#Corno #Grupal

6 Machos me fodem de todo jeito NO BREJO.

2.7k palavras | 0 | 5.00 | 👁️
Ksada GANG

Oi, gente.

Eu nem sei direito por onde começar a contar esse dia, porque, sinceramente, aconteceu tanta coisa que, se eu contar tudo de uma vez, talvez vocês nem acreditem.

Mas vou tentar.

Tudo começou ainda no hotel, em Brejo da Madre de Deus.

Eu estava viajando com meu marido e seis amigos. Éramos oito adultos juntos, hospedados no mesmo lugar, e desde a chegada já existia aquela atmosfera de brincadeira, intimidade e provocação que acontece quando você passa alguns dias viajando com pessoas que conhece bem. Tudo registrado em https://bit.ly/4dNruEJ para você ver e baixar.

A gente ria de tudo.

Falava besteira.

Fazia piada.

E eu, como sempre, gostava de provocar.

Naquela manhã, o calor estava absurdo. Daqueles dias em que você acorda e já sente que vai passar o dia inteiro procurando sombra, água e qualquer lugar onde possa tirar um pouco da roupa.

Só que eu tinha outros planos.

Eu queria aproveitar o passeio para fazer fotos.

E não eram fotos comportadas.

Eu já tinha escolhido um short curtinho, uma blusinha e estava decidida a não colocar nada por baixo do short.

Meu marido sabia.

Os seis amigos sabiam.

E eu sabia que eles sabiam.

Era justamente isso que tornava tudo mais divertido.

Quando saímos do hotel, eu já estava me sentindo provocante. Caminhei até o carro rindo, olhando para trás de vez em quando, só para ver quem estava prestando atenção.

E estavam todos.

Eu percebia.

Um deles fazia uma piada.

Outro fingia que não estava olhando.

Outro ria.

Meu marido simplesmente pegava a câmera e continuava filmando.

Era quase como se ele já soubesse que aquele passeio renderia material para o nosso conteúdo.

E renderia.

Muito.

---

Chegamos ao lugar e o cenário era maravilhoso.

Pedras enormes, céu aberto, aquele calor do interior e uma paisagem que parecia ter sido feita para fotografias.

Eu comecei a caminhar na frente.

Os seis amigos vinham atrás.

Meu marido estava com a câmera.

Eu virei para eles e falei:

— Gente, vocês vieram mesmo?

Um deles respondeu:

— Você chamou.

Eu comecei a rir.

— Eu chamei para passear, seus safados.

Eles riram.

E eu sabia que ninguém estava pensando apenas no passeio.

Aquele era o tipo de situação em que todo mundo sabia o que estava acontecendo, mas ninguém dizia diretamente.

Eu fui até uma parte mais afastada das pedras e comecei a posar.

Primeiro uma foto normal.

Depois outra.

Depois virei de costas.

Meu marido pediu para eu ficar um pouco mais para a esquerda.

Eu obedeci.

Olhei para ele e perguntei:

— Assim?

Ele respondeu que sim.

Mas eu sabia que não era apenas ele que estava olhando.

Os seis também estavam.

E aquilo começou a mexer comigo.

Eu gosto de ser observada.

Gosto daquela sensação de saber que alguém está olhando e tentando disfarçar.

Naquele dia, então, com seis amigos por perto e meu marido filmando tudo, aquela sensação estava muito mais forte.

Eu comecei a brincar com a câmera.

— Vocês estão vendo isso, né?

Aproximei-me um pouco.

— Depois não digam que eu não avisei.

Comecei a rir.

Eu estava muito excitada com a situação, e quanto mais eu percebia os olhares, mais eu queria provocar.

Foi quando encontrei um lugar perfeito para uma fotografia.

Uma formação de pedra próxima de uma pequena área de água.

O cenário era lindo.

Eu me abaixei.

Olhei para trás.

E sorri.

Meu marido continuava filmando.

Um dos amigos soltou uma risada.

Eu perguntei:

— Que foi?

Ele respondeu:

— Nada.

— Nada?

— Nada.

— Sei.

Comecei a rir novamente.

Eu sabia exatamente o que aquele "nada" significava.

---

O passeio continuou.

Fomos a vários lugares.

Fizemos muitas fotos.

E, a cada parada, eu ficava mais à vontade.

O calor fazia meu corpo ficar suado, e isso só aumentava aquela sensação de estar fazendo alguma coisa proibida.

Em determinado momento, um dos amigos comentou sobre o calor.

Outro brincou comigo.

Eu virei e perguntei:

— Vocês gostam mesmo de me ver assim?

Ninguém respondeu imediatamente.

Foi aquele silêncio que responde mais do que qualquer palavra.

Eu olhei para meu marido.

Ele estava sorrindo atrás da câmera.

— E você? — perguntei.

Ele apenas continuou filmando.

Aquilo me deixou ainda mais excitada.

Porque ele sabia.

Ele sabia que eu estava provocando.

Sabia que os amigos estavam olhando.

E continuava ali, registrando tudo.

Era como se aquela câmera tivesse virado uma espécie de testemunha daquele dia.

E eu comecei a pensar no que faria depois com aquelas imagens.

Eu já imaginava publicando algumas fotos.

Imaginava os comentários.

Imaginava as pessoas no meu Telegram VIP vendo aquilo.

E essa ideia me deixava completamente fora de mim.

Peguei meu celular.

Abri o Telegram.

Comecei a escrever.

*"Gente, vocês não têm ideia de onde eu estou..."*

Parei.

Apaguei.

Escrevi novamente.

*"Estou no Brejo da Madre de Deus com meu marido e seis amigos..."*

Parei outra vez.

Olhei para eles.

Comecei a rir.

Não enviei.

Ainda.

Eu queria esperar.

Queria ter mais coisa para contar.

---

Em uma das paradas, comecei a falar diretamente com quem acompanhava meu conteúdo.

Eu segurava o celular na mão e dizia:

— Gente, eu estou aqui no Brejo da Madre de Deus e vocês não fazem ideia do tesão que eu estou sentindo.

Eu ria enquanto falava.

— Eu estou com meu marido e seis amigos. Todo mundo aqui. E eles ficam me olhando desse jeito...

Olhei para trás.

Um deles estava rindo.

— Olha isso.

Virei a câmera rapidamente.

— Vocês estão vendo?

Eles começaram a reclamar.

— Não filma a gente!

Eu ri.

— Agora estão com vergonha?

Foi uma bagunça.

Todo mundo rindo.

Eu provocando.

Meu marido filmando.

E aquela sensação de que, a qualquer momento, alguém poderia fazer alguma coisa que mudasse completamente o rumo daquele passeio.

Foi nesse momento que comecei a perceber que minha vontade estava crescendo.

Eu estava quente.

Suada.

Excitada.

E cada brincadeira fazia minha cabeça viajar mais longe.

Eu comecei a falar coisas que talvez nem devesse estar falando diante deles.

Mas não conseguia parar.

Era como se o lugar tivesse me deixado sem vergonha.

Ou talvez fosse simplesmente o fato de eu saber que meu marido estava ali.

Que ele conhecia meu jeito.

Que ele sabia exatamente do que eu gostava.

E que, mesmo assim, continuava permitindo que eu brincasse com os seis amigos.

---

Em determinado momento, fiquei sozinha com um deles por alguns minutos enquanto os outros se afastaram.

Foi rápido.

Mas suficiente para mudar completamente o clima.

Ele olhou para mim.

Eu olhei para ele.

Ninguém disse nada.

Depois ele perguntou:

— Você está fazendo isso de propósito?

Eu sorri.

— Fazendo o quê?

— Provocando todo mundo.

Eu comecei a rir.

— Talvez.

Ele também riu.

— Seu marido sabe?

Olhei para onde meu marido estava.

— Ele está filmando tudo.

Nós dois começamos a rir.

E aquele momento, que poderia ter terminado ali, ficou na minha cabeça pelo resto do dia.

Porque eu sabia que aquilo não era apenas uma brincadeira.

Havia uma tensão ali.

Uma tensão que todos estavam percebendo.

---

Voltamos a caminhar.

O sol estava forte.

Eu sentia o suor escorrendo pelo corpo.

Meu short estava cada vez mais desconfortável.

E eu continuava sem nada por baixo.

Eu sabia disso.

Eles sabiam.

Meu marido sabia.

Era quase impossível não pensar nisso.

Em determinado momento, eu parei.

Olhei para a câmera.

E falei:

— Gente, eu vou contar uma coisa para vocês.

Fiz uma pausa.

— Eu saí do hotel hoje sem nada por baixo.

Comecei a rir.

— E esses seis sabem.

Olhei para eles.

— Sabem, não sabem?

Eles começaram a rir.

Um deles respondeu:

— Você quer que a gente responda?

— Quero.

— Então sim.

Eu comecei a gargalhar.

A situação estava ficando cada vez mais absurda.

E, ao mesmo tempo, eu estava adorando.

---

Foi nessa hora que comecei a pensar no meu marido.

Ele estava sempre um pouco atrás.

Filmando.

Observando.

Sem interferir.

E isso fazia parte do que me excitava.

Eu olhava para ele e imaginava o que ele estava pensando.

Será que estava com ciúmes?

Será que estava gostando?

Será que estava simplesmente esperando para ver até onde eu iria?

Eu não sabia.

Então perguntei:

— Amor, você está gostando?

Ele respondeu:

— Estou.

Foi uma resposta simples.

Mas aquilo foi suficiente.

Eu sorri.

E continuei.

---

A tarde foi passando.

Paramos em vários lugares.

Tiramos dezenas de fotos.

Algumas comportadas.

Outras nem tanto.

Em algumas eu aparecia sorrindo.

Em outras, olhando diretamente para a câmera.

E havia aquelas em que eu fazia questão de provocar.

Eu sabia que seriam as favoritas dos meus seguidores.

Mas o que ninguém veria nas fotos era o que estava acontecendo por trás delas.

Os olhares.

As brincadeiras.

As conversas.

A tensão.

Aquele jogo silencioso entre mim, meu marido e os seis amigos.

E, principalmente, aquilo que ainda estava para acontecer.

---

Quando voltamos para o hotel, já era mais tarde.

Eu estava cansada.

Suada.

Mas não estava satisfeita.

Na verdade, estava ainda mais excitada do que quando saímos.

Entramos no quarto.

Tomei um banho.

Troquei de roupa.

E imediatamente peguei o celular.

Eu precisava contar alguma coisa para quem estava no meu Telegram VIP.

Comecei a gravar um áudio.

— Gente, vocês não fazem ideia do que foi esse dia.

Parei.

Respirei.

Comecei novamente.

— Eu saí com meu marido e seis amigos. E eu fiz cada coisa...

Comecei a rir.

— Mas ainda não vou contar tudo.

Essa era a parte que eu gostava.

Guardar alguma coisa.

Deixar as pessoas curiosas.

Fazer com que quisessem saber o que tinha acontecido depois.

Eu podia simplesmente contar tudo.

Mas não queria.

Eu queria que esperassem.

Que imaginassem.

Que perguntassem.

Porque eu sabia que ainda havia muita coisa para contar.

---

Naquela noite, ficamos todos reunidos.

O assunto inevitavelmente voltou para o passeio.

As fotos.

Os vídeos.

As brincadeiras.

Eu comecei a mostrar algumas imagens.

Todo mundo ria.

Até que apareceu uma das fotos mais provocantes.

Ficou aquele silêncio.

Eu olhei para os seis.

Depois para meu marido.

E falei:

— Essa aqui eu não vou publicar.

Um deles perguntou:

— Por quê?

Eu respondi:

— Porque essa é só nossa.

Ele riu.

— Tem certeza?

Eu olhei para ele.

— Talvez.

Meu marido continuava quieto.

Eu sabia que ele estava gostando daquela situação.

E foi aí que percebi que aquela viagem tinha criado alguma coisa entre nós oito.

Uma intimidade diferente.

Uma cumplicidade.

Uma história que só nós conhecíamos completamente.

E talvez fosse justamente por isso que eu queria contar.

---

Mais tarde, quando fiquei sozinha por alguns minutos, abri novamente o Telegram.

Comecei a escrever:

*"Gente, eu estou online."*

Apaguei.

Escrevi:

*"Vocês não imaginam o que aconteceu depois que voltamos para o hotel."*

Parei.

Sorri.

Dessa vez, não apaguei.

Enviei.

Em poucos minutos começaram a chegar mensagens.

*"Conta!"*

*"O que aconteceu?"*

*"Cadê as fotos?"*

*"Você estava com os seis mesmo?"*

Eu lia e ria.

Eles queriam saber.

Mas eu não entregaria tudo.

Ainda não.

Respondi apenas:

*"Calma. Eu vou contar."*

E desliguei o celular.

---

No dia seguinte, quando acordei, ainda estava pensando naquilo.

No passeio.

Nas fotos.

Nos seis amigos.

No meu marido.

E naquela sensação que eu tinha tido desde o momento em que saímos do hotel.

Peguei o celular novamente.

Olhei para as fotos.

Uma por uma.

E percebi que havia uma história escondida em cada imagem.

Aquela foto mostrava apenas uma mulher em um cenário bonito.

Aquela outra mostrava um passeio.

Outra mostrava um grupo de amigos.

Mas ninguém que olhasse aquelas imagens saberia o que realmente estava acontecendo por trás das câmeras.

Ninguém saberia o que eu estava pensando.

Ninguém saberia o que eu tinha provocado.

Ninguém saberia das conversas.

Dos olhares.

Das brincadeiras.

E ninguém saberia o que aconteceu quando as câmeras foram desligadas.

A não ser que eu contasse.

E eu queria contar.

Só que do meu jeito.

Aos poucos.

Primeiro, eu queria mostrar as fotos.

Depois, contar como saímos do hotel.

Depois, explicar como os seis começaram a me provocar.

Depois, contar o que aconteceu durante o passeio.

E, finalmente, chegar naquela parte que eu ainda tinha dificuldade até de colocar em palavras.

Porque foi ali que aquele passeio deixou de ser apenas uma viagem.

Virou uma lembrança.

Uma daquelas lembranças que ficam na cabeça durante muito tempo.

---

Peguei o celular e comecei a gravar novamente.

— Gente...

Parei.

Comecei a rir.

— Eu não sei nem como contar isso.

Respirei fundo.

— Mas vocês pediram.

Olhei para a primeira foto.

— Então vamos começar pelo hotel.

E foi assim que eu comecei a contar.

Contei que nós oito saímos juntos.

Contei das brincadeiras.

Contei das provocações.

Contei do calor.

Contei das fotos.

Contei de como eu estava vestida.

Contei que não havia nada por baixo do short.

Contei dos olhares.

Contei do meu marido atrás da câmera.

Contei das coisas que eu falei.

Contei de como fui ficando cada vez mais excitada.

E parei justamente quando cheguei à parte mais importante.

Porque aquela parte eu queria contar em outro áudio.

Em outro momento.

Com calma.

Eu queria deixar todo mundo esperando.

Queria que ficassem imaginando.

Queria que perguntassem.

E, principalmente, queria que soubessem que aquilo que tinham visto nas fotos era apenas uma pequena parte da história.

Então terminei a gravação dizendo:

— Gente, eu vou parar por aqui porque, se eu contar o resto agora, vocês vão achar que eu estou inventando. Mas eu tenho as fotos, tenho os vídeos e tenho muita coisa para contar. E aquele dia no Brejo da Madre de Deus não terminou quando a gente voltou do passeio.

Parei.

Olhei para o celular.

Sorri.

E acrescentei:

— Na verdade... foi justamente quando voltamos para o hotel que a história ficou realmente interessante.

Desliguei.

E deixei o resto para depois.

Porque algumas histórias são melhores quando a gente não conta tudo de uma vez.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos