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A casa da minha avó XXXI

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Escritor

Olá, Felipe aqui. Continuarei a contar sobre a brincadeira gostosa que estávamos fazendo no carnaval.

Após a pausa para um descanso, eu sinceramente pensei que deixaria nos para lá, e comecei a assistir televisão. Ou tentava encontrar a série quando meus sogros nos chamaram para continuar. A vontade deles estava em outro nível, preciso dizer.

Fizemos o sorteio e Gaby e Calebe foram os felizardos. Os irmãos agiram de formas diferentes: Calebe sorriu, esfregando as mãos, e Gaby juntou as dela, parecendo nervosa.

O harém foi para o seu quarto e nós para o nosso.

Após a porta se fechar ainda estávamos de roupa, então as tiramos, enquanto Gaby espiava sentada na cama, ainda com a blusa que usava cobrindo o corpo até pouco abaixo da cintura. Depois de um momento, ela também a tirou, ficando só de calcinha, e seu Joaquim pediu que continuasse com a calcinha e ficasse de joelhos entre a gente.

E que visão ela era.

Uma ninfeta do primeiro ano do ensino médio, franzina, branquinha e loirinha, usando apenas uma calcinha rosa, cercada por quatro caralhos duros, esperando para devorá-la.

Seu pai parecia aquele a estar mais animado com a situação, pois se aproximou dela e a beijou, pondo a mão em sua coxa. Seu Joaquim também chegou perto, apertando os mamilos de seu peito. Henrique foi pela frente e já deu o pau para Gaby chupar.

E apesar da timidez inicial, quando ela começou não quis mais parar. Tomou o de seu Joaquim na boca, e o coroa não teve pena de forçar até a garganta.

Guh, guh, guh…

Tirou e depois seu Rafael quis fazer o mesmo.

Guh, guh, guh… guah…

Bati minha rola na cara dela, e Gaby engoliu por inteiro também, depois tirei e bati de novo, e todos os outros quiseram esfregar e bater os paus em seu rosto rosado.

Gabriela fechou os olhos e aceitou, com uma de suas mãos brincando dentro da calcinha. Os sons secos estalaram por quase um minutos, e ao final da surra de rola, Gaby estava lambendo os lábios, com seu rosto angelical completamente coberto por baba de porra.

Seu Rafael, talvez movido pelo tesão de ver a filha desse jeito, a ergueu do chão, segurando-a pelas coxas em seu colo, e enfiou nela assim mesmo. Gaby se agarrou no pai, o beijando e sendo macetada por baixo.

Plac, plac, plac…

O pau melado entrava e saía da buceta rosada e Gaby se abraçava ao pai, aguentando. E seu Rafael chupou a boca da filha, sem se importar que ela estivesse impregnada pelo gosto e cheiro dos paus de outros três homens.

Henrique e seu Joaquim se punhetavam olhando, assim como eu.

E esperando pela minha vez, dei uma olhada na televisão. Calebe fodia Sandra, e minha prima chupava Klesia, que estava montada em seu rosto. Dona Tereza enfiava um consolo na empregada e minha tia sentava numa cadeira ao lado, apenas assistindo, com a mão siriricando a xoxota.

No nosso quarto, Gaby havia sido passada do pai para seu Joaquim, como se fosse um peso de academia, e começou a ser fodida. Gemendo e ofegante, ela colou seu corpo no do tio, passou os braços ao redor de seu pescoço, e afundou o rosto em seu ombro ao ser empalada, balançando para cima e para baixo na vara de meu sogro.

Quando ele cansou, a pôs na cama e deu lugar para um de nós.

Meu primo ficou de frente para suas pernas e encarou aquela buceta vermelha e bem alargada. Enfiou a cara e pareceu cheirar um pouco antes de abrir a boca e chupá-la como se chupasse uma laranja.

Henrique certamente já devia ser menos fresco do que eu.

Fiquei de joelhos na cama e dei meu pau para Gabriela namorar enquanto eu fazia um carinho em seus cabelos. Desci a mão e fui alisando o corpo. Os peitinhos pequenos de bicos rosados, a barriga plana e a cabecinha da buceta, já vermelha e inchada de tanta pirocada, bem perto de onde Henrique lambia o grelo. Ele se levantou, ergueu as pernas de Gabi, segurando pelas coxas, e meteu dentro de sua xaninha.

Ele fodia devagar, e a loirinha gemia de um jeito gostoso com meu pau na boca, chupando e lambendo a cabecinha. A mão esticando e puxando o prepúcio.

Henrique meteu um pouco mais forte e depois parou, com os olhos fechados numa expressão prazerosa.

Tirou o pênis e depois abriu espaço para mim. Ao ver o corpo branco e rosado de Gabi e sua expressão luxuriosa no rosto melado de porra, não consegui ser delicado ou ir devagar. Segurei suas pernas, soquei forte e a fiz gritar, com meu pau expulsando a porra de Henrique de sua buceta.

Quando gozei, seu Rafael esperava as minhas costas, tomando meu lugar logo mais eu tinha saído, e seu Joaquim veio em sequência. Todos martelando e esporrando naquela ninfeta, que parecia uma cachoeira de porra no final.

Faltava dois minutos e Calebe ainda parecia estar aproveitando do seu jeito no quarto do harém. Chupava os peitos de minha tia, enrabava Cristiane, e era enrabado por dona Tereza e seu cintaralho. Klesia e Sandra assistiam de lado.

Gabriela foi tomar banho e então o alarme tocou.

Não teve necessidade de sortear um homem. Só restava a mim.

Havíamos combinado que haveria outro sorteio, mas como eu tinha esperado muito, os caras deixaram que eu ficasse a hora completa. E apenas as duas mulheres que restavam se alternariam entre os quartos depois de meia hora.

Assim, Dona Tereza iria primeiro, depois Cristiane.

Tomei mais um copo de vitamina no descanso, me despedi dos meus companheiros, e fui conduzido até o quarto do harém. Há algo especial em ser levado por cinco mulheres nuas em pelo por um corredor até o lugar em que você vai fodê-las.

Entrei no quarto e já me arrastaram para cama. E deitei lá, vendo elas subirem por mim e se enroscando ao redor de meus membros.

Klesia enlaçada no meu braço direito, Gabriela no meu braço esquerdo. Suas mãos alisavam meu peitoral, e suas bocas se revezavam na minha, que provava também os frutos de seus peitos quando não estavam nos lábios. Gabriela estava com um hálito de hortelã, devia ter escovado bem os dentes antes de começarmos.

As outras também se moviam.

O peito de minha tia estava apoiado em minha coxa esquerda, o de Cristiane na minha direita e Sandra estava entre minhas pernas abertas. As três lambiam, beijavam, chupavam, apertavam e cuspiam, de modo que a saliva delas já estava branca e espessa, e meu pau e minhas bolas, tão lubrificados que brilhavam empapados.

Não tive pressa e apenas curti o momento.

Estava sob efeito do afrodisíaco e com muito tempo disponível para desfrutar das cinco. E elas pareciam estar gostando também.

Sandra e sua mãe se beijavam com a pré porra escorrendo dos lábios e Cristiane sugava minha rola até a raiz, subindo os lábios até a cabeça, e deixando vazar o caldo branco no capacete rosado, antes de engolir tudo de novo. Sandra transformou minhas bolas em bala de menta e ficou sugando uma a uma em sua boca, e em cima, tia Ivone e Cristiane uniram os lábios com meu pau no meio.

E ao mesmo tempo, meu abdômen e peito eram acariciados por minha namorada e sua prima, minha orelhas lambidas e meus dedos se afundavam no cuzinho de Gabriela e na xaninha úmida de Klesia. Além dos beijos delas, que me deixavam sem fôlego. Chegou um momento em que as duas quiseram ao mesmo tempo e ficamos num beijo triplo que me fez perder a concentração. E nisso cheguei ao limite do que conseguia.

Gozei, melando os lábios de Sandra e Cristiane.

As duas dividiram a porra com minha tia e começaram a limpar meu pau, preparando-o. Minha prima tomou a dianteira e já foi montando, engolindo meu caralho com a buceta inchada e larga de quem levou rolada o dia inteiro. Comecei a bombar por baixo, fazendo seus peitos pularem com minhas estocadas. Tia Ivone ficou massageando o grelinho da filha, e Cristiane chupando Klesia.

Gabriela subiu em cima de meu rosto e eu dei uma parada, me concentrando no que minha língua fazia embaixo daquela xaninha rosada. Sandra tomou a dianteira, quicando com força, gritando que queria gozar.

Ouvi minha prima gritar mais alto, balançando os quadris, e senti seu interior se contrair.

Mal ela saiu e outra já montou, martelando a bunda na minha cintura. Pelo gemido e voz, soube que era Cristiane.

Gabriela saiu de cima de mim e vi a bunda da empregada rebolando por um momento, antes de outra buceta tampar a minha vista. Klesia se encaixou no meu rosto.

“Chupa, agora”, mandou ela, agarrando meu cabelo com uma mão. Obedeci, olhando-a esfregar a xota na minha cara e beijar Gabi, que apertava um de seus seios.

“Oh.. uh… hum… hah…”

Cristiane continuava a bater sua bunda contra mim de forma violenta, gozando e me fazendo gozar. Ela saiu e Klesia quis ocupar o lugar, mas eu já estava cansado de ficar deitado. Levantei, trazendo o corpo de Klesia para perto, e a derrubei de costas para a cama. Ela caiu, com as mãos jogadas para cima da cabeça, sorrindo com minha brincadeira.

Encostei meu pau na entrada, bati e o esfreguei no grelinho, daí entrei devagar, até mais da metade. Me inclinei sobre ela, com meus braços na cama, servindo de apoio e balancei o quadril. Klesia gemia e tremia, com suas pernas se fechando nas minhas costas, me atraindo mais para dentro, e forçando a cintura de encontro a minha.

Com nossos rostos a centímetros um do outro, eu sentia sua respiração acelerada e via cada mudança de expressão que ela fazia, seu corpo se contorcendo embaixo de mim, como se estivesse sendo eletrocutado, seus sussurros entre mordidas de lábios.

Baixei meu corpo e abracei sua cabeça, aninhando meu nariz em seu pescoço, sentindo o cheiro de seu cabelo. Então ouvi o sussurro “Eu te amo”, e não aguentei. Esporrei em sua buceta, sentindo meu saco se atrofiar com a força do jato.

Beijei Klesia como se ela fosse a única pessoa na terra e seu lugar fosse em meus braços.

“Como vocês são melosos”, minha prima logo falou, me tirando do nosso momento especial.

Me ergui e vi as outras mulheres na cama. Estavam assistindo. Algumas com um dedo na boca, outras nos lábios de baixo.

Gabi parecia um pouco triste.

“Deixa, menina, eles são tão bonitos assim”, comentou minha tia.

“É, mas esse pau ainda precisa entrar nas outras também.”, reclamou minha prima, deitada de lado.

Sorri, me desvencilhando de Klesia. Beijei sua mão e seus lábios e fui atrás das outras.

“Já que tava falando tanto, faz alguma coisa e limpa isso aqui para eu comer o cu da minha tia.”

Sandra bufou, franzindo a testa, mas após eu balançar a rola perto de sua cara, abriu a boca e começou a chupar. Cristiane se aproximou para ajudar. Minha tia alisou as costas da filha, e eu a sua bunda.

Percebi que Gabi ainda estava meio afastada e a chamei. Ela engatinhou até mim e eu a beijei. A garota correspondeu de forma intensa, quase se pendurando em meu pescoço.

Mandei minha tia ficar de quatro com o rabo virado para mim, e fiz gabi lubrificá-lo e depois abri-lo para que eu enfiasse meu pau.

“Aaai… devagar no meu cuzinho, Felipe”, chorava ela, gemendo mais à medida que eu fui me mexendo.

Cristiane grudou o corpo no meu, e ficou me beijando e estapeando a bunda de tia Ivone. Gabi ficou abrindo a bunda dela e me encarando com um olhar pidão. Então botei a loirinha por cima da minha tia, e fiquei alternando entre as duas.

Meu caralho arrombava o cu de uma, deslizava dentro dos lábios da outra, depois socava na xavasca de minha tia, enquanto meu polegar abria o cu de Gabi, que logo não tardou em ser arrombado também, com a loirinha aguentando rola dentro daquela bundinha magra.

Quando gozei, fiz questão de tirar e acertar o jato na entrada de ambos os cus, vendo a porra escorrer para as bucetas.

Cristiane se banqueteou, primeiro com meu pau, e depois com a porra nos cus e xotas das duas.

Deitei com a cabeça num travesseiro e chamei Sandra.

“Tu ainda quer?”

“Não, só quero tu do meu lado pra ter algo macio para apertar”, disse.

Ela bufou mais uma vez.

“Tu é muito folgado”, declarou, cruzando os braços. Porém riu ao ver Klesia dando-me um beliscão na coxa e me dizendo que era ela quem eu sempre devia chamar. Se aninhou do meu outro lado e Sandra fez o mesmo. Tia Ivone ainda era chupada por Cristiane e Gaby descansava ao lado delas. Na televisão, vi minha sogra cavalgando seu Rafael, e de alguma forma que eu não entendi, Calebe e Henrique estavam montados nela ao mesmo tempo, encoxando um ao outro. E seu Joaquim enfiava o pau em sua boca, em pé na cama, acima do primo.

O alarme tocou, e a empregada se despediu de todos e saiu do quarto. Agora era ela quem iria ser arregaçada no quarto dos homens..

Gabi e tia Ivone se espreguiçaram, levantando e se juntaram a nós. A loirinha começou a me punhetar, lubrificando com saliva que pingava de sua boca. Klesia desceu e praticamente tomou meu pau dela, enfiando-o inteiro na boca.

Minha tia foi para o lado da filha, provando seus lábios e passando os dedos em sua xoxota.

Questão de cinco minutos depois minha sogra entra no quarto com o cabelo molhado, os bicos dos peitos inchados, e a bunda repleta de marcas roxas. Além de um sorriso satisfeito. Tinha também um cheiro de quem acabara de sair do banho.

Ela se aproximou e subiu na cama, começando a acariciar Klesia e Gabriela.

Minha namorada virou para a mãe e logo a cumprimentou com os lábios, se virando de lado. Dona Tereza subiu em cima da filha a beijando como uma amante, e Gabi aproveitou para monopolizar meu caralho, deslizando os lábios babados até a metade do tronco.

Ao meu lado, minha tia continuava namorando a filha, com as duas fazendo um carinho especial na buceta da outra, enquanto se olhavam de forma quente. Os lábios abertos de prazer, a centímetros de se fechar um no outro.

“Isso, continuem assim”, disse a elas, atraindo um pouco sua atenção, “Quero ver vocês se pegando”, Gabi levantou a cabeça, porém eu logo a puxei de volta pro meu pau. E ela entendeu, voltando a chupar como uma boa putinha.

“Você quer ver a gente se pegando, Felipe?” Minha sogra perguntou.

“Sim, quero as quatro trepando enquanto eu assisto”

Minha tia sorriu.

“Tu é muito safado.”

“Não é novidade”, comentou Sandra.

“Ouviu, né mãe?”, sorriu Klesia, deitada de costas, com o cabelo espalhado sobre a cama.

As mães retornaram ao que estavam fazendo com as filhas.

Tia Ivone fez Sandra se sentar de frente para ela em seu colo, beijando-a de língua, esfregando seus seios no dela, e Dona Tereza saboreava o grelinho da filha.

Eu assistia, sentindo a boca quente de Gabi sugar a minha rola, me encarando com olhinhos famintos. Quase gozei aí, mas queria aguentar o tanto que pudesse para ter a melhor experiência ao gozar com aquilo.

Me ajeitei, sentando com as costas encostadas na cabeceira, juntei o cabelo de Gabi em uma mão, e segurei acima de sua cabeça, que se movia para cima e para baixo no meu pau. As vezes devagar e suave, às vezes rápido e intenso. E segurar seu cabelo enquanto ela fazia isso, me dava uma sensação de poder indescritível.

Dona Tereza se levantou da cama e foi até seu closet, saindo de lá com seu temível cintaralho lubrificado de vaselina. Klesia ficou rindo com um dedo na boca, deixando as pernas bem abertas.

Minha sogra se posicionou de frente para a filha e começou a meter, arrancando gemidos de Klesia a cada estocada.

Sandra então ensinou à mãe uma coisa nova. Entrelaçaram as pernas, grudando a xota aparada num moicano de Sandra, no bucetão carnudo, com um triângulo de pelos em cima, de minha tia. Então as duas começaram a se esfregar uma na outra.

Mãe e filha ficaram dando prazer uma à outra com as bucetas. Ao lado, minha sogra comia Klesia, balançando os peitos de ambas a cada movimento. E entre minhas pernas, Gabi engolia minha pré porra, pedindo pelo verdadeiro leite.

Sandra e tia Ivone pararam, cansadas. Provavelmente depois de gozar ao menos uma vez, e minha prima começou a chupar e lamber os peitos da mãe, depois sua buceta.

Tia Ivone também procurou a da filha e as duas iniciaram um meia nove, lambendo a xota uma da outra

Dona Tereza virou Klesia de quatro, torando o cu de minha minha namorada, sua filha, sem piedade.

E Klesia abaixava o rosto até o colchão, com uma cara de puta, sorrindo e mordendo os lábios ao passar o braço por debaixo do corpo e massagear a xota.

Senti que logo não ia aguentar e mandei Gabi subir em cima de mim e sentar no meu pau com toda a força que tinha, e ela o fez. Ficou de cócoras, encaixou na xota, bem aberta depois de tantas horas fodendo, baixou e deu uma pancada que fez minha rola entrar por inteira e bater em seu útero, meu quadril teve um espasmo, e lá dentro eu esporrei, forte, grosso e gostoso.

“Uhnnn…”

Gabi deu um guincho de prazer, ficando com as pernas moles e erguendo o queixo para cima com os olhos fechados, sentindo o meu leite preenchê-la.

Mas ainda não havia acabado. Ainda estava dura e comecei a meter nela por baixo, até levá-la ao orgasmo. De pernas trêmulas, ela saiu de cima, e assim que se desgrudou do meu pau, o leite começou a pingar da buceta e Gabi se deitou em posição fetal ao meu lado.

Lhe dei um beijo e um tapa na bunda, então engatinhei para minha sogra e Klesia.

“Ainda tá duro pra mim, genrinho?” perguntou dona Tereza.

“Sempre, sogrinha.”

Me pus atrás dela e a enrabei, tal como ela estava enrabando Klesia. Fiquei assim por alguns minutos, até Klesia dizer que queria na buceta também. Então trocamos. Dona Tereza se deitou, com a filha montada em seu cintaralho e deixando cu aberto para mim. Eu segurava seu pescoço, trazendo-a para perto e cheirando seus cabelos, com meu pau sendo enfiado até o talo em sua bunda gostosa.

“Ai meu cu, amor… que gostoso.”, gemia Klesia se apoiando sobre a mãe, “Aaahhh, hum…”, seu corpo ficou trêmulo e mole, até que Klesia despencou em cima de dona Tereza, que acariciou o cabelo da filha carinhosamente.

Eu tirei meu pau de sua bunda, ainda não tendo gozado, quando ouvi um assobio.

Sandra e tia Ivone estavam uma em cima da outra com as bucetas praticamente coladas e viradas para mim. Aceitei o convite, e soquei forte em minha prima em cima, e em minha tia abaixo. Fui apertado e drenado por elas, gozando dentro de minha tia.

No final, me deitei cansado. Klesia agarrada ao meu ombro direito, Sandra no esquerdo, as mães mais aos lados, abraçando as filhas por trás, e Gaby entre minhas pernas, com o rosto colado ao meu pau.

Na tv, Cristiane estava de joelhos no chão recebendo uma máscara branca de todos os homens.

O alarme tocou e a brincadeira teve um fim.

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