Meu namorado me faz beber mijo
Meu namorado me transformou numa cadela e privada humana... O pior é q continuo amando ele
O primeiro tapa veio sem aviso.
Eu estava de quatro na cama, a camisa ainda pela metade do corpo, quando a mão dele desceu forte na minha bunda. O estalo ecoou no quarto. A pele queimou na hora, um calor seco que se espalhou pelas nádegas. Eu soltei um gemido baixo. Ele riu, aquele riso curto que eu já reconhecia.
— Mais fundo a cabeça — ordenou.
Obedeci. O lençol cheirava a amaciante barato e a suor antigo. Senti o peso do joelho dele nas minhas costas enquanto a mão descia de novo. Outro tapa. Depois outro. A dor latejou, quente, misturada com o formigamento que subia pela coluna. O gosto da minha própria saliva ficou amargo na boca de tanto segurar o gemido.
Nas noites seguintes os tapas viraram rotina. Às vezes ele me fazia contar em voz alta. Às vezes só batia até a bunda ficar vermelha e quente ao toque. Eu aprendia a ficar quieto, a empurrar a bunda para trás pedindo mais. O cheiro do quarto mudava: suor, pele quente, o leve odor metálico da excitação.
Foi numa sexta-feira que ele trouxe o primeiro.
O cara era mais alto, cheirava a cigarro e desodorante barato. Eu já estava de joelhos quando a porta abriu. Meu namorado segurou meu queixo, forçou o olhar para cima.
— Abre a boca.
O pau do estranho entrou quente, salgado, com gosto de pele e pré-gozo. Eu engasguei. As lágrimas escorreram. Meu namorado ficou atrás de mim, a mão firme na nuca, controlando o ritmo. Cada vez que eu tentava puxar a cabeça para trás, ele empurrava de novo. O barulho molhado da minha garganta enchendo e esvaziando enchia o quarto. O cheiro dos dois corpos — suor, sexo, o odor amargo do cigarro — se misturava no ar quente.
Quando o estranho gozou, meu namorado puxou o pau da minha boca e limpou o resto na minha cara. O gosto ficou na língua por horas.
Depois vieram outros. Dois, três, às vezes quatro no mesmo fim de semana. Eu ficava de quatro no meio da sala enquanto eles se revezavam. O chão frio queimava os joelhos. O ar ficava pesado de cheiro de porra e suor. Eu sentia cada pau diferente: um mais grosso, outro mais longo, outro com veias marcadas que eu sentia passando pela garganta. Meu namorado ficava sentado na poltrona, perna cruzada, observando. Às vezes dava ordens baixas.
— Engole tudo.
— Mais fundo.
— Não engasga.
Eu obedecia.
A primeira vez que ele mijou na minha boca foi num domingo à tarde. Eu estava de joelhos no banheiro, o azulejo frio contra as canelas. Ele segurou meu queixo com uma mão e o próprio pau com a outra. O jato veio quente, amarelo, com cheiro forte de amônia e suor. O gosto era salgado, amargo, urina pura. Eu engoli o máximo que consegui. O resto escorreu pelo queixo e pingou no peito. Ele esperou eu terminar de engolir antes de falar:
— De agora em diante você bebe quando eu mandar.
Eu balancei a cabeça, a boca ainda cheia do gosto.
Não demorou para virar rotina. Às vezes ele me acordava de madrugada só para mijar na minha boca. Eu abria, engolia, limpava os cantos dos lábios com a língua enquanto ele observava. O cheiro ficava no hálito. O gosto demorava a sair.
Foi ele quem trouxe o funil.
Uma noite qualquer. Eu já estava nu no meio da sala quando ele apareceu com o objeto preto, brilhante, a boca larga e o cano estreito. Sem explicar nada, enfiou o cano na minha garganta. O plástico duro raspou a língua. O gosto era químico, frio. Ele prendeu a correia atrás da cabeça. Eu mal conseguia fechar a boca.
— Fica quieto.
Os homens chegaram um atrás do outro. Eu não via os rostos, só as pernas, os paus, o cheiro de cada um. O primeiro encaixou o pau no funil e começou a mijar. O líquido quente desceu pelo cano direto na minha garganta. Eu engoli o máximo que pude. O excesso subiu pelo funil e escorreu pelos cantos da boca, pelo queixo, pelo peito. O cheiro era forte, amargo, de urina acumulada. O gosto invadia tudo.
Enquanto o segundo mijava, o terceiro já estava atrás de mim. O pau entrou seco, grosso, abrindo o cu de uma vez. Eu gritei contra o funil. O som saiu abafado, molhado. Cada estocada empurrava meu corpo para frente, fazendo o funil balançar. A urina continuava descendo. Eu engolia, engasgava, engolia de novo. O ardor no cu misturava-se com o gosto amargo na boca. O chão ficava molhado debaixo de mim. O cheiro de mijo e sexo pesava no ar.
Eles se revezavam. Um mijava enquanto outro fodía. Depois trocavam. Eu sentia o cu esticar, arder, ficar frouxo e molhado de porra e saliva. A garganta queimava do plástico e da urina constante. As lágrimas escorriam sem parar. O corpo inteiro tremia. Meu namorado ficava ao lado, às vezes segurando o funil, às vezes puxando meu cabelo para forçar a cabeça para trás.
— Engole.
— Mais.
— Não derrama.
Quando o funil saiu, a boca ficou aberta, escorrendo. Alguém se ajoelhou na minha frente e mijou direto no rosto. O jato quente bateu nos olhos, no nariz, na língua. Eu abri a boca e bebi o que consegui. O resto escorreu pelo pescoço, pelo peito, pelas coxas. O cheiro era tão forte que ardia no nariz.
Depois veio o pau. Um atrás do outro. Eu ficava de quatro, a bunda para cima, o cu aberto e pulsando, enquanto eles metiam. Cada um diferente. Alguns gozavam dentro. Outros puxavam para fora e jorravam no meu rabo já encharcado. Eu sentia a porra escorrer misturada com a urina que ainda pingava das coxas. O som era molhado, constante, de pele batendo em pele molhada. O gosto na boca era só mijo e saliva. O ar estava pesado, quente, fedendo a sexo e urina.
Meu namorado se aproximou por último. Segurou meu queixo, forçou o olhar para cima. O pau dele estava duro, brilhando.
— Abre.
Eu abri. Ele mijou direto na minha língua. O jato veio forte, quente, com o gosto que eu já conhecia de cor. Eu engoli tudo, sem derramar uma gota. Quando terminou, limpei a cabeça com a língua até ele soltar um suspiro baixo.
— Boa privada — murmurou.
Eu fiquei ali, de joelhos no chão molhado, o corpo inteiro sujo, o cu latejando, a garganta queimando, o cheiro de mijo impregnado na pele. Os homens ainda estavam na sala. Alguém riu. Outro acendeu um cigarro. O cheiro de fumaça se misturou ao resto.
Meu namorado passou a mão no meu cabelo molhado, puxando de leve, sorrindo para mim.
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Comentários (1)
AnonymousJContos: Conto de IA, gostei
Responder↴ • uid:on9667i8rb