#Gay #Sado

Amigo de meu pai comeu meu cu virgem.

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Marcinho

O sol da tarde ainda queimava a pele quando o comentário saiu.

Eu estava na beira da piscina da casa do meu pai, short de banho colado, molhado, marcado. O amigo dele, Ricardo — cinquenta e poucos, corpo grosso, peito peludo, voz grave — passou por trás de mim com um copo na mão e falou baixo, quase no meu ouvido:

— Essa bunda, Márcio… parece feita pra ser comida.

Eu virei o rosto. Achei que era brincadeira de quem já tinha bebido demais. Ri, constrangido, e entrei na água. Mas o comentário ficou. Ficou o dia inteiro. Ficou de noite. Ficou quando eu deitei com a noiva e não consegui parar de pensar no tom daquela voz.

Dias depois ele mandou mensagem pedindo almoço. “Só nós dois. Preciso conversar.”

Aceitei. Curiosidade. Tesão escondido. Vergonha.

O restaurante era discreto. Mesa no fundo. Ele olhou direto pra mim, sem sorriso de polidez.

— Eu não estava bêbado aquele dia.

Eu engoli em seco.

— Eu fico louco pra te foder, Márcio. Desde que você era mais novo já olhava. Agora você tem vinte e quatro, noiva, cara de menino rico… e essa bunda branquinha que pede pau.

O coração disparou. Eu deveria ter levantado. Deveria ter xingado. Em vez disso fiquei parado, com o pau duro dentro da calça.

— Eu nunca… com homem.

— Eu sei. Por isso vai ser ainda melhor. Você vai aprender a ser mulherzinha. Vai usar o que eu mandar. Vai gemer do jeito que eu quiser. E ninguém vai saber. Nem seu pai. Nem sua noiva. Nem a família dela. Só a gente.

Ele pagou a conta. No carro, a mão dele foi parar na minha coxa e subiu até apertar o volume.

— Hotel. Agora.

O quarto era escuro, ar-condicionado gelado, cama enorme. A porta fechou. Ele me empurrou contra a parede e beijou. Primeiro beijo de homem. Boca grande, barba raspada raspando, língua grossa, gosto de uísque e fome. Eu gemi no meio do beijo, sem querer. As mãos dele desceram, apertaram minha bunda com força, separaram as nádegas por cima da calça.

— Tira tudo.

Eu tirei. Fiquei pelado, pele clara, pau duro apontando pra cima, bunda pequena e redonda. Ele olhou como quem escolhe um prato.

Abriu a mala. Tirou uma calcinha preta de renda, um batom vermelho escuro e uma peruca castanha longa, lisa.

— Veste.

Minhas mãos tremiam. A calcinha subiu pelas pernas, o tecido fino marcando o pau e o saco, o elástico cortando a pele da cintura. Ele passou o batom em mim, devagar, polegar segurando meu queixo. Depois enfiou a peruca. Os fios caíram nos ombros. Eu me olhei no espelho e não me reconheci. Ficou um menino vestido de puta.

— Linda. Minha mulherzinha.

Ele me virou de costas, me fez apoiar as mãos na cama e abaixou. A língua dele encontrou meu cu de primeira. Quente, molhada, insistente. Lambeu em círculos, depois enfiou a ponta, depois abriu com os polegares e chupou de verdade. Eu gemi alto, o som saiu feminino sem eu perceber. Ele lambeu mais fundo, saliva escorrendo, barba raspando a pele branca da bunda.

— Fica de quatro direito. Abre.

Fiquei. Ele lambeu de frente de quatro, língua larga passando no cu rosado, apertado, que nunca tinha sido tocado assim. Eu rebolava sem querer, empurrando o rabo na cara dele.

— Gosta, né, putinha.

— Gosto… porra, gosto.

Ele parou só pra cuspir, molhar mais, e voltou a lamber até eu estar tremendo. Depois se levantou. Ouvi o cinto. O pau dele caiu pesado. Enorme. Grosso. Veias. Cabeça larga. Cheiro de homem.

Ele passou a cabeça no meu cu, esfregou, empurrou só a glande. Ardeu. Eu soltei um gemido agudo.

— Relaxa. Vai entrar inteiro.

Empurrou. Devagar no começo, depois com mais força. O pau grosso abriu o buraco rosado, esticou, doeu, queimou. Eu cravei as unhas no lençol. Ele não parou. Entrou até o meio, depois até o fundo. A bunda branquinha encostou na pelve peluda dele.

— Porra… que cu apertado. Feito pra pau.

Ele começou a foder. Primeiro fundo e lento, depois mais forte. Cada estocada batia na minha pele clara, o som molhado, o cheiro de sexo. Ele me puxou pelo cabelo da peruca, fez eu olhar pra trás.

— Olha pra mim. Você é minha mulherzinha a partir de agora.

Virou. Me deitou de frente. Pernas abertas. Entrou de novo, olhando na minha cara. O pau grosso sumindo no cu rosado, saindo com um fio de saliva e pré-gozo. Ele segurava meu queixo.

— Fala.

— Sou sua… sou sua mulherzinha.

— Mais alto.

— Sou sua putinha. Fode meu cu.

Ele fodeu de frente até eu estar choramingando de tesão e dor misturados. Depois me virou de quatro outra vez e meteu forte, dolorido, fundo, as bolas batendo.

— Senta.

Me puxou pra cima. Sentei de frente, pernas abertas, o pau dele atravessando. Meu corpinho branco subindo e descendo no corpo peludo, grosso, de macho. Ele segurava minha cintura, mandava o ritmo.

— Quica. Rebola. Usa esse rabo.

Eu quiquei. A calcinha ainda estava puxada de lado, o pau meu batendo contra a barriga dele, o batom borrado. A peruca balançava. Ele me virou de costas no colo, sentando de costas, e eu rebolei olhando o espelho: bunda branca descendo na pica enorme, cu engolindo tudo.

— Isso. Minha mulherzinha. A partir de hoje esse cu é meu. Vou trazer outros machos pra te usar. Você vai chupar, vai dar, vai ficar de quatro pra quem eu mandar. Mas ninguém da família pode saber. Ninguém. Sua noiva menos ainda.

Eu gemia, rebolava, o cu latejando, o pau dele latejando dentro.

— Promete.

— Prometo… porra, prometo. Fode mais.

Ele me fodeu até gozar fundo, quente, enchendo. Eu gozei na calcinha sem ninguém tocar no meu pau, só com o cu sendo arrombado.

Depois ele me beijou de novo, sujo, e falou no meu ouvido:

— Isso foi só o começo, Márcio. Aguarde novidades. Publico tudo no sitte selmaclub.com entra lá.

Eu saí do hotel com a calcinha no bolso, o batom ainda manchado, o cu latejando, e a certeza de que eu tinha acabado de virar amante do amigo do meu pai.

E que eu queria mais.

Comentários (3)

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  • Kaike: Deu a primeira vez, não tem fim mais.

    Responder↴ • uid:1dpv40tfb7jw
  • Edson: Minha mulher não quer mais me dar. Resolvi contratar um GP de 18 anos, era só pra ele me chupar e eu comer. Fui no ambiente dele, parecia um cativeiro, colchão no chão, ventilador velho. Gozei na mamada dele, carinha de novinho safado que curte tiozão. Indo embora, pensei melhor e perguntei se ele queria me comer, paguei mais 1 hora e ele macetou, tomei uns 40 minutos de pica, ele me fudeu em umas 5 posições diferentes e gozou na minha língua. Foi as melhores horas da minha vida, viciei. Quando receber meu salário vou nele outra vez.

    Responder↴ • uid:a9cg95d2
  • Regis: Quando a gente leva pica a primeira vez e gosta, a gente fica viciado em pica. Tudo indica que você sente vontade de usar lingeries direto. Bem provável que em breve você sentirá desejo de ser uma mulher trans com um gostoso par de seios.

    Responder↴ • uid:1dkx7yspnl5t