a camisa que você disse que ia vestir?”
“Camisa?”
“É, você disse--"
“Vamos começar o trabalho?” cortei ele, mudando de assunto “É quase 16 horas, e não seria bom você ir embora tarde”
“Isso porque você demorou uns 30 minutos, só procurando uma camisa que nem está usando”
“Tá, chega de tá encarando meu corpo. Vou buscar meu notebook”
“Espera aí, quem é esse cara na foto? Levei um susto pensando que era algum tipo de clone, mas lembrei que você é gêmeo, certo?”
“Sim, mas ele não mora mais aqui. É só eu e o papai”
“Falando nisso... cadê o professor Daniel?” ele perguntou, e no momento que ele desviou o olhar de mim, eu sabia que o papai tinha voltado. “Boa tarde professor” o Eduardo falou com a voz animada, e eu me segurei pra não surtar, já que ele estava tentando cortejar meu pai há meses.
“Boa tarde Eduardo. Trouxe suco e biscoito pra vocês dois, vou deixar aqui no centro” o papai estava vestido, mas acho que ele esqueceu de tirar a coleira, porque continuava com ela. E eu sentir o rosto queimar, mais ainda quando ele chegou até mim, e me beijou na boca brevemente, só pra voltar pra cozinha levando seu notebook com ele.
Mano, eu queria poder ter enfiado a língua na boca do papai, pro Eduardo ver, porque ele estava bem chocado agora.
“Você... e seu pai...”
“Pois é, mano. Infelizmente você vai ter que arrumar outro professor pra dar em cima” eu rir, totalmente sem pudor de ter beijado o papai na frente dele.
“Que tesão”
“O que disse?”
“Emoção! Que emoção, mano! Eu e meus amigos vivíamos comentando por que você não pegava seu próprio pai, já que ele é tão... bonito”
“Não está surpreso?”
“Cara, se eu tivesse um pai desse em casa, passava o dia inteiro seguindo ele por toda parte”
“Tá, já entendemos que meu pai é gostoso. Agora vem, vamos fazer nossa parte do trabalho” eu abrir meu notebook, e ele abriu sua mochila, sentamos no sofá com a TV no volume baixo, e começamos o trabalho da faculdade.
Mas é claro que o Eduardo estava mais interessado na minha vida íntima com o papai, do que o trabalho em si. No final, eu acabei fazendo a maior parte quase tudo sozinho, até o pai dele vim buscá-lo umas 2 horas depois. E eu não entendia por que ele não achava o pai dele gostoso também, afinal ele era um caro bonito e com um corpo em forma, mas não tanto quanto meu pai, claro. Meu pai Daniel era o tipo de homem de meia idade que fazia qualquer homem ou mulher desejar ser seu, mas pra minha sorte, eu vim primeiro.
[...]
“Cara! Que porra você fez com seu cabelo?” falei surpreso, vendo o Levi no intervalo da faculdade junto da nossa turminha de sempre.
“Eu também disse pra ele que não precisava, mas ontem, saímos da faculdade e fomos direto comprar tinta” o Leo falou com um sorriso, segurando o Levi na cintura do seu lado.
A gente estava próximo ao bebedouro, indo pro refeitório.
“Ah, eu achei bonito” o Felipe que estava do meu lado, disse enquanto meu irmão agradecia com um sorriso.
O Maciel vinha atrás com os outros garotos que vieram acampar com a gente, mas eles estavam tendo sua própria conversa. Assim que chegamos no refeitório, eu e o Felipe ficamos numa mesa junto do Levi e Leo, enquanto os outros meninos ficaram em outra.
“Quando o papai ver, vai ficar uma fera. Isso acabou com seu cabelo todo ondulado” rir, vendo que ele estava bem diferente de mim agora com o cabelo liso.
“Eu só pintei o cabelo de loiro, não tem porque o papai ficar bravo. E também... ele vai poder diferenciar você de mim agora”
“Mas o papai sempre soube diferenciar nós dois”
“É, depois de ontem, tenho certeza que sim”
Foi quando eu vi o Leo rindo também, e eu pensei se o Levi não lhe contou que o papai lhe beijou por acidente pensando ser eu. Provavelmente sim. Até aquela altura, a maioria dos garotos da minha turma já sabiam de mim e do papai, porque a fofoca rolou solta: um professor super gostosão beijando o próprio filho na boca, é algo que se espalha rápido. Mas eu não me importei, e só aproveitamos o intervalo juntos.
Quando os outros meninos se juntaram com a gente, eu ouvir eles conversando sobre a próxima viagem que estariam planejando pra irem juntos. Eu mesmo me afastei um pouco com o Felipe, porque me sentir mal por não convidá-lo na última viagem.
“Tá tudo bem, cara, eu sou muito ocupado com meu avô lá na loja. Agora que meu irmão mais velho foi morar em outra cidade e só vem pra passar final de semana, é só eu e o vovô sozinhos”
“Não sabia que você tinha irmão mais velho”
“Claro que sabia, lhe contei antes das férias, não lembra?”
“Aquele era seu irmão? Achei que fosse um ator pornô. Aquela foto que você me mostrou dele só de sunga, ficou parecendo muito”
“Ele estava na piscina. As vezes ele me manda umas fotos assim, e eu só salvo no celular”
“Certo...” eu achei suspeito, mas mesmo assim, não perguntei o motivo dele armazenar fotos que o próprio irmão mando seminu. Vai ver é coisa de família. E eu sei muito bem como é isso.
“Estamos voltando pra aula” era o Levi, junto de seus amigos.
“O intervalo nem acabou” falei vendo eles se preparando pra sair do refeitório.
“É, mas temos que fazer umas coisinhas antes da aula começar” ele estava indo embora, mas segurei seu pulso.
“Levi, temos que conversar sobre o aniversário do papai. Já é na semana que vem”
“Eu sei, o Leo e eu estamos organizando umas coisas já” ele olhou pro namorado que piscou pra ele.
“E quando ia resolver me contar? Nós sempre compramos presentes pro papai juntos, pra não comprar a mesma coisa. Lembra?”
“Mas eu achei que você ia dar o anel de noivado pra ele no aniversário. Isso não conta como presente?”
“Anel...”
“É, aquele que compramos no shopping, e que ainda não vi vocês dois usando. De qualquer maneira, a gente vai se falando no celular, estou indo com os meninos pro banheiro”
Mas não era pra aula? Só sei que não perguntei mais nada e vi eles saindo juntos do refeitório.
“Você está bem?”
“Sim, Felipe, tô de boa. É só que o aniversário do meu pai está chegando, e não sei o que dá de presente” nós sentamos de volta na cadeira, e vi a hora no celular.
“Tenta alguma roupa, perfume. Seu pai gosta de show? Poderia presentear ele com ingressos pro show do--"
“Não, sem show”
“Tá, mas então o quê?”
Pensei na ideia de ser apenas o anel de noivado, mas não podia ser só isso, o papai sempre foi tão criativo nos meus aniversários, e esse era o primeiro aniversário dele comigo desde quando passamos a transar, tinha que ser especial.
[...]
“Aaahh... tá gostando, amor?”
“S-Sim... oohh delícia! O senhor sabe como sentar num pau... isso, isso... oohh!” era noite, e estávamos fazendo sexo, com o papai dominando sentando no meu pau, fazendo a cama tremer.
“Em qualquer pau não... aahh... no seu” papai se curvou e nos beijamos de língua. Ele ficou ali, sentando com sua bunda gostosa e peluda de macho no meu pau duro enquanto me lambia de língua na boca. “Mmmhhm... mmmhhmm...”
“Mmhh... mmhhmm...” eu passei a mover o quadril pra penetrar ele mais forte, e nossas bocas começaram a escorrer saliva, assim como nossos corpos estavam bem suados.
Transar com o papai era sempre uma delícia, porque de dia, ele estava dando aula na minha frente, provocando os alunos com seu corpo erótico e peludo de macho na roupa justa, só pra de noite a gente transar gostoso no quarto fechado e abafado com cheiro de sexo e suor de macho.
Eu agarrei o papai com as duas mãos, porque naquela tarde eu tinha ido ao hospital tirar as faixas do braço 1 dia antes da data combinada, porque meu braço já estava bom, e eu queria muito apertar a bunda do papai com as duas mãos. E agora estávamos transando, quase gozando, porque porra mano, fazia muito tempo que a gente estava trepando gostoso na cama. O sons eróticos da bunda do papai sentando na minha virilha foi uma delícia, e a gente gemendo abafado porque estávamos nos chupando gostoso de língua, comigo abrindo a boca só pra ele juntar saliva e despejar na minha boca, que eu engoli tudo. A gente se encarou um momento, e demos um sorriso safado só pro papai voltar a me beijar de novo.
Eu amava quando o papai estava dominando porque o maior fetiche dele era me beijar o tempo todo. Eu pensei seriamente em pedir pra ele usar a fantasia de cachorrinho, mas essa noite era dele, e eu só deixei ele fazer o que quiser comigo.
“Mmmhm...”
“Mmhm... mhhm... mmhhm...”
Puta que pariu, eu ia gozar ali mesmo, enquanto o papai continuava ordenhando minha pica com sua bunda peluda, e não largava minha boca por nada. Eu agarrei ele na bunda, e ergui o quadril quando senti o gozo quente vindo, e mano, eu abrir a boca o máximo que deu, enquanto sentia sua língua molhada esfregando na minha com baba escorrendo pros lados. Eu gozei pra um caralho, porque o papai também gozou e como sempre, ele apertou o cu enquanto a gente ia amolecendo juntos na cama.
Caralho, estava tudo molhado, pegajoso com cheiro forte de sexo e suor de macho. Eu tive que esperar uns 5 minutos com o papai respirando pesado com o rosto deitado no meu peito, para falar alguma coisa.
“O s-senhor ordenhou meu pau com força hoje...” falei ofegante sentindo ele sorrindo no meu peito.
“P-Preciso do seu leite cheio de proteína pra manter meu corpo em forma...” papai disse e eu rir, acariciando ele nas costas.
“Tá bom velhote, na próxima vou gozar num copo e dou pro senhor beber” achei que o papai fosse dizer alguma coisa ou só rir, mas ele simplesmente escondeu o rosto no meu pescoço, enquanto a gente cruzava as pernas. “Tudo bem, pai?”
“Sim, amor. Só estou cansado”
“Podemos dormir assim mesmo, se o senhor quiser. Eu não me importo com o cheiro” com a outra mão, eu acariciei ele nos cabelos com carinho, sentindo ele respirando em mim.
“Você quer dormir assim, Davi?”
“O senhor quer?”
“Se você quiser, então eu quero”
“Certo” rir lembrando que eu ainda era seu garoto mimado “Então eu quero”
“Ótimo...” ele me abraçou com mais firmeza, e eu queria subir o cobertor, mas papai já estava fazendo isso.
“Ei pai...” chamei baixinho.
“Ainda não dormir, querido. Mas o que foi?”
“O que o senhor achou do cabelo do Levi?”
“Ele fica bonito loiro, combinou com os olhos e a pele bronzeada”
“O senhor acha que ele ficou mais bonito do que eu?”
Então o papai lentamente levantou o rosto, e eu sabia que ia vim coisa.
“Davi, eu amo seu cabelo do jeito que é” papai passou os dedos nos meus cabelos ondulados bagunçados pelo sexo que fizemos, e eu sentir o rosto esquentar quando ele me beijou ali “Mas você é você, e seu irmão é seu irmão. Mesmo que sejam meus lindos gêmeos, cada um tem seu jeito, e eu acho lindo você do jeito que é” papai me beijou na boca, e eu esperei ele terminar de me beijar pra responder:
“Por que o senhor é desse jeito?”
“Desse jeito como?”
“Assim, todo apaixonado por mim, falando coisas bonitas e fofas, enquanto eu sou péssimo com as palavras e só quero saber de transar o dia todo” eu estava um pouco aborrecido comigo mesmo, porque mano, eu era péssimo nisso de ser carinhoso quando o papai estava ali, com a bunda escorrendo meu leite.
“Mas amor, eu te amo desse jeito, você não precisa se esforçar pra ser mais carinhoso do que já é”
“O senhor me acha carinhoso?”
“Davi, estamos o tempo todo juntos, e na maioria das vezes é você quem pega minha mão primeiro, e me abraça e me beija, e eu amo isso” assim que o papai terminou, eu lhe beijei na boca sem língua, e ele sorriu pra mim.
“Mas posso confessar um segredo?”
“Claro”
“As vezes eu abraço tanto o senhor porque quero pegar na sua bunda” falei, e vi o papai rindo.
“Eu sei, Davi. Eu sou seu pai, você veio de mim e da sua mãe, então eu lhe conheço muito bem pra saber que você ama tocar na minha bunda”
“Eu te amo, pai”
“Também te amo, amor”
E depois que nos beijamos e demoramos um tempo ali, papai precisou mijar e eu também. Depois voltamos pra cama, e após um tempinho, acabamos pegando no sono.
[...]
“Certo, qual é o plano, Levi?” perguntei sentado no sofá da casa do Leo. Já era a outra semana, e o aniversário do papai estava chegando, então menti pro papai dizendo que ia no mercado comprar umas coisas sozinho, e vim pra casa do Leo. O papai não podia desconfiar porque o aniversário dele era daqui 5 dias.
Eu vi o Leo trazendo pipoca, e sentou ao lado do Levi me oferecendo um pouco da pipoca de micro-ondas. A casa do tio Leandro era bem maior, e eu não entendia porque tinham 4 quartos, se eles eram em 3, sendo que o Levi dormia com o Leo. Mas enfim...
“A gente junta a galera aqui, e comemoramos a tarde toda com o papai e todo mundo que ele gosta”
“Isso não é uma surpresa, é só um convite pra passar a tarde na casa do genro dele”
“Exatamente. A surpresa vem mais tarde quando trouxemos o bolo”
“Só isso? Passar a tarde bebendo cerveja, e comendo bolo? Você sabe o que o papai já fez pra nós nos nossos aniversários?!”
“Eu sei, mas--"
“Então! Precisa ser melhor”
“Você pode parar de levantar a voz? Aqui não é a casa do papai” o Levi falou, e eu me sentir envergonhado, e pedi desculpas ao Leo que parecia bem de boas. “E também, o papai nunca gostou de nada grande, então uma tarde com os amigos, vai deixar ele feliz. Você pode convidar o Eric também, porque eu não tenho o número dele”
“O pai do Pedro?”
“Isso, traz ele também”
“Espera aí” o Leo começou a falar, parando de comer a pipoca “Pedro num é aquele garoto que namora o próprio pai?”
“Sim, ele mesmo” respondi, e o Leo parecia surpreso.
“Nossa, isso de incesto parece tá virando moda. Daqui a pouco meu próprio pai aparece querendo fazer um sexo a três comigo e o Levi” ele brincou, rindo, e vi o Levi segurando um riso.
“Mas é sério Davi, vai ser legal, e depois quem sabe, você peça ele em noivado lá mesmo. Só vai ter gente que conhecemos, então ninguém vai ficar surpreso”
“Pedir em noivado?”
“É né, você não vai forçar o papai a ser seu noivo, tem que pedir antes”
“Mas... mas eu sou péssimo com as palavras, não vou saber o que dizer”
“Cara, é fácil” o Leo falou, deixando evidente o anel de noivado no seu dedo, que combinava com o do meu irmão “Eu pedi seu irmão em noivado quando estávamos almoçando junto do papai. Não precisa elaborar um texto se não quiser, porque casamento é só mais tarde” ele disse beijando meu irmão na boca, e eu sentir o rosto esquentar quando vi a língua do Leo entrando na boca do Levi.
Foi quando eu tossir de propósito, e eles pararam.
“Desculpa, não sei me conter quando estou com seu irmão” ele brincou, puxando o Levi pra um abraço mais íntimo.
Acho que estava na hora de ir embora.
“Certo, eu vou pensar nisso, e falo com vocês no celular depois” foi quando a gente se despediu, e o Leo veio comigo abrir a porta, mas não foi preciso porque seu pai tinha acabado de chegar de carro.
Vimos ele entrando, e eu esperei ele descer pra dá um oi. O tio Leandro estava com boa parte do uniforme no corpo, e as vezes eu esquecia que ele trabalhava salvando vidas.
“Ansioso pro final de semana, Davi?” tio Leandro perguntou pra mim, depois de beijar o Leo na bochecha e eu ver o Leo passar um braço lhe agarrando na cintura.
“Sim, mas o senhor não se importa de trazer um monte de gente pra sua casa?”
“Não, vai ser um prazer. Vocês já são da família, e também só virá os amigos do Daniel que são meus amigos também, e os do Levi. Contanto que os meninos não derrubem a casa, vai ser ótimo tê-los aqui” o tio Leandro olhou pro Leo um momento, e eu não entendi porque ele deu um sorriso daqueles. Mas independente, eles me acompanharam até a porta, e o tio Leandro até me ofereceu carona, mas eu disse que estava com o carro do papai.
Eles me viram ir embora dirigindo, e eu pensei no que dar de presente ao papai, além do anel de noivado.
-//-
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)