#Incesto #Teen #Traições #Voyeur

Desejos materno 2 & 3

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Maquik

No dia seguinte passei a manhã inteira arrumando a casa. João ficou em casa e foi lavar o carro. Lucas só acordou perto do meio-dia. A vontade de perguntar se o Marcelo viria era grande, mas me contive. Por volta das 15h fui pro salão. Deixei o Lucas grudado no videogame e o João no quarto.
Antes de sair, João falou:
— Hoje a gente sai pra casa do casal. Tomar uma e resenhar.
Eu só confirmei e fui.
Enquanto estava no salão, a mensagem chegou:
Lucas: Mãe, o Marcelo pode dormir aqui?
Lucas: Falei com o pai e ele disse que a senhora que resolve.
Vários pensamentos sujos passaram pela minha cabeça em segundos. Respondi que sim. Ele comemorou. E eu… só consegui pensar em como ia provocar o Marcelo naquela noite.
Quando voltei, Lucas ainda jogava. Marcelo ainda não tinha chegado. Perguntei pelo João e ele disse que estava no quarto. Fui até lá. João estava deitado e, assim que me viu, soltou os elogios de sempre:
— Tá uma delícia… gostosa pra caralho.
Adoro quando ele repara. Perguntei que horas a gente ia sair. Ele disse 19h. Ficamos conversando até as 18h, quando começamos a nos arrumar.
Foi nesse momento que o Marcelo chegou.
Eu já estava quase pronta e confesso: estava ansiosa pra ver a reação dele. João terminou primeiro e desceu. Trinta minutos depois eu desci também. A reação do Marcelo foi contida… mas eu entendi o porquê. Estávamos saindo e ele não podia se entregar.
João ainda deu o aviso clássico:
— Se comportem enquanto a gente não volta.
Na casa dos amigos foi tudo ótimo. Comida boa, bebida farta. Mas eu estava ansiosa pra voltar. Não deixei isso aparecer pro João. Às 23h decidimos ir embora. Ele já dava sinais claros de embriaguez, tanto que eu tive que dirigir de volta.
Chegando em casa, abri a porta e ele entrou cambaleando. Os meninos estavam na sala e riram. Ajudei João a subir as escadas. No quarto ele capotou na cama e apagou. Eu adoro quando isso acontece. Sabia que não teria que me preocupar com ele a noite inteira.
Fui tomar banho e vesti o babydoll que o João adora: curto, de renda fina, transparente o suficiente pra mostrar os bicos e a curva da bunda. Desci as escadas devagar.
Marcelo estava deitado no sofá. Lucas sentado no chão, encostado nele. Dei uma olhada rápida pro Marcelo. Ele me olhou de volta. Fui pra cozinha, voltei com um copo de suco e sentei no sofá, um pouco afastada. Fiquei no celular, tomando o suco e dando olhadinhas discretas pra ele.
Eu não queria só me exibir. Queria tocar. Queria ser tocada. Mas o Lucas estava ali.
Baixei a alça do babydoll com cuidado. Meu peito esquerdo ficou quase inteiro à mostra, o bico já duro. Marcelo olhava com uma fome que quase dava pra sentir. Mordendo o lábio. A mão dele apertava discretamente o pau por cima do short. Aquele moleque de 16 anos me desejando daquele jeito… meu corpo inteiro reagiu.
Estava prestes a me levantar e sentar do lado dele quando o Lucas se mexeu. Sentou bem ao lado do Marcelo e acabou com a brincadeira. Voltei os olhos pro celular… e só então percebi que meu peito ainda estava exposto.
Tentei manter a calma. Antes de arrumar a alça, olhei de canto pra ver se o Lucas estava prestando atenção na TV.
Ele estava olhando pra mim.
Meu filho estava olhando pro meu peito.
Gelei. Voltei o olhar pro celular, o coração batendo forte. Não conseguia acreditar. Marcelo se levantou e disse que ia no banheiro. Aproveitei pra cobrir o peito rapidamente. A excitação ainda estava alta, mas a vergonha misturada com tesão me deixou confusa. Falei que estava na hora de irem dormir. Lucas tentou convencer, mas não cedi.
Fui até o quarto dele. Uma zona. Chamei o Lucas pra arrumar, mas ele disse que ia escovar os dentes. Quem apareceu foi o Marcelo. Troçamos olhares. Ele começou a tirar as coisas de cima da cama onde ia dormir.
Enquanto ele fazia isso e o Lucas ainda estava no banheiro, me aproximei e perguntei baixinho:
— Você deve tá morrendo de sono…
— Não — respondeu, olhando pra mim.
— Sério?
— Queria ter ficado mais tempo na sala com a senhora.
Ali eu vi que ele não era nenhum inocente.
Ri de canto e provoquei:
— Hummm… tava gostando de me ver lá?
— Muito. Queria ver mais.
Nesse exato momento o Lucas chegou e mudamos de assunto. Eles terminaram de arrumar e deitaram. Antes de sair, beijei a bochecha do Lucas. Ele resmungou pra eu parar com aquilo. Passei pelo lado da cama do Marcelo. A luz já estava apagada. Inclinei e fiz o mesmo — beijei a bochecha dele — e, aproveitando a escuridão, desci a mão e pressionei firme o volume duro sob o short.
Ele respondeu um “boa noite” baixo, com um sorrisinho no canto da boca.
Saí do quarto deixando a porta apenas encostada.
No meu quarto o fogo estava alto demais. Eu não queria terminar aquela noite me tocando.
Eu queria ser tocada.

Parte 3

Ali deitada ao lado de João, que dormia profundamente e até roncava, comecei a tocar minha buceta. Estava encharcada. Os dedos deslizaram fácil entre os lábios inchados enquanto eu pensava no olhar do Marcelo, na forma como ele me desejava, no que ele faria comigo se tivesse a chance.
Apertei os mamilos com força até doer. Sem perceber, comecei a sussurrar o nome dele. Foi aí que a imagem voltou: o Lucas olhando pro meu peito exposto. Em vez de me assustar, aquele pensamento sujo só aumentou o tesão. Empurrei os dedos mais fundo, gemendo baixinho, até me dar conta do que estava fazendo e parar de repente.
Mas o fogo não baixou.
Já fazia um tempo que eu tinha mandado os meninos dormirem. Num momento de puro devaneio, decidi ir até o quarto. Queria terminar aquilo olhando o Marcelo dormir.
Saí de ponta de pé, fechei a porta do meu quarto com cuidado e fui até o de Lucas. A porta estava como eu tinha deixado, apenas encostada. Olhei por ela. Os dois dormiam. Lucas completamente coberto pelo lençol. Marcelo, por outro lado, tinha o tecido só cobrindo uma perna, deixando o peito nu e o short marcado pelo volume.
Comecei a me tocar ali mesmo, na porta, enquanto olhava pra ele. O corpo ainda em formação, a respiração calma… despertava em mim uma vontade absurda de tê-lo.
Entrei no quarto. Cheguei mais perto da cama dele. Foi então que ele abriu os olhos.
Não tinha como me esconder. Fiz sinal de silêncio com o dedo nos lábios e sentei na beira da cama. Coloquei a mão no peito dele. O coração batia acelerado sob a minha palma. Desci a mão devagar, por dentro do short. Senti os pelos ralos, depois a base do pau. Estava duro. Não era enorme, mas era grossinho, quente, pulsava na minha mão.
Segurei e comecei a masturbá-lo bem devagar. Ele respirou fundo, o corpo tenso. Levantei o babydoll e deixei meus seios completamente à mostra. Peguei a mão dele e coloquei em cima de um deles. Ele apertou meio sem jeito no começo, mas logo agarrou com mais vontade.
Me inclinei, oferecendo os peitos pra ele. Ele não perdeu tempo. Abocanhou o bico e chupou com fome, gemendo baixo contra a minha pele. Olhei pra baixo: o pau dele já estava pra fora do short, a cabeça roxa e brilhando de pré-gozo. Não pensei duas vezes. Desci e engoli.
Ele se contorceu na hora. Acho que era a primeira vez que alguém chupava ele daquele jeito. Os ovos estavam contraídos, mas mesmo assim consegui envolver tudo, chupando fundo, sentindo o gosto salgado. Ele já dava sinais de que não ia demorar. Eu não queria que acabasse tão rápido.
Parei, subi e me deitei ao lado dele. Olhei pro Lucas. Continuava imóvel, de costas, coberto. Peguei a mão do Marcelo e enfiei entre as minhas pernas. Foi incrível. Apesar de novo, ele soube me tocar. Os dedos entraram fáceis na buceta molhada, encontrando o ponto certo enquanto ele voltava a chupar meu peito com vontade.
O safadinho parecia saber exatamente o que fazia. Não era a primeira vez que tocava uma mulher. Ele foi preciso, ritmado, mamando forte enquanto os dedos trabalhavam dentro de mim. Senti o frio na barriga descendo rápido. Estava prestes a gozar com o amigo do meu filho, no mesmo quarto em que ele dormia.
Tapei a boca com a mão e gozei. A buceta se contraiu com força em volta dos dedos dele, molhando tudo.
Quando o tremor passou, ele ainda estava focado no meu peito. Eu precisava retribuir. Precisei fazer ele gozar. Afastei o corpo, puxei o short dele pra baixo de uma vez e voltei a chupar, agora de quatro na cama. Enquanto mamava, sentia minha própria gozada escorrendo pelas coxas.
Não demorou. O jato quente encheu minha boca. Foi bastante. Parecia não ter fim. Engoli o máximo que consegui pra não melar o lençol, sentindo ele tremer e ofegar embaixo de mim.
Quando levantei o rosto, ele estava destruído, ofegante, o olhar vidrado. Me levantei sem dizer nada, ajeitei o babydoll e saí do quarto deixando a porta novamente encostada.
Voltei pro meu quarto, deitei de leve ao lado de João e nem vi a hora em que o sono me levou.

Comentários (1)

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  • Torres: Huau q delícia de conto continua assim, mostra como vc tá d baby Doll

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