#Bissexual #Corno #Grupal #Voyeur

Jogo perigoso - Parte 1

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Lopedrinhofm

Olá meus queridos leitores, vou iniciar uma nova saga sobre como Lucas está perdido em seus desejos bissexuais e cuckold, deixe seu comentário ao fim da leitura

Tudo começou em um jogo de futsal, toda quarta a noite eu e alguns amigos sempre nos reunimos para jogar bola numa quadra aqui da vila e espairecer, iriamos jogar contra um time local, não somos time profissional, somos time de bairro, e tínhamos um grande problema de desfalque, nosso principal ala estava de férias do trabalho, viajando, e voltaria só em uns 20 dias, no grupo do WhatsApp chovia mensagens dizendo que deveríamos cancelar, outros diziam que a gente podia jogar sem ele, até que Paulo disse:
- Eu conheço um cara que joga muito, só que ele joga em campo, vou falar com ele, se ele topar, já ganhamos o jogo!
Eu desacreditei, existe uma certa diferença de jogar em campo para quadra, mas era só uma ou duas vezes, então não me importei.
Eu me chamo Lucas, tenho 24 anos, braço direito tatuado, bigode fininho, cabelo preto, branco, altura mediana.
Minha esposa se chama Viviane, 22 anos, baixinha, morena de pele clara, cabelo longo preto, magrinha, peito e bunda pequenos, mas muito gostosa.
Chegou a quarta-feira e fomos para a quadra, todo o time já tinha chegado, todo mundo reunido, sem reservas pelos desfalques, e a pergunta era:
- E aí, Paulo, cadê seu amigo? Vamos ter que jogar com menos um?
- Calma, ele tá chegando, ele tá vindo direto do trabalho.
Foi ele falar isso, vimos encostar uma SUV branca, uma Aston Martin DBX, desceu um cara alto, 1,92, sarado na medida certa, pernas grossas, cabelos pretos curtinho, usando uma camisa azul, que era a cor do nosso uniforme, calções brancos e meiões brancos, ele caminhava devagar em nossa direção, e a princípio o santo não bateu, como um mauricinho ia jogar bola com a gente? Paulo o cumprimentou e o apresentou:
- Galera, esse aqui é o Guilherme, meu amigo!
Todos cumprimentamos ele, e num tom de deboche eu perguntei:
- O Paulo disse que você costuma jogar em campo, pela sua altura você é o que? Zagueiro?
- Atacante
Começamos a jogar, e ele demonstrou que a fama de bom jogador era merecida, a maioria dos gols foram feitos por ele, no final todo mundo estava lá rindo, abraçando o cara e praticamente implorando para ele vir na próxima semana, eu fiquei no meu canto, não gosto de gente que é bajulada por todo mundo, todos nos reunimos para tirar uma foto que iria pro grupo de WhatsApp e pro instagram do time, como de costume alguns tiraram a camisa, e Guilherme foi um deles, quis o destino que eu ficasse justamente ao lado dele, sentindo cheiro de suor e com as mãos em suas costas largas, Guilherme abraçou meu ombro pra foto, a mão dele era grande, e isso me incomodava, tiramos a foto e eu me apressei querendo ir embora pois eu era um dos que morava mais longe, aí Paulo disse:
- Rapaziada, eu vou dar carona pro Léo, Carlos, Rafinha e Rodrigo, o Gui vai levar o pessoal que mora mais longe, vai com ele Mateus, Samuca, Josué e você Lucas
- Não, eu chamo um uber, relaxa
Guilherme me repreendeu calmamente:
- Pra que uber? Eu te deixo em casa, já vamos sair pô, vai ficar aqui sozinho esperando?
Eu concordei com o ponto de vista dele, entramos no carro, e eu fui no banco do carona, ele foi conversando tranquilamente com todo mundo perguntando onde moravam, eu me sentia cada vez mais incomodado porque os rapazes pareciam estar entrevistando ele:
- Você mora por aqui?
- Moro ali no Barreto
- Ah, é perto po! Você trabalha de que?
- Eu sou controlador de tráfego aéreo
- Caralho, que trampo foda! Você tem filhos?
- Não tenho não
Foram descendo um por um e eu fiquei por último, quando estávamos sozinhos eu fiquei mais sem graça do que antes, Guilherme estava tranquilo, e conversava comigo tranquilo.
- Onde você mora?
- No Barreto também, na Rua Noruega, 124
- Oshe! Eu moro na rua de trás.
- Sério? Nunca te vi por aqui
- Ah, eu não paro em casa, trabalho direto, mal vejo a hora de ter férias
- É, seu trampo deve ser cansativo mesmo
- Demais!
Ele me deixou em casa, assim que eu cheguei beijei a Vivi e fui tomar um banho para tirar o cheiro de suor, quando voltei, Vivi estava vendo o instagram do time, coisa que ela sempre fazia após os jogos, percebi que ela olhou todas as fotos, do jogo, e pós-jogo, e viu todos os storys, me incomodei de certa forma mas não liguei, jantamos, conversamos sobre nosso dia, e fomos nos deitar, eu já tinha pegado no sono quando percebi a tela do celular acesa, me virei devagar para olhar e vi Vivi vendo a foto do time reunido, até aí achei que ela estava sem sono e apenas estava achando alguma coisa esquisita, mas vi a hora em que ela pincelou os dedos dando zoom justamente em Guilherme, em seu peitoral e em seu abdômen, meu sangue ferveu na hora, a cutuquei e com voz de sono disse:
- Que porra é essa?
Ela se assustou porque pensou que eu estivesse dormindo.
- O que amor?
- Você dando zoom na barriga do cara, tá me tirando?
- Eu não... não...
- Não o que? Eu vi você dando zoom!
- Mas não foi assim pra desejar, eu achei feio, nossa, um cara trincado perto de vocês
- E precisa dar zoom na porra da foto?
- Desculpa, foi só pra ver se não tinham editado, é que ele se destacou entre vocês
- Achou feio mesmo, Viviane? Fecha esse instagram!
- Achei, achei.
Dormimos, fiquei puto pra caralho com isso, no dia seguinte fui trabalhar e as mensagens no grupo do time estavam fora do comum, só se falava de como Guilherme jogou bem, como o Guilherme chutava, como driblava, como ele tinha fôlego, como ele era rápido, até silenciei o grupo de tanto que me estressou.
Em casa o clima não estava legal, mas nunca tive motivos para desconfiar de Viviane, então eu resolvi me desculpar, não pelo motivo da briga, mas pela forma que eu falei com ela, as coisas já tinham se equilibrado até chegar a próxima quarta, antes do jogo um número não salvo me mandou mensagem:
- Fala Lucas, beleza? Guilherme aqui, peguei seu contato com o Paulo, vai pro jogo? Eu passo na sua casa pra te buscar
Eu iria recusar, mas Viviane docemente disse que seria bom não gastar com uber, afinal, eu estava com pouquíssimo dinheiro, então aceitei, ele me buscou e buscou os outros também, durante nossa conversa comecei a pensar que talvez julguei mal o Guilherme e que ele pudesse ser uma pessoa legal, jogamos bem naquela noite e se repetiu aquela foto, no fim do jogo alguns pediram o instagram dele para o marcar, e todos começaram a o seguir, para não ficar parecendo mal educado eu acabei o seguindo também, sem nem olhar direito o perfil.
Ele me deixou novamente em casa e Viviane me perguntou:
- Como foi o jogo?
- Foi foda demais, destruímos o outro time, o Gui joga demais! Pena que acho que semana que vem o Allan volta
- Quem é Gui?
- O... o... o cara que veio me buscar, o que você deu zoom na foto
- Hum, e por que ele não continua jogando com vocês?
- Ele joga em campo, e o jogo dele é de quinta-feira, tá puxado jogar quarta e quinta
- Entendi
Jantamos, conversamos, e nos deitamos, Viviane pegou o celular e ao ver a foto do jogo passou rapidamente para evitar uma nova discussão, eu tentando demonstrar maturidade disse:
- Pode ver
- Não, não quero ver
- Não vou brigar, só não dá zoom
Ela voltou pra foto, olhou, eu percebi que seus olhos eram mais voltados ao Guilherme, rapidamente rolou o feed, enquanto isso, eu rolava a tela do meu a toa também, e como eu o tinha seguido recentemente apareceu uma foto dele, com um cachorro, olhei porque achei o cachorro bem cuidado, era um Husky, Viviane olhou de canto e disse:
- Tá seguindo esse rapaz?
- Comecei a seguir hoje depois do jogo
- Hum, cachorro bonito
- Sim, olha esse olho, azulzinho!
- É, ele deve ser muito cuidadoso com esse cachorro
Acabei abrindo os storys dele para conhecer um pouco mais dele, ainda sem abrir todo o perfil, no storys ele publicou apenas a foto do jogo, e outro era um prato com um bolo de milho saindo fumaça de tão quentinho, eu curti o storys e nos deu água na boca.
Viviane perguntou:
- Ele é casado, né? A mulher dele quem deve ter feito esse bolo, tá fofinho demais
- Eu não sei não amor, nunca reparei se ele usa aliança pra te falar a verdade, e nas fotos do time não dá pra perceber
- Certeza que é
- Será?
- Foto com cachorro, storys de bolo... é casado
Entrei no perfil para ver, e aquilo parecia uma bomba pro meu casamento, na biografia nenhuma aliança ou marcação de algum @, os destaques eram academia, fotos de viagens e do cachorro, no feed muita foto no sol, sem camisa, no mar, piscina... parecia um catálogo para Viviane, revirei um pouco e enfim, uma foto abraçado com uma morena de pele clara, cabelo cacheadinho, olhos castanhos, corpo atlético combinando exatamente com ele, peituda, barriga chapadinha, e uma legenda romântica.
Viviane olhou e disse:
- Eu conheço essa moça!
- Conhece? De onde?
- Nossa, ela que é esposa dele? Nunca imaginaria, ela é a moça que trabalha na loja de roupas ali perto da avenida, nossa, ela é muito elegante.
- Eu sei que loja que é... caramba, que coincidência.
- Sim...
Os dias foram se passando, e eu comecei a notar que às vezes quando eu pegava meu celular, os status de Guilherme no WhatsApp já estavam visualizados, obviamente Viviane quem tinha visto, isso me incomodava mas não considerei ser motivo para uma discussão, até chegar a outra quarta-feira, novamente dia de jogo, Guilherme não me mandou mensagem oferecendo carona, fiquei querendo perguntar se ele iria pro jogo mas fiquei na minha, chamei um uber e fui, e lá estava o Allan, nosso ala que voltou de viagem, sinceramente eu fiquei desmotivado para aquele jogo, e parecia que todos também estavam preferindo que o Guilherme estivesse conosco.
Jogamos, e perdemos o jogo, Allan jogava bem, mas errava muitos gols, perdia muito a bola... isso fez todo mundo ficar com aquele ar de "se o Guilherme tivesse aqui o jogo teria sido diferente", não que ele seja o melhor do mundo, mas pelo menos melhor que o Allan.
Fui embora pra casa, puto pela derrota, e Viviane me questionou:
- O que aconteceu?
- Perdemos o jogo
- E o seu amigo que era o bonzão, não jogou?
- Ele não é meu amigo, e não, ele não jogou
- Deve ter sido por isso que vocês perderam
- A gente não depende dele, foi só um dia ruim
- Por que ele não jogou?
- O Allan voltou de viagem
- Ah sim
No dia seguinte, vi um story dele jogando bola em campo, uma foto dele comemorando um gol, e respondi:
- Você fez falta no jogo de ontem
- Também senti falta, mas prefiro o campo, jogo melhor aqui
- Se na quadra você arrebenta, imagina no campo
- Bora jogar quinta que vem
- Bora!
Aceitei sem nem ter chuteiras com cravas, ou saber como funcionava, se tinha que pagar algo, apenas para vê-lo jogando em campo, comentei com Viviane que ele me convidou para jogar e ela ficou um pouco brava:
- Você vai jogar bola quarta a noite e na quinta de novo?
- É amor, mas só semana que vem, não vou ficar fazendo isso com frequência
- Tá né... que isso não seja toda vez!
A semana passou rapidamente, joguei quarta e confesso que nem me importei com o jogo, pensando mais em jogar bem na quinta, na minha mente eu deveria jogar bem com o Guilherme, então, quinta, ele passou na minha casa para me buscar outra vez, ao entrar em seu carro eu fiquei sem graça, ele estava com uniforme do seu time, uma camisa que apertava seus braços, um calção preto e marcava e as coxas grossas a mostra, fora que ele estava perfumado, não fiquei olhando muito, mas fiquei bem travado com aquilo, quando chegamos, Guilherme me deu um uniforme que tinha lá sobrando, limpinho, camisa 95, ele era o 9 do time, e eu brinquei:
- Oxi, achei que você seria o 10, então você não deve jogar tão bem quanto eu pensava
- O 10 é um cara folgado pra porra, você vai ver
Entramos no vestiário, aquele monte de homens sem camisa, se cumprimentando, se abraçando, eu comecei a ficar cada vez mais retraído, alguns eram feios, outros tinham seus tanquinhos, corpo definido, alto, baixo, brancos, pardos e negros, eu estava sem graça, claro que eu não ficava atrás deles em questão de beleza, mas de músculo talvez ficava de alguns, não eram todos saradões, mas o Guilherme era o melhor de todos, eles levavam um jogo de várzea muito a sério, tinham pessoas na arquibancada para assistir vestidos com a camisa do time, soltavam fogos, era quase a sensação de um jogo profissional, Guilherme vestiu a braçadeira de capitão, bateu palmas e assumiu uma postura que eu nunca tinha visto nele.
- Pessoal, a gente vai entrar naquele campo, vai jogar com raça! Não dá espaço pra esses filhos da puta, eles são folgados, vão querer ficar pedindo falta e forçar cartão, mente no lugar! Dá o bote no tempo certo, vamos pra cima que hoje a gente ganha essa porra! O goleiro deles é rápido, vamos arriscar de fora ou tenta os cantos, sem gracinha, hoje o jogo é importante!
Um rapaz mais velho, o treinador deles, perguntou:
- E seu amigo aí, joga em que posição?
- Ele é meia armador
- Beleza, ele começa no banco hoje
Eu não era porra nenhuma, nunca joguei em campo praticamente, entramos, o povo gritando, não era um estádio lotado, era um ginásio municipal, estava relativamente cheio, eu peguei meu celular para fazer um story e o 10 me disse:
- Guarda essa porra, tem a mídia do time já, se concentra no jogo!
Eu fiquei puto com a forma que ele falou, mas Guilherme já tinha me avisado que ele era folgado.
O jogo começou e eu fiquei sentindo que não fazia parte daquilo, os caras davam passes longos, eram rápidos, viravam a bola de um lado do campo pro outro, o jogo tava difícil, pegado, e quando deu 36 do primeiro tempo, gol do time visitante, os caras saíram comemorando e rindo na cara do time de Guilherme, provocando, tentando desestabilizar e puxar confusão.
Guilherme começou a motivar o time:
- Vamos, caralho! A gente vai virar!
Terminou o primeiro tempo e o placar ao mudou, fomos pro vestiário, o clima era de guerra, Guilherme batia no armário de metal e gritava:
- Porra! Eu falei pra tentar de fora, vocês estão jogando só de um lado, tentando sempre a mesma jogada, inverte mais rápido, vamos pra cima, a gente consegue virar!
Voltamos, todo mundo com o olhar de determinação, e aos 15 do segundo tempo, gol de Guilherme, fogos pra todos os lados, gritaria na comemoração, e eu ficando bobo em estar no meio daquilo, não muito depois, Guilherme deu um chutão de fora da área e marcou um golaço, enquanto todos comemoravam eu ouvi uma voz feminina gritando:
- Vaaaaai Guiii, eu tee amoooo!
Olhei, era a esposa dele, com o uniforme do time, usando a camisa 9, pulando na arquibancada, celular na mão e fazendo storys do jogo do marido, ela era mais linda ainda pessoalmente, que morena era aquela?
O treinador me chamou enquanto eu olhava pra ela:
- Lucas! Lucas! Lucas! To falando com você, porra!
- Oi, foi mal, eu tava vendo a torcida!
- Bora, tira o colete, você vai entrar!
- Agora?
- É, caralho! Agora.
Tirei e vi o 10 saindo pra eu entrar, ele saiu puto, nem olhou na minha cara, quando eu entrei, Guilherme deu uma corridinha pra trás e bateu na minha mão em sinal de me desejar boa sorte.
Quando a bola chegou pra mim e dei passes curtos, rápidos, como no futsal, e isso estava funcionando, de repente, me deram um carrinho forte, eu caí, enquanto eu sentia a dor, Guilherme segurava minhas mãos me puxando pra se levantar e disse:
- Você bate?
- Não, minha perna tá doendo, cobra aí
Ele ajeitou a bola e fez um puta golaço, todo mundo correndo pra o abraçar, eu estava embolado nesse abraço coletivo, todo mundo "se batendo" em felicidade.
O jogo terminou, 3 a 1, e os três gols vindo dos pés de Guilherme, comemoramos muito, e fomos pro vestiário.
Treinador: Boa, rapaziada! Vocês foram fodas hoje!
10: Se eu tivesse ficado, teria feito mais um.
Guilherme: Galera, eu vou tomar uma ducha rapidão, minha mulher tá aí e preciso ir embora cheiroso.
Treinador: Lucas, você jogou bem, quer fazer parte do time?
Eu: Poxa... eu, eu jogo futsal, já tem meu time da vila e...
Treinador: Pensa, depois você fala! Vamos embora rapaziada, hoje não tem churrasco pós-jogo!
Alguns saíram com a roupa de jogo mesmo, outros se trocaram, vi muito homem de cueca naquele dia e decidi:
- Vou tomar um banho rápido, chegar em casa eu só janto e dou atenção pra Vivi, ela deve estar brava.
Quando entrei para a área dos chuveiros, travei, não tinham separações, eram cinco chuveiros, 4 homens pelados já estavam tomando banho, entre eles, Guilherme, eu fiquei com vergonha e tentei dar meia volta mas eles me viram, e seria como se eu não quisesse ficar pelado na frente deles por vergonha, aquele ego masculino me dizia: "Se eu não tomar banho agora, vão pensar que eu vim espiar, ou que eu tenho a rola pequena"
Comecei a tirar a roupa, e fiquei pelado, passei por todos eles indo pro chuveiro do canto, ao lado do nosso zagueiro, um rapaz alto, negro, sarado, eu procurava olhar apenas pro registro do chuveiro, e eles conversavam naturalmente na maior resenha, como se aquilo fosse algo normal.
De repente, um dos rapazes perguntou:
- O Gui, tem sabonete aí?
- Tem ali naquele armário da frente
Eu me virei, não queria ninguém olhando pra minha bunda, e vi perfeitamente o rapaz voltando pro chuveiro com uma rola mole, tamanho médio, balançando, abaixei a cabeça para não ficar manjando a rola dele, e meu pau deu um pequeno sinal de vida.
- Não vai passar sabonete?
- Ahn?!
- Não vai passar sabonete?
Perguntou 2x o rapaz ao meu lado.
- Vou, vou sim... já vou pegar.
Eles desligaram o chuveiro, pegaram as toalhas e na medida em que saíam eu via aquela bunda negra, a rola grande balançando e meu pau endurecendo cada vez mais.
Fui buscar o sabonete pra agilizar pois sabia que Guilherme teria pressa pois sua esposa estava o esperando, quando me virei, bati o olho na pica dele, ensaboada, grande, pesada, cheia de veias... caralho! Eu nunca senti isso por homem, mas o meu pau ficou duro feito pedra, ele não tinha visto, tentei me concentrar em outra coisa, imaginei acidentes, coisas nojentas, mas nada funcionava, ele desligou o chuveiro, se virou para mim e disse:
- Vou te esperar aqui fora
- Be-beleza
Guilherme me viu excitado, não esboçou reação, mas eu me preocupava com o que ele estaria pensando ao meu respeito, três outras pessoas tomaram banho e eu fui o único que ficou com a rola dura, eu me sentia mal, com vergonha, me enxaguei rapidamente, me vesti e fui encontrar com ele.
Quando me aproximei, ele estava com sua esposa.
- Lucas, deixa eu te apresentar, essa é a Natália, minha esposa.
- Oi, prazer em conhecer.
Ela se aproximou para um beijinho na bochecha, sorrindo disse:
- Prazer em conhece-lo.
Entramos no carro, eu fui no banco de trás desta vez, e ouvia ela falar que estava cansada, que o trabalho tinha sido puxado, que precisavam comprar amaciante... eu só queria chegar em casa logo de tanta vergonha.
Quando me deixou no portão, eu desci agradecendo a carona, e entrei rapidamente.
Viviane estava deitada, já tinha jantado, e brava.
- Oi amor
- Demorou hein?!
- Sim, era mais longe do que eu pensava
- Foi bom?
- Foi...
- E esse cabelo molhado?
- Tomei um banho lá no ginásio pra só jantar e ter tempo pra te dar atenção
- Oshe, e tem chuveiro lá?
- Claro, amor.
- Hum. Esquenta sua comida.
Esquentei minha comida e comecei a puxar assunto naturalmente para ela não ficar brava a noite toda, e então Guilherme me mandou mensagem, um link do Google Driver com as fotos do jogo para eu baixar as minhas, e pediu meu pix.
- Pra que meu pix?
- Premiação da vitória, o treinador vai mandar um dinheiro
- E tem isso?
- Claro, a gente paga o ginásio e o jogo, quem perder perde tudo, quem ganha, ganha o dinheiro do outro time.
- Caralho, que coisa boa, minha chave é meu numero.
Mostrei as fotos para Vivi, enquanto caia um pix de R$ 150 em minha conta.
Vivi ficou super feliz, pois o quinto dia útil ainda estava distante e meio que precisávamos daquele dinheiro, e comentei:
- O treinador me chamou pra jogar de vez com eles, mas tem o futsal
- O futsal você chega fedido, sem banho, e não ganha dinheiro
Eu dei risada, mas lembrando do que tinha acontecido nesse banho, e isso era um dos motivos de eu não querer aceitar.
No fim de semana, Viviane reclamava de não estarmos saindo de casa, não era uma reclamação chata, mas dizia:
- A gente tá cheio de dívidas, faz tempo que a gente não saí para um shopping, um parque...
- É amor, mas vai melhorar
- Eu sei que vai, mas a gente nem recebeu e já tá faltando dinheiro pra todas as contas
- É... eu vou ver o que consigo fazer
- Será que vocês ganham o próximo jogo?
- Eu não vou ficar jogando com eles não, amor.
- Uns 150 reais quinta ia ser bom, precisamos comprar algumas coisas.
Eu respirei fundo e disse:
- Tá bem, eu jogo
Mandei mensagem pro Guilherme avisando que eu jogaria mais um jogo, mas ele me repreendeu:
- Mano, mais um jogo não dá, o treinador quer que você entre no time de vez, não dá pra ficar indo quando quer.
- Eu não queria largar o pessoal do futsal agora, mas to precisando resolver umas coisas em casa, se a gente ganhar o jogo de quinta vai ser bom
- Tá precisando de alguma coisa? Porque nem sempre a gente ganha, não pode ficar contando com isso
- Não, to só precisando resolver umas coisas bestas, mas eu vou ver aqui, valeu então, até um dia
De repente chega notificação de um pix de R$ 250.
- Mandei 250 aí, sua chave é seu número né? Resolve seus b.o, e pensa aí com calma se vai jogar com a gente
- Não pô, não... vou devolver, não se preocupa, é coisa besta
- Resolve aí, não se preocupa com nada não
Viviane também ficou acanhada quando contei, não somos de pedir favores a ninguém, muito menos dinheiro emprestado, a gente sempre se virou, era apenas um aperto, não uma necessidade, mas acabei aceitando prometendo devolver em meu pagamento.
Fomos no mercado, compramos as coisas que precisávamos e enquanto passávamos corredor, encontrei a Natália, esposa do Guilherme, ela passou por mim e disse:
- Oi Lucas - olhou para Vivi e disse - Oi.
Cumprimentamos quase que uniforme: - Oi
Viviane me deu uma olhada séria:
- De onde ela te conhece?
- Do jogo
- Ah, ela estava? Isso você não me contou
- Ela não foi com a gente, mas ela tava lá assistindo o Guilherme
- Hum! Legal, bom saber.
- Vai ficar com raiva por ela ter me cumprimentado com um oi?
- Não foi um oi, foi um oi Lucas, é diferente
- Ata, tá bom, é super diferente.
- No próximo jogo eu vou também
- Já disse que não vou mais jogar com ele
- Por que? O que aconteceu pra você não querer jogar mais?
- Não aconteceu nada, é que eu jogo na quadra
- Sei, sei bem
- Tá, vamos então pra você ver que não tem nada demais!
- Tá, eu vou!
Eu respirei fundo, bravo por estarmos discutindo a toa, avisei o Guilherme que entraria no time, quando avisei os caras do futsal me pareceu que eles nem se importaram, chegou a quinta-feira e nos arrumamos, Viviane se perfumou toda, ficou toda hora me perguntando:
- Essa roupa tá boa? Como tá meu cabelo? Minha maquiagem tá pesada?
Isso me irritava, mas não tivemos tempo para discutir, ainda me arrumava quando Guilherme buzinou, fomos pro seu carro e Natália não estava com ele.
Vivi: Cadê sua esposa?
Guilherme: Ela fecha a loja às 20h e vai pro ginásio.
Vivi: Nossa, a dona não deixa ela sair mais cedo?
Guilherme: Ela é a dona
Vivi engoliu seco... não sabíamos que a loja era de Natália, chegamos no ginásio e enquanto Vivi ia pra arquibancada, eu entrei no vestiário com Guilherme, fui bem recebido por todos, ou melhor, quase todos, o camisa 10 estava puto por eu ser seu reserva agora, o jogo começou, eu estava novamente no banco, e dessa vez nosso time atropelou logo no primeiro tempo, no vestiário o clima estava leve, sorrisos e o camisa 10 havia feito dois gols, ele bateu em meu ombro e disse:
- Vai precisar jogar muito pra tirar minha vaga!
- Eu não to aqui pra tirar a vaga de ninguém...
Guilherme: Ele consegue
Com a intromissão de Guilherme, o camisa 10 fechou o semblante de deboche e ficou com cara de bravo o resto do tempo, quando voltamos ao campo, do banco de reservas eu já via Natália e Vivi lado a lado, conversando, rindo, como se fossem amigas e muito tempo.
Aos 75 minutos, o treinador me chamou, entrei, e num lance genial Guilherme praticamente tirou o goleiro da jogada e rolou a bola pra mim que só chutei pro gol aberto, aos 89, ele me deu outro passe me deixando livre, com o gol aberto, na minha cabeça o goleiro daquele time era ruim, mas a verdade é que Guilherme era rápido, marquei 2 gols em nossa goleada, voltamos pro vestiário rindo, e Guilherme provocando disse ao 10 na frente do treinador:
- Em 15 minutos teu reserva marcou dois gols, você precisou de 45 contra esse goleiro fraco
10: Mas você não me deu esses passes com o gol aberto, eu precisei recuperar a bola, driblar, não foi fácil assim não!
Treinador: Para de provocação, preciso de vocês unidos.
Guilherme: Vou pro chuveiro.
Eu respirei fundo e pensei se deveria ir, e me lembrei de Vivi dizendo que o bom de jogar em campo era que eu já ia pra casa de banho tomado, e então fui... dessa vez tinha apenas o Guilherme e o zagueiro repetidos, os outros dois eram outros jogadores, e um deles usava sunga pra não ficar pelado, eu não perguntei nada, mas o zagueiro me disse:
- O Pablo usa sunga porque é crente, acredita?
- Pô, tá certo
- Certo nada, se ele fosse tão certinho tomava banho em casa, sabe por que ele tá aqui?
- Por que?
- Porque ele gosta de ver rola.
A conversa foi baixa para Pablo não ouvir, mas foi o suficiente para meu pau começar a endurecer.
O zagueiro disse:
- Olha só como ele vai ficar
Comecei a olhar, o zagueiro ensaboava a barriga e desceu segurando o pau e começou a punhetar devagar, discretamente e soltando um gemido disfarçado:
- Aaaa, meu joelho tá doendo hoje hein?!
Eu via ele pegando naquela rola e se punhetando ao meu lado, e não resisti, fiquei excitado com o pau durão, Pablo olhava sem conseguir disfarçar e então eu comecei a me masturbar também para disfarçar que minha ereção era por isso.
Guilherme se virou e disse:
- O rapaziada, para de punheta coletiva aí, respeita o Pablo!
Pablo: De boa, já to saindo
O zagueiro ria e dizia: Viu ele olhando pro nossos paus?
Eu: Vi, vi sim...
Meu pau insistia em não querer amolecer, mas o zagueiro também tava com aquela rola preta apontada pra frente então fiquei despreocupado.
Pablo saiu, e logo em seguida entrou um rapaz magro, ligou o chuveiro e ficou conversando com a gente, do nada ele disse:
- E cês tão com a rola dura por que?
Zagueiro: O Pablo tava aqui do lado
Fabiano: Ah, o Pablo gosta de manjar mesmo
Guilherme: Caralho, vocês ficam se punhetando só pro Pablo ver?
Zagueiro: Sim
Guilherme: Vocês são viados!
Zagueiro: Viado é ele que gosta de rola, eu gosta de cu, se ele quiser dar um fodo com força
Fabiano: Qualquer dia vou deixar ele ensaboar minha rola
Eu ouvia isso com muito tesão.
Guilherme: Porra, respeita o cara, ele tá lutando contra a vontade dele
Zagueiro: A vontade dele é gemer nisso aqui - disse ele balançado a rola
Guilherme: Não faz merda aqui no vestiário não, se o treinador pega vocês falando isso...
Treinador: Falando o que?
O treinador entrou naquela hora, pelado, um cara peludo, sem tanquinho, com os pelos descendo do umbigo até se juntar com os pelos de uma piroca grande.
Guilherme: Nada não treinador, a gente só tava zombando do 10
Zagueiro: É, é isso, de como ele ficou puto com o Lucas ter feito dois gols mais rápido que ele
Treinador: E vocês precisam ficar com a piroca dura falando disso?
Foi só então que me dei conta que Guilherme também estava excitado, na verdade, todos os quatro que estávamos no chuveiro.
Fabiano: Não, isso aqui foi porque a gente começou a falar putaria, das meninas que estavam atrás do gol
Treinador: Bora! Não quero viadinhos no meu time, desocupa um chuveiro rápido que eu to com pressa.
O primeiro a desligar foi Guilherme, eu e o zagueiro praticamente acompanhamos, enquanto eu me secava eu olhava discretamente a rola de Guilherme durona, devia ter uns 23cm, enquanto eu tinha uns 16cm, comecei a me sentir estranho, mas com um tesão enorme em vê-lo.
Nos vestimos e fomos encontrar com Vivi e Natália.
Já no carro, conversávamos sobre o jogo quando Natália perguntou:
- Já colocaram divisórias nos chuveiros
Guilherme: Ainda não, acho que não vão colocar tão cedo
Vivi: Vocês tomam banho pelados na frente um do outro?
Guilherme: Sim
Viviane me olhou incrédula e eu agi como se fosse algo bobo, algo super masculino, normal para nós.
Vivi: E não ficam com vergonha?
Guilherme: Não, a gente só toma um banho e caí fora, aqui a gente ainda tá no luxo, tem sabonete, shampoo... tem lugar que a gente vai que só tem um chuveiro e mais nada.
Vivi: Mas... vocês ficam olhando o pênis um do outro?
Natália ria, e Guilherme respondeu tranquilamente:
- Olhar a gente vê, mas ninguém fica manjando pau de ninguém não, toma o banho e caí fora
Vivi: Aaaaaah sim, entendi.
Natália: Amor, para numa farmácia, eu preciso comprar analgésicos
Guilherme parou na farmácia mais perto e desceu do carro com Natália, no carro eu comecei a "brigar" com Viviane.
- Porra, pra que perguntar se a gente olha o pau um do outro?
- Porque tá todo mundo pelado, não tem como não ver
- Tem sim, a gente olha pra cima, pros lados, no rosto, menos pro pau
- Ele mesmo disse que vê, mas que não ligam
- É... mas não fica perguntando isso
- Você ficou pelado na frente dele?
- Fiquei né? Tive que tomar banho
- E ele é... é...
- É o que?
- É tímido?
- Não era isso que você ia perguntar.
- Era isso sim.
- É grande, se é isso que você quer saber.
- Hum
- Satisfeita?
- Eu não tenho que ficar satisfeita com isso.
Eles voltaram pro carro rapidamente, e Guilherme estendeu a mão pra trás nos dando uma barra de cereal dessas que os marombeiros comem, peguei, e comi, não gostei, mas não fiz desfeita.
Nos deixaram em casa e naquela noite, Viviane ficou me fazendo raiva, me provocando em tom de brincadeira:
- Tá vendo um monte de homem pelado!
- Para de encher o saco
- Já deixou o sabonete cair?
- Não é prisão essa porra não
- O Guilherme te ajuda a se ensaboar?
- Você tá cheia de brincadeirinha porque tá querendo que eu fale do corpo do Guilherme pra você!
- Não amor, não, parei, to só brincando, chega
- É né? Você acha que eu não to reparando?
- Reparando o que?
- Nas suas olhadas pra ele, você tá toda boba com ele
- Eu não, para com isso
- Para o que? O cara chegou perto de você e você ficou toda derretida com a altura dele, com o físico dele
- Lucas, para!
- Para nada! Confessa, confessa que você tá louca por ele!
- Me respeita meu, o que é isso? Comeu bosta?!
Peguei Viviane pelos pulsos num impulso e a raiva que eu sentia se misturou com um tesão leve, a beijei e sussurrei:
- Você não aguentaria aquilo dentro de você
Ela me olhou em silêncio por alguns segundos, sem entender o que tinha acontecido, mas meu pau estava duro, tirei a camisa e continuei beijando ela, nos deitamos, e enquanto eu a chupava comecei a brincar com o dedo indicador dentro da sua bucetinha e disse:
- Você é magrinha demais pra uma rola daquele tamanho!
Ela só gemia se contorcendo, sem me responder. Me ergui e comecei a penetrar, eu metia devagar e dizia gemendo:
- Você quer né?
- Nãooo
- Quer sim, tá toda molhada, tá imaginando a rola dele é?
- Paraaa
- Vaaai, confessa, safada
- Não quero não, aiii
- Se não tivesse querendo já tinha mandando eu parar!
- Você tá gostoso!
- Eu? Ou você tá imaginando o Guilherme te fodendo?
- Aiiii aiii, para de falar isso
- Não paro, vou falar até você gozar!
Ela agarrou meu pulso apertando forte enquanto eu comecei a falar:
- A pica dele é grande, cheia de veias, cabeça roxa, deve ter uns 23cm, se ele entra em você o pau dele toca no útero, você não ia aguentar, ele ia te destruir toda, você não aguenta sentar numa pica daquelas, o pau dele é mais grosso que a entrada da sua bucetinha, pensa numa piroca que mal cabe na sua boquinha.
Vivi se tremia toda, gozando com meu pau dentro dela e gemendo fracamente.
Depois que ela se recuperou continuei fodendo com força, fechei os olhos e podia lembrar perfeitamente como era a rola de Guilherme, gozei fartamente na barriga da Vivi aquela noite, tomamos um banho juntos sem tocar no assunto, ela não falava nada, passaram alguns dias e enquanto jantávamos ela disse:
- Você... falou sério tudo aquilo?
- Aquilo o que?
- Sobre o Guilherme... você ficou mesmo excitando com aquilo?
Abaixei a cabeça, tímido, mas sentindo meu pau endurecer.
- Sim, fiquei... no começo eu estava com ciúmes, ainda to, mas é pelo contraste dele ser alto, sarado, grande, e você pequenininha... mas esquece isso
- É, vamos esquecer
- Você ficou pensando nisso?
- Não amor, não...
- Fala a verdade!
- Tá... eu imaginei, imaginei sim, fiquei com vontade, mas não é certo, ele é casado, e a gente tem que cuidar do nosso casamento né? Vamos esquecer isso.
- É, vamos.
Alguns dias se passaram e então chegou a quinta, Guilherme me mandou mensagem:
- Lucas, o jogo hoje vai ser na cidade vizinha, eu não vou poder estar, estou trabalhando, a Naty vai buscar vocês aí e levar direto pro jogo
- Porra mano, sem você o jogo não é bom
- Relaxa, meu reserva joga bem, ou o treinador vai por o 10 de atacante e você de titular, vai preparado
- Beleza
Avisei a Viviane de que Natália quem nos levaria, nos arrumamos e ouvimos a buzina, desta vez, Vivi foi na frente, porque era o mais conveniente, elas conversavam sobre roupas, cabelo, e outras coisas chatas, mas de repente Viviane disse:
- Como o Guilherme vai vir embora se você tá com o carro?
- A gente tem outro, um pálio, ele tá com o pálio hoje
- Ah sim, vocês moram mesmo na rua de trás? Eu não vejo vocês por aqui
- A gente não sai de casa direito, faz uns 3 meses que estamos morando aqui
- Isso explica eu não ter visto vocês, mas eu já tinha te visto na sua loja
- É que a gente morava nos fundos da casa da mãe do Gui, é na rua da loja, aí conseguimos comprar essa casa e nos mudamos, porque não tem coisa pior que morar colado com sogra
- É verdade, eu nunca morei, mas dizem que é ruim
- Fora que o Guilherme é brigado com o cunhado dele, que também mora lá
- Sério? Ele morava com vocês?
- Não, é um quintal com três casas lá
- E por que eles brigaram?
- Porque o cunhado dele tinha ciúmes do Guilherme andando no quintal sem camisa, disse que o Gui estava provocando a própria irmã
- Meu Deus, que povo sem noção, ciúmes besta!
- Sim, o Gui sempre anda sem camisa em casa, aí certo dia o cunhado dele veio propor troca de casal pra gente, acredita?
- Mentira, sério? E vocês aceitaram?
- Não, jamais!
- Tá certo, casamento é a dois.
- Nem por isso, é mais por ser cunhado, a irmã dele... totalmente sem noção!
- Oxe! Se não fosse família vocês fariam?
- Não sei não... eu sou mais de boa pra essas coisas, o Guilherme que é fechado
- Vocês já trocaram?
- Não, nunca
- Mas você pensa em trocar?
- Não penso não, mas se acontecer, é melhor assim do que traição, né? Pelo menos os dois ganham, mas o Guilherme é muito sério, jamais que eu iria propor uma coisa dessas
- É... vocês tão juntos a quanto tempo?
- Oito anos
- E nenhum deslize?
- Nada, nenhum, nem da minha parte, nem da parte dele, não tenho do que reclamar, ele não curte nada de foto de mulher, storys, não responde elogios, e em questão de marido ele não falha em casa, ele me presenteia, cuida de mim, é carinhoso, me mima, e não falta sexo, ele é muito safado.
- Hum...
Meu pau já endurecia ouvindo aquilo tudo.
Ganhamos mais uma vez, joguei como titular dessa vez e o 10 ficou no lugar de Guilherme, no vestiário um problema... só tinham dois chuveiros, todo mundo tinha desistido de tomar banho, exceto o Zagueiro, Fabiano, Pablo e eu, enquanto esperava, eu fiquei trocando mensagens com Guilherme, foi quando bati a olho de lado e vi Pablo fingir que estava ouvindo áudio com a câmera aberta tirando foto da rola do zagueiro, eu abri um sorriso e sussurrei:
- O flash tá ligado!
Ele tomou um puta susto, e eu ri, não estava, mas foi pra ele saber que eu tinha visto, ele ficou vermelho de vergonha e como eu não sou escroto falei:
- Relaxa, não vou te julgar, só toma cuidado com isso.
Entramos pro banho juntos, Pablo novamente de sunga e eu pelado, minha rola endurecia naturalmente ao saber que ele gostava, eu o olhava de lado e tomei coragem de apenas conversar:
- Cara... por que você não se assume?
- Eu sou casado, e não posso mano, não posso... eu fico louco, sei lá, me dá umas coisas, mas não posso fazer isso não, vou apagar
- Toma cuidado, sua mulher pega isso aí no seu celular vai ficar ruim
- É mano, vai
- Você nunca ficou com homem?
- Não, nada
- É? E tem toda essa vontade guardada então?
- Vamos parar de falar isso
- Quer pegar no meu pau?
- O que?
- Pega aqui, rapidinho, antes que alguém entre, mata sua curiosidade
- Não, não...
- Não vou contar pra ninguém do time, mas pega rápido antes que entre alguém
Ele veio com a mão devagar, olhando fixamente pro meu pau, segurou sem jeito, deu umas três punhetadas e soltou, minha pica ficou dura demais, ele agradeceu a gentileza e fechou o chuveiro, também fechei, nos enrolamos na toalha e foi o tempo do treinador entrar para nos apressar.
Fui pro carro, com esse segredo que havia deixado o viadinho do time pegar na minha rola.
As meninas riam, conversavam entre si e ouvi Natália dizer:
- Ele vai chegar um pouco depois da gente, vai ser legal
Eu: O que vai ser legal?
Natália: O Guilherme tá convidando vocês pra comer uma pizza com a gente
Eu: Poxa, eu to meio cansado hoje
Vivi: Ai amor, vamos? Faz tempo que a gente não se diverte com amigos
Eu: Tá... vamos sim
Chegamos na casa dele, ele ainda não havia chegado, Natália acendeu as luzes, era uma casa bonita, sem exageros.
Vivi: Cadê seu cachorro?
Natália: No quintal dos fundos, a gente não deixa ele aqui dentro
Vivi: Ah sim, ele é muito bonito
Natália: Como sabe que tenho cachorro?
Vivi: O... o Lucas viu, no instagram do Guilherme
Natália subiu para se trocar, e enquanto isso Vivi me olhou, sorriu e sussurrou:
- Que casa bonita, né?
- É, to até constrangido de estar aqui sem o Guilherme
- Ele quem convidou bobo
- Mesmo assim
- Você viu o que ela falou?
- Sobre o que?
- Sobre trocar casal...
- Para com isso...
A porta abriu e nos assustamos, era Guilherme chegando, não ouvimos ele estacionar, por isso o susto.
Guilherme: Boa noite, vocês tão bem?
Eu: Estamos, e você?
Guilherme: Cansado, mas amanhã to de folga! Graças a Deus.
Eu: A gente já vai embora pra você descansar.
Guilherme: Não vai não, pode sossegar aí, eu quem convidei, só to cansado do trabalho, mas a companhia de vocês vai ser ótima.
Natália desceu em seguida, com uma roupa mais confortável, nada chamativo, pediram a pizza pelo WhatsApp e nos sentamos no sofá para conversar.
Foi uma noite agradável demais, comemos pizza, bebemos vinho, conversamos e rimos muito, como era pertinho fui embora a pé com Vivi, chegando em casa, o tesão acumulado me dominou de vez, a puxei pra cama, a beijei e enquanto a fodia, e eu gemia baixinho dizendo:
- Gostou de estar perto dele hoje?
- Ai amor... para de atiçar
- Paro não, eu vou dar um jeito dele te foder
- Aiii... não, não faz isso
- Vou fazer... vou falar com ele, to louco pra ver você dando pra ele!
- Aiii, hmmmm, é?
- É... quero ver se sua bucetinha aguenta!
- Hmmmm
Foi assim que eu tomei uma decisão.

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