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Filho mimado: Boquete na faculdade com meu pai professor! Pt. 2 e 3

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GarotosDosPapais72

Sexo gostoso mesmo é quando seu pai engole todo seu leite quente da pica. Parte 2 e 3

[Cap. 2 de 10]

Eu estava deitado na cama, quando fui acordando devagar, sentindo algo quente passando no meu corpo. Antes de perceber o que estava acontecendo, eu lembro de ter sonhado com algum cara me chupando, só para acordar e perceber que tinha realmente alguém mamando na minha pica.
“P-Pai?”
“Mmhm... v-você acordou, querido” papai estava chupando minha rola com vontade, da ponta até a base, subindo e descendo me dando um boquete gostoso em plena manhã.
“Eu devia saber... ahh... não para, pai” puta merda, eu nem sei porquê eu ainda me surpreendo com isso, já que o papai quase toda manhã me acorda desse jeito. Ele diz que é porque eu sempre fico de pau duro dormindo, e como meu pai, ele precisa aliviar meu tesão. Mas eu acho que as vezes ele só gosta de pagar boquete, independente de eu estar tendo um sonho erótico ou não.
“Mmhm... mmhhm... mhhmm...”
“Aahh... isso, pai... m-mais fundo-- aahh!”
Papai me chupava com muita força, enfiando minha rola dura inteira na garganta e me deixando todo babado com a piroca quente e apertando abaixo da sua garganta. Puta merda, mano, eu amava ser mimado pelo meu pai, mesmo que eu já tivesse 21, pra ele eu sempre seria seu garoto.
Foi quando meu alarme tocou, e faltava 1h pra chegar na faculdade. Mas foda-se, eu desliguei o alarme e aproveitei o boquete matinal do papai. Ele como sempre nunca desviava os olhos de mim, e eu passei a assistir o papai me mamando como se fosse um vídeo pornô, só que real, real pra caralho.
“O senhor fica lindo... aahh... chupando assim”
“Mmhhm! Mmhhm!”
“Acho que o senhor não devia falar de boca cheia”
“Mmmhhm... mmhhm...”
“Eu sei, também te amo velhote. Agora vai mais fundo, que eu vou gozar, pai”
“Mmhm... mhhhm... mmhhmm... mmhmm...”
“Ahh sim... isso! Isso! Assim... aahh!”
Puta que pariu, o papai começou a rodar a língua na cabeça do meu pau, só pra descer se novo e encher sua boca até entrar na garganta. O papai era tão acostumado a engolir minha pica que quase não engasgava mais, mesmo que minha piroca fosse enorme. Fazer o que se o gostoso do meu pai tem talento pra mamar numa piroca.
Mano, após alguns minutos eu comecei a gozar, e por não ter avisado, foi tudo direto na sua garganta, nem deu tempo do papai se afastar quando eu comecei a jorrar leite contra sua garganta e descer goela abaixo. Caralho, foi gostoso pra porra, e eu pisquei os olhos, exausto, enquanto ouvia o papai tossindo.
“O s-senhor está bem, pai?”
“S-Sim, querido... só...” então ele tossiu de novo, e depois deu um sorriso pra mim com a boca melada. Por que será que aquilo foi fofo?
“O senhor não precisa tá me acordando assim todo dia, sabe disso né” eu vi ele subindo, e pousando a cabeça no meu peito.
“Não posso deixar você com tesão a manhã toda, isso pode lhe atrapalhar na aula”
Soltei um risinho, porque a verdade era que eu sentia tesão quase toda manhã quando tinha aulas com o papai. Ele sempre se vestiu de maneira provocativa, e eu estou até superando os olhares dos tarados da turma, porque sei que o papai não daria chances pra eles, assim como eu não dou pra nenhum outro cara, nem mesmo meu irmão Levi, não mais.
“O senhor não vai levantar? Temos que chegar na faculdade em 45 minutos” falei, mas ele não respondeu, ficou deitado em mim, provavelmente ouvindo meu coração batendo. “Tá bom então, mas se chegarmos atrasados, o senhor vai ter que inventar mais uma desculpa pros garotos da sala. Da última vez eu quase não soube o que inventar mais” mas o papai não respondia, e eu fiquei preocupado. “Ei velhote, tá tudo bem?”
“Sim Davi, só estou pensando”
“Na desculpa que vai inventar quando chegarmos lá?”
“Não, filho. É outra coisa”
“Hmm?” eu queria poder ver seu rosto, mas ele estava escondido entre meu peito.
Era sempre bom passar um tempo sozinho com o papai, e mesmo que as vezes a gente fizesse sexo matinal antes da aula, ele nunca foi de ficar deitado em mim por tanto tempo sem fazer nada. No que ele estava pensando? Só espero que o que eu disse ontem não faça ele perder o foco no trabalho hoje.

[...]

Após levantarmos e escovar os dentes, arrumar o cabelo e colocar uma roupa, eu estava pronto pra tomar café e sair com o papai, que também estava pronto, naquela roupa justa de camisa social e calça apertada deixando suas coxas e bunda bem evidentes pra qualquer um olhar. Eu não podia mudar o jeito do papai de se vestir de maneira tão erótica, mas as vezes ficava difícil tentar superar outros olhares em cima dele, além dos meus.
Na cozinha, tomamos café da manhã juntos, e quando terminamos, eu recebi uma ligação. Era o Levi, meu irmão gêmeo que morava com seu namorado aqui não muito longe no bairro.
“Bom dia irmão, o papai está aí?”
“Está aqui do meu lado, por quê?”
“Passa pra ele? Tentei ligar pro celular dele, mas ele não atendeu, deve está no silencioso”
“Hm... tá, só não demora muito. Ei pai, é o Levi no celular, e quer falar com o senhor” foi quando passei pro meu coroa, e ele fez sinal de beijo pra mim quando enfim falou com meu irmão.
“Ei amor, tudo bem por aí? Quer que o pai passe pra lhe buscar hoje?”
“...”
“Certo. Então... o que você queria falar comigo?”
“...”
“Neste final de semana? E vai você e mais quem?”
“...”
Porra mano, agora eu fiquei curioso. O papai parecia preocupado, e eu estava pra pedir pra ele colocar no viva-voz pra mim ouvir também, só que parecia que ele estava já terminando a conversa com meu irmão.
“Acho melhor falarmos sobre isso mais tarde. Não sei se gostei da ideia”
“...”
“Eu sei que ele é seu namorado, mas não me sinto confortável sabendo que você vai está longe de mim”
“...”
“Certo. Depois você me explica melhor. Preciso sair com seu irmão, já estamos atrasados”
“...”
“Também te amo Levi, um beijo”
Então papai me entregou de volta meu celular.
“Então, pai, o que ele disse?”
O papai se levantou e colocou os pratos na pia. Eu podia lavar, mas a gente estava realmente atrasados. Foi quando eu seguir ele pela casa, até papai pegar as chaves do carro, e a gente entrar. Eu estava ansioso com ele não me dizendo nada, e só mandando eu fechar a porta.
Quando descemos, e o portão fechou por causa do controle, ele decidiu falar:
“Seu irmão quer ir num acampamento com o namorado e uns amigos, neste final de semana”
“Nossa... por um momento achei que ele ia embora pra outra cidade. Do jeito que o senhor estava preocupado”
“Mas eu estou preocupado, Davi. Seu irmão sempre foi impulsivo, e mesmo que ele esteja com o Leonardo, ainda vai está no meio da natureza, sem energia ou sinal. E se...”
“Pai, não vai acontecer nada. O pior que poderia acontecer, era o Levi participar de alguma suruba no meio do mato” brinquei, já rindo, porque não seria tão ruim assim.
“Davi, é sério. Eu sei do que os jovens são capazes, e você é prova disso”
“Eu? Eu sempre fui um bom filho, e o senhor sabe disso. Nunca fumei nenhuma erva, nem dirigir bêbado, nem estuprei ninguém”
Ele parou o carro por causa do semáforo, e olhou pra mim.
“Você já teve acesso de raiva e bateu em colegas na faculdade, lembra?”
“Droga, o senhor nunca vai esquecer isso, não é?”
“Não, mas eu também não estou bravo. É só um lembrete de que preciso prestar mais atenção em você”
“Acho que eu gosto mais do senhor quando está debaixo de mim, na cama” falei frustrado, porque apesar do papai me mimar, ele ainda era meu pai e tentava me colocar na linha.
“Por quê? Você precisa transar, filho? Podemos parar o carro se você--”
“Não pai, eu-- só dirige, estamos atrasados pra aula”
“Tá, mas se precisar aliviar o tesão, é só falar que eu arrumo desculpa pra ficar a sós com você na faculdade” ele apertou minha coxa, e eu vi o papai sorrindo fofo pra mim.
“Certo... vou lembrar disso”

[...]

E lá estávamos nós, na aula. Meu pai é formado em biologia e professor de ensino superior, e como eu decidi ser biólogo também, o papai acabou sendo um dos meus professores no curso, o que não era muito legal, porque ele vivia pegando no meu pé pra acompanhar o assunto.
Papai sempre teve rabo grande, sendo um coroa gostoso malhado de academia, e tudo bem ele querer exibir sua bunda na calça justa, mas vez ou outra alguns caras tiravam foto quando papai dava as costas, e eu tentava ignorar porque da última vez acabei pegando um deles no soco. Porra mano, quão sortudo e azarado eu sou por ter um pai gostoso desses. Ao menos na cama ele era só meu.
“E aí Davi, como passou as férias?”
“De boa. Viajei com o papai, junto do meu amigo Pedro e o pai dele, o tio Eric. E você, Felipe?”
“Meu avô me fez trabalhar dobrado na loja”
“Porra cara, sinto muito”
“Relaxa, digamos que eu até que gostei, porque--"
Foi quando o papai chamou nossa atenção, e o Felipe e eu ficamos quietos, trocando olhares pra conversar depois.
O papai as vezes passava muito tempo de costas, escrevendo algo no quadro, por cima da luz dos slides. Era impossível não olhar pro seu corpo, com aquela camisa social justa e dois botões abertos mostrando o início do peitoral pouco peludo, além de que seus músculos ficavam bem apertados na camisa. E mano, não apenas eu, mas metade da sala que só tinha macho, também encarava a bunda do papai, e eu me perguntava se alguém estava prestando atenção no que ele estava explicando. Ele andava e sua bunda parecia ficar mais empinada na calça, eu tinha que desviar o olhar, senão ia ficar de pau duro no meio dos caras.
Olhei pro Eduardo sentado na frente, e era claro que ele não tirava os olhos do rabo do papai. Tarado. Se ele soubesse que eu já meti minha pica na bunda que ele tanto sonha, ele ia passar um bom tempo com inveja. Mas foda-se, eu trepava com meu próprio pai mesmo e era uma delícia, penetrar aquele cu apertado com meu pau duro e jorrar porra quente e pegajosa no fundo, não tinha nada mais gostoso, principalmente sendo seu pai.
Eu via o papai abrindo a boca pra explicar a matéria, e imaginei meu pau invadindo sua garganta. Ele se virou de novo e lembrei de quando eu devoro aquele rabo gostoso na cama. Sua voz agora estava dócil e firme, mas eu sabia o quão delicioso era ouvir o papai gemendo no meu pau para que eu enchesse ele de porra grossa. Caralho mano, não tinha como focar na aula com o papai fazendo metade dos caras dessa turma exalando tesão só de olhar pra ele.
“Psiu, Davi!” era o Felipe, fazendo um gesto apontando pro pau, e foi quando eu olhei pra minha própria virilha e vi minha rola querendo subir, já fazendo um volume grande.
Puta que pariu! Agora não!
“Professor, pode explicar essa parte de novo? Acho que não entendi” era o tarado do Eduardo.
Meu pai parecia se fazer de inocente, só pode! Estava na cara que o Eduardo só queria que ele se virasse de novo pra ter uma visão melhor do seu rabo. Porra, um dia eu ainda ia deixar o Eduardo descobrir que transo com o papai, quem sabe ele parasse com essa putaria de ficar assediando ele.

[...]

“Licença, estou entrando” falei abrindo a porta dos professores. A universidade podia ser grande, mas nunca fui impedido de entrar na sala dos professores. Geralmente quase não via professores lá dentro, a maioria se ocupava em outros afazeres na hora do intervalo. “Oi professor Marcos, o senhor viu meu pai por aí?”
“Sim. Está no banheiro, deve voltar já. Espera um pouco Davi” ele indicou uma cadeira vaga na mesa, e eu sentei.
Vi que além do professor Marcos, havia outro cara ocupado em um notebook, mas pela aparência jovem eu não sabia bem se era aluno ou professor, mas também não importava, eu só estava ali pelo papai.
“Você anda passando muito tempo aqui no intervalo. Seus amigos estão ocupados com as namoradas?”
“Não, eles até insistem pra ficarmos juntos, mas...”
“Você prefere seu pai. Dá pra notar”
“Isso. E também aqui dentro é bem confortável, e silencioso” diminui a voz, porque parecia que o outro cara estava realmente ocupado no notebook.
“Meu filho é assim com o outro pai dele, estão sempre juntos, mesmo na cama. Acho que o Bernardo e eu criamos ele com muita... liberdade”
“Eu não sabia que o senhor... namorava outro cara”
“Estamos juntos têm uns anos, foi bem depois do seu pai... você sabe... me deixar”
Claro, faz uns meses que descobrir que o papai teve uma relação amorosa antiga com o professor Marcos, mas era passado, e hoje são apenas amigos.
“Qual idade do seu filho?”
“Acho que você já viu ele por aqui, tem quase 20 anos e se chama Maciel. Está na mesma turma do seu irmão Levi”
“Sim, acho que lembro. É o garoto que...” mas eu parei de falar porque ouvir a porta abrindo, e dei maior sorriso quando vi que era o papai. Eu só me levantei por impulso, e só deixei que o papai me abraçasse forte ali no meio da sala.
“Filho, o que faz aqui? Tá tudo bem?”
“Sim, só quis ficar um pouco com o senhor” falei sentindo que ele não me largava, então também não o soltei.
“Você precisa de ajuda com ‘aquilo’?” papai falou baixinho no meu ouvido e eu sentir meu rosto esquentar. “Podemos ir pro banheiro, está vazio, e ainda tenho 20 minutos para--"
“Pai, tudo bem, eu tô bem. Só... só quero ficar com o senhor” apertei ele com mais força, mas mano, depois de ouvir papai se oferecendo pra mim gozar nele no banheiro, eu fiquei na tentação e acabei descendo a mão na sua bunda. Não tinha ninguém vendo, porque o Marcos e o outro professor estavam virados pro outro lado.
“Tem certeza, amor? Tudo bem por mim se você quiser--”
“Desculpa, foi impulso, mas tá tudo bem... podemos fazer isso mais tarde, tá bom?”
“Claro, qualquer hora que precisar” então ele me beijou na bochecha e segurou minha mão, me levando pro cantinho onde estava a geladeira.
Passamos pelo Marcos que falou com o papai, e eu espero que ele não tenha estranhado o papai e eu andarmos de mãos dadas. Éramos apenas pai e filho, afinal, certo? Pai e filho que fodiam gostoso quando ninguém estava olhando. Quando papai abriu a geladeira, eu ouvir outro professor entrando na sala, e se sentou na ponta da mesa, também com notebook aberto, igual o outro.
“Ei pai, eu estava pensando...”
“Quer dar aquela aliviada no banheiro?” ele tentou colocar o pote de volta na geladeira, mas eu segurei seu pulso.
“Não é isso” eu rir baixinho, pegando o pote da sua mão. “Quero ficar aqui com o senhor, mas é que... podemos almoçar fora hoje? Depois da aula o senhor está livre?”
Ele me deu outro beijo na bochecha, e eu sentir que teria sido na boca se não tivessem outros colegas de trabalho presentes. Papai apertou minha mão mais forte e disse baixinho: “Claro que sim, amor. Faço qualquer coisa por você. Agora vem, quero dividir isso com meu lindo garoto” papai me arrastou pra sentar ao seu lado no sofá, o Marcos estava na outra ponta, e eu fiquei um pouco tímido porque o papai só colou em mim passando um braço na minha cintura.
“Isso está uma delícia. É bolo?” deixei o papai levar uma colher até minha boca, e lambi quando ele afastou, só pra pegar outro pedaço com a mesma colher e levar para sua boca também.
“Sim. Alex trouxe pra mim hoje cedo e guardou na geladeira. Eu pretendia levar pra casa pra comer com você, mas já que está aqui...” foi quando eu peguei a colher do papai, e levei o pedaço de bolo à boca, depois fiz o mesmo nele, que mastigava sem desviar os olhos de mim.
Papai tinha uma obsessão por mim, e era bem evidente. Mas fazer o que, era uma troca justa, ele dava seu corpo pra eu foder, e eu lhe dava minha atenção integral. Eu amava o papai também, mas se dependesse dele, a gente andava de mãos dadas até nos corredores da universidade.
Eu vi que o Marcos tinha desviado o olhar quando peguei ele olhando pra gente, e ofereci bolo a ele, mas ele disse que não queria. Bem, sobrava mais pra mim e pro papai. E sei que parece bobo, mas eu acabei passando o dedo pra limpar a barba curtinha do papai que tinha melado de bolo. Ele sorriu pra mim, e por alguma razão, lembrei de quando ele estava mamando no meu pau hoje cedo e ficou com os lábios melados com meu leite. Aposto que o papai já tinha engolido mais da minha porra de macho do que qualquer bolo.
A ideia de que o papai andava por aí com a barriga cheia do meu suco de pica, me deixava excitado.
“Pai...”
“Hm?” ele abriu a boca para que eu levasse o bolo pra dentro, e foi quando vi ele lambendo a colher de propósito com a língua à mostra. Porra, o papai estava me tentando?
“O senhor ainda está com fome?” perguntei baixinho e ele entendeu o recado.
“Você tem algum leite especial que queira compartilhar com o papai?” papai falou tão sexy e baixinho lambendo os lábios, e eu sentir a rola tremer imaginando meu pênis duro enchendo sua boca.
“Vamos nos atrasar pra próxima aula...”
“Talvez sim, mas você sempre será minha prioridade” ele pegou o pote da minha mão, guardou na geladeira, voltou pra mim depois de falar com o Marcos, e de mãos dadas, me guiou até o banheiro masculino dos professores ainda no mesmo corredor.
Entramos numa cabine com o papai ansioso, e ele já foi desabotoando a camisa social.
“Espera pai, é só um boquete, não vamos transar”
“Eu sei meu amor, mas acha que eu não vejo você olhando pros meus peitos?” ele me beijou na boca e depois tirou a camisa.
Puta que pariu, minha piroca só faltou rasgar na calça de tão duro que fiquei. Meu pai é gostoso pra um cacete, e antes dele começar a descer minha calça e cueca, eu segurei seu pulso.
“Espera”
“Mas filho, seu pau está muito duro, eu preciso--”
“Eu sei, mas é sempre o senhor que me chupa. Será que eu posso retribuir o favor de hoje cedo?” levei a mão pra sua virilha e esperei ele dizer sim.
“Você sabe que não precisa pedir permissão, Davi. Já falei que meu corpo é somente seu pra fazer o que quiser”
“Te amo pai”
Ele sorriu com o rosto quente, e eu acho que foi porque falei que o amava, e não por já está desabotoando sua calça e descendo o zíper. Senti o papai me beijando na testa, e foi quando me ajoelhei e fiquei de cara com seu pau duro e saco peludo de macho. Puta que pariu, fazia um bom tempo que eu não mamava na piroca do papai, mas o gosto ainda era o mesmo: salgado com cheiro de macho suado.
Comecei a mamar no meu coroa, e ele gemia baixinho sempre que eu chegava fundo. Estava quente e suado, e mesmo que não fosse grande igual minha pica, seu pau ainda descia na minha garganta, e por não ter costume, foi difícil engolir tudo sem engasgar.
“Ei filho, com calma... sem pressa”
Eu tossi de novo, enquanto sentia ele massageando meu cabelo. Mano, não sei como o papai conseguia fazer aquilo no meu pau quase todo dia sem sofrer igual eu estava sofrendo. Mas foda-se, voltei a chupar gostoso, lambendo, punhetando ele, e empurrando na minha garganta pra ver se descia mais. Foi tão gostoso que eu passei a bater uma punheta enquanto provava da piroca salgada do meu coroa. As vezes eu olhava pra cima e via o papai ne encarando com o rosto um pouco suado, corado e forçando um sorriso pra mim, tudo isso sem deixar de massagear meus cabelos, além do seu peitoral pouco peludo à mostra.
Enquanto eu chupava sua pica, lembrei que diferente do papai, eu sempre fui bruto com ele na cama. Sempre metendo com força no seu cu, ou empurrando sua cabeça pra engolir minha piroca enorme até minhas bolas peludas baterem no seu queixo. Eu queria que ele fosse agressivo comigo também, mas ele só estava me dando carinho.
“Mmhm... mhhm... mmhhm-- aahh!”
“Isso... você está indo bem, querido... aahh você sabe como deixar o papai feliz, Davi...”
“Mmhm! Mmhmm...” minha boca estava muito cheia com a piroca do papai, e após uns minutos mamando e batendo punheta, eu sentir que ia gozar, porque caralho mano, estava gostoso pra porra, agora sei porquê o papai era viciado em me acordar com um boquete quase todas as manhãs.
“Aahha... Davi... devagar, senão...”
“Mmhm... mhhm... mmhm...”
Caralho, eu ouvir o papai gemendo feito cachorro no cio, e minha boca começou a inundar com sua porra quente e pegajosa. Puta que pariu, era quente mesmo, e eu sentir enchendo minha boca enquanto eu tentava engolir tudo garganta abaixo. O papai gozou tanto, que sentir fortes tiros de porra na parede da minha garganta.
“Mmmhhmm!!!”
“D-Davi-- nnghh!”
Por um momento eu esqueci que minha barriga tinha ficado mais pesada, porque me assustei assim que a porta do banheiro abriu. O papai rapidamente levou uma mão a própria boca, enquanto a gente ouvia um cara parar e começar a mijar no mictório. Dava pra ouvir o cara mijando, e o papai fez sinal pra que a gente não fizesse barulho. Eu me levantei com a boca ainda melada, e pesei a mão no ombro do papai para que ele ficasse ajoelhado em mim. Eu não ia desperdiçar minha porra grossa, quando tinha meu pai de depósito.
Eu nem precisei mandar, o papai já foi batendo punheta enquanto lambia a cabeça da minha pica, e puta que pariu mano, por está batendo punheta antes, não deu nem 1 minuto e comecei a gozar mesmo antes do papai poder engolir tudo.
“Porr-- nnnggh!”
“Mmhhm!!!”
Foda-se! Eu empurrei meu pau com tudo goela abaixo e gozei no fundo, indo direto no estômago! O papai pareceu sufocar, mas eu não tinha percebido enquanto gozava, só depois de uns 10 tiros de porra, eu tomei consciência e recostei na parede, suado e respirando cansado. Vi o papai tapando a boca com a mão, e só depois que o outro cara saiu do banheiro, o papai começou a tossir.
“Pai, desculpa por isso. Eu não devia ter--"
“N-Não...” mas ele tossiu de novo, e de novo. “Não peça d-desculpas, Davi. Tá tudo b-bem” ele parou de tossir, e se levantou, já me abraçando e pousando a cabeça no meu ombro. “Já me acostumei com sua empolgação, não precisa parar por minha causa”
Mano, acho que eu devia pegar mais leve, porque o papai parecia suportar minha pica só por querer satisfazer minhas vontades. Eu sei o que é ficar sufocado numa rola, e as vezes eu demoro bastante com a minha na garganta do papai. Porra, não era justo, e pra piorar, ele só continuava me incentivando.
“A aula começou tem 10 minutos, mas o senhor não precisa voltar agora se não quiser” falei abotoando sua camisa depois que ele vestiu, deixei os 3 primeiros botões abertos porque eu sabia que ele gostava assim.
“Já falei que estou bem, filho. Aqui, deixa eu lhe ajudar com isso” papai falou subindo minha cueca e calça em seguida. “Pronto” disse ele após limpar meus lábios que estavam melados de leite.
“Espera, a barba do senhor está melada” então eu limpei e ele sorriu pra mim. “Agora podemos ir”

[...]

“Com quem está falando, Davi?” papai falou sentando ao meu lado, numa mesa no canto do restaurante que estávamos.
Era pouco mais de 12h30 quando viemos almoçar como ele prometeu. Lado a lado, com cada um com seu prato, ele olhou pra tela do meu celular, mas eu desliguei e respondi:
“Era só o Pedro de novo”
“A gente podia fazer outra viagem juntos qualquer dia. Gosto muito do Eric, temos muito em comum”
“Fala do Pedro e do tio Eric terem uma relação de pai e filho igual o senhor tem comigo?” provoquei, levando um pouco de comida para boca. O papai acabou me beijando na bochecha, e eu corei porque ele era melhor em provocar, do que eu.
“Sim, exatamente por isso” ele sorriu, engolindo a comida e então continuou: “Juro que ouvir eles fazendo amor na viagem passada. E seu amigo Pedro, geme muito alto”
“Não foi legal da parte do senhor bisbilhotar”
“Eu sei, mas não pude evitar”
“O senhor gostou?”
“De?”
“Saber que eles são pervertidos igual nós dois”
Papai mastigou, e depois de engolir, respondeu:
“Mas não somos pervertidos, Davi. Só fazemos amor em lugares arriscados porque eu preciso aliviar seu tesão”
“Então é só um favor de pai?”
“Sim”
“Tá certo” deixei escapar um risinho, porque independente do papai aceitar transar em lugares públicos, ele ainda se vestia igual um ator pornô provocando homens por onde passa, me provocando, por isso eu não aguentava e fodia ele em qualquer lugar.
Pouco antes de terminarmos de almoçar, um garçom chegou e perguntou se a gente aceitava sobremesa.
“Não, obrigado. Preciso manter a dieta a base de proteína. Mas meu filho vai querer levar pra viagem”
Não acredito nisso, ele me conhecia tão bem que nem pude discordar.
“Vocês são pai e filho? Nossa, podia jurar que eram namorados dali de longe, desculpa por achar isso. Mas olhando daqui de perto, percebi que vocês são bastante parecidos mesmo”
“Olha, você não está tão enganado assim” falei, mas o papai tomou a frente.
“Desculpa o meu filho, ele gosta de brincar. Vou querer o com leite condensado, por favor” então papai escolheu minha sobremesa, e antes do garçom sair, eu peguei o papai de surpresa beijando-o perto da boca, e deixando o garçom com um olhar de dúvida.
“Meu pai também é muito brincalhão”
“Davi...”
“Também te amo, pai” me divertir muito com a reação tímida da papai, porque se ele gostava de me provocar com seu corpo, eu ia provocar ele com carinho.

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[Cap. 3 de 10]

“Ei, entra aqui comigo!” puxei o Levi e o Leo veio atrás.
Estávamos no shopping, e a loja que entramos era brilhante e chique.
“É uma joalheria, Davi. O que estamos fazendo aqui?” Levi reclamou, mas eu não deixei ele ir.
“Viemos comprar carne, não tá vendo?”
“Haha que engraçado você é”
Mas antes de um funcionário aparecer, o Leonardo chegou do meu lado e disse: “Você vai comprar um anel pro tio Daniel?”
Meu irmão Levi ficou surpreso, porque eu acabei confirmando que sim.
“Davi, pais e filhos não podem se casar--"
“Eu sei, maninho. Vou apenas comprar anel de noivado, e vocês vão me ajudar a escolher um par bonito” foi quando um funcionário chegou e nos atendeu.
Demorou em média 10 minutos até eu gostar de um par específico, e meu irmão Levi e seu namorado Leo também gostaram, mais do que os outros. Porra, tinha de ser aquele!
“Vocês gravam nomes?” perguntei e o funcionário confirmou que sim, e de graça. Mas quando eu perguntei o valor do par, meu queixo caiu.
“Licença, preciso falar a sós com meu irmão” o Levi me puxou pra perto da saída e disse: “Por favor diz que não vai comprar, custa o olho da cara”
“Mas é tão lindo! O papai ia amar”
“Davi, o papai não precisa de um anel pra saber que você o ama. E você nem tem tanto dinheiro assim”
“Na verdade eu tenho”
“O quê?!”
“Andei juntando faz uns meses”
Mas ele riu e eu me sentir ofendido.
“Tá, pode rir, mas tenho certeza que vai valer a pena quando eu pedi o papai em noivado. Ele surta de felicidade apenas com um ‘te amo’, imagina usar anéis com nossos nomes neles”
“Eu não estou debochando de você. É que...” mas ele pausou, olhando pro Leo que estava dentro da loja olhando uns colares. “O Leo recentemente me pediu em noivado também”
“Quê?! Quando? E cadê seu anel-- porra! Como não vi antes?!” seu dedo na mão direita tinha um anel dourado lindo e brilhante.
“Faz 2 dias, eu acho que esqueci de contar”
“Você acha?!”
“O pai do Leo foi o primeiro a saber. Eu ia contar pra você e o papai, mas nenhum dos dois sequer olharam pro meu dedo desde quando viemos ao shopping”
“Você é todo vaidoso, de brinco e relógio, eu achava que era só mais um acessório”
“Ei!”
“Eu sei, eu sei, foi mal. Estou feliz por vocês dois” foi quando a gente se abraçou, e umas memórias vieram a tona quando nos tocamos e sentir ele aconchegar a cabeça em mim.
É verdade que meu irmão gêmeo foi minha primeira paixão, e já até nos beijamos de língua meses atrás, mas isso foi antes de perceber que eu só queria o papai. Abrir mão do meu irmão, e a consequência disso, foi ele noivar com o Leo. Eu estava feliz, claro, porque eu também tinha alguém, e era meu pai Daniel.
Voltamos pro vendedor, e eu falei que ia levar. Mas foi uma surpresa quando o Levi disse que ia ajudar a pagar uma parte, eu quase abracei ele de novo, se seu namorado Leo já não estivesse agarrado nele.
“Os nomes gravados são grátis, certo?”
O vendedor disse que sim, mas daí o Levi falou antes de mim:
“Você sabe o tamanho do dedo dele pra decidir gravar o nome agora?”
“Claro que sim. Eu vim preparado” foi quando puxei a aliança de casamento do papai, de quando ele usava com a mamãe. Faziam muitos anos mesmo, mas dedos não mudam. Ele mantinha guardado provavelmente pro dia que eu ou o Levi fôssemos no casar no futuro, só que acho que isso teria de esperar bem mais.
Esperamos mais alguns 25 minutos, e quando o funcionário voltou com nossos nomes gravados, eu nem sentir dor na hora do pagamento.

[...]

“Onde estiveram esse tempo todo?” papai perguntou quando voltamos pra ele.
Estávamos próximos a uma loja de produtos voltados pra beleza e higiene masculina, como barbeadores e coisas do tipo. O pai do Leo, que se chama Leandro, estava com o papai quando nos separamos, mas agora havia mais alguém, era uma mulher, e eu conhecia ela. Alexandra, colega do papai no trabalho. Acho que se encontraram por acaso, porque logo depois, ela falou que precisava voltar pra filha que estava com a amiga fazendo o cabelo num salão de beleza ali pelo shopping mesmo.
Porra, ainda bem que eu era homem e quase não gastava com cabelo ou produtos caros fazendo skincare com frequência. Claro, eu era higiênico, mas que macho não gosta do cheiro da própria rola, né mesmo.
“Estávamos só comprando sorvete, a fila estava grande” menti, ciente que os anéis estavam escondidos na caixinha com o Levi.
“E nem comprou pra mim, Davi?”
“Relaxa pai, tenho algo bem melhor pro senhor chupar quando chegarmos em casa”
Eu só espero que o Leandro não tenha ouvido, mas acho que nem me importava mais. Eu amava provocar o papai em público.

[...]

“Aaahh... aahha... aaaha... D-Davi!”
“V-Vai pai! Geme pra mim! Oohh sim, porra! Vou já g-gozar de novo nesse seu cuzinho guloso!”
Caralho, o papai arregalou os olhos quando eu meti fundo no seu cu. E Mano, sentir ele arranhando minhas costas quando me apertou com força enquanto eu não parava de comer seu rabo com minha pica.
Eu continuei metendo e metendo, atolando meu pau até as bolas no fundo do seu rabo guloso e peludo de macho. Puta que pariu, eu surtava de tesão toda vez que trepava com o papai! Nossa posição de foda favorita era de frente um pro outro, assim ele podia me enxergar metendo nele, enquanto o suor do meu corpo caia nele e a gente se chupava de língua. Caralho, o papai gemia tão alto toda vez que eu atingia sua barriga com meu pau de cavalo, só sei que eu meti e meti sem dó, sentindo o cheiro de sexo suado pelo quarto.
“Porra pai! Acho que vou gozar!”
Mas toda vez que o papai falava, ele acabava gemendo ou falando palavras arrastadas. Mas que se foda, eu continuei metendo e metendo, fazendo a cama ranger, enquanto sentia minhas bolas pesadas de leite batendo na bunda do papai toda vez que eu macetava seu rabo e moldava seu cu no formato da minha pica! Puta que me pariu! Eu comecei a gozar forte igual cavalo, e desabei no papai com a cara entre seu pescoço. Eu cerrei a porra dos dentes porque meu corpo tremeu, e meu leite jorrou forte no cu do papai, foram vários e vários jatos de porra quente, até eu perceber que precisava de uma pausa de verdade senão minha alma ia sair pela cabeça da pica.
Quase 10 minutos depois, minha rola já tinha saído do papai, e a gente continuava deitado.
“O s-senhor gozou muito antes de mim...”
“Você não me deixa... descansar” ele parecia mais acabado do que eu. Eu apertei ele com carinho, e sentir o papai respirando no meu cabelo.
Tudo isso começou quando chegamos do shopping, e eu já fui levando o papai pra cama, quando percebi, já tava metendo nele, e gozamos em 50 minutos, só pra esperar mais 10 minutos e trepar de novo na mesma posição, e quando gozamos pela segunda vez, e eu ainda queria mais, o papai acabou gozando bem mais rápido, e eu precisei finalizar dentro dele, mesmo que seu cu estivesse sensível por já ter gozado.
“Achei que o senhor deixasse eu fazer o que quiser com seu corpo...” falei dengoso, encarando ele com olhos de cachorrinho abandonado.
“Me estuprar não estava incluso”
“Eu não estuprei o senhor, só sua bunda. E além do mais, eu estava muito feliz hoje, e por isso me empolguei... mais que o normal”
“E por quê?”
“O senhor logo vai saber. Só não hoje”
“Espero que não seja nenhuma travessura sua e do seu irmão. Levei um susto no último aniversário quando vocês dois pularam em cima de mim”
Eu acabei rindo, porque foi muito engraçado lembrar da cena. E sim, o aniversário de 43 anos do papai estava chegando, mas eu ainda não tinha pensado em nada, estava mais ocupado no anel de noivado que ia dá pra ele, quando e como seria.
“Ei pai” falei me aconchegando melhor no seu corpo nu e melado com meu leite e suor, ele só continuou me acariciando. “Percebi que o senhor tinha minha idade quando eu e o Levi nascemos”
“Por favor Davi, não diga que quer um filho agora--"
“Quê? Não, não. No máximo um cachorro, talvez. É só que nunca me passou pela cabeça que um dia iria transar com meu próprio pai. E agora isso é rotina nossa” rodei o dedo no seu mamilo do peito, e depois ergui meu rosto pra encará-lo. “O senhor, algum dia... iria querer comer minha bunda também?”
“Por que isso do nada? Você sempre foi o ativo, Davi”
“Eu sei, pai. Mas é que o Pedro me contou que agora está passando a foder o pai dele, e não só levando na bunda, então eu pensei que--"
“Vocês dois andam falando muito de assuntos íntimos” papai pareceu aborrecido, e acabou me afastando para sentar na cama, ele pareceu fazer algum esforço para se manter de pé, e eu me apressei para ajudá-lo a andar, pra aonde? Não sei, só fui.
“Eu não quero ser o passivo, só estou dizendo que se um dia o senhor quiser me foder, por mim tudo bem, pai” a gente saiu do quarto com o papai um pouco manco, e eu ajudei ele a chegar na cozinha, onde ele foi beber água.
“Eu prefiro que você seja o ativo. Não ia suportar saber que poderia lhe machucar se enfiasse meu pênis fundo em você”
Tá, aquilo podia ser verdade, porque eu nunca dei a bunda, e mesmo que minha pica fosse maior que o pau do papai, ele ainda tinha um pênis grande. Eu acabei bebendo água também, e depois o ajudei ir ao banheiro.
“O senhor parece tão animado quando estou lhe fodendo, que pensei--"
“Davi, chega. É gostoso quando você me chupa, mas eu prefiro ser fodido por você, do que o contrário. E não toque mais no assunto”
“Nossa, pai. O que te deixou tão aborrecido?” eu achei que ele ia tomar um banho, mas só foi mijar.
“Você e seu amigo Pedro. Com que frequência vocês falam de sexo?” vi o papai mijando sem olhar pra mim, e eu até que queria dá uma aliviada, mas ele parecia chateado.
“Bem... ele é meu amigo de longa data, e temos gostos em comum, então as vezes falamos... disso”
“De nossas noites juntos?”
“Não em detalhes, mas foi por minha causa que ele passou a foder o próprio pai também, e deixou de ser o passivo”
O papai suspirou, e eu vi que ele estava já terminando de mijar. Eu devagar fiquei ao seu lado, e apontei o pau pra mijar também, esperando que ele não ficasse mais chateado, e pra minha surpresa, ele só me puxou mais pra perto com um braço envolto da minha cintura.
“Depois de nós dois, vocês nunca gozaram juntos não né?” papai perguntou, e eu já estava mijando, quando demorei a responder. “Não mente pro pai, Davi”
“Claro que não, pai. Poxa, eu mal vejo pornô mais, porque toda vez que preciso aliviar o tesão, o senhor está sempre disponível pra mim. Então não, eu nunca gozei com o Pedro desde quando o senhor e eu passamos a transar” me recusei a olhar pra ele, porque parte de mim estava mal por ele achar que eu sequer trocaria ele por alguém. Eu desistir do meu irmão por ele, quem dirá o Pedro.
“É verdade que... você não vê mais pornô?”
“Claro que não vejo” falei meio grosso. Mas eu não esperava ser pego de surpresa com o papai me abraçando enquanto eu ainda mijava. “Pai... ainda tô mijando...”
“Toda vez que eu pego pesado na academia, é só pra manter o corpo em forma pra lhe agradar. Bom saber que está funcionando”
“Mas pai, o senhor sempre foi gostoso” eu terminei de mijar, e me agarrei nele também, o abraçando na cintura, juntando nossos paus.
“É, o Marcos sempre disse isso também” mas antes que eu pudesse responder, ele continuou: “Faz anos, óbvio, de quando estávamos juntos, mas já passou. É só você e eu agora, pra sempre”
Pra sempre? Verdade! O anel de noivado! Puta que pariu, será que o momento era apropriado?! Ainda dava pra sentir o cheiro de quando mijamos, e foi quando decidi que não, pois devia ser numa hora mais romântica, ou especial que ele lembrasse com carinho. Então sair do banheiro, e levei o papai pro quarto. Deitamos e ele não se importou da cama está um pouco suada das horas que passamos transando.
“O senhor vai dormir?”
“Você não vai? Já está bem tarde”
“Vou, é claro. Mas e a bunda do senhor?”
“Ainda está vazando sêmen, mas me acostumei” ele abriu espaço pra mim deitar ao seu lado, e subimos o cobertor. Eu fiquei com o rosto próximo da sua axila pouco peluda, e acho que poderia ficar de pau duro se continuasse cheirando por mais tempo.
“Então... o senhor não aguenta mais transar?” perguntei sem malícia, porque não queria que o papai se sentisse forçado a isso só porque eu queria. Porque eu queria.
“Você quer?”
“Não sei... o senhor quer?”
Mas ele não respondeu, e eu tentei ignorar sua axila, só que no momento que eu inalei seu cheiro, meu pau subiu e ficou impossível do papai não notar.
“Acho que eu quero sim, Davi”
“Porra pai, desculpa. Mas é que...” e eu inalei seu cheiro de novo “O senhor é uma delícia. Puta merda, que cheiro bom!” eu enfiei o rosto debaixo do seu braço, e fiquei cheirando com força. Caralho mano, eu era muito sortudo por ter um pai assim!
“Devagar filho... ainda tem mais do outro lado” ele falou e eu rapidamente subir nele, e enfiei o rosto na sua outra axila.
“Precisamos fazer isso... com mais... frequência” falei abafado sentindo a rola pulsando enquanto cheirava aquele cheiro forte de suor de macho.
“Posso tomar menos banho se você quiser”
“Mmhm... sim... aahh! Delícia!” voltei pra outra axila, e ele pareceu está se divertindo com a minha ansiedade enquanto eu me esfregava nele.
Passei a lamber, e foi quando os pelos da sua axila invadiram minha boca, e o gosto foi do caralho de bom! Mano, eu podia passar a madrugada inteira assim, só cheirando o papai de cima abaixo. Eu percebi que ele não estava tão duro quanto eu, porque já tínhamos gozado 3 vezes aquela noite, mas eu estava duro pra porra, e foi um pouco triste quando percebi que já ia gozar tão cedo. Meu pau ficava sensível após a terceira gozada, então por isso demorei um pouco mais cheirando o papai, até minutos depois começar a gozar nele, sem tirar o nariz e boca do a sua axila.
“Bom menino... papai está orgulhoso de você, Davi” meu coroa me abraçou mais uma vez com um beijo, enquanto eu amolecia no seu corpo, ainda com a cara debaixo do seu braço.
Mano, eu dormi igual anjinho, protegido debaixo dos braços do papai, enquanto só ia relaxando, e pegando no sono em seguida.

[...]

Ao acordar na manhã seguinte, vi que eu estava sozinho na cama, foi quando pensei em mandar mensagem pro papai pra ele voltar pro quarto, só que já havia mensagem dele de 30 minutos antes, dizendo: “Estou na cozinha fazendo nosso café da manhã”
Ai mano, por um momento eu achei que o papai fosse me acordar com um boquete, porque mesmo que eu tivesse gozado várias vezes ontem a noite, sentia que o leite das minhas bolas já estavam cheias de novo. E caralho, o cheiro do quarto, da cama, tudo cheirava a sexo, cheirava ao papai. Mas daí eu olhei pra mesinha de cabeceira, e lá estava uma foto de nós 3 juntos: papai no meio, eu do lado, e o Levi do outro. Fazia tanto tempo que tiramos aquela foto, que as vezes eu esquecia de qual dos dois era eu. As desvantagens de ser gêmeo idêntico, era saber que existia uma cópia minha transando com o Leonardo por aí. Mas também significava que o Levi podia se imaginar transando com o papai também, já que temos a mesma cara e corpo.
Eu me levantei, escovei os dentes no banheiro e mijei rapidinho, só pra ir pra cozinha, e encontrar o papai de avental na cintura, sem usar mais nada.
“Bom dia meu amor. Pai está fazendo café pra gente, como hoje é feriado, pensei em ter um dia especial com meu garoto favorito” ele chegou e beijou minha boca, só pra se virar e colocar o sanduíche na mesa, junto da tapioca recheada, ovos, pão, presunto, queijo, manteiga, café, e mais.
“O senhor sabe que somos só nós dois, né? O Levi não está aqui pra comer tudo isso com a gente”
“Eu sei Davi. Vou guardar o restante pro jantar de noite. Só queria fazer algo especial pra você. Aqui, seu café com açúcar, do jeito que você gosta” ele me ofereceu uma xícara, e depois puxou a cadeira pra mim sentar na mesa, eu sentei e o papai puxou outra pra sentar colado em mim.
Eu ainda estava nu, mas também estava com fome. O papai ficou tão sexy de avental, usando seu óculos de grau, com aquela barba aparada, e sorriso matinal radiante. Se ele não tivesse se esforçado tanto, teria fodido ele ali mesmo, na mesa. Mas eu só segurei sua mão, e ele sorrio pra mim.
“Obrigado, pai”
“Você quer ir a algum lugar hoje? É feriado, então temos o dia só pra gente. Mas tudo bem se quiser ficar em casa também, eu só quero ficar com você, Davi”
“O senhor devia ter mais vontade própria, sabia? Daqui a pouco eu vou acabar tomando as decisões pelo senhor” falei brincando. A gente já estava comendo, quando ele respondeu:
“É só você mandar, que eu faço. Qualquer coisa” ele disse aquilo com um beijo na minha bochecha e eu esquentei.
“Certo, pai... quem sabe eu lhe compre uma fantasia sexy de cachorrinho e peça pro senhor latir enquanto a gente faz sexo” eu estava brincando, obviamente, mas ele olhou pra mim como se levasse aquilo a sério. “Pai, estou brincando, o senhor não precisa usar fantasia de sexshop pra me deixar de pau duro”
“Mas eu uso, se você gostar da ideia. Alex conhece uma sexshop muito boa e completa, podemos comprar umas coisinhas qualquer dia”
“Pai, é sério?” falei, mas ele só sorriu e me deu um pedaço de tapioca, que acabei comendo.
“Não sabia que você tinha fetiche por cachorro, mas acho que posso ficar sexy de orelha, patas e rabinho”
“Pai, eu não tenho fetiche por cachorro... é apenas uma fantasia” droga, não acredito que fiquei com vergonha de tá explicando aquilo pro papai enquanto a gente tomava café da manhã.
“Mas você falou que ia querer que eu latisse” foi quando ele emitiu som de latidos de cachorro na brincadeira, e eu acabei levando a mão na sua boca pra ele parar. “Certo, desculpa filho. Mas você gostou? Eu acho que interpretei um cachorro muito bem”
“É, até que foi bom” falei rindo com ele, e voltamos a comer.
Pouco depois, perto de terminar o café, eu sentir um pedaço de sanduíche cair na minha virilha e ficou entre meus pentelhos, deslizando do pau pro saco peludo. Então o papai levou sua mão, e sentir ele esfregar o sanduíche no meu pau suado antes de levar a boca. Papai piscou pra mim, enquanto mastigava, e foi aí que havíamos terminado de comer. Ele se levantou e tive uma visão melhor da sua bunda nua, porque o avental só cobria a frente. Eu fiquei só observando o papai guardar as coisas na geladeira, ou organizar a mesa, as vezes ficando de costas pra mim de propósito só pra exibir seu rabo gostoso pra mim. Porra mano, o papai amava me provocar de manhã cedo.
“Aqui pai, deixa que eu ajudo” cheguei nele por trás, colando meu corpo no dele, enquanto pegava a esponja da sua mão e esfregava no prato para limpar na pia.
“Você é um bom filho, Davi” ele disse com carinho, sentindo meu pênis entre sua bunda, e eu lavei mais alguns talheres enquanto o papai ficava lá, vendo o quão bom filho eu sou.
“Acho que foi o último...” falei baixinho, enxugando as mãos no pano, só pra abraçar a cintura do papai.
“Talvez eu possa lhe recompensar por lavar tudo sozinho”
“Sim... eu fui um bom menino, não fui?”
“Meu lindo menino... papai lhe ensinou muito bem” papai queria se virar pra me beijar, mas acabei posicionando ele contra a mesa, e como meu pau já estava duro, só fui esfregando a ponta no seu buraco apertado e melado da noite passada. Então o papai falou: “Não podemos ficar de frente? Queria olhar nos seus olhos enquanto transamos”
“Não, pai. Agora, eu só quero foder o senhor na cozinha de avental” eu estava com tanta fome, fome de comer sua bunda com minha pica. “Mas ei pai, eu prometo que depois de gozar, podemos nos beijar o resto do dia todo, tá bom?”
“Tá bom Davi...” ele acabou abrindo a bunda com as mãos, e a visão do seu cuzinho piscando foi demais pra resistir.
“Caralho, pai! O senhor é uma delícia-- aaahh!” enfiei e já fui metendo depois de lambuzar meu pau com saliva.
“Oohh sim campeão... mete gostoso no papai-- aaah! Isso Davi... aahh! Aaah!”
“Vai tomando, pai! Que rabo gostoso! Oohh sim! Isso, isso! Delícia!”
Mano, o papai continuou com as mãos abrindo sua bunda, enquanto eu empurrava minha piroca dura e enorme contra o fundo do seu rabo, chegando no fundo e sentindo bater na sua barriga. Eu era a porra de um cavalo mesmo, e ele meu cachorrinho no cio viciado em levar vara!
“Aahh sim! Isso tá muito gostoso! Te amo tanto, pai!”
“Aah! Aahh! Aaahh! D-Davi-- aaaah!”
“Isso! É como se... eu estivesse masturbando a pica no seu cuzinho, pai! Aahh porra!”
“D-Davi! Devagar, filho! T-Tá metendo muito... fundo! Aaahh! Aaha! Aaah!”
“Eu s-sei! Oohh porra! Como o senhor aguenta levar pirocada no cu quase todo dia?! O senhor é um putinho mesmo, né! Aahh, essa vai bem no fundo!” mano, eu tirei até a ponta, e enfiei tudo de uma vez, sentindo o rabo do papai apertar meu pau como se quisesse me empurrar pra fora, mas ele só continuava lá, levando meu cacete no rabo.
“D-Davi... aah! Aah! Aahh! Porr-- nnngg!” o gostoso do meu pai acabou se apoiando melhor na mesa, enquanto sentia o rabo ser violentado pela minha rola grande e grossa.
Dava pra sentir minhas bolas batendo nas deles sempre que eu atolava até o talo, e o papai soltava um gemido de como se fosse um ator pornô sendo fodido pela rola de um cavalo. Mas com uma bunda carnuda e gostosa igual a do papai, só uma pica grande como a minha pra satisfazer esse cu!
Cara, a gente continuou fodendo por mais alguns minutos, e quando eu comecei a ejacular grosso no fundo, ele virou o rosto pra me assistir gozando, e eu acabei apertando sua bunda com muita força, tanto que o papai tentou conter um gemido cerrando os dedos.
Puta que pariu, eu nunca me cansava de gozar dentro do papai! Meu leite de macho sempre atingia o limite do seu cu, e mesmo que transbordasse pelas bordas, eu sabia que estava entrando na sua barriga.
“P-Pai... aahh porra! Isso foi tão gostoso!”
“D-Davi, tá apertando a bunda do papai com muita força...”
“Tá, desculpa, desculpa...” porra, nem percebi, mas a bunda do papai ficou até vermelha de tanto que eu estava apertando com as mãos, mas também porque empurrei minha virilha num impacto muito forte. Temos a pele bem bronzeada, com olhos cor de avelã claros, e era sempre gostoso vê-lo com marquinhas pelo corpo por causa do sexo.
Fui afastando minha rola devagar, enquanto ouvia o papai gemendo por isso. Eu vi seu rabo jorrar um pouco de leite pra fora, só pra começar a escorrer pelas suas pernas peludas de macho.
“O senhor ainda não gozou... aqui, eu ajudo o senhor”
“Não precisa, você está cansado, filho”
Mas eu abracei ele por trás de novo, e levei minha mão no seu pau duro, e fui masturbando o papai devagar, enquanto cheirava seu pescoço.
“O senhor tem um cheiro muito bom”
“Davi... aahh... filho... sua mão está muito quente...”
“Gosta quando eu aperto sua rola, pai?”
“Aahh sim... aah...”
“E quando eu aperto suas bolas?”
“Filho, não tão fort-- aahh sim! Continua...”
Meu corpo pegajoso estava colado no papai, e eu sentir o calor crescendo na cozinha com nosso cheiro de macho suado impregnando o ambiente. Eu apertava a piroca do papai, o masturbando forte enquanto apertava seu saco peludo com a outra mão. Dava pra sentir ele respirando pesado, e eu amava dá prazer ao meu pai, fosse chupando seu pau, ou ordenhando sua pica com as mãos, ele ficava tão lindo com essa expressão erótica e corpo suado todo pegajoso. Eu já nem prestava atenção no seu pau, só fui masturbando meu coroa, e vendo como ele parecia ‘feliz’ sendo ordenhado por mim.
“Amor... acho que v-vou...”
“Vai o que pai? O senhor vai gozar?” dei um cheirada forte nele, sentindo sua pica pulsando na minha mão. “Vai, pai... goza pra mim, pai! Eu te amo tanto, pai...”
“Davi... aaahh... Não-- nnghh!!”
“Isso! Jorra todo o leite do senhor pra fora! Eu estou aqui pai, estou aqui com o senhor” beijei ele no ombro e no pescoço vendo meu coroa ejaculando na mesa, e melando tudo na frente. Seu corpo tremeu, e eu abracei ele com carinho vendo ele dá seu último tiro de porra com muita vontade. “Parece que o senhor estava bem empolgado...”
“V-Você não parava de sussurrar no meu ouvido... aah...”
“Que foi, pai? Por acaso eu sou sua fraqueza?” eu rir sabendo que sim, ele só levou uma mão pra trás nos meus cabelos, e eu beijei meu coroa na boca, devagar, sentindo seus lábios quentes e pegajosos nos meus.
Ficamos nos beijando nessa posição por mais algum tempo, só pro papai se virar devagar, e me abraçar enquanto eu segurava ele na cintura. Eu até que queria beijar com mais força e fundo, mas o papai gostava de quando nos beijávamos devagar, sentindo os lábios do outro com mais intimidade.
“Mmhm... acho que a gente devia limpar a mesa...” falei encarando ele nos olhos, só pra perceber que nossas bocas estavam com fios de saliva de uma boca pra outra.
“Davi, você prometeu que se me fodesse por trás--”
“A gente ia passar o resto do dia nos beijando, eu sei”
“Isso” só que mesmo assim, o papai me deu um beijou na testa e continuou: “Mas se você tiver planos melhores, podemos fazer o que você quiser”
“Deixa eu adivinhar... se eu escolhesse sair pelado na rua, o senhor iria comigo?”
“Eu pegaria você nos braços antes mesmo de abrir a porta”
“Mas o senhor disse que faria qualquer coisa comigo”
“Menos sair pelado na rua” ele riu, e acabei rindo também.
“Mas tá, eu acho que podemos voltar ao plano original”
“Que seria?”
Foi quando segurei o papai na mão, e arrastei ele pra sala. “Nos beijar pelo resto do dia, claro” eu deitei no sofá, me esticando e fazendo sinal pra ele sentar em mim. “Vem, pai”
“A mesa ainda está toda melada, Davi”
“E daí? O Levi nem mora mais aqui, é apenas o senhor e eu. E também eu vou acabar ficando de pau duro de novo se o senhor não parar de exibir esse seu corpo gostoso pra mim” falei, e ele riu, cruzando os braços, algo que só fez seu peitoral parecer bem maior. “Vamos pai, o senhor senta em mim, e passamos um tempo nos beijando, depois eu prometo que limpo a mesa. E sozinho” eu esperei ele vim, mas ficou só me encarando, foi quando decidi fazer chantagem emocional. “Ei pai, o senhor não vai querer que eu fique aqui sozinho, né? Eu amo tanto o senhor, mas tudo bem se não quiser-- uou! O senhor foi rápido” papai num instante veio sentar no meu colo, apoiando as mãos no meu peito.
“Não me provoque, Davi”
“O senhor é pesado, velhote”
“Ou você que não anda comendo proteína suficiente” papai se curvou e me beijou na boca.
“Mmhm... como meu pai, o senhor deveria me alimentar com mais leite, então”
“Agora a culpa é minha?”
“Sim...”
Naquele momento eu percebi que ia gastar meu feriado com o papai comigo. A gente fez como combinado, nos beijando por bastante tempo. E mesmo depois que fiquei de pau duro, só ficamos nos lambendo de língua por mais tempo.
Às 9h45 transamos de novo, no sofá, com o papai sentando no meu pau devagar, me provocando com beijos, seu peitoral peludo, e axila que eu fiz questão de enfiar a cara, só pra gozar minutos depois.
Às 11h20 tínhamos bebido água e fomos pro quarto, comigo passando vergonha quando tentei levantar o papai pra carregá-lo pro quarto, e não conseguindo, ele riu de mim dizendo que eu deveria mesmo comer mais proteína. Mas eu já tinha um corpo muito bom, ele quem era um coroa de 42 anos todo gostoso com aquele peitoral e rabo grandes.
Às 13h, ainda no quarto, paramos de nos beijar e se esfregar para ir comer algo na cozinha. Depois de 30 minutos fomos pro banheiro mijar e da cozinha levamos uma garrafinha de água pro quarto para não precisar voltar.
Às 15h acabamos tirando um cochilo, porque o filme na TV do quarto já não estava tão legal.
Às 17h50 voltamos a nos beijar juntinhos debaixo do cobertor, e foi quando o papai começou a brincar comigo dizendo que eu não cansava nunca. E como poderia? Eu só precisava de bastante água, e do papai comigo para sobreviver a um apocalipse zumbi, igual no filme que passava na TV.
Às 18h30 começamos a fazer sexo com penetração, e eu deixei o papai sentar em mim, igual hoje cedo na sala. O papai realmente não desviava os olhos de mim, e eu fiquei um pouco tímido com ele me observando enquanto sentava devagar no meu pau, fazendo movimentos lentos, aproveitando a vista do meu corpo e rosto melados.
Então aconteceu, provavelmente às 19h05, eu não fazia ideia! Mas porra, enquanto o papai quicava no meu pênis, e o quarto abafado só dava pra ouvir nossos gemidos, a porra da porta se abriu!
“Onde vocês... estão?” era meu irmão.
“Aah... L-Levi?! F-Filho?!”
“P-Porra! P-Pai, acho que--" tentei falar, mas...
Alguém mais apareceu na porta! Aquilo só podia ser brincadeira, mano!
“Ei amor, encontrou seu pai... ôh meu...” o Leo parou ao lado do Levi, vendo o papai sentado no meu pau, e eu estava para gozar, quando caralho, havia mais alguém?!
“Meninos? Vocês-- Nossa!” era o pai do Leo.
Eu tentei segurar, mas meu leite já estava inundando o rabo do papai por dentro! Mano, o papai que estava encarando a porta ainda incrédulo, voltou sua atenção pra mim, e foi quando ele gozou também, melando meu peito com sua porra.
Eu estava com a visão turva, e os sentidos fracos, que só vim perceber a porta do quarto se fechando, depois que gozei tudo no papai e ele desabou em mim, melando ainda mais nossos corpos já pegajosos de leite e suor.
“P-Pai... foi coisa da minha cabeça, ou... o Levi e o Leo estavam na porta?”
“J-Junto do Leandro”
“Porra! Como ele aparece sem avisar assim?!” eu ainda estava mole e exausto, com o pênis dentro do papai, porque ele não saia de cima de mim, ele só fez esticar o braço e pegar o celular na mesinha de cabeceira.
“Tem 6 chamadas perdidas do seu irmão...”
“Meu celular também está no silencioso” eu queria poder me sentar, porque o papai não era nada leve, e como se ele lesse pensamentos, devagar foi saindo de cima de cima, assim como meu pau da sua bunda. Ele sentou do meu lado, e foi quando eu enfim percebi a gravidade da situação: o pai do Leo, viu eu e meu pai fazendo sexo. Meu irmão e seu namorado já sabiam, mas e se o Leandro estranhar? Espero que nada disso afete a relação dele com a gente, porque seu filho é meu cunhado.
“Davi, seu irmão está mandando mensagem”
Eu me esforcei pra sentar e li a mensagem que o Levi estava mandando pro papai:
“Pai, o senhor e o Davi podem sair do quarto?! Está maior climão aqui com o pai do Leo!”
Eu ignorei meu irmão Levi digitando mais mensagens, e me levantei, pegando qualquer short para vestir.
“Filho, esse short é meu”
“É... por isso está folgado. Vou pegar outro”
“E o que você pensa que vai fazer? Sair daqui todo melado, com marcas de chupão no pescoço e arranhões na costas para que o Leandro veja?! Isso vai causar uma má impressão”
“Pai, o que são chupões quando ele viu o senhor sentando no meu pau? E também, não podemos ficar aqui pra sempre, se eles vieram a essa hora é porque deve ter algo importante pra falar. Espero eu, senão eu mesmo dou um chute no saco do Levi por atrapalhar nossa foda no feriado”
Eu ouvir papai rindo, mas não achei graça. Por que o Levi só não esperou pra amanhã?
De qualquer maneira, em menos de 10 minutos o papai e eu saímos do quarto juntos. Eu de short e regata, e o papai de calça moletom e camisa de manga comprida, provavelmente pra tentar esconder seu corpo com marcas que eu deixei. Nós vimos que o Levi estava na sala com a TV ligada.
“Ei irmão, onde está seu namorado?”
“Leo está na área conversando com o tio Leandro. Mas ei pai, o senhor está bem?” eu vi o Levi indo abraçar o papai, e o papai acabou gemendo pelo aperto. “O Davi não machucou o senhor não né?”
“Eu estou bem, querido. Seu irmão nunca me machucou” vi o papai retribuindo o abraço, e por um momento fiquei com ciúmes.
Por que o papai ganhava abraços, e eu não? E por que o Levi estava perguntando se eu havia machucado o papai, se era o papai que estava sentando em mim?! Eu estava me sentindo o vilão, e isso era injusto.
“Tá, já pode deixar o papai respirar” eu puxei o papai pra mim, e enquanto segurava sua mão na minha, voltei a falar com o Levi: “Por que vocês vieram aqui a essa hora? Não deviam está jantando, ou sei lá?!”
“Ei, não me culpe! Eu mandei várias mensagens e tentei ligar pros dois a tarde inteira. E quando abrir a porta com minha chave, e procurei vocês pela casa, não esperava encontrar você maltratando o papai daquele jeit--"
“Eu não estava machucando o papai! Caramba, para de implicar Levi!”
“Não estou implicando, mas--"
“Certo, já chega vocês dois” o papai interviu entre a gente. “Querido, eu agradeço a preocupação, mas eu estou bem, é sério” foi quando eu vi o papai beijando o Levi na bochecha, só pra se virar pra mim de novo “E você Davi, pegue leve com seu irmão”
“Mas pai...” só que antes que eu pudesse responder, ouvimos vozes entrando na sala, era o Leo e seu pai Leandro, que parecia bem tímido sem conseguir manter contato visual comigo ou o papai.
“Eeh... boa noite senhor Daniel” o Leo cumprimentou meu pai e acenou pra mim gentilmente. “Desculpa interromper seu...” mas ele não conseguiu concluir e mudou de assunto “A gente só veio aqui essa noite porque o Levi estava com saudades, e porque também...”
“Perdoe meu filho, Daniel. Tivemos uma conversa a sós e acho que ele só está nervoso. Mas enfim...” o Leandro pareceu mais confiante agora, e eu e o papai ouvimos ele com atenção. “Você já deve está sabendo que o Levi e o Leonardo vão acampar daqui 2 dias, junto de uns amigos”
“Sim, ele me contou, mas eu não gostei da ideia de ficarem sozinhos sem nenhum adulto responsável por perto”
Eu vi que o Levi queria responder dizendo que todos já eram maiores de idade, mas ele se conteve porque o papai fez sinal que agora não era hora. Foi quando percebi que o Leo segurou sua mão como se o acalmasse.
“Exatamente isso que eu falei pro Leonardo. E depois de algumas discussões, entrei num acordo com meu filho de que eu só deixaria ele acampar, se pelo o menos tivessem 3 adultos para vigiá-los enquanto acampam”
“E você veio aqui para que eu fosse junto?”
“Somos amigos, e nossos filhos estão noivos, então achei que seria bom para todos nós também. Aproveitar o final de semana como amigos e família. O que acha?”
Mas assim que o papai ouviu a palavra ‘noivos’, eu notei ele muito surpreso, e foi quando lembrei que o Levi ainda não tinha mencionado isso pro papai. Ele só veio contar pra mim no shopping, porque eu acabei comprando anel de noivado pro papai também em segredo, algo que eu mantinha em sigilo apenas com o Levi e Leo. E antes que o papai pudesse responder qualquer coisa, ele olhou pros dedos dos dois, e após notar os anéis, ele pediu licença para conversar com meu irmão a sós na cozinha.
Eu fiquei sozinho com o Leo e Leandro na sala. Sentir um silêncio angustiante, e foi quando tentei falar alguma coisa pra quebrar o clima.
“Desculpa... pelo senhor ter visto... aquilo no quarto”
“É, levei um baita choque. Mas... acho que não é problema meu o que você e seu pai fazem sozinhos. Então sem ressentimentos”
“Nossa, obrigado. Eu gosto do senhor, e apoio muito meu irmão e seu filho estarem noivos. É como se vocês fossem parte da família também”
“Nossa, isso é sério?” o Leo perguntou, e eu não entendi por que ele ficou surpreso. Não é como se eu ainda sentisse ciúmes do meu irmão com ele, eu já tinha superado isso faz muito tempo. Porque quem eu realmente amo, está na cozinha agora com meu irmão.
Cara, por que o papai e o Levi estavam demorando tanto? Eu não conseguia ouvir nada dali da sala. E também estava começando a notar os olhares do senhor Leandro pelo meu corpo, como se já soubesse o motivo de eu estar cheio de marcas, chupões e leves arranhões. Eu e o papai fodemos igual animais hoje, mas sempre num foi assim?
Pouco depois, meu pai Daniel e meu irmão gêmeo Levi voltaram. E foi quando trocamos de lugar, eu indo até o papai, e ele indo até o Leo.
“Certo Leandro. Acho que vou aceitar ir nesse acampamento com vocês” papai falou com um braço envolto do meu ombro. “O Davi vem comigo, então ainda cabem mais 3 pessoas no carro, se precisar de carona”
“Bem, eu vou levar os meninos. E acho que o restante já vem em outro carro, junto do Marcos e do... do...”
“Do padrasto do Maciel, o Bernardo” o Leo disse.
“Isso, obrigado amor” o tio Leandro respondeu, piscando pro filho.
“Espera aí, o Marcos também vai?” papai pareceu surpreso, e eu também.
“Você o conhece também?”
“Claro, é meu amigo de longa data, e colega de trabalho”
“Então parece que vai o combo todo” o Leandro brincou, e foi quando eu percebi que eles iam se dá muito bem.
Eu não estava contando com essa viagem surpresa, mas acampar não parece tão mal assim. É claro que eu iria está no meio do mato, provavelmente com mosquitos me mordendo, mas ia ter rio pra banhar, e os vários amigos do meu irmão para descontrair e passar o tempo. E óbvio, havia o papai, que sem ele, eu nem estaria indo nesse acampamento inesperado.

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