Silnara
Safada, gostosa, delicia, paixão, cuzinho lindo
Ela tinha 45 anos, pele branquinha e macia, 1,59m de altura, cabelos pretos bem curtos que valorizavam o rosto e curvas fartas que me deixavam louco. Um pouco acima do peso, mas absolutamente gostosa, com peitos pesados, quadril largo e uma bunda redonda que chamava atenção mesmo vestida de forma discreta. Casada, ela era o tipo de mulher que todo mundo via como comportada e reservada, mas por trás daquela fachada existia uma safada cheia de vontades reprimidas. O marido mal tocava nela, e ela reclamava disso o tempo todo. Durante semanas conversamos, ela testando minha confiança, até confessar a fantasia que carregava há anos: sentir um pau no cuzinho, mas com medo de doer.
Quando nos encontramos, não tinha pressa nenhuma. Comecei beijando ela devagar, sugando a boca com calma enquanto minhas mãos apertavam sua cintura e desciam até aquela bunda volumosa. Sussurrava no ouvido o quanto ela era gostosa, o quanto eu queria comer cada centímetro daquele corpo. Aos poucos ela foi relaxando, gemendo baixinho, deixando o lado tímido dar lugar à mulher safada que estava escondida. Quando finalmente pediu, com a voz trêmula de tesão:
— Come meu cuzinho com carinho?
Eu preparei tudo direito: lubrifiquei bem, abri devagar com os dedos, sentindo o anel apertado pulsando. Ela de quatro na cama, ainda um pouco nervosa, mas já molhada só de expectativa. Esfreguei a cabeça grossa do meu pau na entrada quente, empurrando devagar. A cabecinha entrou, depois mais um pouco, até a metade escorregar. Ela soltou um gemido longo, arranhando o lençol. Fui indo mais fundo, centímetro por centímetro, até minhas bolas baterem contra o rabo dela. Quando sentiu que eu estava todo dentro, o gemido virou um rosnado de puro prazer.
Comecei a bombá-la com mais força, o pau entrando e saindo daquele cuzinho apertado, fazendo barulho molhado. Ela implorava:
— Me come, me come forte… fode meu cuzinho, porra!
Eu segurava aqueles quadris largos, estocando fundo, sentindo as paredes apertarem ao redor do meu pau. O ritmo ficou mais bruto, ela rebolava de volta, pedindo mais. Gozamos juntos, ela tremendo toda, o cuzinho contraindo enquanto eu jorrava porra quente lá dentro.
Depois, ainda ofegante e arrepiada, ela virou o rosto e sorriu, com aquela expressão de quem descobriu algo novo:
— Eu precisava de alguém que entendesse que uma mulher pode ter desejos sem deixar de merecer respeito. Foi mais do que cumprir uma fantasia. Foi me sentir livre, desejada e segura pra conhecer meu próprio prazer.
Ficamos deitados um tempo, meu pau ainda semi-duro encostado na bunda dela. Ela passou a mão por ele, sentindo a mistura de lubrificante e porra, e murmurou que queria repetir. Eu a puxei de novo pra cima de mim, agora de frente, abrindo as pernas dela e enfiando os dedos na buceta molhada enquanto lambia seus mamilos duros. Ela rebolava no meu colo, pedindo pra eu comer de novo. Dessa vez entrei mais fácil, o cuzinho já mais acostumado, e a fodi olhando nos olhos dela, ouvindo cada gemido e cada “mais forte”. Gozamos outra vez, ela gozando primeiro, apertando meu pau até eu explodir dentro dela de novo.
Quando terminamos, ela ainda tremia, suada, com a marca dos meus dedos na pele branquinha. Antes de ir embora, mandou uma mensagem: “Quando você quiser repetir, eu tô pronta”.bunda adentro…..e dizia….vai Kaio, meu negão gostoso…mete fundo, enfia tudo, me arregaça…me fode mais…..e vai amor come essa bunda que sempre foi sua!
Não mais aguentando ela desceu e apertou suas pernas e o clítoris contra o Kaio…eu desci junto segurando a sua cintura com as duas mãos e enfiando tudo ….ela começou a gritar: “Assim! Assimm! Vaii! Vaaii! Estou, estoou, estoouu… aiii aahhhhhhgghh gozaaandooo!! Aaahhhhhggghhhhhhhh!! agghhhh, aaagooooooraaa aaiii aiiii!!!
Kaio também anunciou que ia gozar e ela urrando alto, se contraiu toda……senti também meu pau latejar e explodir, como se fosse um vulcão entrando em erupção..um tremor e um orgasmo que tomava conta do meu corpo, com o jato esguichando dentro dela… ela se convulsionava e nós bombávamos com força. Na estocada final, a mais profunda e forte, enterrei até até o talo, tentando instintivamente empurrar tudo, depositar a ultima esguichada para inundar as suas entranhas. Senti também o pau do Kaio inchando dentro da minha mulher e pressionado o meu ! Gozamos os 3 juntos…..e que gozo fantástico !
Como se tivesse levado uma descarga elétrica, já colapsando e quase desfalecida, ela caiu sobre peito do Kaio e eu sobre ela. Nossos corpos ficaram literalmente “fundidos”, grudados pelo nosso suor.
Ainda com os nossos paus latejando dentro dela permanecemos grudados não sei por quanto tempo e eu ainda derramava o esperma que restava.
Ela retribuía com leves contrações dos músculos vaginal e anal recebendo todo o nosso néctar. Ficamos em silêncio apenas ouvindo a nossa respiração ofegante e aguardando a temperatura baixar. Finalmente deitamos os 3 com ela no meio para um merecido descanso !!
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