#Corno #Traições #Voyeur

Corno por ocasião 2

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Fabiomanso

Seguindo o relato, ficamos mais 4 dias frequentando as praias, agora ela mais desinibida e a vontade, e passamos a observar as pessoas que frequentavam o lugar.

No hotel naquele primeiro dia na praia, do conto anterior, ela ficou muito mais solta na cama, muito mais excitada com meus toques, achei aquilo fantástico, só que ela não falava sobre o assunto, mas, já no restaurante, começamos uma brincadeira de descobrir de onde as pessoas eram, seus países e porque seriam de lá.

Só não tínhamos como perguntar, então o que parecesse mais com aquilo escolhido ganhava, ela acertou 8 de 12, e foi pela língua que falavam, eu acertei 4 destes 12 casais ou grupos, foi bom a brincadeira e no dia seguinte fomos conhecer outra praia, está mais movimentada, chegamos normais e quando andávamos ela retirava o biquíni cavado que usava, ficando de quatro, com a raba empinada, já tinha tirado a parte de cima logo que chegamos na praia.

Eu carregando uma bolsa, ficava de olho nos homens que a olhavam, e evitava olhar para as mulheres com medo de ter outra ereção, chegamos em um dos lugares mais lindos, com muita gente nua ao redor, inclusive adolescentes, juro que nunca vi tanta bucetinha sem pêlos na vida, muitas usava shortinhos devido a idade mas todas de peitinhos nus, algumas sem volumes e outras só com o carocinho, pronto uma ereção que tive que sentar com a bolsa no colo.

Ela viu e ao olhar para os lados entendeu o porquê, e ao invés de me criticar, só pediu para me acalmar, que o erro foi dela por não ter me aliviado logo mais cedo depois do café no hotel, e riu, e ela em pé na minha frente, com a buceta abertinha e o grelo exposto, aí sim fiquei mais duro.

Um casal que acompanhava uma adolescente, que estava um pouco mais atrás, falou em bom e velho português, que não poderia ficar ali por causa do meu assanhamento, pedimos desculpas, e eles aceitaram, falando que eu poderia por um sunga, porque ali ainda não era obrigatório o nu total, e mais para frente andando pela praia, ficaria mais confortável.

Aceitei suas palavras, e me vesti, e seguimos,.ainda dei uma espiada para a mulher e para a filha sem que ele me visse fazê-lo, só minha esposa que me cutucou e riu.

Mas, a frente eu ainda com uma ereção de tanta buceta visualizada, de todas as idades, tamanhos e aberturas, e minha esposa, espiava os perus dos homens e por incrível que possa parecer, apenas eu estava com ereção, acabei olhando a postura, percebi que mesmo moles muitos eram maiores do que o meu.

Chegamos no ponto de nu total, tirei a sunga e não estava mais ereto, minha esposa que já estava nua desde o começo se queixou de que estava cansada de caminhar e pediu para sentar, arrumei um lugar, ela ficou de quatro esticando a toalha que trouxemos, só aí reparei em dois rapazes, e eles estavam tirando algumas fotos escondidas, não gostei daquilo e avisei minha esposa.

Ele ainda de quatro olhou para trás, imagino a posição que ficou para eles, e aí eles perderam a inibição e começaram a fotografar ela mais intensamente, cada movimento que ela fazia, de abrir as pernas, de ajoelhar, e se deitar, foi quando atrás da gente um homem se levantou, foi na direção deles, tirou a câmera de suas mãos e arremessou na água, e fez com quem eles fossem embora.

Esta homem, nu, de pau enorme mesmo mole, em espanhol falou, algo que não entendi, e como ele se ajoelhou ficou com aquele pendurando, e minha esposa o respondendo em espanhol, quase com a boca encostada, logo, fiquei ereto novamente.

Ele me olhou com cara de poucos amigos, só sei que minha esposa me mandou olhar para trás, e que eu fosse na água, atrás de nós estava a esposa deste homem e seu casal de filhos, negros como ele, todos nus e a menina deitada de barriga para cima, de pernas abertas e o menino de pinto duro sendo chupado pela mãe.

O homem pegou na mão da minha esposa, falando, o que eu supos e depois ela me traduziu, que ela que tinha que acalmar meus pensamentos, que sexo ali era permitido, desde que não fosse filmado ou registrado, e segurando a mão dela conduziu até meu membro e falou para me punhetar ou chupar até eu diminuir.

Minha esposa que estava trocando entre olhar ele nos olhos, a mão dele na dela, o membro dele e o meu, começou a me punhetar, e depois de se ajeitar a me chupar, e ele ali do lado, quando percebi ele estava de pau duro, se levantou, sentou ao lado da menina, fez ela ficar de lado e a fez chupar … a menina parecia fazer bem… logo o menino gozou, o que tbem aconteceu comigo e a mãe foi ajudar a menina, e vi ele negar, e mandou ela ficar de quatro, tirou da boca da filha e penetrou na esposa, nisso minha esposa olhava para mim com a boca suja de porra.

Se levantou e foi em direção ao mar, segui atrás dela, e em nenhum momento ela falava comigo, fomos embora depois de uns mergulhos, em um completo silêncio. O casal e os filhos ainda estavam deitados na areia, com os corpos nus, aquela tromba e aquela bucetinha pequena virgem ainda, na minha mira, saindo da praia, inevitavelmente fiquei duro novamente.

Chegamos ao Hotel para nosso último dia naquela região, teríamos agora mais 5 dias de tranquilidade na casa da família dela, fora do centro urbano, e assim foi, sem muita coisa para se fazer, a nossa única diversão foi ao ir em um lugar frequentado por turistas, fazer a brincadeira do país de onde eram, mas, com uma diferença, ela ficava tentando adivinhar para me provocar e deixar puto, o tamanho das jebas deles, mas, quando eu falava da bucetinhas, ela ficava brava e me dava um tapa.

Finalmente acabou nossas “férias” e voltando ao Brasil, hoje vivemos uma vida social secreta, mas, isto conto mais para frente… inclusive, a primeira vez depois que chegamos que ela chupou um pau e me fez ver.

Comentários (1)

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  • Vagabundo: Boa tarde. Cadê a primeira parte do conto?

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