HELÔ: O Cu na Van – A Loira que Pediu Pra Foder Assim
Eu estava no carro de aluguel parado na beira da estrada de Porto de Galinhas quando vi a van estacionada. Porta traseira aberta, sol de meio-dia batendo direto no banco de couro sujo. Dentro, uma loira de cabelo cacheado escuro estava de quatro, bunda empinada pra cima, biquíni vermelho fio-dental já quase sumindo. As mãos com unhas pretas e anéis dourados seguravam as coxas grossas, tentando abrir mais o cu.
O cu dela estava aberto. Rosado, inchado, com um anel de metal pequeno brilhando no meio. O esfíncter pulsava devagar, como se pedisse pra ser tocado. O cheiro de suor e óleo já subia até o carro. Eu baixei a janela e fiquei olhando. Ela nem olhou pra mim. Só respirava pesado, quadris balançando de leve, como se estivesse se dando valor sozinha.
A porta da van bateu. Um cara de camisa branca e calça jeans entrou, o pau já duro pra fora. Ele era alto, 1,88, veias marcadas nos braços. Fechou a porta da van, deixando o sol entrar mais forte. A luz batia direto no cu aberto dela.
“Porra, você tá molhada pra caralho, né?” ele disse, voz grossa, sotaque nordestino.
A loira, Alana, virou o rosto pra trás só um pouco. Olhos vidrados de tesão. “Tô. Tô molhada desde que você parou. Me fode agora. Não tem tempo pra porra nenhuma.”
Ele não respondeu com palavras. Só cuspiu na mão, passou na cabeça do pau e empurrou devagar. O pau entrou. Centímetro por centímetro. O cu apertado engoliu ele inteiro. Quando chegou até o fundo, Alana soltou um gemido longo, quase chorando. “Ai… tá todo dentro… tá rasgando… porra, que delícia…”
O pau parou parado por dois segundos. Ela empurrou pra trás, querendo mais. Ele começou a meter devagar. Primeiro só a cabeça. Depois mais um centímetro. Depois mais. O som era molhado, obsceno: “ploc… ploc… ploc…”. A bunda dela batia contra a barriga dele a cada estocada curta. As coxas tremiam. O cu piscava em volta do pau, apertando, sugando, como se não quisesse soltar nunca.
Alana fechou os olhos. Boca aberta. Língua pra fora. “Mais fundo… não para… eu quero sentir você batendo até o fundo.”
Ele aumentou o ritmo. Agora metia mais forte. O pau entrava até o saco, saía quase todo, voltava. O cu dela abria e fechava, o anel de metal marcando, a pele rosada esticando. Ele segurava os quadris com as duas mãos, unhas pretas de Alana marcando os dedos dele. “Olha isso… seu cu é perfeito. Tá todo vermelho. Tá molhado de dentro também.”
Ele meteu mais rápido. O banco rangia. O suor escorria pelas costas dela, descia entre as nádegas, misturava com o óleo que ele tinha usado. O pau brilhava molhado de cu. Cada vez que saía, o cu ficava aberto por dois segundos, piscando, antes de fechar de novo quando ele voltava.
Alana virou o rosto pra ele. “Porra… eu tô gozando só com seu pau… continua… não para…”
Ele virou ela de lado, de frente pro banco. Agora dava o cu pro pau, mas metia mais fundo ainda. Uma mão dele segurava o ombro dela, a outra enfiou dois dedos na buceta molhada. “Quero ver você gemer enquanto eu fodo seu cu.”
Alana gozou. O corpo inteiro tremendo. Bunda apertando o pau, buceta jorrando um pouco de suco no dedo dele. Ela gritou “porra… porra… porra… tô gozando… tô gozando…” enquanto o pau batia dentro dela.
Ele não parou. Saiu do cu, meteu na buceta molhada por dois segundos, depois voltou pro cu. Troca. Troca. Troca. Cada vez mais rápido. O cu agora estava vermelho vivo, inchado, brilhando. O pau saía melado de cu, brilhando, voltava a entrar.
Um terceiro cara, o motorista da van, entrou. Baixo, 1,75, pau menor, mas grosso. Ele ficou de pé, olhando. “Posso meter também?”
Alana olhou pra ele, ainda ofegante, cu aberto. “Mete. Mas devagar. Quero sentir os dois.”
O segundo pau entrou na buceta enquanto o primeiro continuava no cu. Agora era dupla penetração. Os dois pauzinhos batendo juntos. Alana gritava, olhos revirando, boca aberta. “Porra… os dois… tá insano… eu tô sentindo tudo… meu cu e minha buceta…”
O primeiro cara metia mais forte no cu, o segundo na buceta. Os sons eram três: o pau no cu, o pau na buceta, e o gemido dela enchendo a van. O cheiro de suor, óleo, cu e buceta misturados. O sol batia direto no rosto dela, no cu aberto, nos pauzinhos entrando e saindo.
Alana gozou de novo. Mais forte. O corpo sacudiu inteiro. Os dois pauzinhos pararam dentro dela. Ela tremia, pernas tremendo, bunda apertando os dois pauzinhos.
“Agora os dois gozam junto… por favor…”
Os dois gozaram. Juntos. Dentro do cu e dentro da buceta. Porra quente, grossa, jorrando. Escorrendo pra fora, molhando as coxas dela, o banco, o chão da van. O cu piscava, abrindo e fechando, tentando tirar mais porra.
Eles ficaram ali, três pauzinhos molhados, suor, gemidos, o sol batendo.
Alana virou o rosto pra trás, olhou pro carro de aluguel onde eu estava. Sorriu. “Quer ver mais?”
Eu não respondi. Só fiquei olhando, pau duro, enquanto ela abria o cu de novo pra mais um pau que apareceu.
Tem mais conto meu aqui com macho roludo em /2023/07/hoje-foi-minha-vez-de-dar-o-cu-a-priapus-gente-realmente-tem-de-tomar-muito-cuidado-com-o-pau-dele sei que irão gostar.
Helô
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