#Virgem

Amor é pecado - 1 - Reencontro

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Lex75

Um colégio de eleição, uma freira e um jardineiro misterioso... quando se viram pela primeira vez no colégio o destino voltou a juntar eles.

No colégio privado São Bartolomeu, só para meninas dos 6 aos 18 anos, todas as professoras são freiras ou noviças.
Está situado no meio do nada, no campo, rodeado de vales e montanhas, numa antiga propriedade privada de um multimilionário D, Rolando, que deixou em testamento aquela propriedade às irmãs Carmelitas, nas quais a sua irmã mais nova, Gertrudes tinha entrado e era freira.
Ela transforma a enorme mansão num colégio mundialmente famoso pelo rigor e disciplina, pela excelência do ensino.
Aos poucos foi acrescido de outros edifícios como dormitórios para as alunas, um ginásio, um auditório, um picadeiro para aulas de equitação.
Foi fundado o colégio São Bartolomeu em 1857, e desde lá até aos dias de hoje formou várias mulheres que se destacaram na medicina, na economia, na politica, na engenharia, etc etc etc.
Apesar de ser um colégio regido por uma ordem religiosa, sempre acompanhou a inovação tecnológica, aliás é reconhecido mundialmente por investigação científica, onde se estuda maneiras diferentes de investigação como a robótica, ou a medicina.
Zaida está de regresso á escola que a formou.
A freira foi contratada para a vaga de professora de Literatura Clássica Portuguesa e Latim, e também de Inglês e Grego.
Foi estudante naquele colégio privado dos 6 anos até aos 18, uma aluna brilhante, de excelência, filha de um poderoso banqueiro, ainda bem jovem diz que recebeu o chamamento de Deus, e sempre quis ser freira.
Assim que saiu do colégio, entrou num convento, onde aos 26 anos foi ordenada freira Carmelita.
Sempre foi professora, o seu pecado terreno, ela depressa se destacou como uma excelente profissional, parecia que Deus a havia colocado no mundo para aquele ofício.
A freira Zaida trabalhou em prisões, em vários colégios, andou pelo mundo ensinando crianças a ler e a escrever... até que o seu sonho se realiza, ser professora no colégio de São Bartolomeu, onde ela se sente verdadeiramente em casa.
Ela é a bondade, a sinceridade, a simpatia em pessoa, não é uma freira muito convencional, adora se divertir, rir, tocar música, adora a Madonna, e outras cantoras, ela mesma fica bateria, piano e guitarra elétrica.
É uma freira, mas não deixa de ser uma mulher muito bonita, aos 36 anos, é como se diz vulgarmente um violão... é alta, pele bronzeada, cara redondinha, olhos castanhos claros, lábios grossos, nariz perfeito, cabelo longo e castanho, cintura larga, ancas largas, nádegas grandes, pernas roliças, e umas mamas colossais.
No colégio de São Bartolomeu, poucos são os homens que podem lá estão.
Lucas é um deles, e só lá estão seguranças, e alguns homens contratados para a manutenção do colégio.
Nenhum desses homens é autorizado a viver em permanência no colégio, excepto o Lucas.
Mas ele vive numa casa pequena sozinho, ao lado do celeiro onde ele guarda os seus instrumentos de trabalho. Ele é jardineiro.
Vive uma vida solitária, homem de poucas palavras, sempre com um olhar triste e amargurado, postura corporal de um homem vencido, sem esperança.
Há 6 anos que vive no colégio de São Bartolomeu, isolado naquela casa, ele trata dos jardins do colégio, trata da horta, onde também trabalham uma ou duas freiras para o ajudar de vez em quando, trata da enorme vinha, das colmeias das abelhas, trata dos animais.
É um homem muito atraente fisicamente, embora não pareça, usa sempre roupas muito discretas, um grande chapéu de palha na cabeça, esconde o seu rosto masculino, a sua barba enorme faz o resto do trabalho em esconder o seu rosto sempre sério.
Tem olhos castanhos, cabelo negro, a barba é negra, se nota que é um homem muito poderoso fisicamente, os músculos trapézios do pescoço são praticamente os únicos que aparecem, o ou r debaixo da gola das camisas gastas aos quadrados.
As cores que usa são sempre discretas.
Tem umas mãos enormes, é incrível como ele com umas mãos tão grandes tem uma sensibilidade e delicadeza enormes, como se fosse uma mãe crocodilo quando segura as suas crias no meio daquelas mandíbulas poderosos sem as magoar.
Tem uma cintura fina, peito musculado, pernas musculadas, e um caralho enorme, grosso entre as pernas.
Tem o corpo tatuado com tatuagens tribais, menos no peito onde tem tatuado a cara de uma mulher e três meninas.
É olhando para elas, á noite, vendo o seu tronco nu refletindo no espelho que algum sorriso aparece nos seus lábios, mostrando uma fila de dentes brancos impecáveis. Mas depressa esse sorriso dá lugar á tristeza...as recordações uma vida ainda não muito distante, mas que para ele parece que foi á séculos atrás...e ele sozinho chora diante do espelho.
Ninguém sabe o motivo que levou a freira Dorotéia, a freira que é a diretora do colégio a contratar o Lucas.
Bem ninguém sabe o motivo de por vezes eles passarem longas horas passeando conversando, ou porque ela se despede dele sempre com um beijo na testa e uma carícia na cara.
A irmã Zaida com o seu modo exigente mas descontraído de comunicar e de ensino depressa conquista a simpatia das pequenas alunas, ela dá aulas dos 9 aos 13 anos e também às alunas mais velhas de 18 anos.
Depressa os comentários do colégio são sobre a simpatia da freira, o modo como cativa e comunica com os alunos, como ela meteu as alunas a traduzir para latim e português antigo, canções do Ed Sheeran, da sua Madona, etc etc etc, sem deixar de manter a exigência lá bem no alto...
Até já contagia outras freiras nas aulas delas...desde que o nível de exigência e excelência sejam mantidos, a diretora, a freira Dorotéia não vê motivo para as aulas não serem mais descontraídas... até às alunas se aplicam mais um bocadinho ainda.
Um dia a freira Zaida resolveu sair para a rua com as suas traquinas alunas de 7 anos durante a aula de inglês.
Estava a ensaiar elas palavras que são usadas para os nomes dos animais e plantas.
E como estava um dia radioso de sol, o outono foi bastante chuvoso até aquela semana, ela mandou as crianças se abrigar usando os casacos dos uniformes, e depois caminhar atrás dela em silêncio absoluto até ao exterior do colégio.
E lá fora, a enorme freira, com o seu habito vestido, está rodeada por mais de 20 meninas, ensinando o nome em inglês das flores, dos animais...e sem dar por isso foram se aproximando do jardineiro Lucas, que estava podando uma sebe, na forma de um cavalo... aliás naquele longo corredor no jardim ele com paciência foi esculpindo animais nas sebes...ovelhas, patos, galinhas, vacas, cavalos, etc ...ele foi moldando as sebes ao longo dos 6 anos que lá vive.
As meninas adoram ir a aquela parte do jardim e ele fica satisfeito por ver na cara delas o espanto e a admiração das esculturas dele.
A freira Zaida ao ver ele trabalhando, pediu as meninas para ficarem esperando ela uns instantes, ela foi ter com o Lucas que estava tão absorto no trabalho dele que nem deu conta da bela freira chegando por detrás dele.
Só quando ela está parada á uns 5 ou 6 passos dele e o chamou com a voz meio rouca e arrastada dela, pelo nome dele é que ele se virou de repente.

- SENHOR?? BOM DIA...disse ela

Ele se virou de repente, não costuma ser interrompido no seu trabalho muito menos naquela hora.
E o olhar do jardineiro Lucas fica fixo no rosto da bela freira Zaida...e o dela naqueles olhos castanhos dele ... E foi como se ficassem hipnotizados se olhando durante longo segundos...e a freira Zaida diz:

- LUCAS???? QUE FAZES AQUI???

Ele demora a responder, nunca na vida imaginava que voltaria a ver a freira Zaida ...

- TRABALHO AQUI, SENHORA FREIRA ZAIDA...SOU O JARDINEIRO.
- MAS COMO...TU...
- DESEJA ALGUMA COISA, IRMÃ ZAIDA? diz ele secamente.
- BEM EU...VIM DAR UMA AULA ÀS MENINAS E ..
- EU VOU EMBORA... ASSIM NÃO A INCÓMODO.

E ele afastou-se... recordando o beijo na boca que deu na freira Zaida na escola da prisão, dela toda nua, a pele de ambos se tocando, as mãos explorando os corpos sedentos pelo prazer...os gemidos, os suspiros...o grito seco quando ele meteu o seu enorme caralho na cona pentelhuda dela...ela deixou naquela secretaria, deitada de costas, com a cabeça descaída da mesa, as enormes mamas dela balançando a virgindade dela...o habito de freira estava no chão, a lingerie também...o fio de sangue saindo da cona dela prova que o selo sagrado da virgindade fora quebrado... agora ela está na agonia do êxtase, o caralho dele enorme invadiu o útero imaculado dela...tem sensações novas...dor... prazer... até que ele acelera as penetrações e suando e a beijando na boca solta um grito de libertação abafado pelos lábios dela...tinha acabado de encher a cona dela com o seu semen...
Depois ela sai de debaixo dele, a sensação de pecado, de quebra de juramento feito perante Deus...e apanha as roupas no chão, e agarra nas roupas e correu nua até ao WC... apareceu vários minutos depois...passou por ele que ainda está nu como se não o conhece-se...e partiu.
Na semana seguinte, voltou a pecar...foi ainda mais intenso, selvagem...era luxúria, desejo carnal, penetrações poderosas reclamando o corpo dela...mamas amassadas, mamas grandes e colossais sendo sugadas, chupadas, balanceando desgovernadas enquanto a cona pentelhuda era penetrada sem piedade, o enorme e grosso caralho invade ela toda, entra pelo útero dela dentro arranca gritos altos e desesperados de tesão feminina, enquanto de quatro a freira aguenta as investidas poderosas do prisioneiro. Ela implora que ele pare mas o corpo pede mais toques, mais penetrações profundas e poderosas... até que ele lhe encher o útero várias vezes, apesar dela IMPLORAR para ele não o encher...mas aquela sensação do caralho despejar o semen dentro do útero dela também lhe dá prazer..
Ela nessa noite fica aconchegada a ele... não sabe mais que fazer da vida...ela jurou fidelidade a Deus e pecou com o homem...
Depois dessa noite nunca mais se viram... até aquele momento.
Ela foi a segunda mulher que ele fodeu, a primeira está tatuada no seu peito musculado.
Ela ficou vendo ele a afastar-se, não conseguia evitar o coração muito depressa, os bicos das mamas ficarem insuportáveis, de duros e tesos e a cona pingando a lingerie.
Lucas vai tentando esconder a enorme erecao bem vincada nas calças jeans já bem gastas.
Leva os músculos tensos, o desejo de voltar para trás e arrancar o habito do corpo dela e possuir ela ali mesmo...mas chega á casinha onde mora e liberta o caralho dele das calças e se masturbando-se fazia o semen voar pelo ar, os olhos fechados vêm a freira Zaida nua cavalgam o caralho dele, ou ainda com o hábito vestido...e as suas enormes mamas dela balançando sem governo...
Nessa noite no seu quarto uma freira se masturba toda nua, enfiando a mão onde deseja o caralho grande e grosso do Lucas...de vez em quando o silêncio absoluto do dormitório das freiras é interrompido por um gemido mais alto...que ecos e faz as outras freiras acordadas sentir o corpo se manifestar... ficando excitadas.

Continua

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