Meu Tio jurou minha Ex de rola. Pt.2
Segue a continuação dessa trama de inveja e cobiça.
Oque ele me contou posteriormente se seguiu assim:
Naquela mesma semana do dia da bebedeira, tio Tomas fez sua primeira jogada. Ele comprou uma passagem para a cidade de Aimee e começou a arquitetar seu plano para fodê-la.
Ele alugou um apartamento próximo da casa da mãe dela, informação que ele obteve ao copiar as mensagens entre a Aimee e eu do meu celular via Bluetooth, além de muitas fotos dela nua. Ele sabia, por meio dessas mesmas conversas, que ela estaria morando com a mãe, coisa que ela me disse caso eu pensasse em lhe fazer uma visita.
Com o apartamento alugado e as informações em mãos, Tio Tomas deu o próximo passo no plano. Ele reativou um perfil antigo que tinha nas redes sociais e fez uma limpa completa: eliminou todos os parentes desse perfil secundário e apagou qualquer foto que pudesse ser associada a mim.
Depois de garantir que não havia nenhum rastro de parentesco, ele atualizou a conta. Deixou o perfil arrumado com algumas fotos novas, mostrando seu corpo forte em ambientes como praia e balada, construindo a imagem perfeita de um cara solteiro e interessante para iniciar a aproximação dela.
Um belo dia, já com um carro alugado e totalmente a par da rotina da Aimee, ele saiu pela manhã para colocar a abordagem em prática. Ele emparelhou o carro ao lado dela na calçada, abaixou o vidro e disse:
— Oi, bom dia! Desculpa te incomodar, mas queria saber onde fica a rua Nossa Prexeca?
Essa rua que ele perguntou era, na verdade, o endereço exato onde a Aimee ia e onde ficava a instituição da docência dela, algo que ele já sabia muito bem.
Aimee parou, olhou para ele e respondeu:
— Sei sim, inclusive eu estou indo para lá agora! — e deu uma risadinha sem graça, achando a coincidência curiosa.
Tio Tomas fingiu surpresa e rebateu na hora:
— Jura? Olha, se você quiser, eu posso te dar uma carona. É bom que eu já aproveito o trajeto e você me ensina o caminho certo.
Era tudo pretexto, já que ele conhecia o caminho perfeitamente. Aimee aceitou e entrou no carro. Ao longo do caminho, ele colocou em prática tudo o que tinha estudado ao ler as conversas copiadas do meu celular. Ele sabia exatamente o que ela gostava de conversar, o tipo de elogio que ela gostava de ouvir e, com toda essa vantagem, foi se chegando aos poucos, posando como um homem divertido e inteligente.
Quando chegaram ao destino final, ele aproveitou a deixa para fazer um convite, para tomar um café com ele mais tarde. Disse que era novo na cidade e que ainda não tinha amigos por ali, e completou em tom de brincadeira se ela não gostaria de fazer essa caridade para ele.
Aimee riu da brincadeira e concordou com o convite. Foi assim que o meu tio conseguiu o número dela — que ele, na verdade, já tinha guardado no celular, mas agora possuía um aval para ligar — e também o acesso à rede social dela, onde o perfil secundário dele agora tinha a permissão legítima para ser aceito sem levantar nenhuma desconfiança.
A partir dali, ele jogou com o tempo a seu favor, pois no café após a saída dela o encontro, foi o perfeito, foi um bom ouvinte ouvinte, pagou a conta, fez piadas que a destraiam do cansaço e destilou aqueles elogios certeiros que ele já sabia que agradavam a mente da Aimee. Para ela, o Tomas agora era um cara interessante e misterioso que tinha caído de paraquedas na rotina pacata que ela levava.
Nas semanas seguintes, o flerte se estendeu para o ambiente virtual. Aimee aceitou o perfil secundário dele e o impacto foi imediato. Ao ver as fotos dele na praia e na balada, exibindo o corpo forte e uma vida de curtição, o interesse dela se intensificou. Ele já não era só o cara simpático da carona; era um homem atraente que exalava testosterona. As conversas no WhatsApp começaram a esticar. Tomas jogava na linha do pretendente interessante que parecia sempre saber dizer a coisa certa com uma pitada deliciosa de flerte, o que deixava a Aimee facilmente melada.
Não demorou muito para o próximo encontro acontecer, dessa vez para um jantar descontraído. Na hora de deixá-la em casa, ele foi devagar para não assustar a presa, apostando no sorriso e na brincadeira:
— Foi uma noite tão agradável... Quem sabe um beijo da princesa faça eu não voltar a ser um sapo tão rapidamente?
A brincadeira arrancou uma risada da Aimee, deixando-a totalmente desarmada para se aproximar um pouco. Ele também se aproximou, e o beijo de língua saiu de forma natural, selando de vez a química que vinha sendo cozinhada há dias.
Depois de um mês de saidinhas e ficadas, ele a convidou para uma viagem no fim de semana em uma casa de praia. Aimee aceitou. Foi ali, naquele ambiente paradisíaco, que ele transou com ela pela primeira vez. Ele a dominou na cama e não a penetrou logo, ele queria brincar com o grelho dela até ela implorar para ser fodida. Quando ele botou a jeba na cara de Aimee, ela travou por um instante, pois ela realmente nunca tinha tido um pau tão grande e grosso diante dela.
Ela engoliu a saliva da garganta quando ele disse: Chupa!
Aimee olhou para aquela jeba grossa e latejante bem na sua frente, sentindo a garganta secar de verdade. O pau do Tio Tomas era muito maior e mais grosso do que o meu, uma verdadeira tora. Totalmente desarmada pelo clima, ela avançou a boca timidamente, envolvendo a cabeça larga enquanto o meu tio segurava o cabelo ruivo dela com firmeza, mas sem pressa, apenas ditando o ritmo da mamada.
Depois de deixá-la babando e completamente excitada, Tomas a deitou de costas na cama. Foi nesse momento que ela olhou para ele e pediu para ele por uma camisinha.
Tomas sorriu, disse para ela esperar um momento e foi até o banheiro. Lá dentro, ele pegou um preservativo do bolso, mas, com uma tesourinha de unhas que já estava no esquema, cortou discretamente a ponta da camisinha. Ele já voltou para o quarto com ela parcialmente colocada no pênis, segurando a ponta com os dedos para disfarçar.
Quando se posicionou novamente entre as pernas da Aimee, ele soltou os dedos da ponta cortada, fazendo a glande do pênis sair inteira pelo buraco.
O contraste da pele branquinha dela com o corpo bronzeado dele deixava o cenário ainda mais instigante. Ele começou a passar a cabeça do pênis devagar pelos lábios da xota dela, que já estava encharcada e brilhando de tesão. Quando ele encostou a ponta na entrada estreita, Aimee deu uma leve tremida, sentindo a pressão daquele tamanho todo.
Ele empurrou apenas a cabeça, admirando sua rola pelo com pelo na buceta desprotegida de minha amada e foi forçando as paredes apertadas da xota dela a se alargarem para agasalhar sua caceta rombuda. Aimee soltou um gemido agudo, segurando firme nos lençóis enquanto sentia a musculatura ceder milímetro por milímetro.
O desconforto devido à grossura absurda foi evidente na face de Aimee na mesma hora. Os olhos dela se arregalaram de leve e ela tentou não demonstrar o quanto aquela tora estava esticando tudo ali dentro. Sentindo a pressão, ela só colocou a mão na base do pênis dele para tentar controlar a penetração e ditar o ritmo. Contudo a parte correspondente ao corpo do pênis estava coberta e ela nem percebeu a artimanha do tio Tomas, achando que estava totalmente protegida enquanto a xota dela que se lubrificava pela mistura do próprio suco com o pré-gozo de tio Tomas.
Fazendo a buceta dela mamar a cabeça do pau dele.
Ele afundou o pau todo de uma vez, batendo o púbis contra púbis e Aimee soltou um gemido longo de puro prazer e dor gostosa, completamente dominada por aquele homem que parecia saber exatamente o fazer com o corpo dela.
Cada estocada era firme e preenchia tudo por dentro de um jeito que ela nunca tinha experimentado antes.
Ele sentiu imenso prazer em finalmente estar comendo minha namorada e fazer a xota da Aimee se alargar para conseguir acomodar a rola dele inteira e bombava minha namoradinha com fome de leão enquanto lambia o rostinho choroso de Aimee curtindo os gemidos libidinosos que ela soluçava.
Seu gemidos deixavam meu tio possesso de tesão e sem dar margem para para dúvida, puxou as pernas da Aimee para cima, segurando-a firme pelos calcanhares. Com as pernas dela totalmente dobradas e o rabo carnudo exposto, ele começou afundar a rola com fincadas sem dó, assim com a velocidade e o atrito, a camisinha cortada deslizou para trás, ficando toda retezada no talo do pênis.
Com o pau completamente nu e livre, ele chegou a urrar de prazer, sentindo o calor do útero e das carnes de Aimee chupando seu pau nu da cabeça ao talo, e ele enfiava tudo com vontade denovo e denovo. O prazer de sentir a realização de sua obsessão era descomunal e o som de sua rola mergulhando sem cessar dentro da xota dela era musica para os ouvidos dele.
No climax apertava os tornozelos de Aimee e urrava enquanto depejava sua porra acumalada por dias toda dentro da xota dela sem barreira nenhuma. Ele deu as últimas estocadas brutais, afundando bem no fundo do útero da Aimee, selando a sua posse no ventre de minha amada enquanto ela gemia manhosa e trêmula pelo orgasmo, sem a menor ideia de que fora leitada pelo tio do seu ex-namorado.
Continua...
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Comentários (1)
Torres: Q linda continue, tá ótimo esse conto
Responder↴ • uid:7xbysxwoii