#Coroa #Teen #Traições #Virgem

Revivendo o passado

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Sessentão

Aqui conto a primeira vez que vi uma buceta, o primeiro toque, a primeira penetração numa xoxota e a primeira chupada.

,não era fácil como agora, as moças casavam quase todas virgens e se alguém desse antes do casamento e ficasse grávida, era um alarido do caralho e “manchava” a família. Pelo menos era assim que se apresentava a sociedade daquele período ditatorial.
Sou negro, alto (1,90) e nasci com o bigolim meio grandinho comparando-se com meus amiguinhos de infância. Aos 13 anos aprendi a bater punheta e fiquei um verdadeiro viciado.
Por ser de família pobre, tinha que me virar para conseguir uns trocados para assistir filmes nas matinês do único cinema da cidade. Depois da escola, eu fazia o que aguantava fazer e sempre rendia uma graninha. Um certo dia, eu já ia fazer 15 anos eu estava ajudando uma mulher a carregar compras de feira e uma vizinha dela me chamou e perguntou se eu daria conta de podar uma samambaia. Apesar de nunca ter feito, topei em podar. Ela trouxe uma escadinha de abrir, subi e fui fazendo como ela mandava. Num determinado momento, quando olhei para baixo vi os peitos dela,, que estava sem sutiã. Pronto. Meu pau ficou duro na hora e o que é pior: eu não usava cueca. Tentava esconder a todo custo, mas acho que ela percebeu pois ela começou a se mostrar ainda mais pois o vestido era largo e ela praticamente curvava o corpo para que os peitos ficassem a mostra. Desci da escada com o pau totalmente fora de controle e passei a varrer o chão e ela se encostava de vez em quando em mim parecendo que era involuntário.
Daí terminei o serviço, pedi para usar um banheiro que ficava nos fundos e ela autorizou. Cheguei no reservado, acendi a luz, fechei os olhos e iniciei uma punheta bem gostosa e lenta, relembrando aqueles bicos como os que eu já tinha visto em revista. Não demorou e gozei como nunca. A porra ficou grudada na parede à frente e as pernas bambearam. Fiquei apoiado na pia por alguns segundos e pareceu que eu tinha ouvido passos do lado de fora. Esperei o pau baixar, mijei, lavei as mãos e saí com a cara até queimando de vergonha. A mulher, que agora se apresentou como Sílvia, me ofereceu um pedaço de bolo e um copo de suco, me deu uns trocados e me perguntou se eu estava bem. Disse que sim, agradeci e quando estava saindo, ela falou para eu voltar dois dias depois para ajudar ela novamente.
Voltei numa sexta-feira à tarde, como combinado e ela estava esperando. Me chamou para dentro e disse que era para eu passar lustra-móveis num imenso guarda roupa em seu quarto. Dessa vez, ela subiu na escada e mandou eu limpar e lustrar a parte de baixo. Assim fiz e o trabalho foi andando. Até que ela subiu no degrau mais alto da escada, sob pretexto de limpar em cima e pediu para eu segurar a escada. Assim fiz, mas na primeira olhada para cima, vi, pela primeira vez m minha vida, uma buceta. A filha da boa mãe estava com um outro vestido folgado e agora sem calcinha. Assim que meus olhos cruzaram a xoxota meio cabeluda, baixei a cabeça o mais rápido possível. Naquele momento vieram tesão, euforia e medo. Sério, eu tinha medo de que ela me visse olhando e chamasse a atenção ou me denunciasse para o marido... sei lá.
Ela continuou subida na escada, de vez em quando eu olhava, mas voltava a baixar a cabeça. Daí ela terminou, desceu da escada e me perguntou se eu tinha ficado assustado com que eu vi. “Viu o quê”, fiz de desentendido. A Dona Sílvia deu uma risada gostosa e falou: “a aranha caranguejeira” fiquei sem graça pra burro e ela falou para eu nunca contar nada pra ninguém. Falei que sim e ela fez outra pergunta catastrófica: “Já tinha visto uma buceta antes” e eu respondi que não, nunca.
Então, ela me falou que se eu jurasse que não falava pra ninguém, ela me mostraria de perto. Aí eu falei: “sério? Quando?” Sílvia respondeu que era seríssimo e que mostraria naquele momento. Meu coração batia na boca, até minha respiração mudou. Ela mandou eu tomar um banho bem tomado no banheiro de fora e escovasse bem os dentes e ela iria tomar banho no banheiro do quarto. “Não se esqueça de lavar bem o pinto, a cabeça dele, o saco e a virilha”.
Tomei o banho como ela mandou, doido pra bater uma, mas me contive. Voltei para a casa e Dona Sílvia estava enrolada numa toalha e me chamou para perto dela. Fui voando e ela fez a pergunta crucial: “você já beijou na boca”, menti que sim e ela me puxou para um beijo. Levei um baita susto com a língua dela invadindo a minha boca. Fiquei quieto, paradinho, só curtindo a língua dela percorrendo minha cavidade bucal. Ela parou, olhou nos meus olhos e disse: “não é assim, coloque a sua língua na minha boca também”. A única pessoa que eu tinha beijado foi uma crentezinha em uma festa da escola e foi só um beijo no rosto e depois encostamos lábios nos lábios, como víamos nas novelas. Mas eu não tinha a menor ideia que a língua tinha papel fundamental.
Daí a Sílvia mandou eu tirar o meu short, baixei meio desconfiado porque eu não usava cueca ela viu, pegou, apalpou e disse que era maior que o do marido dela. Sim, ela era casada com um cara que trabalhava na prefeitura. Daí ela pegou a minha mão e colocou na buceta dela. Era quente e molhada. Gostei demais daquilo e daí ela perguntou: “quer fuder pela primeira vez na sua vida”, Antes que eu respondesse, ela me puxou para mais uma sessão de beijo e dessa vez eu botei minha língua para trabalhar. Aí ela deixou, abriu bem as pernas e mandou eu olhar para a xoxota ensopada dela. É uma visão que nunca esqueci nesses quase 50 anos. Então veio o grande momento: ela me guiou para colocar o pau naquele túnel quente e úmido. Enfiei o pau e ela estava de olhos fechados só curtindo. Mas assim que coloquei até no fundo e ela rebolou, eu já gozei e como gozei. Nem senti prazer, nem nada. Mas aquela era uma mulher especial e com vontade de dar. Se levantou, foi ao banheiro, sentou no vaso, expeliu a porra, lavou a xoxota e voltou pra cama. Nem mandou eu lavar, caiu de boca e mamou até ficar duríssimo novamente e ainda falou: “eu já esperava que seria assim, vem de novo”. E lá fui eu e tome rola, tome rola, tome rola. Quando ela via que eu estava quase gozando, mudava de posição. Mas aos 15 anos não tem como segurar muito e dei a segunda gozada. Ficamos desfalecidos por um tempo e fomos para um novo banho. Voltamos para a cama, ele me chupou novamente e pediu para eu dar uns beijos na bucetinha dela. Foi meio sem jeito e ela guiou como eu deveria fazer. Demos mais uma bem gostosa, beijando enquanto fodia e ela gritou “Tô gozando de novo, goza também”, aí não tem como segurar e explodi dentro daquela mulher novamente.
Fui embora de penas fracas. Cheguei em casa desconfiado, tomei um banho comi alguma coisa e fui para a escola, mas nesse dia estava difícil prestar atenção às aulas. E o que é pior, não podia contar para ninguém.
Sílvia me ensinou a chupar uma pepeca concentrando somente no prazer da mulher. Me mostrou o que é um grelo e os benefícios de concentrar a artilharia nele. Aprendi a mamar um peitinho sem machucar, levando a mulher ao delírio. Fomos namorados por três anos. Ela e o marido (não tinham filhos) se mudaram por motivos políticos e só fomos nos encontrar quando eu já estava com 26 anos.
Ela me ensinou muita coisa e desde então passei a comer mulheres mais velhas, algumas casadas e a grande maioria delas se apaixonava. Era uma época que sexo oral era um tabu dos infernos. Se descobrissem que algum homem fez ou fazia, era só gozação. Daí eu saía no lucro, pois além de ter o pau grande, eu aprendi a chupar e colocava entusiasmo no que fazia. Elas gostavam de ser fodidas e chupadas e gozavam horrores. Eu digo que a grande maioria das mulheres daquela época nunca tinham sido competentemente chupadas. Graças a proliferação da pornografia a partir dos anos 90, hoje o sexo oral é normal. Mas eu digo: Dar prazer com a língua e com o pau não é pra qualquer um.

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