#Incesto #Teen #Voyeur

Desejos materno 4

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Maquik

Ao acordar me sentia leve. João já tinha levantado. Fiquei deitada um tempo pensando na loucura da noite anterior. Não me arrependia. O único arrependimento era não ter sentido o pau do Marcelo dentro de mim. Mas com o Lucas no mesmo quarto, aquilo já tinha sido o máximo possível. E tinha sido bom pra caralho. Eu queria mais daquela adrenalina.
Levantei, tomei banho, vesti um shortinho e uma blusa e desci. Na cozinha, João tomava café. Perguntei se os meninos já tinham acordado. Ele disse que não. Sentei com ele. Logo Lucas apareceu, e logo depois o Marcelo. Os dois deram bom dia e se sentaram como se nada tivesse acontecido. Marcelo agiu normalmente. Eu fiz o mesmo.
Lavei a louça enquanto os três foram pra sala. Queria pelo menos mais um momento rápido com ele, mas não deu. Quarenta minutos depois os pais dele vieram buscar. Fiquei só com as lembranças até a próxima vez.
A manhã de domingo passou tranquila. No final da tarde, João me chamou pra assistir um filme. Aceitei. Antes tomei banho e vesti uma camisola nova que tinha comprado: curta, leve, quase transparente. Quando cheguei na sala, ele já tinha arrumado tudo: pipoca, salgadinhos, edredom. Adoro quando ele faz isso.
Sentei do lado dele e perguntei pelo Lucas.
— Ele não quis assistir.
João deu play. Uns quinze minutos depois, Lucas desceu as escadas. Sem camisa, de short de jogar bola. Meu filho estava crescendo. O corpo já bem desenvolvido pra idade dele: peito marcado, ombros largos, aquela linha da virilha sumindo dentro do short.
Quando ele passou pela sala, chamei:
— Vem assistir com a gente.
Ele respondeu que não estava afim e foi pra cozinha. Mandei João dar pause e fui atrás. A intenção era só convencer.
Quando cheguei, Lucas estava agachado pegando alguma coisa no armário de baixo. O short subiu. Pelo lado de dentro, vi a cabeça do pau dele. Grossa, rosada, parcialmente à mostra. Um calafrio me percorreu inteira. Como um garoto de 15 anos já tinha algo tão desenvolvido?
Respirei fundo e falei:
— Filho, assiste com a gente.
Ele virou o rosto. O olhar dele me percorreu de baixo pra cima, devagar, como se fosse a primeira vez que me via daquele jeito. Quando chegou nos meus olhos, ficou desconcertado.
— Tô com fome — respondeu, completamente fora de contexto.
Notei o desconforto e completei:
— Seu pai separou salgadinhos e pipoca. Você adora.
Ele se levantou.
— Vou pegar um energético e vou.
Fiquei feliz. Dei um abraço nele, sentindo o corpo quente contra o meu, e voltei pra sala. Me cobri com o edredom. Logo ele chegou. João brincou:
— A mamaezinha convenceu o filhinho.
Lucas riu e sentou do meu lado, um pouco afastado. Passei o balde de pipoca pra ele.
Enquanto o filme rodava, eu fingia prestar atenção. Na verdade, só conseguia pensar no que tinha visto na cozinha. Aquele pau mole já parecia maior que o do Marcelo. Imagina duro. Tentei afastar o pensamento várias vezes. Quanto mais tentava, mais ele voltava. De vez em quando olhava de canto, esperando que o balde se mexesse e mostrasse de novo.
Comecei a comer pipoca junto com ele. Esticava a mão no balde sem virar o rosto. Até que algumas pipocas caíram perto de mim. Lucas se inclinou pra pegar.
Não sei o que me deu. Puxei o edredom um pouco pra cima, deixando a perna e parte da bunda descobertas. A camisola curta subiu junto. Dei pra ele ver.
Olhei pra ele com um sorriso leve.
Ele sorriu de volta.
Não desci o edredom. Fiquei naquela posição, meio de lado, oferecendo a visão. Meu coração acelerou. Estar ali, com o João do outro lado e meu próprio filho me olhando daquele jeito, me deixou molhada na hora. Coloquei a cabeça no peito do João e me ajeitei ainda mais de lado pra Lucas. Olhava discretamente. Ele continuava me olhando.
O calor só aumentava. Lucas pediu pra dar pause e foi pra cozinha. João perguntou se eu estava gostando ou dormindo. Respondi que estava achando interessante. Ele nem notou que meu rabo estava descoberto.
Quando Lucas voltou, notei o volume balançando dentro do short. Queria provocar mais. Assim que ele sentou, disse que ia no banheiro. João reclamou, mas ignorei.
No banheiro, pensei rápido. Tirei a calcinha — já estava úmida — e escondi no armário. Voltei, sentei na mesma posição e me cobri de novo. Esperei uns três minutos. Depois, aos poucos, fui puxando o edredom até deixar parte da minha buceta à mostra. Sem calcinha. Os lábios visíveis.
A vontade de me tocar na frente dele era enorme, mas me contive. E foi bom que me contive, porque na primeira olhada que dei pra Lucas depois de voltar, vi o pau dele pelo lado do short. Ele tinha a mão por cima, fazendo movimentos lentos pra frente e pra trás. A cabeça avermelhada, grossa, parecendo um cogumelo, aparecia a cada movimento. Dava pra ver o tamanho e a grossura.
Mordi o lábio. Alternava o olhar entre a tela e o pau do meu filho. Ele era tão safado quanto eu. Estava se tocando ali, sabendo que eu via.
Como tudo que é bom dura pouco, perto do final do filme Lucas disse que não ia mais assistir. Entendi na hora. Ele estava perto de gozar. Se continuasse, o pai podia notar o estado dele. João falou alguma coisa que eu nem prestei atenção. Lucas saiu.
Fiquei até o fim. Depois João foi deitar. Eu permaneci na sala, deitada sob o edredom. Finalmente enfiei a mão entre as pernas e senti o quanto estava encharcada.
Mas a noite ainda não tinha terminado…

Comentários (1)

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  • Vidanacabana-: Agora eu gostei,em vez de ela seduzir somente o Marcelo tava torcendo pra ela fazer sacanagens com o Lucas. A mãe tem que ensinar o filho como deve meter,pra ele saber como transar com as meninas lá fora

    Responder↴ • uid:1cotwzr3nm2u