Puteiro caseiro
Meu irmão é três anos mais velho que eu, grandão como papai, é o queridinho da minha mãe, já eu sempre fui muito magro e baixinho como mamãe. Com o passar do tempo, quando meu irmão já estudava a noite, virou rotina papai levar-me para a cama depois de eu adormecer vendo televisão e a troca de carinhos entre nós, era encarada por mim como coisa normal. Em certa noite, em que papai estava particularmente carinhoso, mamãe demorou muito tomando banho e eu tomei meu leite quente e deitei no sofá junto com papai logo estava naquele estado de sonolência e senti que papai estava esfregando o pau em minhas coxas, nossa, foi uma sensação maravilhosa, com aquela queimação no estomago e com o cuzinho piscando, aquele torpor passou e fiquei em estado de alerta, não demorou para eu sentir que ele estava gozando. Resolvi guardar segredo, mesmo porque, eu tinha adorado aquele carinho mais atrevido. Naquela mesma semana, voltamos a deitar juntos no sofá, mas mamãe estava na sala, sentindo a piroca endurecendo, mas achando que papai não faria aquele movimento para não chamar a atenção de mamãe, coloquei a mão para trás e passei a alisar aquele piroca, que em instantes estava dura como ferro, mas consegui fazer de modo que pareceu natural, sem masturba-lo ostensivamente, claro estava contando com a erotização de papai fingindo que estava dormindo. Em dado instante, mamãe mandou meu pai me levar para a cama, ele me pegou no colo e me deitou de ladinho. Achando que eu estava dormindo, deitou a meu lado, baixou meu pijama, tirou o cacete para fora e passou a pincelar meu reguinho, nossa meu pauzinho passou a doer de tanta tesão, até que senti sua ejaculação quentinha e pela primeira vez gozei sem por a mão no pau, disfarçando no escuro para ele não notar. Naquele período eu estava explodindo de tesão vinte e quatro horas por dia, louco para ser levado por papai novamente para minha cama. Em uma quarta feira, não tomei o costumeiro copo de leite e deitei certo de que papai me foderia novamente e eu queria estar lúcido para aproveitar cada instante daqueles momentos, mas para minha decepção, minha mãe me fez ficar de pé e me levou para a cama. Para não dar na bandeira, fingi estar cambaleando e deitei sozinho. Percebi que meu irmão tinha chegado da escola. Não demorou para eu ouvir uns sons diferentes e que de imediato levou meu libido ao topo. Levantei silenciosamente e caminhei no escuro, ao chegar no fim do corredor de acesso à sala que estava iluminada só pela claridade da televisão, fiquei em choque, minha de joelhos no sofá, meu irmão de pé atras dela tirando e enfiando sua rola gigante na buceta de minha mãe que com a bunda bem arrebitada, deixava aquele bucetão ser penetrado, com meu irmão enfiando até o talo, tirando tudo e voltando a penetrar e toda vez que o fazia, mamãe mostrava em suas feições o imenso prazer que estava tento. Para meu completo espanto, papai sentado em uma das poltronas com os olhos fixos naquele espetáculo, masturbava-se como um louco, levei a mão ao meu cacete e em poucos movimentos, vendo a cena incestuosa e ouvindo os gemidos maravilhosos de mamãe, gozei como louco. Voltei para meu quarto ainda tesudo e só consegui dormir já de madrugada com meu irmão roncando na cama ao lado da minha. Deixei de tomar o leite relaxante e passei a ficar alerta, não só para aproveitar as pinceladas no rego que papai me dava achando que eu estava dormindo, mas querendo ver meu irmão foder minha mãe novamente. Em uma sexta feira, meu pai demorou a chegar em casa e com meu irmão na escola, me recolhi mais cedo, até que aquele som produzido por mamãe na sala, indicava que ela estava tomando rola e corri para o cantinho de onde eu podia ver a sala toda e lá estava ela ajoelhada em uma poltrona e meu irmão com o cacete todo enfiado nela, mas onde estava papai? Minha pergunta foi logo respondida quando senti suas mãos em minha cintura e ouvi meu pai cochichando no meu ouvido: "Quer comer sua mãe também? Então, vai ter que aprender tudo que ensinei para seu irmão antes". Papai usando as mãos que continuavam em minha cintura fez meu corpo virar e caminhamos juntinhos para o meu quarto. Papai me colocou ajoelhado na cama na mesma posição que eu tinha visto mamãe tomar ferro e esperei a penetração já nuzinho e para aumentar meu encanto papai abriu minhas nádegas, dobrou o corpo e invadiu minha argola virgem com sua língua, nossa, foi a emoção mais forte que eu tinha sentido até então. Não imaginava que seria possível ter tanto prazer no rabo e enquanto aproveitava a penetração percebi que instintivamente meu cuzinho tentava morder a língua de papai e não resisti a vontade de gozar, mal toquei no pau, gozei desesperadamente lambuzando todo o lençol de minha cama. Ao olhar para trás, vi a piroca de papai, grossa, comprida, cabeçuda e dura, certamente precisando gozar e assumi a putinha que sempre reprimi, ajoelhei e abocanhei o cacete. Suguei a rola com tanta vontade e manipulando aquele pau gostoso, como um travesti profissional, mordisquei o cilindro, passei a língua na cabeçorra, bati com a bruta na minha cara, ambos estávamos desesperado naquele boquete delicioso que fez papai gemer bem alto no exato momento que enchia minha boca com porra e ouvi a voz de mamãe na porta do quarto : "Parece que você tem mais jeito que seu irmão". Eu não sabia o que fazer, mas mamãe continuou: "Quando seu irmão terminar o banho dele, tome um também". Sem dizer mais nada, ela abriu o armário, pegou eu lençol dobrado, puxou o lençol melado e o levou embora. Aproveitei e arrumei a cama e logo que meu irmão saiu do banho eu entrei, quando voltei, não sei se Luiz estava dormindo ou fingindo, deitei e não consegui dormir e fui para até a cozinha, onde mamãe tomava agua e troquei com ela nosso primeiro beijo lascivo, demorado, excitante, uma delícia que eu até então não tinha experimentado e ali mesmo em pé na cozinha, recebi meu primeiro boquete e gozei na boca de minha mãe que ao final falou: "Acho que não sei fazer tão bem quanto você, mas sua porra é muito gostosa, tão logo seu irmão sai amanhã cedo para o futebol, vá para minha cama, seu pai vai estar esperando". Não dormi, naquele inicio de sábado, fiquei rolando na cama até dar a hora de meu irmão sair. Assim que Luiz saiu, corri para o quarto de meus pais e antes de eu entrar, minha mãe me puxou pelo braço, me levou até o box, tirou o chuveirinho e mandou eu enfiar a mangueira até onde desse e eu o fiz, sentindo a agua gente limpar todo meu ânus. Enquanto me enxugava, mamãe me ofereceu uma de suas calcinhas e fomos de mão dadas ao quarto dela. Mamãe beijou o rosto de papai acordando-o e ela disse: "Seu filho está pronto para nós". Dizendo isso, mamãe se esticou pegando na gaveta do criado um tubo de gel e virando-se para mim disse: "Deita e levanta bem as pernas". Coloquei as costas no colchão e levantei minhas pernas em V, mamãe enfiou cuidadosamente seu dedo cheio de gel no meu orifício com bastante cuidado e carinho e a vi, em seguida, passar bastante gel na piroca de papai que já exibia uma ereção maravilhosa. Papai apoiou-se em minhas pernas, forçando-as contra meu tronco, fazendo meu anel ficar completamente exposto para cima e aproximou o cacete dele, foi quando vi a cara de tarada de minha mãe que parecia perdida de tesão e em seguida meu pai deixou seu peso fazer o trabalho. O cabeça se encaixou no meu cuzinho e não consegui segurar o gritou de dor por ter a argola dilatada como nunca tinha sido antes e mamãe ainda com aquelas feições transtornadas sentou na minha cara, esfregando a buceta na minha boca, fazendo-me sentir o gosto de seu liquido vaginal enquanto sentia meu canal anal ser arrombado. Naquele misto de prazer e dor com uma buceta na boca e um pau enterrado no meu cu me concentrei no maior prazer que estava sentindo que era o de ter o rabo preenchido e o movimento involuntário de meus músculos anais sugando a caceta ainda mais para dentro e papai iniciou os movimentos. Mamãe entrou em êxtase e perdida no gozo quase gritando falou para meu pai: "Não estraga muito, o Luiz vai querer comer o rabo do irmão quando chegar." Papai encheu meu rabinho de porra enquanto uivava deliciosamente. Mamãe ainda dominada por uma tara louca, esperou meu pai acabar de gozar e o puxou, tirando-o de cima de mim e assumindo a posição de cócoras, fez eu esticar as pernas e sentou na minha pica, engolindo-a todinha de uma só vez com seu cu guloso e mostrando a puta que é passou ao fazer o cu piscar com minha pica dentro dele, fazendo-me gozar forte. Mamãe ainda com minha pica no cu falou: "Agora descansa, mais tarde seu irmão vai te querer também e você vai adorar aquela pica mais grossa que a do seu pai". Dito e feito, meu irmão já chegou na maldade com sua piroca estupidamente grossa e me fez colocar um pé em cima da cama e outro no chão e sem se importar com a dor que eu estava sentindo e meu choramingo arrombou de vez meu cu já dolorido pela foda com papai, mas mesmo sendo enrabado violentamente me senti vingado, pois papai o fez colocar o pé sobre a cama, na mesma posição em que eu estava sendo comido e penetrou o cu do meu irmão em nosso primeiro trenzinho enquanto mamãe se deliciava vendo tudo com um vibrador enorme enfiado na buceta.
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