#Assédio

Se eu tivesse o poder de PARAR O TEMPO.... Seria assim.

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Eu nunca sonhei com outra coisa desde criança. Tinha um relógio de bolso antigo, daqueles de ouro com a tampa que abre e o ponteiro que marca segundos perfeitos. Meu avô tinha o mesmo. Eu guardava escondido no fundo da gaveta do criado-mudo. À noite, antes de dormir, eu o colocava no ouvido e escutava o tic-tac como se fosse a respiração de alguém. “Um dia eu vou ter poder de verdade”, eu pensava. “Vou congelar o mundo inteiro e fazer tudo o que eu quiser.”
Naquela quinta-feira chuvosa de São Paulo, eu estava no metrô da Linha Vermelha, 7:42 da manhã. O vagão lotado como sempre. Eu empurrava minha mala velha, o relógio de bolso na mão, apertado contra a coxa. O cheiro de suor, perfume barato e comida de rua misturado era insuportável, mas eu adorava. Eu adorava tudo.
O relógio já pesava na minha mão como se soubesse do que eu ia fazer.
Eu não planejei. Eu só queria um pouco de paz. Então, quando a multidão apertou mais ainda perto da porta, eu abrí a tampa e girei o ponteiro duas vezes. O mundo parou.
O tempo congelou. Todo mundo ficou imóvel, com o olho aberto, a boca entreaberta. Eu conseguia ouvir e pensar, mas os outros estavam paralisados, conscientes, mas sem movimento nenhum.
“Que delícia”, eu murmurei, a voz baixa só pra mim. “Vocês sabem que eu estou aqui. Mas não podem me ver, não podem me tocar. Eu posso tocar em vocês.”
Eu guardei o relógio no bolso da jaqueta e comecei a andar pelo vagão como se nada estivesse acontecendo. O silêncio era ensurdecedor. Só o som do meu coração batendo.
A primeira mulher que eu escolhi foi fácil. Ela era loira, uns 25 anos, cabelo longo ondulado preso num rabo de cavalo alto, vestido bege justo que marcava cada curva. Peitos grandes, cintura fina, bunda redonda e empinada. Ela estava de pé, segurando a alça, olhando pro nada. Quando eu me aproximei por trás, ela não reagiu. Eu ri baixinho.
“Que delícia”, eu disse bem pertinho do ouvido dela, só pra ela ouvir. Ela não respondeu, claro. Mas eu sabia que ela ouvia.
Eu comecei pelo pescoço. Beijei a pele quente ali, bem devagar, sentindo o cheiro de xampu e perfume. Depois desci. Abri o zíper do vestido devagar, com cuidado pra não quebrar a roupa. O vestido escorregou pelos ombros e ficou pendurado na cintura dela. Os seios saltaram livres, enormes, pesados, mamilos rosados já duros com o frio do ar-condicionado.
“Uau…”, eu sussurrei. “Agora que’s a pair of tits.” Eu segurei os dois peitos com as mãos, apertando forte, torcendo os mamilos entre os dedos. Ela não piscava. Eu chupei um, depois o outro, lambendo o suor leve que já aparecia na pele dela. O gosto é salgado, natural, perfeito.
Eu desci mais. Enfiei a mão por baixo da calcinha fio-dental bege. Ela estava encharcada. Eu puxei a calcinha pra baixo e senti o cheiro primeiro: suor, buceta, um cheiro doce e azedo que me deixou louco. Eu cheirei fundo, metendo o nariz entre os lábios inchados da buceta. Ela pulsava devagar, quente, molhada.
Eu desabotoei minha calça e enfiei o pau inteiro de uma vez. Ela estava tão apertada que eu quase gozei na hora. Eu comecei a meter forte, olhando pro rosto dela paralisado, o olho branco aberto. Os peitos balançavam a cada estocada. Eu segurei a cintura ela e meti mais fundo, sentindo o útero apertando meu pau.
“Porra…”, eu gemi. “Você é minha agora.”
Eu segurei os peitos de novo, apertando, enquanto meti. Depois tirei o pau, virei ela de costas e enfiei na buceta de novo, olhando a bunda empinada. Continuei metendo até eu sentir que ia gozar. Eu tirei, virei ela de frente de novo e gozei na cara ela. O jato quente espirrou nos lábios, no queixo, escorrendo pelos seios. Alguns pingaram nos peitos.
Eu passei dois dedos pelo meu próprio pau e depois no rosto ela, passando o cheiro de porra misturado com o cheiro da buceta ela. Ela inalou sem conseguir respirar direito, mas eu sabia que sentia.
Eu fechei o zíper, ajustei o vestido pra parecer que ela tinha dormido ali, e segui pro fundo do vagão.
A segunda mulher foi ainda melhor. Ela era gordinha, gostosa pra caralho, uns 30 anos, bunda enorme, barriguinha macia, peitos grandes e moles. Vestia uma blusa larga de algodão e uma saia jeans curta que mal cobria a bunda. Ela estava sentada num dos bancos, pernas abertas porque o espaço era pequeno. Quando eu me sentei ao lado ela, ela me olhou de lado, mas paralisada.
Eu sorri e comecei a subir a mão pela coxa ela. “Você é linda”, eu falei. Ela não respondeu. Eu subi mais, enfiei a mão por baixo da saia e encontrei a buceta molhada. Ela estava pingando. Eu cheirei os dedos primeiro, depois enfiei um inteiro, depois dois. Ela estava apertada, quente, escorrendo. Eu tirei os dedos, passei na minha boca, lambendo o gosto ela, e depois no meu pau, lubrificando.
Eu abri a calça, tirei o pau e enfiei de uma vez na buceta ela. A barriga macia balançava a cada movimento. Eu meti forte, sentindo a carne macia apertar em volta de mim. Eu segurei os peitos por cima da blusa, apertando, depois puxei a blusa pra cima e chupei os mamilos grandes, rosados, lambendo o suor que já escorria.
Eu girei ela de lado, levantei a saia toda, e enfiei na buceta de novo, olhando o cu empinado. Continuei metendo até eu sentir o orgasmo subindo. Eu tirei, virei ela de frente e gozei na cara ela de novo, bem na boca, nos olhos, no cabelo. Ela engoliu um pouco sem conseguir fechar a boca, mas eu passei o resto no rosto ela.
Peguei os dedos sujos de porra e os passei no rosto ela, no pescoço, nos seios. Ela inalou o cheiro forte de homem suado e porra.
Eu fechei tudo, tirei o relógio do bolso e girei o ponteiro três vezes. O tempo voltou. Todo mundo voltou a se mexer, como se nada tivesse acontecido. Eu desci do vagão no Centro, com o cheiro das duas mulheres ainda grudado na minha pele.
Na saída do metrô, eu limpei o suor da testa e senti o coração ainda acelerado. Eu precisava repetir isso todo dia.
A próxima vez eu escolhi o banheiro feminino, no final do corredor, antes de sair.
A limpadora estava lá. Uniforme verde com saia preta, avental, cabelo preso num coque apertado. Ela era magra, mas tinha um cu enorme, empinado, e as pernas longas. O cheiro de suor ela já enchia o banheiro inteiro — suor de quem trabalha o dia todo em pé.
Eu entrei atrás ela. Ela não me viu, porque eu tinha congelado o tempo antes mesmo de abrir a porta.
“Que cheiro bom”, eu falei, aproximando o rosto do cu ela. O cheiro é forte: suor, suor de bunda, um pouco de xixi antigo, tudo misturado com o perfume barato de limpa. Eu era louco por isso.
Eu abri o zíper e tirei o pau. Desci a saia e a calcinha ela. O cu saltou para cima, perfeito, rosa, suado. Eu lambi o buraco inteiro, língua pra dentro, sentindo o gosto azedo de suor e xixi que ela tinha deixado. Ela pulsava debaixo da minha língua. Eu lambi mais, cheirando, e depois enfiei dois dedos no cu e lambi o bucetinha.
Eu virei ela de frente, sentei na privada e puxei ela pro meu colo. Eu sentei ela em cima do meu pau e enfiei de uma vez. Ela estava molhada de suor também. Eu meti forte, segurando a cintura ela, sentindo o cu apertando meu pau. Eu chupava os peitos por cima da blusa enquanto meti.
Eu girei ela de costas de novo, levantei a saia e enfiei na buceta enquanto meti no cu. Ela estava pingando suor. Eu lambia o cu suado o tempo todo.
Eu gozei dentro ela, jato quente enchendo os dois buracos. Depois tirei, virei ela de frente e gozei mais na boca e nos peitos.
Eu passei os dedos no cu ela e depois na cara ela, passando o cheiro de porra e suor pra ela inalarem.
Quando voltei o tempo, ela só continuou limpando o banheiro como se eu nunca tivesse estado ali. Eu saí rindo.
O dia virou noite. Eu peguei o relógio de novo e congelei o metrô outra vez, dessa vez no final do dia, quando o vagão estava quase vazio.
A motorista de aplicativo estava lá. Cabelo castanho longo, camiseta branca justa, saia preta curta, tênis. Ela era gostosa, corpo de quem andava muito. Ela estava sentada no banco do motorista, olhando o celular.
Eu congelei o tempo e entrei no banco do passageiro. Abri a porta do carro e sentei ao lado ela.
Eu subi a saia ela devagar. Ela estava de calcinha fio-dental branca. Eu cheirei a buceta primeiro — suor, perfume, um cheiro delicioso de mulher cansada do dia. Eu lambi a buceta inteira, língua pra dentro, chupando o clitóris enquanto ela tremia paralisada.
Depois eu tirei o pau e enfiei na buceta ela, metendo devagar no começo, depois rápido. Eu segurava os seios por baixo da camiseta, apertando os mamilos. Ela estava molhada, pingando.
Eu girei ela, sentei ela no banco e meti por trás, olhando o cu enquanto meti na buceta. Eu lambia o cu suado o tempo todo.
Eu gozei dentro ela de novo, jato quente enchendo. Depois tirei, virei ela de frente e gozei no rosto, na boca, nos seios.
Eu passei os dedos sujos de porra e no rosto ela e no cu, passando o cheiro pra ela.
Voltei o tempo. Ela só continuou dirigindo como se nada tivesse acontecido.
Depois disso eu congelei o metrô de novo, no fim da noite, quando o vagão estava escuro e quase vazio.
O macho bonito estava lá. Branco, cabelo branco curto, corpo magro, camisa social, calça jeans. Ele era o tipo que as mulheres olhavam. Ela estava mijando no banheiro masculino, de costas pra mim, pau meio pra fora, mijando devagar.
Eu congelei o tempo e entrei atrás dele.
“Que vista…”, eu falei.
Eu virei ele de frente, desabotoei a calça dele e tirei o pau. Ele estava mijando ainda. Eu sentei ele na privada, pau pra cima, e enfiei o meu pau no cu dele, devagar no começo, depois forte. Ele não conseguia parar de mijar. Eu sentia o jato quente dele misturando com o meu pau entrando.
Eu meti forte, segurando a cintura ele, olhando o cu ele apertando meu pau. O cheiro era forte: suor, xixi, homem. Eu lambia o peito ele, chupava os mamilos.
Eu gozei dentro ele, jato quente enchendo o cu. Ele continuou mijando enquanto eu meti.
Eu tirei, virei ele de frente de novo e gozei no rosto, na boca, no peito. Ele engoliu um pouco sem conseguir.
Eu passei os dedos sujos de porra e xixi no rosto ele e no pau ele, passando o cheiro pra ele sentir.
Voltei o tempo. Ele só continuou mijando, como se nada tivesse acontecido.
Eu saí do metrô, o sol já estava nascendo. Eu limpei o relógio de bolso, guardei no bolso e respirei fundo. O cheiro das duas mulheres ainda estava na minha pele.
Eu girei o ponteiro três vezes no relógio e o tempo voltou ao normal.
Eu saí da estação e fiquei olhando a rua.
Eu sabia que podia fazer isso todo dia. Todo fim de semana. Toda vez que eu quisesse.
E eu ia fazer.
Na próxima vez eu ia congelar o metrô na praia. Eu ia fazer isso com as garotas da areia, as mães de família, as turistas magras e gostosas. Eu ia lamber o cu delas na frente de todo mundo, meter na buceta delas enquanto elas olhavam o mar, gozar nas bocas enquanto elas fingiam que estavam só tomando sol.
Na próxima eu ia congelar o shopping. No centro de compras, no almoço, no corredor dos perfumes. Eu ia subir as saias delas nos provadores, lamber o cu delas enquanto elas olhavam o espelho, meter no banheiro delas, gozar no rosto delas e passar o cheiro pras outras que estavam paralisadas.
Eu ia fazer isso com todo mundo.
Eu ia ter o mundo inteiro para mim. Tem mais contos meus, com videos e fotos em https://bit.ly/4dNruEJ
E o sonho que eu tinha desde criança ia finalmente virar realidade.
Eu guardei o relógio, sorri e comecei a andar pra casa, já pensando no próximo dia.
Porque o metrô nunca acabava.
E eu nunca ia parar de usar o relógio.

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