Desejos materno 4 continuação & 5
Eu estava sozinha na sala, com a camisola colada no corpo suado. Os pensamentos vinham sujos, insistentes, e eu não conseguia mais fingir que não. Lembrava do meu filho. Daquele corpo grande, daquelas mãos, daquele cheiro. Meus dedos já estavam enfiados fundo na buceta molhada, abrindo os lábios, esfregando o clitóris com pressa. Os mamilos duros roçavam no tecido fino e eu gemia baixo, sem vergonha nenhuma. Queria gozar pensando nele. Queria gozar por ele.
Mas o peso do “errado” ainda me apertava a garganta. Parei de uma vez, tirei a mão melada e fui até a cozinha beber água, tentando acalmar o corpo quente e tremente. A geladeira iluminou o ambiente por um segundo. Quando fechei a porta, a escuridão voltou completa.
Ouvi os passos descendo a escada.
Meu coração disparou. Fui até a entrada da cozinha e, quando meus olhos se acostumaram, vi. Lucas. Sentado no sofá, pernas bem abertas, a mão dentro do short, punhetano o pau com força. O volume era absurdo. Ele masturbava sem pressa, a cabeça jogada para trás, gemendo baixinho.
Eu deveria ter voltado. Deveria ter subido. Em vez disso, minha mão já descia de novo pela barriga e enfiava dois dedos na buceta, em pé, na escuridão, olhando ele se tocar. Eu mesma tinha colocado aquilo na minha cabeça. Eu mesma tinha alimentado esse desejo. Então não tinha mais volta.
Caminhei devagar até o sofá. Ele só percebeu quando sentei na outra ponta. Parou o movimento e me olhou. Sem dizer uma palavra, eu me virei de frente para ele, abri as pernas bem devagar e puxei a camisola para cima. Mostrei a buceta aberta, melada, e comecei a me tocar bem na frente dele. Lenta. Suja. Deixando ele ver tudo.
Lucas voltou a bater uma, agora mais forte. Eu desci a alça da camisola e soltei os peitos. Os mamilos duros apontavam para ele. Foi aí que ele puxou o pau para fora do short.
Grosso. Duro. As veias saltadas. A cabeça inchada e molhada de pré-gozo. Eu engoli seco. A boca encheu d’água na hora. Ele não tinha puxado o pai. Tinha puxado de outro lugar da família. E agora estava ali, a poucos centímetros de mim, latejando.
Ficamos nos masturbando um para o outro, sem falar. Só o barulho molhado das mãos, da respiração ofegante, do meu gemido quando gozei. Meu corpo tremeu todo, a buceta apertando os dedos, o gozo escorrendo pela coxa. Eu abri os olhos e ele ainda estava duro, batendo forte, olhando fixo para a minha buceta escorrendo.
Não ia deixar ele na mão.
Me aproximei. Ele acelerou o ritmo. Quando ele olhou para cima, eu segurei a cabeça do pau dele com firmeza. Ele me encarou, surpreso. Eu só sorri e comecei a punhetar. A outra mão desceu até a base, apertando as bolas, e eu masturbei com força, sujo, rápido, exatamente do jeito que eu sabia que ele precisava.
Ele se jogou para trás no sofá, gemendo baixo, as pernas tremendo. Eu olhava para baixo, vendo aquele pau grosso latejar na minha mão, esperando o leite sair. Quando ele endureceu ainda mais, eu apertei a cabeça e ele gozou. Forte. Gozou muito. Jatos quentes e grossos espirraram na minha mão, na minha perna, pingaram nos meus peitos. Eu não parei. Continuei batendo até ele se contorcer e gemer alto:
— Hummmmm, porra…
Só então soltei. O pau ainda estava semi-duro, quente, coberto de porra. Eu queria tanto colocar na boca. Queria lamber tudo, engolir o resto, deixar limpinho. Mas segurei. Peguei o edredom, limpei a gozada dele e a minha, arrumei a camisola e me levantei.
Ele ainda tentava recuperar o fôlego. Eu me inclinei, beijei a testa dele e murmurei:
— Boa noite.
Subi para o quarto, fui direto para o chuveiro. A água quente escorrendo pelo corpo não tirou o cheiro dele da minha mão.
Deitei na cama e os pensamentos vieram todos de uma vez: arrependimento, tesão, vergonha… e a pergunta que não saía da cabeça.
Quando a gente ia fazer de novo.
E dessa vez, eu não ia só tocar.
Parte 5
Na manhã seguinte acordei com aquele corpo mole, a buceta ainda latejando lembrança da noite. João se arrumava para o trabalho. Eu fiquei deitada, de propósito, esperando ele sair do banheiro. Quando veio me dar bom dia, dei só um selinho. Ele sorriu. Eu o puxei pela nuca e enfiei a língua fundo, beijando molhado, sujo, deixando ele sentir o gosto da minha boca ainda quente de sono e desejo.
Ele sorriu de canto, aquele sorrisinho maroto:
— Acordou animadinha, hein?
Só respondi com um olhar. Ele perguntou se eu ia levantar. Falei que estava com preguiça. Mentira. Eu ainda não estava preparada psicologicamente para encarar Lucas. Então, sem dizer mais nada, levantei o edredom devagar e mostrei que estava sem calcinha. A buceta ainda um pouco inchada, os lábios inchados de tanto se tocar na noite anterior.
João lambeu o lábio.
— Delícia… eu tenho é sorte de ter você.
— Tem mesmo? — perguntei, abrindo um pouco mais as pernas.
— Sim, safada.
Perguntei se Lucas já tinha levantado. Ele disse que sim, mas que deu trabalho. Parecia exausto.
Na hora pensei: também, do jeito que gozou na minha mão ontem… aquele jato quente escorrendo pela minha perna ainda estava vivo na minha memória.
João anunciou que ia tomar café e mandar o menino se adiantar. Ele levava Lucas para o colégio. Eu fiquei na cama, ouvindo os barulhos da casa, o coração batendo mais forte até ter certeza de que os dois tinham saído.
Só então levantei.
Durante a manhã inteira os pensamentos não me deram trégua. Toda vez que passava pela sala, a imagem vinha: Lucas no sofá, pernas abertas, o pau grosso latejando na minha mão, o gemido baixo quando gozou em mim. Eu me sentia suja. E ao mesmo tempo molhada de novo só de lembrar. Como eu tive coragem de fazer aquilo com meu próprio filho? E por que, caralho, eu queria tanto repetir?
Por volta das onze João mandou mensagem: ele e Lucas não viriam almoçar. Iam comer juntos. Normal. Segundas Lucas tinha aula até mais tarde, voltava por volta das quinze e meia. Depois do almoço acabei cochilando. O despertador me acordou meia hora antes da academia.
Levantei, me arrumei. A ansiedade veio forte: e se Lucas já estivesse em casa? Saí do quarto e passei pelo dele. Vazio. Desci. Sala vazia também. Alívio… e uma pontada de decepção que me envergonhou.
Mandei mensagem para João perguntando do menino. Ele não sabia. Fiquei preocupada de verdade. Respirei fundo e mandei para Lucas. Três minutos depois a resposta veio: estava na casa do Marcelo.
Alívio. Não falei mais nada e fui para a academia do condomínio.
Lá, enquanto suava, a cabeça não parava. E se Marcelo deixasse escapar alguma coisa daquela noite em que dormiu aqui? E se Lucas soubesse que outra pessoa tinha visto a mãe dele se tocando? Decidi racionalizar: Marcelo não ia falar. Tinha motivos demais para ficar quieto. E eu já tinha me prometido: nunca mais faria nada com Marcelo em casa. Era me arriscar demais. Lucas não ia gostar de saber que tinha outro, além do pai e dele, usando a mãe.
Quando voltei, Lucas estava na cozinha.
Subi rápido. Não queria ficar a sós com ele ainda. A vergonha ainda queimava… mas o tesão queimava mais. Fiquei trancada no quarto até João chegar. Ele veio direto para o banho. Desci junto com ele. Lucas estava na sala jogando. Nossos olhares se cruzaram por um segundo. Eu desviei e fui esquentar a janta.
Durante o jantar tudo foi normal. Conversa de família. Depois eu e João ficamos no sofá. Lucas subiu para o quarto.
Mais tarde subi para tomar banho. A porta do quarto dele estava entreaberta. Não resisti. Aproximei devagar e olhei.
Ele estava sentado na frente do computador, a mão dentro do short, apertando o pau com força. Na tela, uma foto minha de biquíni, abraçada no João. Eu de costas para a câmera, a bunda em destaque, o biquíni enfiado no meu rabo.
Aquele pau sendo esfregado enquanto ele olhava a minha bunda fez meu clitóris latejar na hora. Os pensamentos sujos voltaram todos de uma vez. Queria entrar. Queria me ajoelhar. Queria chupar aquele pau até ele gozar na minha garganta.
Saí dali tremendo e fui pro banheiro.
No chuveiro a cabeça era um caos. Raspei as axilas. Depois, sem pensar direito, passei a lâmina pela virilha. Quando terminei, decidi de uma vez: acabava com o corte de moicano. João gostava, eu gostava de agradar… mas agora eu queria outra coisa. Queria ficar completamente lisa. Queria que, se Lucas viesse a me ver de novo, não tivesse nem um fiozinho para esconder.
Fui raspando devagar. Cada passagem da lâmina na pele sensível me deixava mais molhada. Quando a buceta ficou totalmente sem pelos, lisa, macia, eu já estava pingando. Tive que parar e respirar fundo para não enfiar os dedos de novo.
Saí do banho, coloquei uma camisola diferente — a da noite anterior estava lavando. Essa era fofa, estampa de ursinho, mas bem justa e decotada, marcando os peitos e a bunda. Abri a gaveta de calcinha e fiquei parada. Colocar ou não?
Pensei muito. Muito mesmo.
No fim coloquei. Preta, pequena, quase um fio dental. Antes de sair peguei a roupa suja para levar até a área de serviço.
A porta do quarto de Lucas ainda estava entreaberta. Não me contive. Olhei de novo.
Agora ele estava deitado na cama, celular na mão, acordado. Uma das mãos desceu e começou a apertar o pau por cima do short. O volume era óbvio. Ele ainda não tinha gozado.
Aquele movimento lento, sujo, me deixou com água na boca.
Foi aí que a ideia veio.
Peguei a calcinha que eu tinha usado o dia inteiro — ainda quente, com o cheiro da minha buceta — e deixei na maçaneta da porta.
Saí sem fazer barulho, coloquei a roupa suja na área e fui direto para o sofá, sentar ao lado de João, como se nada tivesse acontecido.
Mas dentro de mim tudo estava acontecendo.
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