Minha cama é um lugar para onde sempre trago machos de rua.
**A casada mais puta do Brasil**
Ai, gente. Puta que pariu. Eu falo demais de dar a bunda. Falo tanto que às vezes esqueço o outro lado da história: como é gostoso agasalhar uma rola. Não qualquer uma. Tem que ser grande, grossa, dura. Tem que preencher. Tem que doer um pouco e depois virar tesão. Sentar numa pica assim é bom demais. E eu agasalho tudo.
O pedreiro de vinte e um anos é um exemplo. Quando precisa de reforma, a gente chama ele. Ele acha que o corno não sabe de porra nenhuma. Sempre tem câmera escondida. Eu olho na cara dele e engulo aquela pica no meio das minhas pernas. Meu cu já fica aberto, pedindo também. Quase sempre tem mais um ou dois machos na cama pra registrar.
Isso não é um ensaio. É o que acontece quando o marido sai, quando a obra “atrasa”, quando o aplicativo marca entrega, quando o eletricista sobe pra “olhar o quadro”. Eu sou casada. Sou adulta. E eu gosto de foder com calma, com tesão e com registro.
A cama tem lençol branco com estampa azul. A cabeceira é amarela. Meu cabelo preto e molhado escorre pelas costas. Eu fico de costas, sentada, quadril largo, bunda pesada descendo sobre o pau dele. Ele está deitado, pernas abertas, coxas escuras e peludas. A pica grossa some entre as minhas nádegas. Eu desço devagar. Sinto a cabeça abrir. Sinto o meio entrar. Sinto o fundo. Rebolo. Subo. Desço. A pele da bunda bate na virilha dele. O som é molhado. O cheiro é de suor, de quarto fechado, de homem que veio direto da obra.
— Ai, gente — eu falo alto, porque eu falo mesmo. — Puta que pariu. É bom demais sentar numa pica grossa.
Ele segura meus quadris. Os dedos entram na carne. Eu aperto. Ele geme baixo. Eu não paro. Quero sentir o pau inteiro. Quero que o cu, que já está aberto, fique com inveja. Quero que ele veja o reflexo no celular escondido no criado-mudo.
Depois dessa posição vem o resto. Sempre vem.
**O pedreiro de vinte e um**
Ele chega de bermuda de trabalho, camiseta suja de cimento, cheiro de sol e poeira. Pede água. Eu levo. A porta do quarto já está entreaberta. Ele entra. Eu tranco. Ele pergunta se o marido volta cedo. Eu digo que não. Ele ri sem graça. Eu puxo a bermuda. A pica já está dura. Grossa mesmo. Cabeça escura. Veias. Eu ajoelho e chupo primeiro. Saliva escorre. Eu olho pra cima. Ele encosta a cabeça na parede. Eu engulo até a base. Recuo. Volto. A mão na bola. A outra na própria bunda, abrindo.
Na cama eu sento de costas, exatamente como no vídeo. Ele deita. Eu monto. A pica entra na buceta primeiro, porque eu quero molhar tudo. Depois eu levanto, pego o lubrificante na gaveta, passo no cu e na pica e desço de novo. Agora é anal. Devagar. O esfíncter arde. Eu respiro. Ele espera. Eu desço mais. Ele entra. Eu sento até o fundo. Fico parada. Sinto o pulso dele dentro. Aí eu começo a rebolar.
— Olha meu cu — eu falo. — Já tá aberto. Já quer rola também.
Ele mete de baixo pra cima. Eu seguro a cabeceira amarela. O cabelo balança. O quarto esquenta. Eu peido no pau sem querer e rio. Ele ri também. Tesão não pede licença. Eu peço pra ele gozar na boca. Ele sai, eu viro, ajoelho no chão e abro a boca. Ele goza. Quente. Grosso. Escorre no queixo. Eu engulo o que dá. O resto eu passo no peito.
Ele ainda fica duro. Volta pro cu. Dessa vez mais rápido. Eu grito. Não é grito de novela. É grito de quem está levando pau grosso no cu e gosta. Quando ele goza de novo, goza dentro. Eu seguro. Sinto escorrer depois, quente, descendo pela coxa.
**Dois machos no mesmo quarto**
Tem dia que o pedreiro traz o ajudante. Vinte e três anos, mais magro, pau não tão grosso, mas comprido. Os dois entram. Eu já estou nua. Câmera no suporte da TV, outra no celular encostado na cadeira.
Um deita. Eu sento na pica dele, de frente. Beijo. Língua. O outro fica atrás. Enfia dois dedos no cu. Depois a cabeça. Depois o pau. DP. Buceta e cu ao mesmo tempo. O quarto fica pequeno. Eu fico cheia. Os dois ritmos não combinam no começo. Depois combinam. Eu gemo no pescoço de um enquanto o outro segura meu cabelo.
— Engole — eu mando pro da frente, e não é o pau da boca. É o tesão. — Me fode. O corno não sabe de porra nenhuma.
Eles trocam. O comprido vai pro cu. O grosso vai pra boca. Depois os dois no cu, um depois do outro, sem sair de verdade: um tira, o outro entra. DP anal quase. Eu peço. Dói. Eu peço mais. Gozo com a mão na boceta, os dois pauzinhos me abrindo. Um goza na boca. O outro goza nas costas. Eu deito de bruços. Eles passam o pau na bunda suja de porra e entram de novo, um de cada vez, até cansar.
Quando saem, o quarto cheira a sexo barato e bom. Eu filmo o cu aberto, vermelho, pulsando. Falo pra câmera:
— Nota meu cu. Dá uma olhadinha direitinho.
**Três pedreiros**
Obra grande. Três caras. Um de vinte e um, um de trinta, um de quarenta e poucos com barriga e pau pesado. Eu falo que o marido viajou. É mentira. Ele está no trabalho. Eu tranco a porta da frente e deixo a de serviço aberta.
Começa no sofá. Boquete em fila. Eu ajoelho no tapete. Um na boca, um na mão, o terceiro espera. Troca. Saliva. Xingo. Elogio pau. O de quarenta goza primeiro, na língua. Eu mostro pra câmera. Os outros dois me carregam pro quarto.
Na cama: um deitado, eu sentada no pau dele, de costas, igual ao vídeo. O segundo na boca. O terceiro espera o cu. Quando o da buceta sai, o do cu entra. Depois os dois tentam o mesmo buraco. Não entra os dois de uma vez com folga, mas entra o suficiente pra eu gritar e pedir pra não parar. DP anal pela metade. Eu choro de tesão, não de drama. Gozo. Minha perna treme. O mais novo goza no meu cabelo. O do meio goza no cu. O mais velho goza de novo na boca, já mole, ainda quente.
Eles vão embora em silêncio, como se tivessem só “olhado o contrapiso”. Eu fico no lençol manchado, cabelo grudado, cu pulando sozinho.
**Entregador de aplicativo**
Moto. Capacete. Sacola de mercado. Eu peço “entrega no portão dos fundos”. Abro de robe. Ele vê o peito. Vê a bunda. Pergunta se está tudo certo com o pedido. Eu puxo ele pra dentro. O capacete cai no chão.
Ele é novo, vinte e poucos, pau médio, duro rápido. Não tem tempo de obra. Tem tempo de almoço. Eu chupo no corredor. Ele encosta na parede. Eu viro de frente pro sofá, empino e mando meter no cu de uma vez. Ele mete. Eu mordo a almofada. Ele segura a cintura. A moto está ligada do lado de fora. O risco aumenta o tesão.
Ele goza no cu. Tira. Eu me viro e chupo o pau sujo. Ele faz cara de nojo e de tesão ao mesmo tempo. Eu rio.
— Vai. Entrega o próximo. Eu fico aqui com isso escorrendo.
Ele vai. Eu filmo o corredor, o capacete, o cu vazando.
**Motorista de aplicativo**
Corrida marcada pra “shopping”. Eu cancelo quando ele chega. Desço no banco de trás. Shorto. Sem calcinha. Ele olha pelo retrovisor. Eu abro as pernas. Ele tranca as portas. Estaciona num beco.
Não dá pra sentar igual na cama. Dá pra eu ficar de quatro no banco, peito no encosto, bunda pra ele. Ele ajoelha no chão do carro, chupa a buceta, chupa o cu, mete na buceta, tira, mete no cu. O espaço é pequeno. O pau esbarra. Eu gemo baixo pra não chamar gente. Ele goza na boca porque eu peço. Engulo. Passo o dedo no canto da boca e mostro pro vidro.
Volto pra casa andando torto. O corno pergunta se a corrida foi cara. Eu digo que foi.
**Eletricista**
Quadro de luz. “A disjuntor está caindo.” Ele sobe a escada. Eu fico embaixo, olhando a bunda dele na calça. Quando desce, eu já estou sem calcinha. Ele entende. Homem de ferramenta entende rápido.
No quarto ele me fode de quatro na beira da cama. Primeiro buceta. Depois cu. A mão suja de poeira no meu quadril. O cheiro de fio queimado mistura com o meu. Ele dura. Mete sem pressa de aplicativo. Eu peço DP com o cabo da chave de fenda na boca só de brincadeira. Ele ri e mete o pau na boca depois do cu. Gosto forte. Eu aceito. Goza na língua. Eu engulo. Ele ainda mete mais um pouco no cu, já mole, só pra sujar.
**Amigo do marido**
Esse é o mais sujo. Vem “tomar uma”. O marido está no quarto dos fundos no computador. Nós ficamos na sala. Volume da TV alto. Eu sento no colo do amigo. Ele entra por baixo do vestido, na buceta. Eu rebolo olhando a porta. Depois eu levanto, viro de costas, ele entra no cu. Eu mordo o ombro dele. Ele goza dentro. Eu vou ao banheiro, limpo o que dá, volto e beijo o marido na boca. O amigo fica vermelho. Eu não.
Outra noite o marido sai. O amigo volta. Aí não tem TV. Tem cama. Tem DP com um vizinho que ele chamou. Buceta e cu. Depois os dois no cu. Depois gozada na boca, um atrás do outro. Eu falo o nome do marido no meio. Eles riem. Eu gozo.
**Como é o anal de verdade nesta casa**
Não é pose de revista. É cu que já foi usado, que abre mais fácil, que ainda arde. Lubrificante. Dedo. Língua. Cabeça. Meio. Fundo. Parada. Respiração. Descida. Rebolada. Peido. Risada. Mais pau. Troca de buraco. Volta pro cu. Gozada dentro. Gozada na boca. Dedo mostrando o que escorreu. Câmera. Frase alta:
— Ai, gente. Puta que pariu. É bom demais.
DP é o que me deixa burra de tesão. Um pau na buceta, outro no cu. Os dois fundos. Eu não sei pra onde empurrar. Empurro pros dois. DP anal é mais raro e mais bruto. Dois no mesmo lugar não entra inteiro em qualquer dia. Entra o bastante pra eu xingar e pedir. Quando entra, eu esqueço o nome das coisas. Só existe pau, cu, saliva e o barulho da cama na parede amarela.
Gozada na boca é o fecho. Eu quero ver a cara. Quero o gosto. Quero o fio escorrendo. Quero engolir olhando. Quero que o macho saia daqui sabendo que a casada não pediu desculpa.
**Outros dias, mesma fome**
Tem o primo do pedreiro. Tem o encanador. Tem o cara do gás. Tem o segurança do prédio. Tem o amigo da pelada do marido que “esqueceu a chuteira”. O roteiro muda pouco. Porta. Água. Pau na boca. Cama. Sentada de costas. Cu. DP se der. Gozada na boca. Câmera. Porta de novo.
O corpo fica marcado. Coxa roxa. Cu inchado. Garganta arranhada. Eu tomo banho. O corno chega. Pergunta da obra. Eu digo que o pedreiro é caprichoso. Não é mentira. Veja tudo meu grátisem https://bit.ly/4dNruEJ e você saberá como realmente sou, com fotos e vídeos.
Eu falo muito de dar a bunda. Continuo falando. Porque é verdade. E porque às vezes a gente esquece o óbvio: agasalhar uma rola grande, grossa e dura, sentar até o fundo, deixar o cu pedir a vez, trazer mais um macho pra cama e registrar — isso é o que me faz acordar com tesão no dia seguinte.
Se você leu até aqui, já entendeu o tipo de mulher. Casada. Adulta. Sem recuo. Com pedreiro de vinte e um, com dois, com três, com entregador, com motorista, com eletricista, com amigo do marido. Com cu aberto na foto. Com pau sumindo entre as nádegas. Com a frase na ponta da língua:
Ai, gente. Puta que pariu. É bom demais.
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