Filho mimado: Acampamento só com homens! Pt. 4 e 5
Nossa viagem ao acampamento, e papai e eu transamos gostoso na cabana. Parte 4 e 5
[Cap. 4 de 10]
“Tem certeza de que não quer ir comigo, Pedro? Você pode levar o tio Eric junto, ninguém vai se importar com mais dois caras no grupo”
Eu estava com o notebook aberto estudando no sofá, quando decidi ligar pro meu amigo Pedro e ficamos conversando por chamada.
“Sim mano, valeu pelo convite. Mas digamos que eu já tenha planos com o papai esse final de semana” algo na voz dele dizia que estava planejando algo malicioso.
“Ora, ora... parece que você desistiu mesmo de ser passivo, não foi?”
“Não sei como você deduziu isso apenas pela minha voz, mas é... foder o papai é uma delícia. Só que eu ainda gosto quando ele está por cima de mim, porque você sabe, eu não resisto a um pênis grande bem no fundo--"
“Tá bom, tá bom... sem detalhes, senão o papai vai começar a me repreender se descobrir” eu suspirei, vendo que o papai ainda não chegou do mercado. Eu teria ido com ele, mas como ia viajar amanhã, tive que colocar a matéria em dia.
“O tio Daniel tem ciúmes de você comigo?”
“Não apenas você... mas você lembra que eu era afim do meu irmão, não é?”
“Lembro, daí você desistiu dele pra ficar com seu pai”
“Então, já naquela época, ele tinha ciúmes, porque eu não parava de falar do Levi o tempo todo. E agora está com ciúmes de você”
“Mano, somos só amigos” ouvir ele rindo. “E também, eu já tenho o meu pai, por que eu iria querer ficar com você?”
“Ele sabe que não vamos ficar juntos. Mas é que... papai não gosta que eu fale de sexo com outros caras”
“Nossa, o tio Daniel é possessivo mesmo, em”
“Ele não é possessivo, só gosta de tomar conta de mim”
“Igual um bebezão”
“Para com isso, Pedro. Sou 1 ano mais velho que você” eu estiquei as pernas, porque o notebook estava cansando minha perna. “Mano, juro que não estou pegando o assunto dessa matéria. Estou a tarde inteira nessa porra, e estou ficando de saco cheio”
“Faculdade, né? Eu estava pensando em entrar em uma também. Você acha que seríamos colegas se eu cursasse biologia?”
“Talvez, é porque já estou no segundo semestre. Mas seria legal ver você no intervalo todo dia. Quando foi a última vez que nos vimos?”
“Na viagem das suas férias e do tio Daniel”
“Cara, faz muito tempo. Tem certeza de que não quer ir comigo pro acampamento? Você podia ver meu irmão de novo também”
“Valeu maninho, mas acho que na próxima, beleza? E também, o papai está chegando do trabalho aqui, eu fiz uma sobremesa especial pra ele, mas como o tio Daniel lhe proibiu de falar sacanagem comigo, eu não vou contar os detalhes”
“Ei, também não é assim, né? Diz o que você está aprontando, vai”
“Não, sr. bonitão. Eu vou desligar porque o papai acabou de chegar”
“Porra, você ainda me paga Pedro. Mas diz pro tio Eric que mandei um abraço”
“Pode deixar que eu vou dá um abraço bem apertado no papai por você” ouvir ele rindo, e se despedindo uma última vez antes de desligar, e eu acho que ouvir a voz do tio Eric no fundo, mas independente, eu nem mandei mensagens depois, sabia que eles iam está ocupados.
Até que era bom ter um amigo com as mesmas vivências que eu, porque pra variar, o Pedro era meu único amigo que mantinha relação incestuosa com parente de primeiro grau, igual a mim.
Eu pensei em ligar pro papai pra saber se ele já estava voltando, mas só deixei mensagem dizendo que estava com saudades, e então puxei o notebook para voltar a estudar.
[...]
“Ei dorminhoco, vamos acordar”
“Hhmm...”
“Davi, vamos amor, acorda”
“P-Pai... só mais 5 minutos”
“Foi o que você disse há 10 minutos. Precisamos levantar, Davi”
“Ai que porra...”
“Olha a língua, mocinho”
“Desculpa pai... mas, que horas são?”
“Vai dá 7h daqui 15 minutos”
Mano, eu juro que se soubesse que teria que acordar cedo num sábado, teria convencido o papai a não ir nesse acampamento. O que poderia ter de melhor lá, que já não temos aqui? Eu já estudava bastante sobre a natureza na faculdade, não precisava viver com ela se não fosse necessário. Mas mesmo assim, eu engoli minha ignorância, e espreguicei o corpo.
“O senhor não me acordou com um boquete de novo” falei cansado, vendo que o papai tinha me beijado na bochecha como um ‘bom dia’.
“Você quer? Mas vamos nos atrasar, e eu não queria ser o último a chegar” o papai falou, e já foi descendo pra minha virilha, mas eu segurei seu pulso quando ele agarrou meu pênis.
“Pai, estou brincando. O senhor não precisa está me mamando toda manhã se não quiser. Vem, vamos nos levantar, não podemos chegar atrasados”
“Tá bom, mas promete pro pai que se ficar com tesão, vai me contar”
“Eu prometo, pai” soltei um riso, porque ele sempre falava sério quando o assunto era aliviar o meu tesão.
Já tínhamos guardado tudo no carro noite passada, então só precisamos nos trocar e trancar a casa. E ainda bem que não tínhamos cachorro, senão teríamos que levá-lo junto. Em menos de 20 minutos já estávamos saindo, com a mala cheia e eu comendo um sanduíche enquanto o papai dirigia, as vezes compartilhando com ele. O caminho pra casa do tio Leandro não era longe, e chegando lá, já tinha outro carro estacionado na frente.
“Filho”
“Sim, pai?”
“Está melado aqui” ele passou o dedo pelo canto da minha boca, limpando migalhas de pão que estava ali. Eu também levei meu dedo na sua barba e aproveitei pra alisar ele também. “Eu também me melei?”
“Não, só quis massagear o rosto do senhor” rir, fazendo ele rir em seguida, e foi quando a gente se beijou juntando os lábios, e depois que enfiei minha língua, sentir o gosto de sanduíche no papai.
“Tá bom, vamos descer, que parece que fomos os últimos a chegar”
“Certo. Mas depois vou querer outro beijo”
“Sou todo seu, Davi”
Nós descemos e percebemos que o portão já estava um pouco aberto, passamos e vimos que estava cheio de jovens na área, com meu irmão guardando algo na mala do carro do senhor Leandro. Eles estavam um pouco espalhados ali, mas o papai e eu falamos com alguns, e ele foi direto pro Marcos e o Bernardo, que eram pais do Maciel, e eu fiquei com os meninos.
“Por que não arrumou as coisas ontem?” perguntei vendo ele com dificuldade de encaixar as coisas na mala.
Mas daí o Leo respondeu: “Mas arrumamos, é que o carro do senhor Marcos já está cheio, e pegamos algumas coisas pra guardar aqui. Só que...”
“Conseguir!” o Levi comemorou, vendo que finalmente tinha fechado a mala.
“Nossa amorzinho, você é show”
Ok, eu não precisava ver meu irmão beijando seu namorado na minha frente. Porque o Levi tinha meu rosto, e foi difícil não enxergar eu beijando o Leo ali. Então deixei os pombinhos sozinhos e fui ver o que os outros garotos estavam fazendo.
“Oi, sou o Davi”
“Eu te conheço. Sabia que tem boatos na faculdade de que você bateu em um tal de Eduardo?”
Mano, eu queria enfiar meu rosto debaixo da terra, eu não sabia que eles me conheciam por isso.
“Eu sou o Maciel. Você já deve ter conhecido meus pais” ele indicou pra aonde estava meu pai Davi, o Marcos, Bernardo e o Leandro que acabou de chegar, saindo de dentro da casa e já a trancando.
Os outros 3 garotos ali com o Maciel, eu acho que já vi antes. Eram amigos do meu irmão e do Leo, mas tinha algo que estava achando estranho...
“Por que só vai homens acampar?” perguntei, e o Maciel respondeu:
“Uns 4 desistiram ontem, porque 2 deles teve imprevistos, e as 2 garotas que iam vim desistiram bem antes porque perceberam que quase não teriam outras meninas junto. Daí só ficou nós 6, ou melhor dizendo, 7 com você, isso, fora nossos pais que estão em 4, então dá um total de 11 homens”
Ok, era bastante pênis pra uma viagem só. Mas até que gostei dos nossos pais irem, porque nossa, a visão dos 4 era de dar água na boca. Meu pai é bem mais gostoso, óbvio, e o único suficiente pra mim, mas o senhor Leandro tinha um corpo de dá tesão igual o Marcos e seu namorado Bernardo.
Então pouco depois partimos, com eu e o papai no nosso carro. Leandro dirigindo com o Leo e Levi, e mais um garoto. E o Marcos e Bernardo com 3 garotos atrás.
O caminho foi demorado, porque mesmo dirigindo na pista, o local era bem longe. Papai estava seguindo o carro do Leandro que seguia o do Marcos.
Foi quando eu fiquei entediado e fiquei observando o papai dirigir. Ele percebeu mesmo sem olhar pra mim.
“Está cansado, querido? Achei que gostasse da música”
“Eu tô de boa, pai. Só percebi que o senhor fica muito lindo dirigindo” meus olhos desceram do seu rosto, pros seus bíceps, e depois coxas apertadas no short de verão. Acho que eu podia bater uma punheta ali mesmo, só assistindo o papai dirigir.
evi, junto da mamãe”
“É o que você quer?”
“Sim, eu percebi que gosto muito de ouvir o senhor falando. Exceto na faculdade, porque é difícil prestar atenção na matéria com o senhor explicando e tendo um corpo tão lindo me distraindo” brinquei, e o papai riu. Mas era verdade, as vezes eu passava mais tempo olhando o corpo do papai na aula, do que na sua voz. Mas aqui era difere “Pare de me olhar assim, mocinho”
“Assim como, pai? Só estou... analisando”
“Eu estou dirigindo, será que não pode esperar até chegarmos lá?”
“O que quer dizer, pai?” perguntei, e foi quando ele olhou brevemente pra mim, e depois pra pista de novo.
“Eu sei quando você está com tesão. Só por favor, não coloque o pênis pra fora agora”
“Por que senão o senhor vai se desconcentrar da estrada” eu rir, vendo a ansiedade do papai por mim. “Tá bom, pai. Mas só porque o senhor pediu com jeitinho”
“Obrigado Davi. Prometo que--"
“O senhor vai me recompensar depois, eu tô ligado”
“Isso. Você me conhece tão bem” ele mandou um sinal de beijo pra mim, e disse: “O pai te ama, filho”
“Também te amo coroa. Mas só espero que o senhor saiba montar barraca, porque eu não quero dormir no frio”
Foi quando o papai riu, e eu não entendi por quê. “Eu sou biólogo, Davi, já visitei vários outros lugares assim no passado. Você precisa ver como sou bom montando uma barraca. Uma vez, quando sua mãe estava grávida de vocês dois, a gente acampou junto de outros casais, e quase todos pediram minha ajuda para montar sem que o vento carregasse”
“Nossa, o senhor nunca me falou sobre essas coisas”
“Você não pergunta. E eu sei que você prefere falar mais sobre jogos, ou de seus filmes favoritos” acho que o papai percebeu que eu fiquei mal, que logo se adiantou: “Mas está tudo bem, querido. Eu gosto de ouvir você falando dos seus gostos favoritos, porque qualquer coisa com você, é sempre bom. Então não se preocupe com isso, certo amor?”
“O senhor me mima muito...” falei baixinho, mas é claro que ele ouviu e percebeu que fiquei triste por isso.
“Eu só busco dá o melhor pra você, filho. Não tem problema nisso” ele falou sem tirar os olhos da estrada, e eu também já estava focado na pista, vendo os outros carros um pouco mais a frente.
“Mas o senhor também têm suas prioridades, e eu percebo como o senhor passa por cima de tudo, só para satisfazer minhas vontades acima das suas”
“Davi, olha pro pai” ele pediu, e eu olhei, vendo que o papai as vezes desviava os olhos da estrada só para me ver prestando atenção nele. “Tudo o que eu faço por você, não é porque me sinto forçado, mas sim porque eu gosto. Eu fico feliz lhe vendo alegre ou satisfeito, e saber que sou eu que estou cuidando de você, me faz perceber que qualquer coisa ao seu lado, faz tudo valer a pena. Você entendeu? Então não pense que estou lhe mimando apenas por capricho fútil, eu sei como cuidar dos meus filhos, e você mais do que o Levi, deveria saber disso”
“Desculpa, pai...” eu estava realmente arrependido, tudo o que ele disse fazia sentido agora. Mas ainda não pude deixar de me sentir mal por não perguntar mais sobre o passado do papai. Então após um breve silêncio, e ele apertar minha mão brevemente como sinal de união, eu enfim disse: “Se eu pedir algo, o senhor promete que faz?”
“Claro amor. O que é?”
“Fale mais sobre o senhor, e de como o senhor levava a vida antes de mim e do Levi
nte, porque era sobre ele que eu estaria ouvindo.
Em um breve momento, quando passamos por uma lombada e o carro desacelerou, nós aproveitamos para nos beijar na boca. E o papai disse:
“Eu prometo que vou falar mais sobre mim de agora em diante. Papai te ama muito, Davi”
“É, o senhor já disse isso” rir baixinho, vendo que ele deu o maior sorriso. “Mas eu também te amo pai, bastante”
[...]
Quando chegamos na área do acampamento, eu já fiquei apreensivo porque não dava sinal, e por não ter energia em quaisquer lugares por perto, eu percebi que meu celular ia descarregar bem antes do anoitecer se eu não parasse de usar agora. E acho que era melhor preservar bateria pra tirar algumas fotos mais tarde. Eu queria poder falar com meu amigo Pedro uma última vez, porque só íamos voltar amanhã de tardezinha. Só que enfim, o lugar até que era limpo e bonito, bem verde com ventos refrescante, e um rio com água limpa ali perto. Parecia o tipo de lugar que muita gente vinha acampar, porque haviam placas feitas a mão em vários lugares próximos.
Os carros ficaram um pouco mais afastados, e como éramos todos homens, e a maioria de nós já tinha bastante músculo com corpo em forma, foi fácil carregar as coisas, enquanto ouvíamos sons de animais e pássaros aos arredores.
“Aqui não tem cobra não, né? Não estou afim de ser mordido e pegar uma semana de repouso em casa” falei brincando pro Leo, que estava colocando umas malas ali próximo.
“É mais fácil você escorregar e quebrar o braço, do que ser mordido por uma cobra. Mas relaxa mano, já vim antes com o papai e outra galera, e aqui é de boa”
“E por que estamos tão afastados dos nossos pais? Por acaso é um acampamento apenas de amigos, e nossos pais só vieram pra pagar de segurança?” brinquei de novo, porque estava na cara que aquilo era ridículo.
“Bem... a ideia original era vim apenas nós garotos, nossos pais só estão aqui para não ficarem preocupados em casa”
“Espera aí. É sério?!”
“É, oras. É claro que vamos almoçar com eles, pular no rio juntos, e quem sabe até uma trilha, mas eu conversei com os meninos e eles concordaram em montar barraca um pouco mais afastados dos nossos pais. Você está de boa com isso, Davi?” ele soltou a lona, e prestou atenção em mim, que claramente não estava bem com isso.
Eu me aproximei mais do Leo, para que os outros garotos não ouvissem o que eu tinha a dizer: “Cara, você sabe que sou apaixonado pelo meu pai. Eu não vou ficar 2 dias longe dele”
“Eu sei irmão, e foi por isso que eu falei pros garotos, que você precisava dormir junto do tio Daniel, para vigiar os adultos e nos contar se vão fofocar sobre nós”
“Você é muito frio, sabia disso?” falei rindo, porque foi uma desculpa até que boa.
“Seu irmão diz que sou bem quente, na verdade. Mas vou levar como nota” ele riu, piscando pra mim e voltando sua atenção à barraca.
Tá ok, os adultos não estavam tão longe assim da gente, dava pra ver o papai ajudando o Bernardo a montar sua barraca, já que a do papai já estava pronta, com lona e tudo. Nossa, o papai era bom nisso mesmo. Foi quando eu deixei meu irmão e os meninos sozinhos daquele lado, para chegar nos nossos pais.
“Ei tio Leandro, tudo bem?” falei, após passar uma mão no ombro do papai como sinal de que eu estava ali por ele também.
“Sim, não é minha primeira vez montando uma barraca, mas obrigado por se preocupar Davi”
“Bem, eu me referia sobre o senhor dormir sozinho. Tem espaço na barraca do papai, se o senhor quiser--"
“Não, não. Estou bem. Os garotos me falaram que você vai dormir com seu pai, e o Marcos já tem o Bernardo, e é só pra dormir, certo? Provavelmente não vou ficar aqui dentro pra mais nada. Prefiro o ar puro da natureza”
“Ah, que bom. Eu também... gosto do ar da natureza” falei quase como uma mentira, porque naquele momento eu acabei esmagando um mosquito que pousou na minha coxa. “Exceto pelos mosquitos, claro” eu rir, e o Leandro riu também, logo me oferecendo repelente.
“Acha que devemos ajudá-los?” o Marcos perguntou, olhando pro outro lado, onde os meninos estavam demorando pra montar as barracas deles.
“Não, eles não precisam da nossa ajuda” o Bernardo falou, se divertindo quando um dos meninos quase escorregou quando pisou na lona.
Então o papai também ficou ao meu lado, e lá estávamos nos 5 assistindo os meninos sofrendo para montar suas barracas. Somente o Leo que parecia muito mais certo do que estava fazendo.
“Seu filho é bom nisso, Leandro. Meus parabéns” elogiou o Marcos. “É a primeira vez do meu filho Maciel acampando, só espero que ele aprenda alguma coisa com seu filho”
“Eles parecem bem unidos. Vão se dar bem”
Eu acabei não prestando mais atenção na conversa, porque o papai me cutucou em silêncio, e eu seguir ele até nossa barraca, e entramos. E nossa, era maior do que eu pensava.
“Gostou, amor? Eu trouxe cobertores mais grossos para que você não sentisse frio a noite” o papai acabou sentando comigo no colchão de casal inflável, e era realmente macio. “E eu sei que é apenas uma noite, mas achei que ficaria mais a nossa cara se eu trouxesse uma foto nossa juntos. Lembra dessa aqui? Foi antes da gente ficar mais íntimo, e seu irmão tirou essa foto comigo lhe abraçando na praça”
“Sim, eu lembro. O senhor tinha até comprado 4 sorvetes, e deu 2 pra mim porque eu reclamei que estava ficando com fome” sorrir lembrando da cena enquanto analisava a foto. Eu parecia bem feliz com o papai naquela época, mesmo que eu tivesse 18 anos nessa foto, e eu também fosse muito mais irritante só querendo saber do meu irmão. Quem diria que o homem certo pra mim seria o papai, afinal. “E o senhor trouxe 4 almofadas também. Por isso a mala quase não estava fechando” acabei rindo, e sentir o papai me beijando na boca só pra dizer:
“A barraca também é impermeável, então mesmo que comece a chover, nem água, nem insetos vão entrar”
“Pai, acho que o senhor se esforçou demais só por uma noite. Vamos embora amanhã de tardezinha, esqueceu?”
“Eu sei Davi, mas é uma noite que vamos passar juntos. Você e eu” papai falou baixinho, pegando na minha mão. “E eu pensei que podíamos vim pra barraca um pouco mais cedo pela noite, assim eu contava algumas histórias interessantes, só pra você. Claro, somente se você quiser. Vou entender se quiser ficar com seus amig--"
“Pai, eu só vim pra esse lugar porque o senhor vai está comigo. Claro que eu vou me deitar mais cedo com o senhor, e além do mais, estou começando a achar que os meninos estão planejando alguma coisa de noite. E eu não quero participar”
“Planejando o quê? Não é nada de sexo em grupo sem camisinha não né?”
“Não” acabei rindo porque se fosse realmente isso, seria capaz do papai puxar o Levi pra dormir com a gente. “Algum tipo de jogo, eu acho, só sei que talvez envolva bebida, e eu não estou afim de ficar bêbado” eu esperei o papai reagir, mas ele parecia de boas com a ideia do Levi beber no meio do mato. “O senhor está bem com isso?”
“Nenhum deles vai dirigir, ou nadar no rio sozinhos, então por mim tudo bem. Também já tive minhas aventuras na idade de vocês, eu entendo eles” e foi quando ele massageou minha bochecha e eu sentir que o papai queria me beijar de novo. “Ei filho”
“Sim?” apertei a mão dele um pouco mais forte, e o papai sorriu bobo pra mim, mas percebi que o rosto dele esquentou.
“É sobre o que eu disse antes de vimos pra cá. Caso você sinta tesão, pode falar pra mim, que arrumamos um lugar para ficarmos a sós sem ninguém desconfiar ou atrapalhar”
“Pai, é nisso que o senhor estava pensando?”
“Eu já falei que preciso cuidar de você, e isso inclui aliviar seu desejo sexual também. E não ria, Davi, eu falo sério”
“Eu sei pai, desculpa” foi quando sua mão que estava na minha bochecha desceu pro meu ombro, e ele me apertou firme. “Mas e o senhor, está com tesão?” falei baixinho, porque dava pra ouvir que alguns garotos tinham chegado e pareciam está conversando com alguém do lado de fora.
“Metade do tempo que passamos juntos, eu sempre estou com tesão” então o papai me beijou na boca.
“E a outra metade?” perguntei recebendo outro beijo.
“E a outra metade só quero beijar você, assim... assim... e assim” papai falou me beijando entre cada palavra. Eu sentir falta dos seus lábios nos meus, mas a gente precisou parar porque alguém estava chamando no lado de fora.
“Tio Daniel? Davi está aí dentro?”
“Sim Leo, eu estou. Já saio” respondi antes do papai, que sorriu pra mim me beijando uma última vez. Então eu diminuir a voz, para que só o papai ouvisse: “E o senhor, se precisar de ajuda, mínima que seja, pode gritar que eu apareço num segundo”
“Fico feliz em saber que tenho um herói em tempo integral” papai sorriu pra mim, e a gente saiu da barraca juntos.
No lado de fora, ninguém suspeitou de nada, embora o Leo e seu pai Leandro já soubessem de mim e do papai, o Marcos e Bernardo não estranharam. Papai e eu éramos apenas pai e filho bastante carinhosos, nada de anormal, certo?
“Eu devolvo o Davi daqui a pouco tio Daniel” o Leo gritou pro papai, me arrastando com ele pelo mato. “Vem, quero te mostrar uma coisa”
“Onde estão os outros?” falei seguindo ele.
“Já estão lá. E cuidado com o chão, tá um pouco molhado”
Pouco depois, não muito longe dali, chegamos num lugar pouco aberto, com árvores grandes aos arredores. E tinha uma...
“Isso é uma fonte natural?!” perguntei surpreso, porque a água era bem limpa, ou só parecia ser.
Os meninos estavam lá, e uns dois deles tinham tirado a camisa, com ideia de pular.
“Cara, não viemos tomar banho na fonte. O rio é logo do outro lado, veste essa camisa de volta” ele brincou, trazendo o garoto de volta, e ficando com um braço no ombro dele.
O Levi chegou do meu lado e começamos a conversar.
“É lindo, não é? O papai me contava histórias de quando acampava com a mamãe, e turma da faculdade. Mas eu nunca achei que ia ver uma fonte pessoalmente, isso até hoje”
O barulho da água, flores e vento ecoaram no ambiente.
“Papai lhe contou? Quando?”
“Faz muito tempo, eu gostava de conversar com ele, quando você decidia largar do meu pé”
“Você falando assim, faz parecer que eu era insuportável”
“Mas você era” ele riu, mas logo falou: “Eu gostava, as vezes, porque além de ser meu irmão gêmeo, você sempre foi meu melhor amigo. Mas daí comecei a namorar o Leo, e você ficou realmente insuportável”
“Certo, não precisamos lembrar disso agora. Seu namorado está bem ali”
“Estão falando de mim?” foi quando o Leo deixou os meninos e veio até nós.
“Sim amor, o Davi aqui disse que amou sua camisa, mas que você ficaria melhor sem ela” ele começou a rir, e eu tive vontade de empurrar ele naquela água.
“É mesmo, Davi?” ele sabia que era brincadeira, mas entrou na onda.
“Não posso dizer que é totalmente mentira”
“Acho que tive uma ideia, então” ele começou a tirar a camisa, e ficou só de short.
Eu percebi que os outros meninos viram, e acabou que um por um começou a tirar as camisas. Até que o Levi também, piscando pra mim, e então eu fiz o mesmo. Quando o Leo passou por mim, eu seguir ele junto dos meninos que não paravam de conversar, e pouco depois chegamos no rio, que ficava um pouco próximo as barracas dos garotos. Eu pensei em chamar o papai, mas depois que um por um foi pulando na água, eu não resistir e pulei junto do Levi.
Cara, estava um pouco fria, mas foi uma delícia, porque o sol de 10h30 deixava tudo equilibrado. Ficamos nadando e brincando entre a gente, com alguns garotos gritando e outros menos barulhentos só curtindo a água. Dali eu conhecia a maioria, embora não fôssemos tão íntimos, somente o Maciel que eu quase nunca falava com ele na faculdade, tanto que só vim descobrir que ele era filho do Marcos, essa semana.
Os meninos tinham entre 19 e 22 anos, alguns com o físico melhor que o outro, e eu pensei no que o papai disse lá na barraca, sobre achar que eles iriam fazer uma suruba pela noite, porque mano, olhando agora, eles pareciam bem íntimos, se esfregando um no outro, ou se agarrando na brincadeira, até que eu vi dois deles se preparando para pular juntos e acabou que um se agarrou ao outro por trás pressionando a virilha na bunda do outro só para pularem juntos na água. Meu irmão passava maior parte do tempo junto do namorado Leo, que sempre fazia ele rir.
“Ei, tudo bem?”
“Oi Maciel, tô de boa. Só aproveitando o sol. Só cansei de nadar”
“Entendo. Posso ficar aqui sentado com você?”
Eu olhei pros outros garotos que continuavam na água, e eu estranhei o Maciel sentando muito próximo de mim. Ele era um garoto bonito, parecia muito com o pai Marcos, só que não éramos amigos íntimos pra ele estar quase tocando meus pés com o dele.
“É uma pena que você não queira dormir com nós hoje. Eu podia dividir minha barraca com você, sabe?”
“Sei...”
“Você quase não me nota na faculdade, daí eu achei que seria uma boa a gente passar a noite juntos. Se você tiver afim, claro”
“Não, mas valeu”
“Certo...” ele demorou um pouco, e voltou a falar “Gosta de vinho? Os meninos trouxeram algumas bebidas, mas eu--"
“Olha Maciel, você é um cara bonito, e parece ser bacana, mas eu já gosto de outra pessoa. Beleza?” falei, mas ele pareceu um pouco envergonhado por eu ter sacado a dele e já ter lhe dispensado. “Olha, aquele outro garoto ali de cabelo liso e short laranja parece curtir caras também, e ele é bem bonito, não acha?”
“O Lian?”
“Sempre que eu vejo, ele está encarando algum de vocês com uma expressão de fome. É até engraçado, porque ele não sabe disfarçar”
“Você acha que ele gosta de caras mesmo?”
“Claro que sim. E cá entre nós...” me aproximei pra sussurrar “Espera uma oportunidade pra ficarem sozinhos, e pergunta a ele se ele tá afim de dividir a barraca com você esta noite”
Mas o Maciel parecia tímido, pensando na possibilidade de dormir com outro cara a sós.
“Ei Maciel, você é um garoto bonito, de verdade. E se eu já não tivesse alguém, pode ter certeza que dormiria na barraca com você” eu estendi a mão de um jeito amigável “Amigos?” então ele apertou.
“Sim, amigos” ele sorriu e até que foi fofo a maneira como ele parecia feliz e não desapontado. “Mas Davi... quem é seu namorado? Ele está aqui?”
“Olha... é um pouco complicado” eu dei um sorriso sem graça, porque o papai veio a mente, e como se eu tivesse algum tipo de poder, ele apareceu atrás de nós.
“Ei meninos, estão com fome?” era o papai. Apenas de short! Sem camisa! Exibindo seus músculos, peitoral e coxas pra qualquer um que quisesse olhar. Mano, por que ele veio desse jeito pra cá? Eu me levantei e fui até o papai que me recebeu com um sorriso. “Ei amor, tá gostando d--"
“Pai!” falei baixinho pro Maciel não ouvir. “Por que o senhor estar sem camisa? Está cheio de caras aqui”
“Estamos acampando, filho. Eu não vou ficar de camisa o tempo todo. E olhe pros seus amigos, estão todos sem camisa também” ele acenou pros meninos na água, e eu vi algum deles assoviando pro papai que pareceu estar levando na brincadeira.
“Pai, o senhor não é igual a eles. O seu corpo é todo gostoso da cabeça aos pés, e a maioria deles são gays, é claro que vão ficar encarando o senhor com segundas intenções”
“Davi, não precisa ter ciúmes. Eu já falei que meu corpo é apenas seu, hoje e sempre. Mesmo que eles queiram provar, vão ficar só na vontade” então o papai me abraçou ali em público, e beijou o topo da minha cabeça. É claro que eu abracei ele de volta, mas...
“Pai, estão todos olhando...”
“Eu sei, estou vendo eles fofocando alguma coisa” então o papai me soltou, e chegou mais perto da água pra dizer pros meninos: “Nós preparamos o almoço, vocês daqui a pouco subam para vim comer. Ok?” papai disse, e após os meninos confirmarem que sim, o papai voltou pros outros pais, antes de piscar pra mim com um sorriso.
Então aconteceu... comecei a ouvir os garotos falando com o Levi que nosso pai era muito bonito e que tinha uma bunda grande. Eles estavam falando em tom de brincadeira, mas eu sabia que era sério. Porra mano, ao menos eu não era o único desconfortável com os garotos comendo meu pai com os olhos, pois o Levi também pareceu um pouco tímido.
Essa era a desvantagem de ter um pai super gostosão e fofo ao mesmo tempo: todos queriam comer ele.
[...]
O almoço foi bem diferenciado, porque não tinha comidas típicas pra almoço dado ao fato se não existir fogão ou micro-ondas no meio do mato. Só que independente, havia fogo, e foi uma delícia comer carne, batatas, salada e várias outras coisas do tipo que não precisava obrigatoriamente de eletricidade para ser preparada ou que já não estivesse pronto de casa.
Pouco mais de 2 horas depois, os meninos começaram a se espalhar, só pra no fim, voltarem pra tomar banho de rio junto dos nossos pais, que também estavam apenas de short. Foi uma visão do paraíso ter tanto coroa gostoso entre a gente com seus peitorais de macho peludo e gostoso molhado, e marcando a bunda no short toda vez que saiam da água.
Óbvio que o papai me repreendeu quando me viu olhando a bunda do senhor Leandro.
“Faça isso de novo, e eu faço greve de sexo por 1 semana” papai falou, na água comigo, me abraçando por trás e eu segurando seus braços em mim. Foda-se que estávamos colados em público, eu não ia privar o papai disso.
“Desculpa velhote. Mas o senhor não concorda que é estranho o tio Leandro estar solteiro com um corpo desses?”
A gente viu dois garotos nadando próximos de nós espalhando água, mas papai e eu só permanecemos juntos.
“Eu fiquei solteiro por bastante tempo depois que terminei meu lance com o Marcos”
“Mas o senhor e o Marcos namoravam? Eu só vim descobrir isso este ano, achava que era algo mais sigiloso”
“E era, mas na época, eu estava realmente gostando do Marcos, só que...”
“Só que o quê? O senhor não vai dizer que já estava afim de mim naquela época não né?” virei um pouco o rosto, e se o papai se aproximasse mais, a gente podia se beijar, mas obviamente não nos beijamos, já era suspeito o suficiente estarmos abraçados na água sem camisa com todos olhando.
“Claro que não Davi, você tinha acabado de fazer 18 anos. Mas é que eu sentir que mesmo o Marcos sendo gentil e bom de cama, ele nunca me fez sentir o que eu sentia com sua mãe”
“Pai...”
“Sim, amor?”
“Se eu perguntar algo, o senhor promete ser honesto?”
“Claro, alguma fez já mentir pra você? Mas diz, o que é?” eu sentir ele beijando minha bochecha, e aquilo me fez esquentar porque um dos garotos estava olhando.
“É sobre--" porra, mano! Quando eu ia falar, o Levi chegou jogando água, e o papai acabou me soltando só pra entrar na brincadeira.
Droga, eu queria muito perguntar aquilo ao papai, mas até que foi bonito ver ele se divertindo com meu irmão junto dos outros meninos. Meu pai sabe como se enturmar com jovens, ele sempre foi professor, afinal.
Eu acabei me juntando a eles logo depois, quase esquecendo de que mais tarde, o papai e eu estaríamos sozinhos na barraca, e as chances da gente transar só aumentava a medida que meu tesão ia crescendo no short sempre que eu via ele sorrindo ou me abraçava sem importar de estarem olhando.
Mas foda-se, mesmo que os meninos estivessem estuprando meu pai com os olhos, eu tentei não me importar, porque as vezes até eu sentia tesão em momentos impróprios.
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[Cap. 5 de 10]
Era noite no acampamento. O dia foi até que cansativo, mas divertido também. Agora, eu estava sentado recostado num tronco, com o papai do lado segurando minha mão por cima do meu colo, e a galera dividida ao redor da fogueira que improvisaram com fogo controlado. Dava pra ouvir os meninos conversando, com os outros pais participando da conversa, mas eu estava focado em outra coisa, ou melhor dizendo, no papai, que parecia brincar com o polegar na minha mão. Eu tentei fazer com que não ficasse muito suspeito, quando virei o rosto e o papai sorriu pra mim.
“Está com frio, Davi?” ele sussurrou.
“Um pouco” sussurrei de volta, e meus olhos desceram pra sua boca.
“Quer ir pra barraca?”
“Agora? Acho que vão suspeitar se fomos os primeiros a dormir”
“E daí? Tô começando a achar que evitar nosso amor em público é um erro”
Eu ia responder, mas outra voz chamou pelo papai. Era o Levi: “Pai, não é verdade que o senhor viu um fantasma na última vez que acampou com a mamãe?”
O papai então afastou o rosto de mim porque a maioria voltou sua atenção pra ele. Ele só não soltou minha mão. “Não foi um fantasma, filho. Foi apenas um reflexo que acabou assustando meus colegas na época”
O Levi voltou a falar: “Não é assim que eu me lembro da história”
Foi quando o papai achou que deveria explicar o ocorrido porque os garotos pareciam bem interessados. “Éramos 21 pessoas, minha esposa estava grávida dos gêmeos na época. E na terceira noite, nos separamos em grupos para procurar um colega que se perdeu na trilha, e foi quando algo aconteceu--”
“Ele estava morto?” um dos garotos perguntou, e eu me segurei pra não rir daquele drama todo.
“Não, ninguém morreu” papai respondeu, com um sorriso na cara. “Ouvimos um barulho estranho de como se algum bicho estivesse parindo ou sofrendo muito, mas nenhum de nós conseguimos identificar o que era. Mesmo eu sendo biólogo, nunca ouvi som parecido. Mas enfim... encontramos nosso colega poucos metros depois, com o corpo sujo e roupa rasgada, desacordado. Provavelmente bateu a cabeça, ele não soube o que aconteceu quando acordou”
Após um breve silêncio, os meninos começaram a discutir entre si sobre o que poderia ter acontecido:
“Vai ver foi estuprado por algum bicho”
“Animais não estupram humanos, idiota”
“Sei lá, lobisomem, talvez”
“Isso só existe na sua mente”
“Ah, mas eu acredito. Já vi um bicho bem peludo em pé na casa do meu primo Carlinhos. Estava escuro, mas juro que--"
“Vai ver você bebeu demais e acabou se assustando no espelho” outro garoto respondeu, e começaram a rir entre si.
O papai aproveitou para voltar sua atenção pra mim.
“Podemos sair de fininho sem que percebam” ele sugeriu, mas eu acabei sorrindo.
“É, daí vão ter mais um motivo pra acreditar em bichos que estupram colegas de trilha” brinquei, e o papai riu.
“Eu nunca deixaria estuprarem você, Davi”
“Com essa bunda enorme, o senhor seria a primeira vítima” murmurei, me segurando pra não agarrar o papai ali mesmo e enfiar minha língua na sua boca. Porra, eu queria tanto.
E parece que o Leandro percebeu que eu estava faminto pelo papai, que ele só se pronunciou no meio da galera: “Vou ali na barraca pegar um cobertor, volto já” ele se levantou e se aproximou da gente “Daniel, pode vim comigo? Davi também, se quiser”
Papai demorou pra sacar, mas logo se levantou, e seguiu o Leandro até a barraca, eu fui junto, claro.
Antes de chegarmos lá, o Leandro voltou a falar: “Vocês podem ficar, se quiserem. Eu invento alguma mentira pros outros não desconfiarem de nada”
“Desculpa por isso Leandro, mas estava muito óbvio lá na fogueira?” papai perguntou meio preocupado.
“Vocês ficaram o dia inteiro grudados, de mãos dadas, e estavam prestes a se beijar agora, então é, estava um pouco óbvio. Mas se eu já não soubesse, poderia só achar que vocês são aqueles tipos de pai e filho bem unidos que não se separam por nada” ele sorriu, tentando tranquilizar o papai, mas eu sabia que pais e filhos comuns não agiam igual eu e o papai, ou ao menos não tão explicitamente.
Já na barraca, o Leandro pegou um coberto pra voltar pros outros, e o papai agradeceu a ele por esse favor. “Obrigado por não julgar meu relacionamento com meu filho”
“Eu levei um choque quando descobri, mas até que vocês ficam bonitos juntos. Só não conte ao meu filho que eu falei isso, porque estamos passando por certas... coisas, e não quero que ele pense que eu gosto... desse tipo de intimidade” ele falou com um sorriso descontraído, e no fundo eu até fiquei curioso em saber o que eram aquelas ‘coisas’.
Papai riu com respeito “Pode deixar. Aproveite a noite com os meninos, Leandro”
“Valeu. Boa noite pra vocês dois”
“Boa noite tio Leandro” falei já ansioso pra entrar na barraca. Após fecharmos o zíper, e ouvir o silêncio e paz, eu já fui tirando a roupa e deitando no colchão.
“Filho, você já quer transar?” papai perguntou me vendo nu. Ele estava sentado e eu deitado esperando ele vim comigo.
“Não, ainda não. A noite é longa, e até lá, pensei em só ficar abraçado com o senhor. Só fiquei pelado porque amo seu corpo quente no meu, sabia pai?” foi só eu falar isso, que o papai rapidamente tirou a roupa e eu mordi os lábios vendo a delícia que seu corpo sempre foi. Ele se jogou no colchão de casal inflável e macio ao meu lado, e puxou o cobertor só pra me agarrar por debaixo.
“Não sabe o quanto me segurei pra não fazer isso lá na fogueira” o papai foi direto na minha boca, me beijando enquanto eu descia a mão na sua bunda nua. “Mmhm... Davi...”
“Desculpa pai, eu sei que falei que não íamos transar agora, mas é que não resistir. A bunda do senhor é uma delícia” só que mesmo assim, eu afastei a mão e só abracei ele na cintura. “Melhor?”
“Sim... eu também quero transar, mas também quero ficar com você, lhe beijando um pouco mais, antes de...”
“Antes de eu enfiar meu pau na bunda do senhor?”
“Falando assim, vai me dá tesão” ele me beijou mais uma vez, e eu sorrir porque pareceu que seu coração tinha acelerado um pouco.
“Ei pai, agora que estamos sozinhos, quanto daquela história era verdade?”
“Do meu colega que se perdeu na trilha?”
“Sim”
“É verdade sim que ele se perdeu e não lembrou de como foi parar lá, mas os sons estranhos e roupas rasgadas eu inventei pra deixar a história melhor”
“Eu sabia!” acabei rindo “Significa que a versão que o senhor contou pro Levi de que era um fantasma, era mentira também?”
“Mais ou menos. O Levi ainda curtia fantasias e monstros na época que contei, e eu só falei de fantasma por brincadeira. E por causa disso, ele acabou dormindo comigo por 1 semana. Não sei como você conseguia dormir sozinho naquele quarto”
“Puberdade, pai”
“Claro, como não pensei nisso. Mas ei, dá outro beijo no pai?” foi quando ele pediu, e eu o beijei na boca, e ficamos um tempo assim, agarrados nos beijando devagar, só para entrelaçar nossas pernas por debaixo do cobertor e eu acabar sorrindo entre o beijo. “Tudo bem, amor?”
“Sim pai, é só que... lembra de quando estávamos no rio abraçados, e eu tinha uma pergunta pra fazer?”
“Você quer perguntar agora?”
Eu dei outro beijo nele em sinal de sim, e continuei: “O senhor sempre foi bissexual?”
“Era isso que você queria saber?”
“Não, ainda vou chegar lá, mas preciso saber”
“Sim, antes da sua mãe, já fiquei com alguns homens. Até que certo dia, percebi que amava sua mãe, e pedi ela em noivado. Ela então engravidou de gêmeos, e criamos uma família. Até que anos depois, ela...”
“Sim, eu sei. O senhor ficou viúvo e pai solteiro”
“Isso” ele me deu outro beijo na boca, e acariciou meus cabelos.
“E depois?”
“Como assim?”
“O Levi começou a namorar o Leo já com 19 anos na época, e foi quando eu comecei a ter surtos de ciúmes, e o senhor se tornou um tanto mais...”
“Protetor?”
“Eu não diria protetor. O senhor invadia meu quarto e me pegava me masturbando quase sempre”
“Uma noite eu percebi você segurando uma foto do seu irmão enquanto flagrei você gozando por toda parte”
“Ei, pare de rir velhote, não tem graça. Eu morria de vergonha na época”
“É, mas hoje você ama quando chupo seu pau” ele me deu mais um beijo, só que de língua, e eu sentir meu pênis tremer.
“Pai, calma, tem mais”
“Mais? E o que é?”
“Quando foi que o senhor se apaixonou por mim?”
Só que ele ficou em silêncio, e piscou os olhos.
“Não precisa dizer se não quiser, é que eu sou curioso” eu vi ele inseguro, e acabei subindo nele pra ficar com o rosto deitado no seu peito. Eu amava ouvir o coração do meu velho batendo por mim, e só momentos depois, ele resolveu responder:
“Acho que, no seu aniversário de 19 anos”
“O quê?!” eu levantei o rosto surpreso, porque porra, era muito tempo.
“Tínhamos feito uma festa surpresa pra você e o Levi, na época eu estava saindo com o Marcos em segredo, só que mesmo assim, eu andei percebendo que gostava bastante de ver você sem camisa, ou tímido quando eu lhe abraçava forte em público”
“Então o senhor fazia aquilo de propósito?”
“Não de propósito, querido, eu sempre gostei de abraçar você. Seu irmão também, mas você bem mais” ele passou um dedo no meu queixo, e foi quando nos beijamos mais uma vez. Eu estava ficando excitado sentindo a língua do papai na minha boca, mas deixei ele continuar falando: “Você lembra? Na hora de partir o bolo, o seu primeiro pedaço foi pra mim, daí você fez todo aquele discurso dizendo que me amava, e que eu era um pai incrível. Só pra depois dizer baixinho apenas para mim, que sempre me amaria independente de qualquer coisa. E que eu era--”
“O homem que eu queria me tornar quando fosse mais velho. É, eu lembro. Temos até uma foto daquele dia”
“Então, eu passei aquela noite inteira pensando no que você disse, e em como disse, só pra perceber semanas depois, que eu estava apaixonado pelo meu próprio filho. Mas incesto é visto com maus olhos, e você também estava ocupado demais se irritando com seu irmão ter encontrado um namorado, que eu só engoli esse sentimento por muito tempo”
“Desculpa por não perceber antes. Eu era realmente muito idiota”
“Ei amor, você nunca foi idiota, só estava apaixonado pela pessoa errada”
“E quem é a pessoa certa?” perguntei já sabendo da resposta, vendo o papai sorrindo, só pra me beijar mais uma vez.
“Eu” ele respondeu levando sua mão pra baixo, apertando minha virilha.
Eu segurei sua mão, e antes que começássemos a fazer amor, eu disse: “Pai, tem algo que eu quero lhe dar”
“Claro, o que é?”
“É um...” porra, eu havia esquecido o anel de noivado em casa! Que caralho, mano! Era a oportunidade perfeita. “Não, não é nada... é só... posso ficar por cima do senhor hoje?”
“Querido, você já está por cima”
“Claro... desculpa, é que tô nervoso”
“Ei, tá tudo bem?”
“Está, tudo ótimo. Vamos transar, estou com um baita tesão” eu fui me posicionando embaixo dele, mas o papai chamou minha atenção de novo.
“Se não estiver afim, a gente espera pra depois”
“Não, pai, eu quero transar, é sério. Tá sentindo isso?” peguei sua mão e levei até meu pau “Estou de pau duro por causa do senhor. Eu te amo velhote” quando beijei o papai, enfiando minha língua, sentir ele ficando de pau duro também, e naquele momento esqueci a burrice de ter deixado o anel em casa. Ao menos vamos fazer amor, num acampamento, com a galera ainda acordada ao redor da fogueira sem ideia do que estaríamos fazendo aqui sozinhos. E francamente, estava pouco me fodendo se estavam desconfiados de nós.
“Aah Davi... você está bem duro, filho” papai gemeu sentindo meu pau abrindo seu rabo já no fundo.
“É... ohh porra! Passei o dia... me controlando pra não foder o senhor... na frente deles! Aahh que rabo gostoso, pai”
“Achei que t-tinha dito pra me chamar q-quando estivesse com-- aah! Tesão!”
“Bem, terminamos o dia... transando de qualquer forma... agora segura mais forte em mim, que vou-- aahh! Meter mais fundo”
“Isso, amor... m-mete gostoso no seu coroa-- aaahh! Davi! Aahh!”
“Oohh caralho! O senhor tá apertando minha rola... é tão g-gostoso... aaah sim! Isso, isso, isso...”
“Vai D-Davi, faz o papai--"
Foi quando ouvimos uma voz do lado de fora chamar pelo papai: “Pai? Posso entrar?” era meu irmão Levi, o que ele queria aqui?!
“N-Não... aaah! Q-Quer dizer... não é um bom momento, filho-- Nngggh!” o papai acabou cerrando os dentes pra não gemer quando eu enfiei meu pau fundo na sua bunda. Eu devia me controlar mais, só que eu sentir o papai apertar mais o cu quando ouviu a voz do Levi do lado de fora, e foi gostoso pra porra.
“Tá. Já entendi... bem... estou indo dormir com o Leo. Desculpa incomodar o senhor e o... Davi”
“O p-pai te ama, L-Levi! Aaahh-- nnggghh!!”
Então eu falei baixinho: “D-Desculpa pai... é que está muito... g-gostoso...” falei e o papai olhou pra mim tentando forçar um sorriso como se tudo bem eu estar metendo fundo nele com meu irmão do lado de fora.
Então uma última vez, ouvimos o Levi falar: “Se machucar o papai, vai se ver comigo Davi!”
“B-Boa noite pra você também irmão!” falei alto, tentando manter a voz neutra, mas estava na cara que o papai e eu estávamos transando.
Então foi quando o Levi foi embora e ouvir ele dizendo com a voz se distanciando: “Vamos Leo, amanhã você fala com o Davi”
Papai e eu estávamos sozinhos de novo.
“Acha q-que seu irmão sabe?” papai perguntou com a voz fraca, com minha rola pulsando nele.
“O senhor ainda tem dúvida?!” sorrir cansado, voltando a meter mais forte nele, só pra fazer o papai gemer de novo, cada vez mais alto, a medida que meu pau ia fundo no seu cu apertado e gostoso de macho!
Mano, eu sei que fazia 2 dias que não transamos com penetração anal, mas podia jurar que o papai estava mais apertado que antes. Seu cu apertava meu pau, e eu pulsava mais forte quando chegava no fundo com a cabeça da minha pica cutucando sua barriga e ele babando pelos cantos da boca por isso. Ficamos transando forte por mais algum tempo, até ouvirmos vozes se aproximando, e era o Leandro dando boa noite pro Marcos e Bernardo. Papai e eu fizemos silêncio, sem parar de meter, só pra dá tempo de cada um entrar na sua barraca, e a gente voltar a meter com mais força.
“Acho que... aah... devíamos ter transado assim que... aahh porra... assim que entramos na barraca” então eu afastei mais minha piroca e meti fundo de novo, fazendo o papai cerrar os dentes e revirar os olhos enquanto tinha o cu alargado pela minha pica.
Ele não falou mais, porque toda vez que o papai tentava falar, sua voz saia trêmula e arrastada, suportando ter o interior preenchido por pica, a pica do próprio filho. Porra mano, eu amava trepar com o papai, com esse corpo erótico e gostoso, peitoral grande e rabo maior ainda! Era o paraíso, e eu podia passar o resto da viagem inteira transando com sua bunda, mas um pouco depois, sentir que ia gozar. Tentei desacelerar pra prolongar nossa foda de pai e filho, mas não resistir quando o papai apertou minha pica, e eu acabei gozando nele.
“P-Pai! Avisa quando for... g-gozar! Aaahh! Que delícia! Também estou... g-gozando! Porra!”
“D-Davi-- nnngghhhh!!!”
Puta que pariu, a gente se apertou com tanta força! Minha piroca começou a jorrar leite da cabeça da pica e como sempre, foi direto na barriga do papai, que levou tudo no cu sem resistir. Eu sentir ele dá várias jatos de porra entre a gente, e tudo ficou quente e melado, bem pegajoso mesmo. Eu só vim tomar consciência, momentos depois de dá o último tiro de porra, e sentir que meu pau saiu naturalmente de dentro do papai. Fiquei abraçado nele, cansado, sentindo seu peito subir e descer, enquanto respirava cansado bem mais do que eu.
“V-Você me encheu...” papai falou com as mãos nas minhas costas.
“Sabe pai... quando o Levi apareceu... e o senhor apertou a bunda... eu achei, que ia gozar ali mesmo”
“A voz do seu irmão... é idêntica a sua... eu só fui pego desprevenido”
“O senhor já pensou na possibilidade de dois de mim fodendo o senhor?”
“Não...”
“Verdade?”
“Verdade, Davi” ele me moveu devagar pro lado, porque eu estava pesando no seu corpo, mas mesmo assim, ele quis que eu continuasse com meu rosto no seu peito, e meu braço nele, o abraçando. “Eu amo seu irmão, mas é apenas como filho”
“Mas o senhor também me ama como seu filho”
“Davi, você e eu somos bem mais do que isso, e você sabe”
“Eu sei velhote, só estou provocando”
Pouco tempo depois, o papai disse que precisava mijar pra dormir, e a gente vestiu apenas o short e saímos da barraca juntos. Estava frio, mas não foi problema porque eu estava com papai, e ele era bem quente. Só sei que nos afastamos um pouco e mijamos num lugar ali próximo, foi quando eu percebi luzes na barraca dos meninos. Eles eram 6, e mesmo que tivesse 3 barracas, eu sabia que eles estavam todos em 1.
“Pai, vem comigo. Só faz silêncio”
“Querido, temos que dormir”
“Eu sei, vou só espiar o que os meninos estão fazendo” quando eu disse isso, o papai não respondeu e só deixou que eu levasse ele comigo segurando sua mão.
Fizemos o maior silêncio quando chegamos na barraca, só que acho que não precisava porque estava maior barulho lá dentro. Som de música, vozes altas, lanterna acessa, sombras de todos os 6 sentados, parecia estarem numa roda, e quando eu ouvir um deles desafiando outro a se beijar, e de língua, eu soube que o negócio estava divertido mesmo.
O papai olhou pra mim em sinal de não, e eu só sorrir porque eu não ia entrar, só vim saber o que era, e acho que vim cedo demais porque na minha imaginação, eles iam transar. Só sei que acabei voltando pra barraca com o papai, e após limpar os pés, a gente entrou, deitou, e nos beijamos mais um pouco antes de dormir.
[...]
Acordamos bem cedo, pra ser sincero, o sol mal tinha nascido quando papai me deu um beijo de bom dia.
“Quando o senhor vai voltar a me acordar com boquetes?” perguntei cansado, sorrindo brincalhão pra ele.
“Assim que chegarmos em casa. E também, você não acordou de pau duro hoje. Mas se quiser, o pai pode chupar. Os outros ainda não acordaram”
“O senhor faria isso por mim?”
“Claro meu amor, por você eu faria boquete até debaixo d’água”
Acabei sorrindo, e quando o papai desceu pra mamar no meu pau, que aos poucos ia ficando duro, a gente acabou ouvindo o zíper da barraca abrindo.
“Porra!” xinguei, já levantando o papai pra ficar do meu lado. Eu não sabia quem era, mas estava abrindo bem devagar. E assim que vi, era o... “Leo? O que está fazendo aqui?”
“Desculpa, de verdade. Eu atrapalhei alguma coisa?”
“Não, claro que não” o papai respondeu com um sorriso, antes de mim.
“É que os meninos estão todos dormindo, e achei que você estaria acordado, Davi” ele tentou não encarar muito o meu pai, porque ele assim como, estávamos nus debaixo dos lençóis. “Será que podemos conversar, Davi?”
“Só você e eu?”
“O tio Daniel pode vim também se quiser, mas...” ele hesitou, parecia que queria mesmo conversar comigo.
“A gente já levanta, Leonardo” papai disse “Só vamos vestir algo, e o Davi dá uma volta com você”
“Certo, vou esperar aqui fora”
Então ficamos sozinhos na barraca. Após nos vestirmos, comigo um pouco frustrado porque o papai não chupou meu pau, saímos da barraca, e escovamos os dentes ali do lado. Eu queria poder arrumar o cabelo, mas o papai me ajudou já que não tinha espelhos. E então fui até o Leo.
“Seu pai não vem?”
“Daqui a pouco. Ele disse que vai se alongar e fazer o shake de proteína matinal dele. Sabe? Pra manter aquele corpo super gostoso dele só pra mim” eu acabei rindo, porque o Leo riu primeiro. A gente caminhou um pouco em silêncio e eu seguir ele até o rio. Não entramos, mas ficamos ali, ouvindo o som da água e da natureza em plena manhã, com o sol ainda nascendo.
“Você provavelmente viu o que fizemos ontem, não foi?” ele começou com a voz um pouco triste.
“Desculpa ter levado o papai, mas só ouvimos música alta e vocês conversando numa roda. Nada mais”
“Relaxa, eu confio no tio Daniel. Mas é que, não foi por isso que queria conversar com você”
“E o que é?” perguntei vendo ele jogando alguma coisa na água, só pra perceber que ele parecia um pouco irritado.
“Levi beijou todos os garotos na boca ontem”
“O quê?! Tipo, beijo mesmo ou selinho?”
“Beijo mesmo, daqueles bem fundo”
“Porra mano, sinto muito...”
“Ele estava bêbado, claro, mas ainda doeu ver ele entrando na brincadeira dos meninos. Eu disse que não ia participar porque já estava namorando, mas depois que o Levi começou a beber, ele aceitou os desafios de beijo dos garotos. E acho que acabei dormindo mal por isso”
“E eu achando que o idiota era eu. Levi não fez mais nada não né?”
“Não. Quando o Lian tentou enfiar a língua, o Levi recuou e parou de beber, foi quando cada um resolveu ir pra sua barraca e ficamos sozinhos, com ele bêbado e cansado tentando dormir em cima de mim”
“E eu achando que ia rolar maior suruba entre vocês” segurei o riso, porque ele parecia mal.
“Mas eles transaram mesmo”
“Quem?!”
“Levi e eu não, mas eles se dividiram em pares, e foi quando ouvir som de sexo alto vindo das barracas” o Leo falou com um sorriso e eu acabei rindo.
“Mano, eu juro que quando o Levi acordar--" só que eu levei um susto quando braços fortes e suados me abraçaram por trás. “Pai! Não me assusta assim” falei virando o rosto pra ver ele descansando o queixo no meu ombro.
“Bom dia tio Daniel”
“Bom dia Leonardo. Você está bem?” o papai perguntou sem se importar de está suado me abraçando ali beira rio.
“Vou ficar, é só drama de jovem”
“Espero que meu filho não tenha feito nada”
“Eu não fiz nada, pai”
“Estou falando do Levi, bobinho” foi quando ele me beijou na bochecha e eu esquentei, porque o Leo estava vendo.
“Por que o senhor está todo suado, tio Daniel?” Leo não parecia mais triste quanto antes.
“Alongamento. Não posso começar o dia sem um bom exercício de manhã. Vocês deveriam tentar também”
“Quem sabe depois” Leo sorriu e eu só puxei o papai pra outro beijo breve.
O sol já estava iluminando tudo quando ouvimos o Levi se aproximando de longe vindo na nossa direção. Ele estava só de short curto, e eu não entendia como ele conseguia andar assim nesse frio de manhã.
“Bom dia papai” Levi beijou nosso pai na bochecha e depois acenou pra mim e foi direto pro Leo, que parecia um pouco mal ainda por ontem.
Papai e eu ouvimos eles cochichar alguma coisa, e depois que o Leo disse que estava tudo bem, eles se beijaram ali mesmo, e ficaram agarrados igual eu e o papai, só assistindo o rio se movimentar.
“Devíamos voltar?” Levi perguntou.
“Meu pai está vindo aí” o Leo falou, e pouco depois, o Leandro apareceu dando bom dia pra todos nós.
Foi um momento de silêncio, apenas assistindo a natureza e o som dela, o tio Leandro ofereceu café pra gente, mas só o Levi bebeu um pouco.
“Bem que a gente podia tirar uma foto, com a família reunida” Levi sugeriu.
“Cara, estou sem meu celular” falei.
“Eu também” Leo em seguida.
“O meu ficou na barraca” tio Leandro disse.
“Que porra” Levi xingou e o papai respondeu:
“Olha o linguajar, filho”
“Desculpa pai...”
“Mas eu estou com o celular aqui. E tem bastante bateria” o papai puxou o celular do bolso. “Achei que o Davi fosse precisar, então trouxe comigo”
“O senhor sempre preparado quando se trata de mim” falei rindo, e ele me beijou, só pra entregar o celular ao Leandro que puxou uma selfie com todos nós.
Foram algumas fotos, o Leandro na frente, com o Leo e Levi lado a lado, e o papai me abraçando por trás com um sorriso no meu ombro. Mas então eu peguei o papai de surpresa lhe beijando na boca, e o Leandro acabou que capturou uma foto nossa assim. No fim, foi a foto que eu mais gostei.
[...]
Pela tarde, estávamos voltando pro acampamento, de uma trilha que fizemos com os meninos, alguns sem camisa, apenas de mochila ou só carregando água. E eu logo atrás do Leo e do meu irmão Levi que estavam na frente. O Leo conhecia mesmo o lugar, ele já acampou antes, afinal, e foi nos levando pelo caminho de volta, enquanto eu sentia saudades do papai que ficou com os outros pais no acampamento.
“Olha, aquilo é uma cobra?!” um dos meninos falou com medo e todos nós viramos para o bicho.
“É um lagarto, gênio. Vem, estamos quase chegando” o Leo ignorou, e ainda segurando o Levi na mão, adiantou os passos.
Os meninos eram divertidos, mas éramos todos jovens, e dava pra sentir o tesão exalando deles o tempo todo. E pela proximidade, deu pra perceber que o Maciel acabou nem transando com o Lian noite passada, mas sim outro garoto que ele não parava de conversar a sós. Ao menos estavam se dando bem. Todos eles pareciam está andando em pares, exceto eu, que estava sozinho carregando a porra de uma mochila no ombro enquanto meu irmão parecia está se dando muito bem com seu namorado. Nem parece que beijou todos noite passada.
E mano, quando eu comecei a suar, já estava cansado, e deslizei um pouco a mochila no meu ombro enquanto tentava passar por um simples buraco que dava numa árvore. Só que não foi uma boa ideia, porque meu corpo cedeu e eu só escorreguei pro lado, caindo com o peso do meu corpo inteiro em cima do braço esquerdo.
Puta que pariu, a dor foi do caralho! E quando eles me levantaram, a dor no braço não parou. Eu estava fodido, e quase não ouvir os meninos falando alto, que só me ajudaram a chegar no acampamento que não demorou nem 5 minutos.
Porra, assim que o papai viu que eu estava machucado, ele saiu correndo, deixando cair algo que segurava só pra começar a perguntar aos meninos o que tinha acontecido. Eu não ouvir bem porque estava maior barulho, mas depois tudo começou a se acalmar porque improvisaram uns panos para imobilizar meu braço esquerdo, era especialidade do tio Leandro, afinal. E por não está me movimentando tanto, a dor foi diminuindo.
Mas claro que aquilo não deixou o papai feliz. Estava combinado de voltarmos de tardezinha, mas acabou que preparamos tudo para voltar pra casa, 15 minutos depois que eu machuquei o braço. Devia ser 14h30 eu acho, sei lá. E pouco mais de 20 minutos, arrumamos as coisas e cada um entrou no carro e pegamos estrada. O coitado do Leo ficou se sentindo culpado por ter dado a ideia de fazer uma trilha, mas não foi culpa dele, aquela maldita mochila estava pesada pra um caralho.
Na estrada, faltava pouco pra chegar em casa, só que eu percebi o papai desviando o caminho.
“Pai, nossa casa fica pra lá”
“Vamos ao hospital”
“Não, pai! Eu estou bem, quase não está doendo mais” eu tentei levantar o braço, mas porra, ainda doía.
Papai me ignorou e só continuou dirigindo. Ele parecia bem preocupado, e eu puto porque ia perder o resto do dia com ele sozinhos em casa pra ir pra porra de um médico.
[...]
Já era noite, quando chegamos em casa, o tio Leandro, Leo e Levi passaram a noite com a gente, enquanto jantamos em família. Eu estava ao lado do papai, claro, e ele não parava de me alimentar na frente dos outros, porque a porra do meu braço estava enfaixado. E foi vergonhoso porque eu percebia meu irmão segurando o riso toda vez que o papai levava a comida até minha boca.
“Pai, meu outro braço está bom, eu posso comer sozinho...” falei baixinho, mas ele ignorou.
Não foi nada grave, mas eu ia precisar ficar por uns 6 dias de braço enfaixado. Eu pensei que podia faltar a faculdade por isso, mas pra ser sincero, eu não queria ficar longe do papai no meio da semana.
Depois do jantar, fiquei na sala com os meninos enquanto nossos pais ficaram na cozinha.
“Levanta os pés, quero deitar” falei pro Levi que estava muito acomodado pra alguém que estava agarradinho com o namorado. Ele deu espaço e deitei, com uma perna por cima do sofá, e outra esticada no colo do Levi que estava recostado no Leo. “Será que pode pegar meu celular? Esqueci na cozinha”
“Eu não vou ser seu empregado. Levante você”
“Poxa, e se meu braço piorar?”
“Nem está tão ruim assim, nem sei porque você--"
“Para Levi. Eu mesmo pego o celular do Davi” o Leo se levantou, e pouco depois trouxe meu celular que agradeci, e ele voltou a sentar junto do Levi.
Eu tentei escrever com uma mão só, e demorou mais do que deveria. Eu mandei mensagem pro Pedro, só que ele não respondeu de imediato, então desliguei a tela. Depois o papai chegou, e eu dei espaço pra sentar comigo. O tio Leandro ficou no outro sofá, e assistimos alguma coisa enquanto ouvia eles conversando, só pra dá 21h45 e eles decidirem ir embora porque os meninos tinham que acordar cedo amanhã pra ir a faculdade.
Papai e eu fomos pra cama, e com cuidado ele me ajudou a deitar.
“Não foi nada grave, o senhor sabe, né?” mas ele não respondeu, só colocou uma almofada debaixo do meu braço esquerdo enfaixado. “Obrigado pai” mas ele não respondeu de novo, e só deitou comigo segurando minha mão direita com força enquanto assistíamos TV em silêncio. “O senhor quer conversar? Parece que está irritado com alguma coisa”
Ele demorou a responder, mas logo disse: “Eu não devia ter deixado você sozinho naquela trilha--"
“Não foi culpa do senhor, já falei que foi um pequeno acidente. Besteira, já passou, quase não dói mais... ai porra” xinguei baixinho, porque mano, quando eu mexia, doía.
“Davi, eu sei que normalmente sou eu que faço tudo o que você pede, mas por favor filho, não se afaste de mim novamente quando estivermos viajando. Não sei o que faria se algo pior acontecesse com você”
“Ei pai, nada aconteceu. Eu tô aqui, tô aqui com o senhor” beijei o papai na boca, pra ver se ele ficava mais tranquilo. “Mas eu prometo, não vou me afastar de novo”
“Certo, amor... obrigado” ele disse, e eu lhe beijei de novo, porque eu sabia que isso acalmava ele.
“Pai, o senhor pode faltar amanhã no trabalho?”
“Não, mas não se preocupe, eu já falei com o diretor, e você não precisa ficar na aula amanhã”
“Eu não vou ficar em casa--"
“E você não vai. Vai pra faculdade comigo, e me esperar na sala dos professores enquanto dou a aula pros seus colegas”
“Por que não posso assistir a aula junto?”
“Aquele seu colega Felipe, vive lhe puxando pra conversar, e conversando com você no meio da aula. Não quero que você piore”
“Pai” eu rir porque ele estava preocupado atoa. “Eu estou bem, é sério. E o Felipe não vai sair puxando meu braço, ele vai entender que estou com braço machucado”
“Mas eu não quero--"
“Pai, amanhã a gente conversa melhor sobre isso. Porque... eu estava pensando em outra coisa agora” beijei ele mais uma vez na boca, e o papai retribuiu, me beijando devagar. Minha mão direita estava segurando sua mão, e lentamente, enquanto ainda nos beijávamos, fui trazendo sua mão pra minha virilha por cima do short.
“Mmhm... D-Davi... agora não, você está machucado”
“Eu sei... por isso mesmo eu preciso que o senhor me ajude. Aqui, tá sentindo?” fiz o papai agarrar meu pênis crescendo no short, e ele apertou com cuidado. “Pai, pode apertar, é só meu braço esquerdo que está machucado” sorrir, vendo que ele estava realmente ansioso.
“Só vou fazer, porque não consigo dizer ‘não’ pro meu garoto” e me beijando uma última vez, ele puxou meu pênis do short, e começou a me masturbar devagar. “Assim está bom, querido?” e ele subiu e desceu a mão na minha rola dura e quente.
“Sim... assim mesmo...” eu fiquei olhando o papai enquanto ele masturbava minha pica. Ele era tão lindo, com uma mão firme e sua preocupação comigo me fez sentir especial, mas aos olhos do papai, eu sempre seria seu garoto, mesmo já tendo 21.
“Fala se eu estiver indo muito rápido”
“Está ótimo assim, pai... o senhor sabe como cuidar de mim... aah sim, isso...” minha piroca pulsava tanto, e o papai começou a massagear minhas bolas pesadas com a outra mão, e eu só aproveitando agradecendo bem no fundo por ter machucado o braço e ele ter que tomar conta de mim. “Ei pai... ahh”
“Sim filho... o que foi? Fala pro pai...” ele falou baixinho, sem parar de bater uma punheta pra mim.
“Deixa eu... aahh! Fazer pro senhor também...” eu tentei levar minha mão pra sua virilha, porque dava pra ver a rola do papai dura escondida no short.
“Não amor, você está machucado... deixa que papai cuida disso depois. Você é mais importante”
“Não, mas eu quero... minha mão direita está boa... aahh... por favor, pai” tentei mais uma vez agarrar seu pênis, e após hesitar, ele enfim cedeu.
“Tá, mas não se esforce demais” ele desceu seu short e mostrou sua pica dura latejando, que eu fiz questão de agarrar e começar a lhe punhetar gostoso. Não era maior que meu pau, mas ainda era grande e grosso, do jeito que eu gosto.
Eu ouvir o papai gemendo baixinho, e a gente juntou nossas testas, respirando pesado enquanto um masturbava o pênis do outro e o som erótico dos nossos paus deixava a gente mais duro. A TV já nem era problema, nenhum de nós prestava atenção além das nossas rolas latejando na mão do outro.
“P-Pai te ama tanto, Davi... aahh” ele me beijou, e percebi o papai usando o pré gozo que vazava pela minha pica, pra lubrificar meu pau, e acelerar a punheta.
“Eu sei, pai... aahh isso! Assim... estou quase lá!” eu masturbava ele, só que a sensação de ter a mão do papai descendo na minha rola foi tão gostosa, que quase esqueci de aumentar a velocidade na sua rola. Então com a outra mão livre, ele segurou minha mão que estava no seu pau, e aumentou a velocidade.
“Papai quer gozar junto de você, meu amor... ahh sim! Está tão gostoso, filho...” ele me incentivou a punhetar ele mais rápido, e quando vi o papai ofegando mais rápido, eu beijei ele na boca de língua.
“Mmhhm...”
“Mmmhh... mmmhhm...”
Ficamos nos beijando de língua pelo resto da punheta, e o tesão da língua do papai dentro da minha boca junto da sua mão na minha pica, foi demais! Ele estava tão duro também, com a piroca babando, e eu sabia que ele ia gozar, porque eu também estava...
“Mmmhhm-- p-pai! T-Tô gozando!”
“I-Isso Davi! G-Goza pro pai... aaahh! Isso! Isso! Eu vou-- nngggg-- mmmhhm!” o papai começou a gozar e me beijar na boca enquanto nossas rolas jorravam leite quente pro alto, e melava nosso corpo e rosto com porra pegajosa e bem quentinha.
Mano, foi tão gostoso, que quase esqueci que estava de braço esquerdo enfaixado. Só sei que após gozar, senti o papai me lambendo no rosto, como se tentasse me limpar do nosso leite quente de macho.
“O senhor p-parece... um cachorrinho, me lambendo assim” falei cansado ainda, porque o papai saiu do meu rosto e foi lamber meu pescoço.
“Você e seu papo de cachorro de novo” ele parecia bem ocupado lambendo a porra do meu corpo, e eu fiquei quente porque ele não precisava trazer aquele assunto de novo justamente agora.
“Pai... eu não gosto de cachorro, eu já disse...”
“Certo, certo...” ele pareceu ter me lambido bem, porque quase não sentia mais o sêmen pelo meu rosto, pescoço ou peito. “Pronto, tá limpinho. Só vou pegar um pano úmido, pra você não ficar tão grudento”
“Espera” segurei sua mão quando ele tentou sair da cama. “Antes de gozar, o senhor disse que me amava... e eu não disse que amava o senhor. Desculpa... mas eu te amo também, amo muito pai”
“Ei campeão, eu sei disso. Eu só falo que te amo com tanta frequência, porque além de ser verdade, eu adoro falar em voz alta” foi quando ele chegou e me beijou mais uma vez na boca, e eu sentir o gosto da nossa porra misturada na sua boca. “Te amo Davi. Agora fique aí que o papai volta já com um pano”
“Tá certo pai” respondi vendo sua bunda enorme por cima do short enquanto ele saia do quarto em busca de um pano úmido.
Eu comecei a pensar em como poderia surpreender o papai quando fosse pedir ele em noivado. Os anéis estavam bem guardados no fundo da gaveta, e eu pensei se não fosse uma boa ideia esperar seu aniversário chegar, pra poder colocar o anel no seu dedo. Porque o aniversário de 43 anos do papai estava realmente próximo e eu acho que teria que planejar algo com o Levi, porque ele era melhor nisso de festa do que eu.
Quem sabe até lá eu pense em como pedir o papai em noivado de um jeito romântico que ele mereça.
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